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Q2577871 Português

Katherine Johnson


Por Rachel Ignotofsky


01 Nasceu em 1918, na Virgínia Ocidental, e sempre gostou de aprender e de matemática, era

02 uma ótima aluna e se matriculou na Universidade West Virgínia State College quando tinha apenas

03 15 anos. Katherine achava que ia ser professora de matemática ou enfermeira, como as outras

04 mulheres que conhecia, até entrar na faculdade e conhecer seu professor, o famoso matemático

05 W. W. Schieffelin Claytor. Ele inspirou Katherine a se tornar pesquisadora em matemática e a

06 ajudou a escolher as disciplinasde que precisava para atingir esse objetivo.

07 Aos 18 anos, Katherine se formou na faculdade. Era o auge de Grande Depressão e os

08 empregos eram poucos, então ela foi lecionar no Ensino Médio. Na década de 1950, a Nasa

09 começou a ter mais vagas para mulheres afro-americanas que fossem “computadores humanos”

10 e, logo que ela se candidatou, conseguiu um emprego. Katherine queria conhecer todos os detalhes

11 daquilo em que estava trabalhando, porém ela não tinha permissão para participar de reuniões.

12 Então, perguntou se era contra __ lei que uma mulher assistisse a uma reunião: sua coragem e

13 sua curiosidade deram resultado, e ela foi incluída. O cálculo de planos de voo envolvia equações

14 de geometria complexas, e Katherine era extremamente boa nelas. Ela foi transferida para

15 trabalhar no projeto Mercury, de 1961, e conseguiu calcular a janela de lançamento.

16 Sua habilidade com matemática era incrível, e ela logo se tornou uma líder no cálculo de

17 trajetórias, sendo uma parte essencial da equipe que calculou a rota para a primeira missão

18 tripulada __ Lua, em 1969. Ela fez a maior parte dos cálculos do projeto e ficou encarregada de

19 verificar as contas dos novos computadores mecânicos da Nasa. A matemática tinha de ser perfeita

20 para que os tripulantes da nave Apolo voltassem __ Terra em segurança. A missão Apolo foi um

21 sucesso, e as importantes contribuições de Katherine a tornaram possível.

22 Mais tarde, ela trabalhou em muitos projetos importantes da Nasa, inclusive no programa dos

23 ônibus espaciais e nos planos para a missão a Marte. O trabalho dela ajudou os astronautas a

24 visitar as estrelas e retornar em segurança.

25 Katherine se aposentou em 1986, depois de trinta e três anos de trabalho, entretanto, o

26 reconhecimento só veio oficialmente em 2015, quando ela recebeu a Medalha Presidencial da

27 Liberdade – a maior condecoração que um civil pode receber nos EUA – das mãos de Barack

28 Obama. Em maio de 2016, a NASA inaugurou uma central de pesquisa batizada com seu nome.

29 Katherine Johnson faleceu em fevereiro de 2024, aos 101 anos de idade. O filme Hidden Figures

30 ('Estrelas Além do Temp") o baseado na história de Katherine e outras duas matemáticas,

31 Dorothy Vaughn e Mary Jackson, estreou em 2016.

(Disponível em: www.mtciencias.com.br/mulheres/katherine-johnson%E2%80%8B/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12, 18 e 20.

Alternativas
Q2574934 Pedagogia
De acordo com os estudos de Bloom (1993), a avaliação do processo ensino-aprendizagem apresenta três tipos de funções. Sobre a função somativa, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q2574933 Pedagogia
Para Henri Wallon, as emoções possuem papel influente no desenvolvimento da pessoa. Seu estudo e suas ideias estão fundamentadas em quatro elementos básicos; assinale-os.
Alternativas
Q2574932 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) apresenta dez competências gerais que perpassam no processo didático das três etapas da educação básica. Analise as afirmativas a seguir.

I. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.
II. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
III. Conviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.

Compete às competências gerais da BNCC, o que se afirma em 
Alternativas
Q2574931 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Segundo o Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. De acordo com a Lei, no que diz respeito ao que compreende a garantia da prioridade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.
( ) Procedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública.
( ) Preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas.
( ) Primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2574929 Pedagogia
Segundo Candau, existem três abordagens do multiculturalismo: multiculturalismo assimilacionista, multiculturalismo diferencialista ou monoculturalismo plural e multiculturalismo aberto e interativo, também denominado interculturalidade crítica. Sobre tais abordagens, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2574928 Pedagogia
Relacione adequadamente os itens às suas respectivas individualidades.

1. Modalidade da educação.
2. Nível da educação básica.

( ) Educação de Jovens e Adultos.
( ) Educação Bilíngue de Surdos.
( ) Ensino Fundamental.
( ) Educação Especial.
( ) Educação Infantil.
( ) Ensino Médio.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2574927 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
A educação no município de Iúna é vinculada ao Sistema Municipal de Ensino e inspira-se nos princípios de liberdade; nos ideais de solidariedade humana; e, tem por fim promover a igualdade, o respeito às diferenças, a justiça social, a importância da família, a valorização do conhecimento e a preservação dos valores e tradições da cultura local. São órgãos de educação do Município, EXCETO:
Alternativas
Q2574925 Pedagogia
Sobre a Educação de Jovens e Adultos, conforme disciplina o regimento comum das escolas da rede municipal de Iúna, analise as afirmativas a seguir.

I. 1º segmento da Educação de Jovens e Adultos: correspondente aos anos iniciais, com carga horária definida em função das necessidades de aprendizagem do aluno para ingresso nos anos finais.
II. 2º segmento da Educação de Jovens e Adultos: correspondente aos anos finais, com 1.600 horas distribuídas em 4 etapas com 100 dias letivos e 400 horas cada.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2574924 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
O servidor obterá licença por motivo de doença de ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou dependente que viva a suas expensas e conste do seu assentamento funcional, desde que prove ser indispensável a sua assistência pessoal e esta não possa ser prestada simultaneamente com exercício do cargo. Observe as afirmativas a seguir.

I. “A licença de que trata o artigo descrito anteriormente poderá ser concedida por até _________________, consecutivos ou não, mantida a remuneração do servidor nos primeiros _________________ dias , e sem remuneração, a partir do _________________ dia de afastamento.”
II. “Após o nonagésimo dia de licença, somente poderá ser concedida nova licença por motivo de doença do mesmo ou de outro familiar após o prazo de _________________ meses.”

Assinale a alternativa que completa corretamente as afirmativas anteriores. 
Alternativas
Q2574923 Legislação dos Municípios do Estado do Espírito Santo
A Lei Orgânica do Município de Iúna permite ao vereador licenciar-se nas seguintes situações, à EXCEÇÃO de uma; assinale-a.
Alternativas
Q2574920 Noções de Informática
Observe o seguinte texto criado no Word 2019:

Imagem associada para resolução da questão


Considere usar a opção “Adicionar um Capitular” da Aba Inserir para criar um efeito no texto. É correto afirmar que tal opção: 
Alternativas
Q2574918 Raciocínio Lógico
Fernanda faz alguns colares usando discos de prata e argolas. Ela prende os discos com as argolas deixando-os em formato de triângulos equiláteros, conforme as figuras a seguir:

Imagem associada para resolução da questão


Conforme aumenta-se o número de fileiras do colar, aumentam-se também as quantidades de discos e argolas necessárias para unir toda a peça. Se Fernanda seguir o mesmo padrão representado na imagem, para fazer uma peça com 11 discos na última fileira, quantas argolas ela deverá usar?
Alternativas
Q2574914 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?

    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
Releia: “Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: Até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?” (4º§). Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. O verbo “temos”, no texto, assinala um sujeito oculto.
II. O uso do pronome “onde”, no texto, está equivocado, pois o mesmo deve indicar lugar.
III. A conjunção “mas” estabelece ideia de oposição ao último período do parágrafo anterior.
IV. A palavra “intacta” é um adjetivo que qualifica o termo “essa engrenagem”.
V. Os dois pontos foram colocados antes de um aposto enumerativo.
VI. Em “essa engrenagem”, o pronome “essa” estabelece a relação coesiva de sinonímia.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2574913 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

A quem interessa a monetização da misoginia?

E até quando o Congresso irá colaborar com a engrenagem que fere e mata mulheres?

    Nos últimos dias presenciamos a atriz Paolla Oliveira sofrer uma enxurrada de ataques misóginos relativo à sua aparência, e de igual maneira assistimos também a triste notícia de que a jovem Jéssica Vitória perdeu sua vida após não suportar um linchamento virtual misógino oriundo de uma fake news difamatória a seu respeito. Entretanto é preciso dizer que esses dois casos não são isolados. A verdade é que as redes sociais têm se tornado uma máquina de moer, violentar e adoecer mulheres.
    No país que, desde sua colonização, incentiva a opressão e violência contra mulheres, o avanço legislativo que tenta mitigar esse resquício histórico misógino não tem se mostrado suficiente diante da velocidade das ferramentas tecnológicas. Isso porque a Agência Brasil apurou que, entre 2021 e 2022, houve um aumento de mais de 251% nos casos de misoginia e opressão contra mulheres nas redes sociais, e já Safernet deu conta de que mais de 67% das vítimas de discurso de ódio nas redes sociais são mulheres.
    Esses dados acendem um alerta de que não há uma legislação específica de combate à misoginia virtual – tampouco punição efetiva para esses ataques virtuais contra as mulheres – e, por silogismo, escancara a engrenagem de uma rede coordenada de sites e páginas que encontraram em fomento, incentivo e induzimento a misoginia uma forma de auferir lucro, sem que sejam punidas judicialmente e banidas pelas plataformas digitais que hospedam. Ou seja, aproveitam-se da impunidade para auferir lucro com a dor das mulheres e o ódio contra elas.
    Mas, se temos uma legislação ineficiente e uma punição ausente para tais páginas e sites, por outro lado é necessário lembrar que o mesmo ocorre com as plataformas digitais onde essas páginas operam, que, por não serem regulamentadas e responsabilizadas pela omissão ao não punir e banir tais páginas, demonstram de igual forma que tem sido interessante lucrar com todo esse ódio misógino contra as mulheres. E, deste modo, a pergunta que não quer calar é: até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?
    As plataformas digitais têm sido o motor para a manutenção desses ataques misóginos, ao se esquivarem de banir perfis que se sustentam da incitação à misoginia. E, por isso, falar em regulamentação das plataformas digitais não é falar de censura e tampouco cerceamento da liberdade de expressão (que se anote não é sinônimo de liberdade para praticar crime), é falar sobre segurança, regras, diretrizes e punições para que o ambiente virtual possa ser sadio, respeitoso e seguro para as mulheres.
    A quem interessa a manutenção da misoginia virtual? Eu mesma respondo: a quem lucra com o ódio contra as mulheres.

(Fayda Belo, Advogada especialista em crimes de gênero. Folha de S. Paulo. Em: 04/01/2024.)
Considerando o fragmento “[...] até quando o Congresso Nacional seguirá se omitindo e, portanto, colaborando para que toda essa engrenagem que tem adoecido e até matado mulheres siga intacta sem qualquer punição ou sem responsabilização?” (4º§), é possível fazer a seguinte afirmação:
Alternativas
Q2574905 Português
O texto a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.

Paolla Oliveira é chamada de gorda em vídeo da Grande Rio; por que incomoda tanto o corpo de uma mulher livre?

Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos após ensaios gerais da Grande Rio, escola de samba da qual Paolla Oliveira é Rainha da Bateria.

    Na última semana, o corpo de Paolla Oliveira virou notícia. Ou melhor: o peso da atriz. Quando ela apareceu no ensaio geral da escola de samba Grande Rio, da qual ela é Rainha da Bateria, a reação nas redes sociais dividiu entre elogios e comentários que a chamavam de “gorda” e “fora de forma”. Um deles chegou a usar outro termo: “Braço de merendeira”, enquanto outro até mesmo deduziu que o peso de Paolla estaria relacionado ao uso de anticoncepcionais.
    Com 41 anos, sendo 20 de uma carreira consolidada na televisão, Paolla Oliveira também foi alvo de comentários etaristas. As pessoas apontaram que a atriz estava mudada. O motivo: está envelhecendo. Esses comentários foram feitos, majoritariamente, por homens.

(Camila Cetrone e Paola Churchil, Redação Marie Claire. São Paulo. Em: 23/12/2023.)
No subtítulo do texto, lê-se: “Nas redes sociais, homens destilam comentários gordofóbicos, machistas e etaristas contra a atriz de 41 anos [...]” Considerando os aspectos semântico e sintático, o trecho em destaque pode ser classificado como:
Alternativas
Q2562558 Pedagogia
Analise com atenção as duas frases abaixo:

(1ª FRASE) Ao planejar uma atividade na creche, a professora precisa pensar cuidadosamente na quantidade de materiais, para atender a todas as crianças. (2ª FRASE) Caso, porém, algumas crianças não se envolvam com a atividade planejada em virtude da diversidade de interesses, ainda assim a professora deve insistir no que planejou em atenção ao princípio da coerência e da uniformidade na prática docente (Adaptado do Manual Brinquedos e Brincadeiras de Creches, Brasília, 2012, p. 143)

Pode-se dizer que a segunda frase apresenta uma incoerência de natureza:
Alternativas
Q2562557 Pedagogia
Segundo o primeiro volume do Referencial Curricular Nacional Para a Educação Infantil – RCNEI (Brasil, 1998, p. 30), para que as aprendizagens infantis ocorram com sucesso e as crianças se desenvolvam, é preciso que o professor leve em conta na organização do trabalho educativo nos seguintes aspectos:
I. A individualidade e a diversidade.
II. A resolução de problemas como forma de aprendizagem.
III. A interação apenas com crianças da mesma faixa etária.
IV. A proposição de atividades significativas e desafiadoras.

Estão corretos os itens:
Alternativas
Q2562556 Pedagogia
Em seu livro A criança e o número: impliCaf“es educacionais da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos (39.ed. Campinas: Papirus, 2012), Constance WMii propõe alguns princípios sobre o ensino do número a partir da teoria elaborada por Jean Piaget. Constituem exemplos de tais princípios, amplamente praticados na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, os relacionados abaixo, com exceção de um, assinale-se:
Alternativas
Q2562555 Pedagogia
Segundo Tizuko Morchida KISHIMOTO (Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2007), jogo e brinquedo não são a mesma coisa. A principal distinção entre essas duas práticas lúdicas reside no fato de que:
Alternativas
Respostas
6521: E
6522: D
6523: A
6524: C
6525: D
6526: B
6527: B
6528: C
6529: A
6530: A
6531: D
6532: D
6533: B
6534: D
6535: B
6536: D
6537: A
6538: E
6539: D
6540: B