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Q3764511 Português
Com relação à ortografia, analise as afirmativas a seguir:

I. Depois dos ditongos au, ei, oi e ou é correto utilizar as letras c e ç, como em “calabouço”.
II. Grafam-se com s substantivos abstratos em - esa, como em “pobresa”.
III. As palavras "náuzea" e "louza" são exemplos de palavras corretamente escritas com a letra z.
IV. As palavras "ameixa" e "desleixo" são corretamente grafadas com x em vez de ch.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3764510 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
Assinale a alternativa que nomeia corretamente a figura de linguagem que ocorre no trecho: “O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito.”:
Alternativas
Q3764509 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
No primeiro parágrafo, o termo “papou”, no trecho “Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia”, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por qual dos termos a seguir?
Alternativas
Q3764508 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO é um elemento de coesão referente ao elemento indicado no fim de cada alternativa:
Alternativas
Q3764507 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Nevoeiro


    Coisas estranhas estão acontecendo na Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não estou pregando mentira, vejam as fotos que aí estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar; a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela transformação do anel em muralha branca. Daí a bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi seguindo e comendo um por um os postos de Copacabana, que não ofereceram resistência. O Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio, protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram varridos da face da Guanabara.

    Tudo que eram cores e formas afundou num branco de espuma de sabão, inclusive o mar. Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia. Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima que constitui a pompa do Rio de Janeiro. 

    Saíram a campo, imediatamente, pessoas especializadas em achar explicação para tudo, e recorrendo a seus conhecimentos meteorológicos, sacaram de lá o encontro da massa fria com a massa quente, espécie de pacto de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara. Explicação nebulosa como a própria névoa assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria diante da frente cálida, quando o que todo mundo presenciou foi a derrota da frente cálida pela frente fria no espaço de horas em que esta última ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio, criando um vácuo na paisagem.

    É verdade que, à noite, as montanhas, o mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas ninguém é capaz de informar o que sucedeu com eles no intervalo em que ficamos privados desses elementos cariocas, nem dar explicação plausível para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao fim silencioso de um mundo que parecia eterno, de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e conferido pelos olhos. (...)

    Não era ainda a eliminação. Era talvez um ensaio geral, ou nem isto: simples teste, experiência de magia alva, quem sabe mesmo se divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza de alma dos moradores da costa? Se não foi — pois tudo pode acontecer na Zona Sul — promoção de objetivo turístico ou mera publicidade de alguma nova marca de sabão em pó, a ser lançada pelo Natal.


ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro: Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>.  
O autor da crônica, relata ter ocorrido um nevoeiro na Zona Sul do Rio de Janeiro. A respeito desse nevoeiro, ele afirma que:
Alternativas
Q3762000 Pedagogia
Analise as asserções abaixo e a relação proposta entre elas:

I. A avaliação na Educação Infantil deve se basear em múltiplos registros — como portfólios, registros anedóticos, fotos e vídeos — contemplando dimensões do desenvolvimento motor, socioafetivo, da linguagem, da autonomia e das interações.
POIS
II. Essa forma de registro é necessária, visto que a avaliação na Educação Infantil tem caráter processual, formativo e mensurável ao longo do tempo, sendo utilizada para planejar intervenções pedagógicas e respeitar as singularidades das crianças.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761999 Pedagogia
Considerando as concepções contemporâneas de infância e as orientações da BNCC para a Educação Infantil, analise as assertivas a seguir sobre a organização dos espaços, tempos e materiais na prática pedagógica com crianças pequenas:

I. A oferta de materiais não estruturados ou “materiais soltos” (loose parts), combinada à reorganização intencional e periódica dos espaços, potencializa a construção da autonomia e da curiosidade investigativa, pois amplia o protagonismo das crianças na produção de sentidos.
II. A disposição espacial uniforme do mobiliário, com mesas e cadeiras em formato linear, favorece a gestão da rotina e fortalece a cooperação infantil na organização do espaço.
III. A alternância entre tempos de brincadeira livre e tempos de brincadeira orientada, quando articulada a uma escuta sensível e à observação do educador, constitui estratégia pedagógica coerente com a perspectiva de criança como sujeito produtor de cultura.
 IV. A eliminação de materiais que envolvam desafios motores e físicos de maior risco, ainda que sob supervisão, está de acordo com a concepção de ambiente educativo seguro e, portanto, deve ser adotada como princípio ético da docência na Educação Infantil.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3761998 Pedagogia
Ao planejar o projeto “Alimentação e Território” com um grupo de crianças de 5 anos, uma professora da Educação Infantil pretende integrar experiências que envolvam o corpo, os sentidos e a cultura alimentar de sua comunidade. Considerando as competências gerais da BNCC e os campos de experiências da Educação Infantil, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761997 Pedagogia
Em relação à avaliação na Educação Infantil, segundo as DCNEIs, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) A avaliação na Educação Infantil deve ser usada como instrumento de promoção das crianças entre as turmas, de acordo com seus avanços e níveis de aprendizagem.
( ) O processo avaliativo na Educação Infantil tem caráter formativo, devendo acompanhar o desenvolvimento das crianças por meio da observação.
( ) Os registros de avaliação (como portfólios, anotações, desenhos, fotos e vídeos) auxiliam no replanejamento das práticas pedagógicas.
( ) A avaliação na Educação Infantil deve considerar a singularidade de cada criança, valorizando seus tempos, ritmos e modos próprios de aprender e se expressar.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3761996 Pedagogia
Em uma escola municipal, professores da Educação Infantil observaram que as crianças de 4 e 5 anos pouco exploravam o pátio e o jardim da instituição. Diante disso, a equipe pedagógica propôs uma intervenção denominada “Zona de Descobertas”, a ser realizada por três semanas, com a oferta de materiais soltos e naturais (caixas, tecidos, tampas, conchas) e a organização de registros coletivos das experiências das crianças. Com base na BNCC e nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEIs), qual é o objetivo principal dessa intervenção pedagógica? 
Alternativas
Q3761860 Pedagogia
Considerando seu papel na organização da sala de aula, qual ação está mais alinhada à perspectiva do Projeto Político-Pedagógico?
Alternativas
Q3761859 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem na educação básica deve ser um processo contínuo e coletivo. Considerando essa concepção, é uma forma correta de avaliação:
Alternativas
Q3761858 Pedagogia
No contexto da gestão democrática escolar, o planejamento participativo deve ser entendido como:
Alternativas
Q3761857 Pedagogia
A tendência progressista crítico-social dos conteúdos se expressa no ensino da leitura e escrita quando o professor:
Alternativas
Q3761856 Pedagogia
Em uma prática pedagógica orientada pela aprendizagem baseada em jogos, qual ação está mais alinhada às finalidades formativas como metodologia ativa de acordo com Bacich e Moran (2017)? 
Alternativas
Q3761855 Pedagogia
Durante uma atividade de história, a maioria dos estudantes de uma turma demonstra desconhecer as contribuições da população negra para a formação do Brasil. Nesse sentido, qual abordagem pedagógica está de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana?
Alternativas
Q3761854 Pedagogia
De acordo com as competências do Município quanto aos níveis e modalidades de ensino como previsto no Plano de Carreira do Magistério Público Municipal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761853 Pedagogia
Um professor da rede pública municipal, ao planejar suas ações pedagógicas e participar da gestão escolar, precisa atuar em consonância com as diretrizes e instrumentos de acompanhamento do PNE. Nessa perspectiva, qual prática profissional se mostra adequada às determinações legais apresentadas no PNE? 
Alternativas
Q3761852 Pedagogia
A implementação e a avaliação do Plano Nacional de Educação (PNE) envolvem mecanismos de acompanhamento e responsabilidades federativas. Considerando o texto legal apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761851 Pedagogia
A segurança e o bem-estar das crianças e adolescentes em ambientes educacionais dependem de atenção às normas de proteção e acompanhamento de profissionais. Com base nos arts. 59-A, 74 e 75 do ECA, qual medida pedagógica é mais eficaz para assegurar a proteção de crianças e adolescentes em instituições educativas?
Alternativas
Respostas
2541: E
2542: D
2543: A
2544: E
2545: D
2546: C
2547: B
2548: E
2549: B
2550: A
2551: A
2552: C
2553: B
2554: C
2555: E
2556: A
2557: C
2558: B
2559: D
2560: E