Questões de Concurso
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A tecnologia do DNA recombinante é umas das técnicas de manipulação de DNA, num campo conhecido como Engenharia Genética. Sobre essa tecnologia, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
I.(__)Cada enzima de restrição corta o DNA em uma sequência específica de bases nitrogenadas chamadas de sítio de restrição.
II.(__)As sequências reconhecidas para serem cortadas, são longas com mais de 20 nucleotídeos, chamadas de polindômicas.
III.(__)Após o corte dá-se origem à segmentos de DNA com extremidades coesivas que, posteriormente são ligadas pela DNA ligase, sendo esse novo segmento denominado de DNA recombinante.
É CORRETO o que se afirma em:
É uma teoria na qual se acredita que as mitocôndrias e os cloroplastos são organelas derivadas da interação entre um organismo procarionte ancestral aeróbio e um organismo eucarionte unicelular anaeróbico. Essa simbiose ocorreu a partir do momento que a atmosfera começou a apresentar uma concentração substancial de oxigênio (O 2) e organismos aeróbios com uma maior produção de energia surgiram na Terra.
Fonte: A teoria endossimbiótica. Disponível em: https://www.fcav.unesp.br/Home/departamentos/biologia/DURVALINAMARIAM.DOSSANTOS/TEXTO-96.pdf.
Qual das alternativas a seguir que dá suporte para a Teoria Endossimbiótica? Marque a opção CORRETA.
Sobre o sistema genital feminino, julgue os itens a seguir como Verdadeiros (V) ou Falsos (F):
I.(__)O clitóris não se origina da mesma estrutura embrionária que o pênis, portanto não são órgãos homólogos.
II.(__)O sistema genital feminino compõe-se de órgãos situados externamente ao corpo da mulher (pudendo feminino ou vulva) e de órgãos localizados no interior do abdome (vagina, útero, um par de tubas uterinas e um par de ovários).
III.(__)O pudendo feminino é composto pelos lábios menores, lábios maiores, clitóris e vestíbulo vaginal.
Assinale a alternativa CORRETA.
Em 1908, o matemático inglês Godfrey Hardy e o médico alemão Wilhelm Weinberg estabeleceram o princípio de Hardy-Weinberg, onde eles demonstraram o seguinte:
I.Que as populações devem ser suficientemente grandes e panmíticas, com os cruzamentos ocorrendo ao acaso.
II.Que mesmo havendo seleção, mutação e migração, ainda assim as frequências gênicas permanecem inalteradas com o tempo.
III.Caso nenhum fator evolutivo atue sobre uma população, as taxas de alelos e genótipos não se alteram de uma geração para outra.
É CORRETO o que se afirma em:
Uma das formas de se preservar a saúde é realizando-se o teste de Guthrie, conhecido como teste do pezinho. Uma das doenças que o teste é capaz de diagnosticar é aquela conhecida como muscosividade, causada por um distúrbio no funcionamento de glândulas exócrinas, prejudicando a secreção de muco, suor, saliva, lágrima e suco digestivo. Também ocorre o acúmulo de muco nas vias respiratórias, o que favorece o surgimento de uma infecção crônica nos pulmões, além de afetar o aparelho digestório (pâncreas e fígado) e o sistema reprodutor.
Fonte: César; Sezar e Caldini. Biologia. Volume 3. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.
Essa doença é conhecida como:
Analise os excertos abaixo:
Excerto I.Todo o processo fotossintético ocorre numa organela chamada cloroplasto. Na fotossíntese, a planta usa a energia solar para separar a molécula de água em dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio (fotólise da água). O oxigênio difunde-se para a atmosfera e os átomos de hidrogênio geram compostos ricos em energia, necessários à fixação do gás carbônico.
Excerto II.A série complexa de reações que culminam na difusão do oxigênio e formação de açúcar é separada em duas fases: a etapa fotoquímica, classicamente conhecida como fase clara, que ocorre nos tilacóides dos cloroplastos, e a etapa fotoquímica, classicamente conhecida como fase escura, que ocorre no estroma dos cloroplastos. Ambas as fases ocorrem na presença de luz.
Fonte: Maria Terezinha Silveira Paulilo Ana Maria Viana. Áurea Maria Randi. Fisiologia Vegetal. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2015.
Sobre os excertos, assinale a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MAGISTÉRIO
(1º§) O magistério surgiu por meio de um decreto de D. Pedro I, em 15 de outubro de 1827, que determinava que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras. Sempre foi visto como uma das mais sublimes profissões, passando uma visão de que o profissional que atuasse no magistério era uma pessoa passiva e amorosa, que trabalhava por amor.
(2º§) Essa visão histórica e, diga-se de passagem, retrógada, foi sendo deixada de lado, para assumir um papel de profissional capacitado, que não bastava boa vontade e amor. Por outro lado, o magistério também deixou de ser visto como uma profissão de respeito e seu conceito caíra na marginalização da sociedade.
(3º§) O acesso à educação era restrito apenas aos filhos dos burgueses, o que não mudou muito dos dias atuais, senão fossem às políticas públicas para acesso da universidade a todos. Enfim, apenas pessoas ricas tinham condições de contratar educação para seus filhos. Esse olhar mudou um pouco, deixando ainda muito a desejar.
(4º§) Mediante a atual conjuntura política e a crise educacional em que o país vem vivendo, muito se fala em formação continuada dos professores como uma das grandes apostas para uma escola pública de ensino e consequentemente um ensino de qualidade, porém não se estuda nenhuma política pública para a valorização do professor. Deixou de ser uma profissão "endeusada" para ser "odiada".
(5º§) Os profissionais da educação sofrem descasos desde o sucateamento do governo federal e estatual e da própria sociedade que tanto necessita desses profissionais, porém não os reconhece.
(6º§) Portanto, como os profissionais da educação têm sido vistos pela sociedade e, pensando nisso, esse texto visa discutir conceitos de profissionalização, profissionalismo e profissionalidade, além de uma revisão das principais vertentes da sociologia das profissões, por meios dos textos teóricos da disciplina de Políticas Públicas, ministrada pelo professor Cristiano Di Giorgi, pelo programa de pós-graduação em mestrado em educação da Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). A discussão se pauta em reflexões sobre a prática docente com suporte teórico principalmente nos autores Coelho (2017) e Pereira (2017) da Universidade Federal de Minas Gerais, intitulado de: "Olhar o magistério" no "no próprio espelho".
Considerando o uso de tecnologias na educação, avalie as assertivas abaixo:
I.A teoria construtivista fundamenta a utilização de ambientes virtuais de aprendizagem, promovendo a construção ativa do conhecimento pelo aluno.
I.A Realidade Aumentada (RA) pode ser empregada como uma ferramenta pedagógica eficaz para simulações imersivas e experiências de aprendizagem contextualizadas.
III.O conceito de "BYOD" (Bring Your Own Device) destaca a importância da integração de dispositivos pessoais dos alunos no ambiente educacional.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).