Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de óbidos - pa

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Q3594047 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Em: "Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.", não há presença de:
Alternativas
Q3594046 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

A relação "coletivo e elemento" agrupado não está adequada em:
Alternativas
Q3594045 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

O valor semântico de "monetização" no texto é de: 
Alternativas
Q3594043 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Há correta nomeação dos marcadores do discurso em todas as alternativas, exceto em:
Alternativas
Q3594042 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Em: "Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.", a agenda nacional metaforiza:
Alternativas
Q3594041 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


OMISSÃO E DESUMANIDADE


A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.


A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.


A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.


Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.


A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.


Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.


O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.


Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.


A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.


Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Em: "Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias (...)", além da ironia presente no excerto, há também a figura de linguagem: 
Alternativas
Q3593726 Enfermagem
A atuação do profissional de Enfermagem no socorro a vítimas de trauma é de extrema relevância. O destino do traumatizado está nas mãos de quem fez a primeira avaliação. Daí a importância de o profissional chegar à cena do acidente com tranquilidade e determinação, para evitar que leigos coloquem em risco o estado da vítima. Marque a alternativa que descreve corretamente o que significa a biomecânica do trauma.
Alternativas
Q3593725 Enfermagem
Após a confirmação da gravidez em consulta médica ou de enfermagem, dá-se início ao acompanhamento da gestante, com seu cadastramento no SISPRENATAL. Os procedimentos e as condutas que se seguem devem ser realizados sistematicamente e avaliados em toda consulta de pré-natal. As condutas e os achados diagnósticos sempre devem ser anotados na ficha perinatal e no cartão da gestante. Nesse momento, a gestante deverá receber as orientações necessárias referentes ao acompanhamento pré-natal - sequência de consultas, visitas domiciliares e reuniões educativas. Marque a alternativa que indica o que deverá ser fornecido à gestante neste momento:
Alternativas
Q3593724 Enfermagem
Como atividade privativa do enfermeiro a partir de 1986,  a Consulta de Enfermagem é uma atividade desenvolvida para uma melhor assistência à saúde, em nível ambulatorial que utiliza componentes do método científico para identificar situações de saúde-doença, prescrever e implementar medidas de Enfermagem que contribuam para a proteção, promoção, recuperação e reabilitação da saúde do indivíduo. Sobre as etapas da Consulta de Enfermagem, pela primeira vez, marque a alternativa que apresenta a ordem sequencial correta.
Alternativas
Q3593723 Enfermagem

O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) se dá por uma oclusão da artéria coronária, através da formação de um coágulo ou placa de ateroma, diminuindo o fluxo sanguíneo e levando parte do miocárdio à um processo de necrose. A extensão da necrose depende de fatores como o calibre da artéria acometida, tempo de evolução da obstrução e desenvolvimento de circulação colateral. Dentre as principais atribuições realizadas pelo enfermeiro, analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa correta.


I. A realização do eletrocardiograma (ECG) em até 10 minutos após a chegada do paciente aos serviços de urgência e emergência;


II. Providenciar punção de acesso venoso periférico em veia de grosso calibre, monitorização e oxigenioterapia;


III. Monitorar a realização do controle da dor e ansiedade, repouso no leito, coleta de exames laboratoriais, controle da glicemia capilar, conforme prescrição médica.

Alternativas
Q3593721 Enfermagem
 O choque elétrico ocorre quando a corrente elétrica passa através do corpo humano. Os casos mais graves são quando a descarga de energia atravessa de uma mão à outra, percorrendo por um caminho que pode afetar o coração e gerando complicações no organismo. As ações imediatas ao identificar uma pessoa em uma situação de choque elétrico são: desligar a fonte a de energia elétrica, afastar a pessoa da fonte com auxílio de material não-condutor de eletricidade e acionar o serviço de emergência para receber suporte avançado de vida. Considerando o tempo de espera pela chegada do serviço de emergência, marque a alternativa que indica ação incorreta quanto ao socorro à vítima.
Alternativas
Q3593720 Enfermagem
A estruturação para a tomada de decisão do Enfermeiro no exercício de suas funções administrativas é um cerne importante. O Enfermeiro recebe, na sua formação, bases importantes da administração e gestão, para fundamentar seus processos de tomada de decisão com acurácia e de forma estruturada. Quanto aos tipos de decisão, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3593719 Enfermagem
Durante um passeio no Shopping, ao passar pela Praça de Alimentação, você percebe um jovem deitado no chão, apresentando convulsão. Ao lado, tem uma moça em desespero pedindo ajuda e dizendo que ele tem epilepsia. Nessa situação, você se prontificou de imediato à prestar cuidados adequados a este jovem. Marque a alternativa que descreve as ações adequadas a este caso.
Alternativas
Q3593718 Enfermagem

O objetivo do Suporte Avançado de Vida (SAV) é alcançar o melhor resultado possível para os indivíduos que estão experimentando um evento com risco de vida. Uma vez cumprida a cadeia de sobrevivência de um indivíduo no ambiente hospitalar, cabe aplicar os cuidados imediatos pós-Parada Cardiorrespiratória. Segundo a American Heart Association (AHA), os Cuidados pós-PCR integrados deve incluir suporte cardiopulmonar e neurológico. Leia as afirmações seguintes sobre os principais objetivos iniciais e subsequentes dos cuidados pós-PCR, e marque a alternativa correta. 


 I. Otimizar a função cardiopulmonar e a perfusão de órgãos vitais após o RCE;


 II. Transportar/transferir para um hospital apropriado ou UTI com completo sistema de tratamento pós-PCR;


III. Controlar a temperatura para otimizar a recuperação neurológica;


IV. Prever, tratar e prevenir a disfunção múltipla de órgãos. Isto inclui realizar ventilação excessiva e hiperóxia.

Alternativas
Q3593717 Enfermagem
Os acidentes de trânsito são a principal causa de traumas no Brasil e no mundo, representando um sério problema de saúde pública, seja pelas sequelas incapacitantes em suas vítimas, seja pela perda de força laborativa, através das lesões ocasionadas em grupos economicamente ativos, em sua grande maioria, jovens. No que se refere à técnica adequada de transporte do politraumatizado realizada por equipe especializada, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3593716 Administração de Recursos Materiais
A administração de materiais (AM) consiste em ter os materiais necessários na quantidade certa, no local certo e no tempo certo à disposição dos órgãos que compõem o processo produtivo. Este é o fundamento e a essência de uma administração de materiais bem realizada. Considerando os objetivos primários da AM, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3593715 Gestão de Saúde e Administração Hospitalar
A palavra estrutura significa a disposição ou ordem das partes que compõem uma organização/empresa. As empresas são constituídas de pessoas e recursos agrupados em órgãos, e a composição dos diversos órgãos é denominada estrutura organizacional. Estrutura Organizacional é a maneira como a empresa agrupa e reúne pessoas e órgãos dentro de escalões hierárquicos (níveis de autoridade) e de áreas de atividade (departamentos, setore). Sobre os aspectos da Estrutura Organizacional, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3593714 Administração Geral

Considerando as Teorias Administrativas e de Enfermagem, leia atentamente as afirmações seguintes e marque a alternativa correta. 


 I. Administração científica (Taylorismo) - Frederick Wisloy Taylor (1856-1915) - linha de produção, métodos e processos de trabalho e formas de sua racionalização;


II. Teoria Clássica (Fayolismo) - Henry Fayol (1841-1925) - administrar é prever, comandar, controlar, coordenar e organizar;


III. Teoria das Relações Humanas - George Elton Mayo (1924-1932) - Abordagem democrática e liberal;


IV. Organização Burocrática - Kurt Lewin (1947) - conhecer as necessidades humanas para compreender seu comportamento.

Alternativas
Q3593713 Enfermagem
Durante a prestação de serviços de saúde, verifica-se os profissionais direcionando-se ao ser humano apenas pela sua patologia. Essa situação se contrapõe à concepção de que este ser humano envolve variadas dimensões: biológica, psicológica, afetiva, social, cultural, ética e política, que necessitam serem reconhecidas, como uma forma de visualizá-lo no todo, considerando sua integralidade, indissociabilidade e unicidade. A Enfermagem possui um processo de trabalho complexo e apresenta uma combinação de três áreas, não dissociadas: o cuidado, a educação e a gerência dos serviços de Enfermagem. As alternativas a seguir descrevem características da tríade Cuidar-Educar-Gerenciar, exceto:
Alternativas
Q3593712 Enfermagem
Intoxicação exógena consiste na introdução de substâncias no organismo em doses nocivas, que podem comprometer a sua funcionalidade. Na intoxicação, ocorre a produção de metabólitos que provocam uma instabilidade transitória nos sistemas fisiológicos. É considerada uma emergência pediátrica potencialmente grave, mesmo que a criança esteja assintomática. Após a estabilização clínica da criança, a equipe deve considerar a realização da descontaminação gástrica. Considerando as ações adequadas neste caso, marque a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
101: D
102: B
103: B
104: D
105: A
106: C
107: A
108: B
109: A
110: C
111: C
112: A
113: A
114: C
115: A
116: D
117: B
118: A
119: C
120: A