Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de aracruz - es

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Q1023781 Atualidades
O Ministério da Cultura (MinC) promoveu nesta sexta-feira (27/7/2018), em Vitória (ES), mais uma edição do seu Seminário de Capacitação, destinado a preparar produtores e gestores culturais para a utilização dos mecanismos de fomento disponibilizados pelo Governo Federal. Fonte: h t t p : / / w w w . c u l t u r a . g o v . b r / n o t i c i a s - destaques/http://www.cultura.gov.br/noticias-destaques/
Concebida em 1991 para incentivar investimentos culturais, a Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991), pode ser usada por empresas e pessoas físicas que desejam financiar projetos culturais. Fonte: http://www.cultura.gov.br/leis/
Os mecanismos de fomento à cultura ganharam maior preponderância com a publicação da Lei nº 8.313/1991 conhecida por Lei:

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Q1023780 Atualidades
A Olimpíada em casa em 2016, rendeu ao Brasil o seu melhor desempenho na história dos Jogos. A previsão de antes do início das competições não foi alcançada, mas os números máximos de medalhas e de ouros foram superados. Com sete medalhas douradas, seis de prata e seis de bronze, o top10 no quadro de medalhas não veio, mas a 13ª posição foi honrosa para o país-sede. Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/ 2016/08/7. Adaptado. Acesso em 20.11.2018.
Em esporte coletivo, o Brasil foi medalhista de ouro no:
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Q1023778 Atualidades
Em meio à incerteza sobre o futuro do BREXIT a Espanha e o Reino Unido conseguiram concluir um pré-acordo bilateral. Os dois Governos fecharam provisoriamente o pacote que regerá a relação entre a Espanha e a colônia britânica quando esta sair da União Europeia, juntamente com o Reino Unido. Trata-se de um conjunto de quatro memorandos de entendimento e um tratado fiscal, afirmou uma autoridade local. A informação foi confirmada ao EL PAÍS por fontes governamentais espanholas. Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/11/21/internacional/ Adaptado. Acesso em 21.11.2018.

A colônia britânica a que o texto faz referência e foi motivo de acordo é:
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Q1023777 História
A teoria da “mão invisível” foi amplamente questionada em um dos períodos mais difíceis da história do capitalismo: a Crise de 1929. Nessa época, o mundo inteiro se interrogou a respeito da eficiência do capitalismo. Após a crise, uma coisa ficou certa: a “mão invisível”, ou seja, os supostos mecanismos autorreguladores do capitalismo não eram suficientes para manter a economia nos trilhos. Oferecendo uma saída para a crise vivenciada, um economista postulou uma teoria que rompia totalmente com a ideia liberalista do “deixai fazer”, afirmando que o Estado deveria sim, interferir na sociedade, na economia e em quais áreas achasse necessário. O modelo do Estado intervencionista foi adotado por muitos países após o fim da Segunda Guerra Mundial, já que a interferência estatal parecia essencial para a recuperação do mundo no pós-guerra. Fonte: https://brasilescola.uol.com.br. Adaptado. Acesso em 19.11.2018.
O modelo adotado, ao qual o texto faz referência com significativa interferência estatal foi:
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Q1023776 Atualidades
“A França é o terceiro país da União Europeia em número de imigrantes internacionais, atrás da Alemanha e da Grã-Bretanha. E, a exemplo da maioria das nações europeias, a França é um país e uma sociedade plural e híbrida, constituída a partir da presença, herança e convergência de diferentes culturas e nacionalidades. Assim, quem passa ou visita os bairros da periferia de grandes cidades como Paris, onde domina a presença de imigrantes, consegue identificar a difícil realidade que, há muitas décadas, é enfrentada por muitos imigrantes para sua inserção na sociedade francesa.”, explica a Professora Denise Cogo. Fonte: https://medium.com/@carlosmassari/jogadores-daseleção-francesa-representam-um-país-que-não-os-representa. Acesso em 20 de novembro de 2018.
A maioria dos imigrantes na França que sofre xenofobia é oriunda do(da):
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Q1023775 Atualidades
Pedro Parente, presidente da Petrobras, anunciou em abril de 2018, que a estatal faria o investimento de R$10 bilhões no Espírito Santo, nos próximos cinco anos. A Petrobras, uma das maiores empresas do Brasil foi criada no governo de:
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Q1023774 Atualidades
“Moro num país tropical, abençoado por Deus E bonito por natureza (mas que beleza) Em fevereiro (em fevereiro) Tem carnaval (tem carnaval)” (JORGE BENJOR)
Pode-se afirmar que o primeiro verso da letra da música deve-se ao fato do Brasil ter a maior parte de suas terras localizada na:
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Q1023773 Geografia
Entre as características do processo de urbanização brasileira, pode-se destacar o aspecto:
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Q1023772 Geografia
O Brasil é República Federativa composta por 27 unidades federativas e cinco grandes regiões, segundo o IBGE. É correto afirmar que:
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Q1023771 Noções de Informática
Um internauta está navegando em sites da internet por meio do browser Google Chrome. Em determinado instante, ele digitou a sigla NASA para realizar uma pesquisa no site de busca Imagem associada para resolução da questão Para posicionar o ponteiro do mouse na Barra de Endereços, visando digitar a URL da Prefeitura Municipal de Aracruz, ele deve executar o seguinte atalho de teclado:
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Q1023770 Noções de Informática
Tanto no Powerpoint do pacote MSOffice 2013 BR quanto no Impress do pacote BROffice, é possível iniciar e fazer a apresentação dos slides a partir do começo, executando-se um atalho de teclado. Esse atalho corresponde a pressionar a seguinte tecla de função:
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Q1023769 Noções de Informática

A planilha abaixo foi criada no software Excel 2016 BR.

Imagem associada para resolução da questão


Nessa planilha foram inseridas as expressões:

• =SOMA(A6;A10) em D6;

• =MÉDIA(A6:A10) em D8 e

• Em D10, usando a função MAIOR para determinar o maior número dentre todos nas células A6, A7, A8, A9 e A10.


Nessas condições, os valores mostrados em D6 e em D8 e a expressão inserida em D10 são, respectivamente:

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Q1023768 Noções de Informática
Durante a digitação de um texto no editor Word 2016 BR, o atalho de teclado Ctrl + Home foi executado com a finalidade de:
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Q1023767 Noções de Informática
Em um microcomputador com sistema operacional Windows 10 BR, um funcionário da Prefeitura Municipal de Aracruz está acessando o site do Google por meio do browser Firefox Mozilla. Para acessar a Área de Trabalho, ele deve executar um atalho de teclado que corresponde a pressionar as teclas Imagem associada para resolução da questão e:
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Q1023756 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
“Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. HÁ DE SER INVISÍVEL PARA TODO MUNDO, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.”
Quem é o sujeito da oração em destaque?
Alternativas
Q1023755 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)

“Ele tem experiência de mato e de cidade, SABE EXPLORAR OS MUNDOS, AS HORAS"

O trecho em destaque pode ser classificado sintaticamente como uma oração:

Alternativas
Q1023754 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)

"Procurar o quê"

No título do texto tem-se o Quê acentuado devido:

Alternativas
Q1023753 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
“Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.”
No período acima, o verbo poder está no pretérito imperfeito. A fim de tornar o sentido do trecho mais bem elaborado e coeso o verbo poderia ser substituído por:
Alternativas
Q1023752 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)

“Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.”

No trecho extraído do texto o autor faz uso da:

Alternativas
Q1023751 Português
Procurar o quê

  O que a gente procura muito e sempre não é isto nem aquilo. É outra coisa.
  Se me perguntam que coisa é essa, não respondo, porque não é da conta de ninguém o que estou procurando.
  Mesmo que quisesse responder, eu não podia. Não sei o que procuro. Deve ser por isso mesmo que procuro.
  Me chamam de bobo porque vivo olhando aqui e ali, nos ninhos, nos caramujos, nas panelas, nas folhas de bananeiras, nas gretas do muro, nos espaços vazios.
  Até agora não encontrei nada. Ou encontrei coisas que não eram a coisa procurada sem saber, e desejada.
  Meu irmão diz que não tenho mesmo jeito, porque não sinto o prazer dos outros na água do açude, na comida, na manja, e procuro inventar um prazer que ninguém sentiu ainda.
 Ele tem experiência de mato e de cidade, sabe explorar os mundos, as horas. Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
 Um dia descubro. Vai ser fácil, existente, de pegar na mão e sentir. Não sei o que é. Não imagino forma, cor, tamanho. Nesse dia vou rir de todos.
 Ou não. A coisa que me espera, não poderei mostrar a ninguém. Há de ser invisível para todo mundo, menos para mim, que de tanto procurar fiquei com merecimento de achar e direito de esconder.
(Carlos Drummond de Andrade)
Ao final do texto o personagem chega a seguinte constatação:
Alternativas
Respostas
1781: A
1782: C
1783: D
1784: C
1785: B
1786: D
1787: A
1788: C
1789: B
1790: B
1791: D
1792: A
1793: E
1794: C
1795: D
1796: A
1797: C
1798: B
1799: B
1800: D