Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de aracruz - es

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Q1078559 Biologia

Uma das mais interessantes interações entre seres vivos, que há na natureza, ocorre entre a figueira e as vespas-do-figo. Nessa interação essas duas espécies apresentam uma íntima dependência para terem suas sobrevivências garantidas. Onde não existem vespas-do-figo as figueiras não se reproduzem e vice-versa. O ciclo reprodutivo desses insetos ocorre, obrigatoriamente, no interior dos figos, que ao longo de sua evolução se tornaram bastante modificados devido à interação com as vespas-do-figo. Apesar de serem confundidos com frutos, os figos não são frutos e sim inflorescências invertidas. Em seu interior há um grande número de minúsculas flores que só serão polinizadas graças ao trabalho realizado pelas vespas-do-figo.

Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-biologicas/relacao-de-mutualismo-entre-figueiras-e-vespastem-nova-fase-revelada/. Acesso em: 15 nov. 2018 (Adaptado).


A interação entre as vespas-do-figo e a figueira é um exemplo de:

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Q1078558 Biologia
O Ascaris lumbricoides (lombriga) é um verme com fase pulmonar em seu ciclo de vida. Uma pessoa infectada elimina os ovos do verme pelas suas fezes. Se esses ovos são ingeridos, através de água e alimentos, eles chegam ao intestino delgado onde eclodem e liberam larvas, que perfuram a parede intestinal e caem no sangue. Passam pelo fígado, coração e chegam nos alvéolos pulmonares. Dos alvéolos pulmonares essas larvas irão chegar à faringe e serão deglutidas. Ao atingirem, novamente, o intestino delgado elas se tornam vermes adultos. Para chegarem até a faringe e serem deglutidas, essas larvas deixam os alvéolos pulmonares e migram, na ordem certa, pelos: 
Alternativas
Q1078555 Pedagogia

São alguns passos fundamentais para o desempenho do papel do “professor letrador”:


1. investigar as práticas sociais que fazem parte do cotidiano do aluno, adequando-as à sala de aula e aos conteúdos a serem trabalhados.

2. planejar ações visando ensinar para que serve a linguagem escrita, e como o aluno poderá utilizá-la em diferentes contextos.

3. desenvolver no aluno, através da leitura a interpretação e produção de diferentes gêneros textuais, habilidades de leitura e escrita que funcionem dentro da sociedade.

4. ser julgativo e desenvolver uma metodologia avaliativa com certa sensibilidade, atendo-se para o programa previamente estabelecido.

5. trabalhar a percepção de seu próprio valor e promover a autoestima e a alegria de conviver e cooperar.

6. reconhecer a importância do letramento, e reforçar os métodos de aprendizado repetitivo, baseados na descontextualização.


Estão corretos apenas os itens: 

Alternativas
Q1078554 Pedagogia
Neste nível, pode-se considerar que a criança venceu as barreiras do sistema de representação da linguagem escrita. Ela já é capaz de fazer uma análise sonora dos fonemas das palavras que escreve. Isso, porém, não significa que todas as dificuldades, tais como a de escrever Cachorro - CAXORO, foram vencidas. A caracterização apresentada refere-se, em relação à evolução da escrita, ao nível:
Alternativas
Q1078553 Pedagogia
Segundo a BNCC, há um determinado número de competências gerais que devem ser trabalhadas ao longo da educação básica. Quantas competências gerais são previstas pela BNCC?
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Q1078552 Pedagogia
A psicologia genética identificou três estágios evolutivos no desenvolvimento cognitivo, e um deles é o estágio sensório motor, que vai de:
Alternativas
Q1078550 Pedagogia
Na relação entre a psicologia e a educação, há uma série de abordagens possíveis para se entender os caminhos que consolidam o processo de aprendizagem dos alunos; dentre elas, é possível destacar o construtivismo. O construtivismo cognitivo pode ser caracterizado como:
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Q1078549 Pedagogia
De acordo com a BNCC, é uma competência específica de linguagens para o ensino fundamental:
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Q1078548 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais - DCN para o Ensino Fundamental, se baseiam em princípios norteadores que fundamentam as políticas educativas e ações pedagógicas. Assinale abaixo a alternativa que cita esses princípios. 
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Q1078547 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular - BNCC está estruturada de modo que possa explicitar as competências a serem desenvolvidas nas três etapas da educação básica. Qual dos elementos abaixo está presente na etapa do ensino fundamental?
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Q1078541 Pedagogia
Sobre a relação do jovem com o trabalho há leis, decretos, regulamentos, portarias; enfim, diversos instrumentos legais que normatizam a relação e que oferecem as diretrizes estruturais e orgânicas para seu exercício de acordo com o interesse de constituição da sociedade. Em relação ao tema, é correto afirmar que:
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Q1078528 Pedagogia
Entre as várias acepções do termo cultura, existe uma que entende a cultura como um “patrimônio de conhecimentos e competências, de instituições, de valores e de símbolos, constituído ao longo de gerações e característico de uma comunidade em particular." Essa acepção é a denominada:
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Q1078505 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018

“Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma POLÍTICA preventiva a respeito dos jogadores”.


“O brasileiro espera que a POLÍTICA no Brasil, siga os caminhos da ética”.


Ao observar a palavra destacada nos trechos acima, pode-se dizer que se trata de:

Alternativas
Q1078504 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018
A crônica de Luiz Garcia fala sobre:
Alternativas
Q1078503 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018
Um dos argumentos que o autor usa para defender a sua tese é o de que:
Alternativas
Q1078502 Português
CUIDEM DOS GAROTOS

    O problema de Bruno está resolvido. Rapidamente, mas não poderia se diferente: raras vezes um comportamento criminoso é identificado e provado em pouco tempo com tanta abundância de provas, tanta escassez de atenuantes. O ex-goleiro e ex-ídolo do Flamengo mostrou ser tudo que um atleta popular não pode ser.
     Seus ex-patrões, e não falo só do flamengo, bem que poderiam fazer um exame de consciência e perguntar a si mesmos se, antes de matar a companheira com repugnantes requintes de violência, Bruno já não teria dado sinais ou mesmo provas de que alguma coisa estava errada com ele.
    Talvez não, mas o que está mesmo em questão é a possível necessidade de uma política preventiva a respeito dos jogadores. 
    Profissionais do futebol não são funcionários comuns de uma empresa. Ao assinarem contrato com o clube, passam a ser parte de sua história e de sua imagem, o que significa tanto compromisso como honra - e implica responsabilidades especiais, dentro das quatro linhas e fora delas.
    A condição de ídolo popular tem tantas responsabilidades quanto prazeres. Sei que estou apenas citando lugares-comuns, o que pode ser cansativo para o leitor, mas peço um pouco de paciência: eles só ficam comuns por serem verdadeiros e resistirem ao tempo.
    O Flamengo agiu com rapidez e eficiência, tanto quanto a polícia, no caso do Bruno, mas o torcedor tem o direito de perguntar: o que o clube e os outros estão dispostos a fazer, não para reagir a episódios semelhantes, mas simplesmente para evitá-los?
   É comum, e absolutamente desejável, que rapazes, muitos ainda adolescentes, mostrem nos gramados um grau de excelência no exercício da profissão prematuro e incomum em outras profissões. As leis da concorrência mandam que sejam regiamente pagos por isso, mas o sucesso antes da maturidade tem riscos óbvios. Talvez deva partir dos clubes, tanto por razões éticas como em defesa de sua própria imagem, a iniciativa de preparar suas jovens estrelas para a administração correta do sucesso. Dá trabalho, com certeza, mas, em prazo não muito longo, trata-se da defesa de seus interesses e de seu patrimônio, sem falar no aspecto ético de uma política nesse sentido.
    O caso de Bruno é, obviamente, uma aberração. Não conheço outro craque assassino, mas não faltam exemplos de bons jogadores que jogaram fora suas carreiras e não foram cidadãos exemplares - ou pelo menos cidadãos comuns - por absoluta incompetência na administração do êxito.
    Principalmente porque o sucesso no esporte costuma chegar muito antes do que acontece com outras profissões.
    Bruno não foi formado no Flamengo. A ele chegou pronto, para o melhor e para o pior. O que fez de sua vida não é culpa do clube, mas serve como advertência para todos os clubes.
     Cartolas, cuidem de seu patrimônio, cuidem de seus garotos.
                                                                         Luiz Garcia - Cronista do Jorna! O Globo
                                                                                              Falecido em abril de 2018
A tese defendida pelo autor é a de que:
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Q1075808 História e Geografia de Estados e Municípios
É a maior representação do artesanato e da cultura capixaba. De origem indígena, é uma tradição passada de mãe para filhas há pelo menos 400 anos. Seu feitio é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Trata-se do (da):
Alternativas
Q1075803 Atualidades

Leia a notícia a seguir:

“De acordo com dados divulgados pelo INEP/ MEC, no índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB 2017 -, dez escolas da Rede Municipal de Ensino de Aracruz, do 1º ao 5º do ensino fundamental, ultrapassaram a meta estabelecida para o município, alcançando nota de 6.5a 7.0...”. (www.aracruz.es.gov.br)

Essa notícia positiva já ocorreu, também, em outras localidades, porque o grande segredo para esse sucesso de resultado na educação é a(o):

Alternativas
Q1075800 Conhecimentos Gerais

O crescimento econômico vem estimulando uma crescente demanda por recursos naturais, inclusive recursos minerais, e a intensificação dos impactos resultantes das práticas extrativas e de produção não sustentáveis. Essas práticas têm posto em risco um conjunto de dinâmicas e processos dos sistemas naturais, comprometendo a oferta de serviços resultantes desses sistemas, já alterados ou degradados em diversas regiões do país e do mundo.

(www.unesco.org)

São aspectos que poderão reverter a crescente degradação dos ativos ambientais:

I. estímulo às economias verdes.

II. o incentivo à geração de emprego e a renda associada à manutenção dos serviços ambientais, por meio da proteção de áreas naturais.

III. estímulo ao financiamento e incentivo ao desenvolvimento sustentável.

IV. incentivo ao extrativismo de modo geral, à mineração principalmente, em busca da maior margem de lucro possível.

Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:

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Q1075798 Conhecimentos Gerais
Movimentos sociais são ações coletivas no âmbito social e político que visam alcançar mudanças através do enfrentamento político dentro de uma sociedade ou contexto específico. Há, por exemplo, aqueles que atuam em defesa das pessoas com deficiência e que têm, ao longo do tempo, lutado para fazer valer os direitos de acessibilidade a esse público, garantindo a possibilidade de uma vida comum e a participação de forma direta ou indireta na definição de políticas públicas. São exemplos, entre outros, de organizações que atuam na defesa dos direitos das pessoas com deficiência:
Alternativas
Respostas
1721: E
1722: A
1723: C
1724: C
1725: B
1726: D
1727: E
1728: A
1729: C
1730: A
1731: A
1732: B
1733: B
1734: B
1735: B
1736: E
1737: C
1738: C
1739: C
1740: D