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Q3422537 Medicina
Paciente de 68 anos, sexo feminino, apresenta quadro de icterícia progressiva, colúria e acolia, nos últimos 2 meses. Refere perda de peso de, aproximadamente, 5 kg no período. Ao exame físico, apresenta-se ictérica e, à palpação abdominal, revela abdome flácido, plano, sem sinais de peritonite. Os exames laboratoriais mostram bilirrubina direta de 12 g/dL, fosfatase alcalina de 1200 e gama-glutamil transferase de 2100. Realizou ultrassom de abdome, que revelou: acentuada dilatação de vias biliares intra-hepáticas; vesícula biliar murcha, sem cálculos e colédoco com diâmetro normal.

Com base nos achados clínicos e radiológicos, qual é o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3422536 Medicina
Paciente do sexo feminino, 12 anos, com quadro de dor em cólica intermitente em hipocôndrio direito há 2 meses. Realizou ultrassom de abdome, que revelou vesícula biliar normodistendida, paredes com diâmetro normal, contendo múltiplos cálculos em seu interior. Dentre as condições listadas a seguir, aquela que mais provavelmente se relaciona com o diagnóstico de colelitíase nessa paciente é:
Alternativas
Q3422535 Medicina
Paciente do sexo masculino, 35 anos, foi submetido à hernioplastia inguinal direita, por via laparoscópica, pela técnica transabdominal pré-peritoneal. A cirurgia evoluiu sem intercorrências, e o paciente recebeu alta no 1o pós- -operatório. No primeiro retorno ambulatorial, após 7 dias da cirurgia, o paciente referia dor inguinal e em face medial de coxa direita, sendo prescritos analgésicos simples para controle álgico. O paciente retorna 6 semanas após a cirurgia, com as mesmas queixas a despeito dos analgésicos prescritos. Ao exame físico, região inguinal direita sem abaulamentos, hematomas ou sinais de recidiva.

O provável fator responsável pela dor e a terapia inicial mais adequada no momento são: 
Alternativas
Q3422534 Medicina
Paciente do sexo masculino, 58 anos, vem por quadro de hematêmese e melena há 2 horas. Acompanhante refere que esse é o segundo episódio de sangramento nos últimos 6 meses. Tem antecedente de consumo de destilados, diariamente, há 15 anos.

À admissão, encontra-se confuso e agitado, pressão arterial de 80 x 60 mmHg, FC de 120 bpm, com tempo de enchimento capilar de 5 segundos. Paciente foi admitido na sala de emergência e, após monitorização, acesso venoso e expansão volêmica, evolui com novo episódio de hematêmese, que resultou em rebaixamento do nível de consciência, com necessidade de intubação orotraqueal.

São complicações do procedimento que pode ser realizado pelo médico emergencista para controle do sangramento:
Alternativas
Q3422533 Medicina
Homem, 22 anos, vítima de queda de motocicleta a 50 km/h, sem capacete, há 30 minutos. Trazido pelo resgate em prancha rígida e com colar cervical. Dados do local: PA 110 x 70 mmHg, FC 90 bpm, FR 16 ipm, escala de coma de Glasgow AO 4, RV 4, RM 6. Chega ao hospital com via aérea pérvia, exame torácico sem alterações, PA 110 x 60 mmHg, FC 85 bpm, FR 15 ipm, SatO2 95%, FAST negativo, sem deformidades em membros inferiores e superiores, ferimento corto-contuso em região parietal direita, com curativo compressivo, midríase à direita, escala de coma de Glasgow AO 2, RV 2, RM 4. O hospital não possui especialidades cirúrgicas.

Qual é o diagnóstico e quais condutas devem ser tomadas nesse momento?
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Q3422532 Medicina
Homem, 22 anos, vítima de colisão de carro a 70 km/h contra um caminhão; o condutor estava sem cinto de segurança. Dados locais: PA 100 x 70 mmHg, FC 110 bpm, FR 18 ipm, SatO2 92%. Tempo de resgaste de 30 minutos. Chega ao serviço de emergência em prancha rígida, colar cervical e máscara de oxigênio a 10 L/min. Queixa-se de muita dor no tórax e dificuldade para respirar. Sinais vitais na admissão: PA 90 x 70 mmHg, FC 130 bpm, FR 24 ipm, SatO2 88%. Escoriações e equimoses em face e tórax bilateral. Crepitações em tórax à direita. Murmúrios vesiculares reduzidos à direita. Qual é a conduta correta nesse momento?
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Q3422530 Medicina
Uma paciente, sexo feminino, 52 anos, realizou ultrassonografia de tireoide por queixa de aumento do volume cervical. Na ultrassonografia, foram evidenciados quatro nódulos tireoideanos.

Assinale a alternativa que descreve corretamente o nódulo mais suspeito para malignidade. 
Alternativas
Q3422527 Medicina
Paciente de 35 anos, sexo feminino, previamente hígida, admitida no Pronto-Socorro com quadro de dor abdominal em epigastro e hipocôndrios há 4 dias, associada a episódios de vômito e inapetência.

Na admissão, encontrava-se em regular estado geral, FC 126 bpm, PA 95 x 60 mmHg, FR 22, peso 60 kg.

Palpação abdominal com distensão leve, dor em andar superior, pior em epigastro, sem sinais de irritação peritoneal, sem massas palpáveis. Ruídos hidroaéreos presentes, mas diminuídos. Descompressão brusca negativa, sinal de Giordano negativo, sinal de Murphy negativo.

Foram realizados exames laboratoriais na chegada: Hb 14 g/dL, Ht 46%, leucócitos 15500 (sem desvio), ureia 90 mg/dL (Valor de Referência – VR 8 – 20), creatinina 1,9 md/dL (VR 0,7 – 1,3), TGO 125 U/L (VR 10 – 40), TGP 98 U/L (VR 10 – 40), bilirrubinas totais 1,2 mg/dL (VR 0,2 – 1,1), bilirrubina direta 1,0 mg/dL (0 – 0,3), amilase 245 U/L (VR 25 – 125), lipase 1250 U/L (VR 10 – 140), PCR 105 mg/dL.

Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta para essa paciente, nesse momento.
Alternativas
Q3422526 Medicina
Paciente de 82 anos, sexo feminino, professora aposentada, hipertensa e diabética há 15 anos em uso de enalapril 10 mg 2 vezes ao dia e metformina 500 mg 2 vezes ao dia e lombalgia crônica, com uso cerca de uma a duas vezes por semana de diclofenaco 50 mg para controle de dor. Paciente com seguimento irregular, sem acompanhamento há cerca de dois anos vem à consulta referindo fadiga, dispneia aos moderados esforços e perda de peso, de cerca de 5 kg em 12 meses. Refere episódios intermitentes de diarreia há 2 anos. Ao exame físico, paciente em bom estado geral, mas com palidez cutaneomucosa 2+/4+, hidratada, anictérica, eupneica, queilite angular, PA 130/80 mmHg, ausência de hepato ou esplenomegalia. Restante do exame físico sem alterações. Exames laboratoriais: hemoglobina 9,0 g/dL; hematócrito 25%; VCM 75 fL; HCM 25 pg; RDW 16%; leucócitos 4.500/mL; plaquetas 400.000/mL; ureia 73 mg/dL; creatinina 1.38 mg/dL. Com base no caso clínico, qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Alternativas
Q3422525 Medicina
Paciente, 83 anos, sexo masculino, foi internado com quadro de queda do estado geral, tosse produtiva e febre com início há 3 dias. Paciente tem antecedentes de hipertensão arterial, hipotireoidismo e doença de Parkinson. Previamente com cognição preservada, independente para as atividades básicas de vida diária e totalmente dependente para as atividades instrumentais de vida diária, devido a limitação motora pela doença de Parkinson. Seu filho conta que, nos últimos 3 dias, notou seu pai mais sonolento, alternando com períodos de confusão e agitação, com piora no dia de hoje. Ao exame clínico, nota-se que o paciente está em regular estado geral, desidratado, alerta e calmo, com atenção prejudicada e pensamento desorganizado. Além disso, encontra-se eupneico com estertores crepitantes em base esquerda. Exames complementares na admissão: Hb: 13 g/dL; leuco: 13.200/mL; plaquetas 180.000/mL. RX de tórax: opacidade com broncograma aéreo em base esquerda.

Considerando as hipóteses diagnósticas, quais os fatores precipitantes e predisponentes para o caso clínico apresentado?
Alternativas
Q3422524 Medicina
Um paciente de 65 anos, hipertenso e com histórico de infarto agudo do miocárdio há 3 anos, é admitido no pronto-socorro com palpitações, tontura e sudorese há cerca de 2 horas. Ao exame físico, encontra-se com pressão arterial de 90/60 mmHg, frequência cardíaca de 160 bpm, pulsos finos e irregulares, e frequência respiratória de 20 irpm. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular sem sopros. Um eletrocardiograma (ECG) é realizado e revela uma taquicardia com QRS estreito e ondas P não visualizadas claramente, variabilidade na amplitude dos intervalos RR, sem onda F típica em “dente de serra”. Diante desse quadro, qual a conduta mais adequada?
Alternativas
Q3422523 Medicina
Um paciente de 68 anos com histórico de hipertensão e diabetes tipo 2 é admitido com um acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico agudo. Ele recebeu trombólise intravenosa (rtPA) nas primeiras 4 horas após o início dos sintomas. No segundo dia de internação, o paciente apresenta deterioração do nível de consciência, aumento súbito da hemiparesia e sinais de hipertensão intracraniana. Qual a provável causa dessa evolução? 
Alternativas
Q3422522 Medicina
Um paciente de 58 anos com história de hipertensão e cirurgia ortopédica recente apresenta-se ao pronto-socorro com dispneia súbita, dor torácica e sinais de choque. O exame físico revela taquicardia, taquipneia e oximetria de pulso de 92% em ar ambiente. A tomografia computadorizada de tórax confirma tromboembolismo pulmonar (TEP) com evidência de hipertensão pulmonar significativa. O paciente está com pressão arterial de 85/50 mmHg e níveis de lactato elevados.

Qual é a conduta inicial mais apropriada para o manejo desse paciente?
Alternativas
Q3422521 Medicina
Paciente masculino de 52 anos, portador de DPOC em tratamento há 2 anos com vilanterol-umeclidínio, vinha mantendo dispneia habitual mMRC 1. Fez uso de amoxacilina-clavulanato para uma exacerbação da doença há aproximadamente 8 meses, mas sem necessidade de internação hospitalar. Paciente também é hipertenso em uso de losartana, dislipidêmico em uso de rosuvastatina, diabético em uso de empaglifozina + linagliptina. Paciente procura o pronto atendimento por queixa de piora da dispneia há 1 dia, atualmente mMRC 3. Costuma apresentar habitualmente expectoração hialina em pequena quantidade e nega aumento do volume do catarro agora, mas refere que hoje expectorou secreção clara com alguns laivos de sangue. Nega dor torácica. Ao exame físico, paciente encontra-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico, afebril, lúcido e orientado. Sinais vitais: frequência cardíaca de 115 bpm, frequência respiratória de 26 ipm, PA = 110 x 70 mmHg, SpO2 = 86% em ar ambiente, glicemia capilar de 102 g/dL. Bulhas rítmicas hipofonéticas em 2 tempos sem sopros, estase jugular 2+/4. Murmúrio vesicular presente, mas reduzido em ápices, discretos estertores crepitantes em bases. Abdome globoso, ruídos hidroaéreos presentes, fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, espaço de Traube livre. Presença de edema em membros inferiores, pulsos presentes e simétricos.

Quanto ao quadro clínico descrito, todas as medidas a seguir devem ser adotadas nesse momento, EXCETO
Alternativas
Q3422520 Medicina
Paciente feminina de 68 anos é trazida ao pronto atendimento por queixa de tosse produtiva há 5 dias, sendo que hoje passou a apresentar dispneia para caminhar no plano e dor ventilatório-dependente em hemitórax direito. Nega febre, internações ou uso de antibióticos recentes. Nega sintomas gripais antes do início do quadro atual, mas diz que vem apresentando dificuldade para engolir alguns alimentos e tosse com frequência durante a alimentação. Paciente é previamente hipertensa e diabética, com controle adequado das comorbidades em uso de losartana 50 mg 12/12h, anlodipino 5 mg 12/12h, metformina 850 mg 3x/dia e dapagliflozina 10 mg/dia. Ao exame físico, paciente encontra-se em regular estado geral, corada, hidratada, anictérica, afebril, lúcida e orientada, cavidade oral em bom estado. Sinais vitais: frequência cardíaca de 102 bpm, frequência respiratória de 25 ipm, PA = 120 x 70 mmHg, SpO2 = 91% em ar ambiente, glicemia capilar de 95 mg/L. Ausculta cardíaca e exame abdominal sem alterações, ausculta pulmonar com estertores crepitantes em campo inferior de hemitórax direito. O médico solicita uma radiografia de tórax que mostra consolidação em base do pulmão direito, com alguns infiltrados algodonosos também em campo inferior esquerdo. Exames de sangue mostram: Hb = 12,1 g/dL, leucócitos 15.000 (75% neutrófilos, 5% bastões), plaquetas 160.000/mm3 , Ur = 60 mg/dL, Cr = 1,1 mg/dL, Na = 135 mEq/L, K = 4,5 mEq/L, Proteína C-reativa = 50 mg/dL, gasometria arterial com pH = 7,46 pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 34 mmHg, SpO2 = 91%.

Com relação ao caso descrito, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3422519 Medicina
Paciente feminina de 37 anos vem em consulta de retorno. Ela havia procurado atendimento inicialmente por queixa de tosse seca persistente e dispneia progressiva até para andar no plano, sendo que em alguns dias tinha até que parar para andar dois quarteirões. Referia que os sintomas pioravam com mudança de tempo, contato com poeiras e pelos de animais e que algumas noites percebia um chiado no peito. Já tinha ido algumas vezes a pronto atendimentos nos últimos meses por conta de falta de ar. Na ocasião da primeira consulta, foi feita a hipótese de asma, solicitada espirometria e iniciado tratamento com formoterol-budesonida 12/400 mcg 12/12h. A paciente retorna hoje referindo melhora importante dos sintomas, mantendo sintomas noturnos e necessidade de medicação de resgate pelo menos 1 a 2 vezes por semana. Seu score no Asthma Control Test (ACT) é de 18 de 25. Não teve mais buscas ao pronto-socorro. Está utilizando regularmente a medicação inalatória prescrita, refere coriza e prurido nasal persistentes e importantes, pirose e regurgitação a depender da alimentação. Tirou tapetes e cortinas de casa, mas mantém exposição ao cachorro da vizinha, que entra na sua casa regularmente. Nega história de asma na infância.

Ao exame físico, paciente em bom estado geral, corada, hidratada, IMC 33 kg/m2 . Exame cardiovascular sem alterações, ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares presentes bilateralmente e tempo expiratório aumentado, com raros sibilos expiratórios. SpO2 em ar ambiente de 96%, frequência respiratória de 16 ipm. Traz espirometria mostrando distúrbio ventilatório obstrutivo leve com resposta ao broncodilatador, hemograma com eosinófilos de 350/mcL (4%) e IgE total de 200 UI/mL.

Assinale a alternativa que corresponde à melhor classificação de gravidade e conduta nesse momento.
Alternativas
Q3422517 Medicina
Paciente de 56 anos, hipertenso e diabético, é admitido no hospital com queixa de dor torácica retroesternal, em aperto, com irradiação para o braço esquerdo e o pescoço, iniciada há uma hora. Sinais vitais: pressão arterial: 160 x 90 mmHg; frequência cardíaca: 90 bpm; saturação O2 : 96%; temperatura: 36,5 ºC. Ausculta cardíaca e respiratória sem alterações. O eletrocardiograma realizado na admissão revelou supradesnivelamento do segmento ST em V2-V4, e a troponina está elevada. O paciente recebeu tratamento medicamentoso inicial recomendado. O cateterismo revelou lesão única de 99% no terço médio da artéria descendente anterior (DA).

A conduta correta a ser realizada nesse momento consiste em
Alternativas
Q3422516 Medicina
Um paciente do sexo masculino de 37 anos de idade, portador de doença de Crohn, atualmente em uso de adalimumabe 40 mg em infusões quinzenais com bom controle de atividade de doença, perdeu seu cartão de vacinação e comparece ao centro de referência de imunobiológicos para atualização vacinal. Esse paciente pode ser vacinado com todas alternativas a seguir, EXCETO
Alternativas
Q3422515 Medicina
Um homem de 58 anos procura o ambulatório clínico com queixa de aumento progressivo do volume abdominal nas últimas quatro semanas. Ele relata distensão abdominal sem dor ou desconforto respiratório. Tem antecedente de consumo de 0,5 L de destilado diariamente nos últimos 35 anos. Procurou Unidade de Pronto Atendimento há duas semanas com a mesma queixa, tendo recebido prescrição de furosemida 40 mg/dia após realização de ultrassonografia, com pouca melhora. Ao exame físico, apresenta FC 82 bpm, FR 16 irpm, PA 112 x 70 mmHg, T 36,5 ºC. Ictérico ++/4; abdome globoso, com sinal do Piparote positivo, macicez móvel e circulação colateral abdominal. Exames laboratoriais mostram bilirrubina total de 3,8 mg/dL (VR: 0,1-1,2 mg/dL), albumina de 2,5 g/dL (VR: 3,5-5,0 g/dL) e TP-INR de 1,8 (VR: 0,8-1,2). A ultrassonografia abdominal realizada na UPA mostra fígado reduzido de tamanho, com bordas irregulares e sinais de hipertensão portal, além de ascite descrita como moderada.

Qual é o próximo passo mais adequado na condução do caso?
Alternativas
Q3422514 Medicina
Um homem de 26 anos com antecedente de asma procurou o pronto atendimento há duas semanas com queixa de palpitações. Realizado o diagnóstico de fibrilação atrial, com prescrição de metoprolol oral e solicitação de ecocardiograma ambulatorial. Após o uso da medicação, o paciente apresentou sibilância e dispneia, levando-o a suspender o metoprolol por conta própria. Realizado ecocardiograma transtorácico, sem alterações. Hoje, o paciente retorna ao PA com relato de palpitações taquicárdicas nos últimos 3 dias. Sem dor torácica, dispneia ou alterações da consciência no período. Sinais vitais: FC = 136 bpm, FR = 16 irpm, PA = 130 x 80 mmHg, T = 36,5 ºC. Ausculta cardíaca com bulhas arrítmicas normofonéticas, sem sopros. Ausculta pulmonar com murmúrio vesicular presente bilateralmente, sem ruídos adventícios. ECG com ritmo de fibrilação atrial com frequência ventricular de 142/min.

Assinale a alternativa que apresenta a melhor opção terapêutica a ser utilizada no momento.
Alternativas
Respostas
441: C
442: D
443: A
444: B
445: A
446: B
447: D
448: A
449: D
450: C
451: B
452: D
453: B
454: D
455: D
456: A
457: D
458: D
459: C
460: D