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Q3825548 Geografia
A escala é um elemento-chave na interpretação cartográfica porque
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Q3825547 Geografia
De acordo com os pressupostos teóricos que norteiam o ensino da geografia, a interação existente entre o rural e o urbano deve ser entendida
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Q3825546 Pedagogia
De acordo com a BNCC, para a orientação dos currículos de ciências, as aprendizagens essenciais a serem asseguradas nesse componente curricular são organizadas em unidades temáticas que se repetem ao longo de todo o ensino. Com base nesse pressuposto, assinale a opção em que é indicada a unidade temática que articula ao longo de todo o ensino básico uma parte importante dos conteúdos de física. 
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Q3825545 Pedagogia
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a área de ciências da natureza e, por consequência, o componente curricular de ciências devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas, tais como
I compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das ciências da natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica.
II compreender as ciências da natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como uma aproximação sucessiva da verdade, que independe dos processos culturais e históricos que lhe dão origem.
III avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, inclusive aqueles relativos ao mundo do trabalho.

Assinale a opção correta.
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Q3825543 Física
Texto 6A2-II

         Uma onda plana monocromática incide sobre uma fenda de largura α = 1 mm, posteriormente atingindo um anteparo colocado a uma distância D da fenda, em que D >> α, conforme ilustra a figura a seguir, que também indica o eixo central da fenda e um raio da onda que sai do ponto central da fenda até o anteparo, formando um ângulo denotado por θ

Considere que três ondas com três comprimentos de ondas λ1, λ2 e λ3 atravessem a fenda mencionada no texto 6A2-II e que, ao atravessar a fenda, essas ondas difratem. Nesse caso, para que esse fenômeno seja possível, λ1, λ2 e λ3 deverão ser respectivamente iguais a 
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Q3825542 Física
Imagem associada para resolução da questão
No dispositivo de lentes representado na figura precedente, duas lentes convergentes (uma objetiva e uma ocular) estão dispostas de maneira concêntrica afastadas por certa distância que pode ser regulada. A lente objetiva, a mais próxima do objeto, tem os pontos focais F1 e F2, e a lente ocular, mais próxima do olho, tem um ponto focal F3 e outro foco à direita da lente ocular. Assim, para que o olho observe a imagem aumentada do objeto, a distância entre as lentes deve ser regulada de tal modo que a imagem da objetiva seja formada
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Q3825539 Física
Texto 6A2-I

        Uma onda plana luminosa, monocromática, polarizada e com frequência de 510 THz propaga-se no ar até encontrar uma superfície que separa o ar de outro meio transparente com índice de refração n2 diferente do ar. Uma parte da onda penetra esse outro meio devido à refração, e outra parte dela é refletida de volta ao ar, formando um ângulo β entre o raio refletido e a normal da superfície de separação. A superfície de separação entre o ar e esse outro meio é plana e os raios da onda luminosa formam um ângulo de incidência de 60° com a normal a superfície de separação. A onda refratada propaga-se no outro meio, e seus raios formam um ângulo de 30° com a normal da superfície de separação, conforme ilustrado a seguir.

Com base nas informações do texto 6A2-I, assinale a opção em que é corretamente apresentado o valor do ângulo β. 
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Q3825536 Física
Um material ferromagnético
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Q3825534 Física
No que diz respeito a circuitos elétricos, julgue os itens subsecutivos.
I Em um circuito elétrico, caso os resistores R1, R2 e R3 estejam arranjados em série, a corrente elétrica que os alimenta é a mesma.
II A potência dissipada por um resistor depende apenas da corrente que passa por ele.
III Em um circuito elétrico, caso os resistores R1, R2 e R3 estejam arranjados em paralelo, a tensão elétrica sobre eles é a mesma.
IV Em um circuito composto por uma fonte de tensão contínua que alimenta uma associação de resistores em série, o resistor de maior resistência dissipará maior potência.

Assinale a opção correta.
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Q3825530 Física
Os satélites artificiais não caem sobre a Terra porque
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Q3825528 Física
        Em determinada avenida, o motorista de um veículo coletivo fez uma manobra em curva, e um passageiro teve a sensação de que uma força o estava empurrando para fora da curva.
Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir.
I A sensação descrita pelo passageiro é causada por uma força centrífuga real que atua sobre ele.
II A força que mantém o veículo na trajetória curva é a força centrípeta, cujo vetor aponta para o ponto central da curva.
III A sensação descrita pelo passageiro é explicada pelo princípio da inércia, pois o corpo tende a manter sua trajetória retilínea.
IV Como o veículo é um referencial não inercial, a sensação descrita pelo passageiro só poderá ser explicada caso seja introduzida uma força fictícia.

Estão certos apenas os itens
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Q3825526 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
O texto 5A2-1 afirma que a filosofia é útil porque ajuda a abandonar ingenuidades e preconceitos do senso comum. No ensino de filosofia, isso significa que o professor deve
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Q3825525 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC indica que o ensino de filosofia deve desenvolver a capacidade de analisar argumentos, interpretar discursos e compreender contextos sociopolíticos. De acordo com o texto 5A2-I, a abordagem pedagógica que atende adequadamente a tais competências seria(m)
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Q3825524 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
A BNCC propõe que a filosofia ajude os estudantes a compreender práticas sociais, valores e a organização política. Essa orientação converge com o apresentado no texto 5A2-I porque
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Q3825523 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
Segundo a BNCC, o ensino de filosofia deve promover autonomia intelectual e capacidade de argumentação. Essa afirmação se alinha ao exposto no texto 5A2-I porque ambos
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Q3825522 Filosofia
Texto 5A2-I

        “A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública,
gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações). 
Com base no texto 5A2-I, assinale a opção que apresenta o recurso didático adequado ao processo de formação crítica dos alunos.
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Q3825521 Filosofia
Acerca do uso pedagógico de obras de arte no ensino médio, assinale a opção que apresenta a assertiva alinhada às perspectivas de Heidegger e Gadamer sobre arte e sentido. 
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Q3825520 Filosofia
        Considerando a perspectiva crítica de Benjamin, Adorno e Horkheimer sobre arte e capitalismo, um professor decidiu analisar com a turma uma música amplamente difundida pela indústria cultural, discutindo sua estrutura repetitiva, seu apelo comercial e a forma como é consumida pelos jovens.
Assinale a opção que apresenta o objetivo filosófico da referida atividade. 
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Q3825516 Filosofia
        O técnico, representado no sentido mais amplo e segundo suas múltiplas manifestações, é considerado como o plano que o ser humano projeta; este plano finalmente o força a decidir entre tornar-se escravo de seu plano ou permanecer senhor dele.

         Pela representação da totalidade do universo técnico, reduz-se tudo ao ser humano e chega-se, quando muito, a reivindicar uma ética para o universo da técnica. Cativos dessa representação, confirmamo-nos na convicção de que a técnica é apenas um negócio do ser humano. Passa-se por alto o apelo do ser, que fala na essência da técnica.

        Distanciemo-nos, afinal, do hábito de representar o elemento técnico apenas tecnicamente, isto é, a partir do ser humano e de suas máquinas. Ouçamos o apelo cujo alvo em nossa época não é apenas o ser humano, mas tudo o que é, natureza e história, sob o ponto de vista de seu ser.

Martin Heidegger. O princípio da identidade. In: Martin Heidegger.
Conferências e escritos filosóficos. Coleção Os Pensadores, v. 45.
São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 381-382 (com adaptações). 
Com base no excerto apresentado, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825515 Filosofia
        Digo que um animal, uma espécie, um indivíduo está corrompido quando perde seus instintos, quando escolhe, prefere o que lhe é desvantajoso. Uma história dos “sentimentos superiores”, dos “ideais da humanidade” — e é possível que eu tenha de escrevê-la — também seria quase a explicação de por que o homem se acha tão corrompido.

         A vida mesma é, para mim, instinto de crescimento, de duração, de acumulação de forças, de poder: onde falta a vontade de poder, há declínio. Meu argumento é que a todos os supremos valores da humanidade falta essa vontade — que valores de declínio, valores niilistas preponderam sob os nomes mais sagrados.

Friedrich Nietzsche. O anticristo. Paulo César de Souza (Trad.). São Paulo: Cia. das Letras, 2007, p. 6.
Considerando o trecho precedente e o lugar que ele ocupa na filosofia moral nietzschiana, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
161: C
162: B
163: E
164: C
165: A
166: A
167: D
168: A
169: C
170: E
171: E
172: D
173: C
174: A
175: E
176: E
177: E
178: E
179: B
180: B