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Q3337420 Marketing

Philip Kotler propõe que “[e]m um mundo conectado (...) o mix de marketing (os quatro Ps) deve ser redefinido como os quatro Cs: cocriação (co-criation), moeda (currency), ativação comunitária (communal activation) e conversa (conversation)”. (KOTLER, 2017)

Com um mix de marketing conectado, representado pelos quatro Cs, é correto afirmar que:

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Q3337418 Comunicação Social
Para avaliar e mensurar a vantagem competitiva das empresas, em seu método intitulado quociente reputacional, Charles Fombrun:
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Q3337417 Comunicação Social

Leia o texto a seguir. “[U]m mundo em que todos estão mais próximos de todos (sobretudo dos erros de todos), um mundo onde há muito mais vigilância, onde uma mínima contradição pode adquirir exposição literalmente global, um mundo onde somos todos bombardeados por uma miríade de informações o tempo todo, onde quer que estejamos, exige que decisões cruciais sejam tomadas em tempo cada vez mais escasso. Em resumo: um mundo funcionando ‘na velocidade do pensamento’ expõe todas as reputações a um sentimento geral de desconfiança, pois todos estão mais vulneráveis diante de cada vez mais escolhas, feitas de forma cada vez mais rápida. E potencialmente perigosas. Há um ambiente de muito maior insegurança. De desconfiança.” (ROSA, 2007)

No cenário descrito no texto, é correto afirmar que:

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Q3337416 Relações Públicas

Quanto à comunicação de crise, James Grunig (2009) sugere quatro princípios que precisam ser considerados: de relacionamento, de responsabilidade, de transparência e de comunicação simétrica.


Esse último se baseia no fato de que: 

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Q3337415 Marketing
Philip Kotler, em seu Marketing 5.0: Tecnologia para a humanidade, afirma que “[a] customização e a personalização, no mundo digital, são diretas. O profissional de marketing usa a informação digital sobre o cliente para entregar conteúdo dinâmico que se encaixa no seu perfil. Antes, no espaço físico, a customização e a personalização dependiam fortemente do toque humano. Com a infraestrutura de IoT e de IA implantadas, as empresas podem usar essa competência digital para realizar ações de marketing sob medida no mundo físico com muito pouca intervenção humana”. (KOTLER, 2021) Na perspectiva do autor, o marketing sob medida pode ser entregue em três níveis, a saber: marketing informativo, marketing interativo e marketing imersivo.
No marketing interativo:
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Q3337414 Comunicação Social

Para FORNI (2018), “[c]omunicação de crise é o ato de processar efetivamente as informações sobre um evento negativo, com os principais stakeholders: empregados, mídia, clientes, acionistas, fornecedores e tantos outros, conforme a natureza da crise”. Nesse contexto, analise as afirmativas a seguir sobre como uma organização deve conduzir a comunicação de crise.


I. Todos os públicos que tenham alguma relação com a organização atingida pela crise precisam ser informados e tranquilizados;

II. A organização deve delegar à mídia o comando da comunicação e entregar informações, mesmo parciais, rapidamente, para que os repórteres cuidem da opinião pública durante a crise;

III. A comunicação interna deve ser a última a ser planejada pela organização, pois em situações de crise, os colaboradores evitam falar com a mídia e preferem por ela ser informados.


Está correto o que se afirma em: 

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Q3337413 Comunicação Social
A Lei de Acesso à Informação (LAI), Lei nº 12.527/2011, é um importante passo rumo à transparência e à eficácia da comunicação de interesse público, na medida em que: 
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Q3337412 Comunicação Social

Ao definir o campo da comunicação pública, Jorge Duarte propõe quatro eixos centrais, que indicam pré-requisitos para a ação dos agentes e instituições que lidam com a comunicação de interesse público, a saber: transparência, acesso, interação e ouvidoria social.

Sobre o último, é correto afirmar que:

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Q3337411 Comunicação Social
Ao defender que as organizações adotem uma filosofia da comunicação integrada e a não fragmentação dessa comunicação, Margarida Kunsch propõe um mix da comunicação organizacional, no qual as Relações Públicas, o Jornalismo Empresarial e o Marketing Social estão inseridos na comunicação:
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Q3337410 Relações Públicas
Didaticamente, os autores André e Gisele Lorenzetti e Eduardo Ribeiro propõem que a elaboração de um planejamento estratégico de relacionamento com a mídia seja dividida em seis fases. Na primeira fase, o planejamento começa com a pesquisa, o mapeamento e o diagnóstico e, na última, termina com a mensuração de resultados.
A quarta fase, que prevê o detalhamento do plano, contempla o(a):
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Q3337409 Comunicação Social

Para avaliar o estágio de desenvolvimento das comunicações internas, a Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE), em sua pesquisa de Tendências em Comunicação Interna para 2024, usou os conceitos de Comunicação Interna (CI) 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0. Embora não sejam fases cronológicas, cada passagem de fase representa evoluções tecnológicas e incremento na participação dos colaboradores na comunicação interna.

Por isso, nos 9% das empresas pesquisadas que estão na fase CI 4.0, a comunicação:

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Q3337408 Comunicação Social

Recentemente, o professor Wilson Bueno publicou, em seu LinkedIn, um artigo intitulado “Organizações democráticas não têm medo da Rádio Peão. Mas as chefias autoritárias fogem dela como o diabo da cruz!”.

Em um dos trechos, o autor afirma que “A Rádio Peão não é tão feia como a pintam e, o que é mais significativo, ela faz parte do processo de comunicação de qualquer organização. Ela é democrática porque frequenta organizações de qualquer porte e tem a capacidade de arrebanhar ouvintes atentos em qualquer lugar do País ou do exterior (ou você pensa que só as organizações brasileiras têm a sua companhia?)”.


Sobre a chamada “Rádio Peão”, é correto afirmar que:

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Q3337407 Jornalismo

Texto 1

“A reportagem documental permite (e talvez exija) maior originalidade nas aberturas. É possível usar recursos factuais ou de ação, roubados à fact-story ou à action-story. A de fatos costuma limitar-se aos mesmos, mas sempre há maneiras especiais de fazê-lo (...). Sair da convencional abertura informativa, em busca de estilo mais literário, pode ser uma alternativa para interessar o leitor.” (SODRÉ, Muniz e FERRARI, Maria Helena. Técnica de reportagem. Notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986, p. 68)


Texto 2

“O ano era 1957. Morávamos no bairro de Pinheiros, em São Paulo, em uma casa pequena, insuficiente para acomodar pai com escritório, mãe, sete filhos de todas as idades e a Babá, que passara a ocupar a função de cozinheira. Minha mãe durante a metade daquele ano procurou outra moradia para sair da que se viu obrigada a se instalar às pressas, havia dois anos, quando chegamos da Itália. Certa noite ela anunciou que finalmente encontrara uma casa que Papai teria condições de alugar, onde caberíamos todos. Lembro-me bem da minha decepção quando, no bairro do Pacaembu, dobramos a esquina e Mamãe, realizada, disse para olharmos a casa nova. Vi uma casa velha de arquitetura meio normanda, com aspecto de total abandono e, do lado oposto da rua, outra novíssima de arquitetura estilo dos anos 1950, que, por segundos, quis que fosse a nossa.

Não consigo imaginar, hoje, um cenário que não seja este, o da rua Buri, 35, para a história da minha família. Papai e seu escritório, seus alunos, amigos, pesquisadores, as paredes forradas de livros, Mamãe, nós sete, a Babá, a Generosa, gatos, agregados, frequentadores de todas as gerações, cantorias, brincadeiras, jogos, festas com centenas de pessoas e as constantes reuniões políticas.” (HOLLANDA, Ana de. Chico Buarque aos olhos da irmã menor. Revista Piauí, edição 211, abril de 2024)


No texto 2, a abertura informativa escolhida prima por:

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Q3337406 Comunicação Social
Os processos de auditoria de imagem de uma organização tendem a partir da coleta do que é veiculado sobre ela em veículos ou canais de comunicação.
O resultado dessa coleta é conhecido como clipping, que:
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Q3337405 Jornalismo
As transformações no ecossistema informativo envolvendo as assessorias de imprensa e o jornalismo trazem desafios para o relacionamento entre assessores e públicos de interesse. Entre os novos desafios, destaca-se o fato de:
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Q3337404 Legislação Federal
O direito autoral sobre as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia estão protegidas pela Lei nº 9.610/1998, que estabelece que:
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Q3337402 Áudio e Vídeo

Leia o texto a seguir sobre a fotografia. “Quando havia o negativo, havia o rastro físico: aquele negativo correspondia a pessoas, objetos e/ou cenários que foram fixados em frações de segundo. Mesmo com a tecnologia digital, as informações correspondentes àquela captação de imagem também ficam armazenadas chapa por chapa; há uma individualidade da impressão luminosa”.

(BUITONI, 2012) A autora aponta que a gênese da fotografia, na qual ela é entendida como conexão física, traço, marca, depósito ou rastro, pode ser o que fundamenta a atividade fotojornalística, na medida em que a foto produzida e divulgada com finalidades jornalísticas precisa partir dessa conexão com o real já incorporada pelo senso comum.

Essa gênese da fotografia, à qual a autora se refere, é seu caráter: 

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Q3337401 Jornalismo

“[O] produto informativo parece ser resultado de uma série de negociações, orientadas pragmaticamente, que têm por objeto o que deve ser inserido e de que modo deve ser inserido no jornal, no noticiário ou no telejornal. Essas negociações são realizadas pelos jornalistas em função de fatores com diferentes graus de importância e rigidez, e ocorrem em momentos diversos do processo de produção.” (WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação de Massa. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 200). É sabido que faz parte do rol de funções de um jornalista se valer de valores-notícia para, em um caso específico, definir o espelho de programas informativos. Para um telejornal brasileiro, é preciso realizar seleções que vão desde a escolha dos acontecimentos que não serão noticiados até a hierarquização e distribuição dos que serão veiculados na edição. Como parte do processo de elenco dos valores-notícia, considere dois acontecimentos, a saber: “um desastre envolvendo um Boeing 737-800, na cidade de Muan, Coreia do Sul, resulta em 179 vítimas fatais”; “evento comemorativo de 2 anos do telejornal reúne presidente da emissora e funcionários de alto escalão”.

Os assuntos acima listados observam como fatores de noticiabilidade, respectivamente:

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Q3337400 Comunicação Social

Observe as manchetes abaixo, encontradas no ambiente on-line.

• “Dez coisas que a maioria dos médicos não conta sobre dieta”

• “O segredo para ganhar na loteria!”

• “Ele fez R$ 10 mil reais em uma semana! Saiba também como conseguir!”

• “Pare tudo o que você está fazendo! Notícia urgente no time X de futebol!”


O recurso de utilizar títulos chamativos para gerar mais audiência no conteúdo, que costuma ser sensacionalista e enganoso, é chamado:

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Q3337399 Jornalismo
A classificação Marques de Melo, provavelmente uma das mais difundidas no Brasil, propõe a existência de cinco gêneros jornalísticos de acordo com a sua função, a saber: vigilância social; auxílio nas tomadas de decisões cotidianas; papel educativo e esclarecedor; distração e lazer; e fórum de ideias. Essas funções correspondem respectivamente aos seguintes gêneros:
Alternativas
Respostas
661: E
662: D
663: D
664: E
665: C
666: A
667: C
668: A
669: E
670: A
671: B
672: E
673: E
674: C
675: B
676: C
677: A
678: E
679: C
680: E