Questões de Concurso Comentadas para samae de jaguaruna - sc

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Q3846269 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
O jogo "Pisei" criado pelo avô possui um valor simbólico na narrativa. Considerando esse aspecto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846268 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.", as palavras "vô" e "já" apresentam acento gráfico. Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846267 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder.", a palavra "mas" estabelece uma relação entre as orações. Considerando o uso de "mas" nesse contexto e distinguindo-o de "mais", analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846266 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− Agora não, minha riqueza.", a vírgula tem um papel específico na organização da frase. Considerando o uso da vírgula nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846265 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho " − Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim.", a palavra "porque" possui um valor específico no enunciado. Considerando esse uso, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846264 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
A relação entre a neta e o avô é central na narrativa. Sobre esse vínculo afetivo, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846263 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
O avô da narradora se diferencia de uma ideia comum. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3846262 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
A estrutura narrativa do texto revela elementos do cotidiano e da afetividade familiar. Com base nessa observação, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3846261 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Casa de vô

Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.

Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.

Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.

Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.

− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.

Vovô explica sua invenção:

− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.

Eu começo.

− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.

− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.

− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.

− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.

− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.

Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.

Sigo.

− Pisei?

E nada.

Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.

− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.

− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.

− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...

− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado


VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...", as reticências ao final da frase cumprem uma função expressiva. Considerando seu uso no contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846097 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Nos termos da Lei Orgânica do Município de Jaguaruna, compete à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito Municipal, dispor sobre matérias de competência do Município.

Considerando o dispositivo legal apresentado, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3846096 Atendimento ao Público
Em serviços públicos, a postura e o atendimento ao público são elementos essenciais para a imagem da instituição, para a satisfação dos usuários e para a eficácia das ações administrativas. Aspectos como cordialidade, clareza na comunicação, respeito ao tempo do cidadão e ética no relacionamento são considerados boas práticas de atendimento. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846095 Direito Administrativo
No Município de Jaguaruna/SC, a Administração Pública avalia diferentes formas de organizar a prestação dos serviços de saneamento básico, com o objetivo de garantir a proteção da saúde pública e a eficiência na execução das ações. Com base no Art. 133 da Lei Orgânica do Município de Jaguaruna/SC, considerando que o saneamento básico compreende serviços relacionados ao abastecimento de água, à coleta e disposição de esgotos e resíduos sólidos, à limpeza pública, à drenagem e ao controle de vetores, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846093 Direito Administrativo
A Lei nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004, institui normas gerais para licitação e contratação de parcerias público-privadas no âmbito da Administração Pública, estabelecendo diretrizes que devem ser observadas desde a celebração até a execução dos contratos. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846092 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Com base no que dispõem a Lei Orgânica do Município de Jaguaruna/SC, arts. 177 a 179, que tratam do direito à educação, de sua organização no âmbito municipal e dos princípios que regem o ensino, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846091 Ética na Administração Pública
O Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, instituído pelo Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, estabelece princípios e regras de conduta que devem orientar o comportamento do servidor no exercício da função pública, visando à moralidade, à dignidade e ao respeito ao interesse público. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846090 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Com base no disposto no Art. 87 − Das Concessões, do Estatuto dos Servidores Municipais, do Município de Jaguaruna/SC, que disciplina as hipóteses em que o servidor pode ausentar-se do serviço sem qualquer prejuízo, analise as afirmativas a seguir:

I.O servidor poderá ausentar-se do serviço por 1 (um) dia, em razão de doação de sangue.
II.É assegurado ao servidor o afastamento por 1 (um) dia em virtude do falecimento de tios ou primos.
III.O servidor poderá ausentar-se do serviço por até 4 (quatro) horas, para alistar-se como eleitor.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3846089 Direito Digital
A Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, dispõe sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846088 Direito Administrativo
A Lei Federal nº 14.133, de 1º de abril de 2021, estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos, disciplinando princípios, objetivos e fases do processo licitatório, aplicáveis à Administração Pública direta, autárquica e fundacional. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846082 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.

Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.

Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.

Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.

De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.

Começaram a se misturar:

− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho. −

Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.

Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.

Avançaram na entrega:

− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.

− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.

− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.

Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:

− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.

− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.

− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.

− Temos de crescer primeiro.

− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso.

− Vamos! − concordou Sancho.

Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles. Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.


CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
O diálogo entre Alonso e Sancho mescla elementos da fantasia com traços da realidade. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3846081 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Moinho de Sonhos


A mulher e o menino iam montados no cavalo; o homem ia ao lado, a pé. Andavam sem rumo havia semanas, até que deram numa aldeia à beira de um rio, onde as oliveiras vicejavam.

Fizeram uma pausa e, como a gente ali era hospitaleira e a oferta de serviço abundante, resolveram ficar. O homem arranjou emprego num moinho próximo à aldeia. A mulher se juntou a outras que colhiam azeitonas em terras ao redor de um castelo. Levou consigo o menino que, no meio do caminho, achou um velho cabo de vassoura e fez dele o seu cavalo. Deu-lhe o nome de Rocinante.

Ao chegar aos olivais, o pequeno encontrou o filho de outra colhedeira − um garoto que se exibia com um escudo e uma espada de pau.

Os dois se observaram à distância. Cada um se manteve junto à sua mãe, sem saber como se libertar dela. Vigiavam-se. Era preciso coragem para se acercar. Mas meninos são assim: se há abismos, inventam pontes.

De súbito, estavam frente a frente. Puseram-se a conversar, embora um e outro continuassem na sua. Logo esse já sabia o nome daquele: o menino recém-chegado se chamava Alonso; o outro, Sancho.

Começaram a se misturar:

− Deixa eu brincar com seu cavalo? − pediu Sancho. −

Só se você me emprestar sua espada, respondeu Alonso.

Iam se entendendo, apesar de assustados com a felicidade da nova companhia.

Avançaram na entrega:

− Tá vendo aquele moinho gigante? − apontou Alonso. Meu pai sozinho é que faz ele girar.

− Seu pai deve ter braços enormes, disse Sancho.

− Tem! Mas nem precisava, respondeu Alonso. Ele move o moinho com um sopro.

Sancho achou graça. Também tinha uma proeza a contar:

− Tá vendo o castelo ali? − apontou. Meu pai disse que o dono tem tanta terra que o céu não dá para cobrir ela toda.

− E se a gente esticasse o céu como uma lona e cobrisse o que está faltando? − propôs Alonso.

− Seria legal, disse Sancho. Mas ia dar um trabalhão.

− Temos de crescer primeiro.

− Bom, enquanto a gente cresce, vamos pensar num jeito de subir até o céu! − disse Alonso.

− Vamos! − concordou Sancho.

Sentaram-se na relva. O cavalo, a espada e o escudo entre os dois. Um sopro de vento passou por eles. Já eram amigos: moviam juntos o mesmo sonho.


CARRASCOZA, João Anzanello. Moinho de sonhos. Histórias de Amor e Morte (blog), 21 mar. 2016. Disponível em: https://historiasdeamoremorte.wordpress.com/2016/03/21/moinho-de-s onhos-joao-anzanello-carrascoza/ . Acesso em: 31 dez. 2025.
No conto "Moinho de Sonhos", o autor recorre a construções que oscilam entre o sentido próprio e o sentido figurado, ampliando os significados do texto. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
41: A
42: C
43: A
44: B
45: B
46: E
47: A
48: C
49: A
50: D
51: D
52: A
53: E
54: E
55: E
56: D
57: D
58: B
59: A
60: C