Questões de Concurso
Comentadas para dae-santa bárbara d’oeste
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Considerando que João já conhece os comandos básicos do Word, qual o procedimento correto para configurar essa numeração?
=$B3*A$2
Se essa fórmula for copiada da célula C3 para a célula D4, qual será a fórmula ajustada em D4? Escolha a alternativa que responde ao que se pede:
I. O pronome é usado antes do verbo em orações que contenham uma palavra ou expressão de valor negativo, por exemplo: “Não se acanhe, papai, mande dizer se o senhor quiser alguma coisa.” (QUEIROZ, Dinah Silveira de. História de Mineiro. In: Quadrante, Editora do Autor, 1968, p. 13-15).
II. Nas orações iniciadas por advérbios interrogativos, o pronome é corretamente usado antes do verbo, próximo do advérbio, como na frase “Quem te ensinou esses modos?” (SABINO, Fernando. Menino. In: As melhores Crônicas de Fernando Sabino, Record, 1986, p. 86-88).
III. O pronome deve ser usado sempre antes de verbos no gerúndio, desde que não venham precedidos da preposição “em”, por exemplo: “Dá-me vontade de abraçá-la chorando. E por isso rio e faço frases de bom humor.” (RIO, João do. Bom Humor. In: Revista da Semana, 09 set. 1916.)
Copom crava Selic em 15% e juros mais altos
por tempo ‘bastante prolongado’
Mais importante que a decisão em si era o
conteúdo do comunicado desta quarta-feira, que
traria sinais sobre os rumos da política de juros
no Brasil. E as mensagens foram claríssimas.
O Comitê de Política Monetária (Copom)
decidiu nesta quarta-feira (18) elevar a taxa
básica de juros para 15% ao ano, maior patamar
em quase 20 anos.
Havia dúvida no mercado sobre se a diretoria
do Banco Central (BC) manteria a Selic
inalterada ou optaria por uma pequena elevação.
(...)
“O Comitê segue acompanhando com atenção
como os desenvolvimentos da política fiscal
impactam a política monetária e os ativos
financeiros. O cenário segue sendo marcado por
expectativas desancoradas, projeções de inflação
elevadas, resiliência na atividade econômica e
pressões no mercado de trabalho. Para assegurar
a convergência da inflação à meta em ambiente
de expectativas desancoradas, exige-se uma
política monetária em patamar
significativamente contracionista por período
bastante prolongado.”
O BC sempre divulga um balanço de riscos,
que reúne os fatores considerados em suas
decisões sobre a taxa de juros. De acordo com o
comunicado, os riscos para a inflação — tanto de
alta quanto de baixa — continuam "mais
elevados do que o habitual". (...)
"Em se confirmando o cenário esperado, o
Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta
de juros para examinar os impactos acumulados
do ajuste já realizado, ainda por serem
observados, e então avaliar se o nível corrente da
taxa de juros, considerando a sua manutenção por
período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O
Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os
passos futuros da política monetária poderão ser
ajustados e que não hesitará em prosseguir no
ciclo de ajuste caso julgue apropriado."
O principal recado do comunicado está aqui:
o BC pretende interromper a elevação da taxa
básica de juros para observar seus impactos na
economia, considerando que os juros devem
permanecer elevados por um período "bastante
prolongado". (...)
(MARTINS, Raphael. Copom crava Selic em 15% e
juros mais altos por tempo ‘bastante prolongado’. São
Paulo, g1 Economia, 19/06/2025.)
“O BC sempre divulga um balanço de riscos, que reúne os fatores considerados em suas decisões sobre a taxa de juros.”.
( ) O termo “que” é um elemento de coesão que retoma “BC”.
( ) O termo “que” não é um elemento de coesão, pois inicia um novo período e tem função de sujeito.
( ) O termo “suas” é um elemento de coesão e remete ao Banco Central.
( ) A palavra “os” é um elemento de coesão e refere-se a “fatores”.
Assinale a alternativa correta:
Copom crava Selic em 15% e juros mais altos
por tempo ‘bastante prolongado’
Mais importante que a decisão em si era o
conteúdo do comunicado desta quarta-feira, que
traria sinais sobre os rumos da política de juros
no Brasil. E as mensagens foram claríssimas.
O Comitê de Política Monetária (Copom)
decidiu nesta quarta-feira (18) elevar a taxa
básica de juros para 15% ao ano, maior patamar
em quase 20 anos.
Havia dúvida no mercado sobre se a diretoria
do Banco Central (BC) manteria a Selic
inalterada ou optaria por uma pequena elevação.
(...)
“O Comitê segue acompanhando com atenção
como os desenvolvimentos da política fiscal
impactam a política monetária e os ativos
financeiros. O cenário segue sendo marcado por
expectativas desancoradas, projeções de inflação
elevadas, resiliência na atividade econômica e
pressões no mercado de trabalho. Para assegurar
a convergência da inflação à meta em ambiente
de expectativas desancoradas, exige-se uma
política monetária em patamar
significativamente contracionista por período
bastante prolongado.”
O BC sempre divulga um balanço de riscos,
que reúne os fatores considerados em suas
decisões sobre a taxa de juros. De acordo com o
comunicado, os riscos para a inflação — tanto de
alta quanto de baixa — continuam "mais
elevados do que o habitual". (...)
"Em se confirmando o cenário esperado, o
Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta
de juros para examinar os impactos acumulados
do ajuste já realizado, ainda por serem
observados, e então avaliar se o nível corrente da
taxa de juros, considerando a sua manutenção por
período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O
Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os
passos futuros da política monetária poderão ser
ajustados e que não hesitará em prosseguir no
ciclo de ajuste caso julgue apropriado."
O principal recado do comunicado está aqui:
o BC pretende interromper a elevação da taxa
básica de juros para observar seus impactos na
economia, considerando que os juros devem
permanecer elevados por um período "bastante
prolongado". (...)
(MARTINS, Raphael. Copom crava Selic em 15% e
juros mais altos por tempo ‘bastante prolongado’. São
Paulo, g1 Economia, 19/06/2025.)
Copom crava Selic em 15% e juros mais altos
por tempo ‘bastante prolongado’
Mais importante que a decisão em si era o
conteúdo do comunicado desta quarta-feira, que
traria sinais sobre os rumos da política de juros
no Brasil. E as mensagens foram claríssimas.
O Comitê de Política Monetária (Copom)
decidiu nesta quarta-feira (18) elevar a taxa
básica de juros para 15% ao ano, maior patamar
em quase 20 anos.
Havia dúvida no mercado sobre se a diretoria
do Banco Central (BC) manteria a Selic
inalterada ou optaria por uma pequena elevação.
(...)
“O Comitê segue acompanhando com atenção
como os desenvolvimentos da política fiscal
impactam a política monetária e os ativos
financeiros. O cenário segue sendo marcado por
expectativas desancoradas, projeções de inflação
elevadas, resiliência na atividade econômica e
pressões no mercado de trabalho. Para assegurar
a convergência da inflação à meta em ambiente
de expectativas desancoradas, exige-se uma
política monetária em patamar
significativamente contracionista por período
bastante prolongado.”
O BC sempre divulga um balanço de riscos,
que reúne os fatores considerados em suas
decisões sobre a taxa de juros. De acordo com o
comunicado, os riscos para a inflação — tanto de
alta quanto de baixa — continuam "mais
elevados do que o habitual". (...)
"Em se confirmando o cenário esperado, o
Comitê antecipa uma interrupção no ciclo de alta
de juros para examinar os impactos acumulados
do ajuste já realizado, ainda por serem
observados, e então avaliar se o nível corrente da
taxa de juros, considerando a sua manutenção por
período bastante prolongado, é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O
Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os
passos futuros da política monetária poderão ser
ajustados e que não hesitará em prosseguir no
ciclo de ajuste caso julgue apropriado."
O principal recado do comunicado está aqui:
o BC pretende interromper a elevação da taxa
básica de juros para observar seus impactos na
economia, considerando que os juros devem
permanecer elevados por um período "bastante
prolongado". (...)
(MARTINS, Raphael. Copom crava Selic em 15% e
juros mais altos por tempo ‘bastante prolongado’. São
Paulo, g1 Economia, 19/06/2025.)
Conforme os métodos de ensaio descritos pela NBR NM 212 - Medidores velocímetros de água potável fria até 15 m3/h, o erro máximo admissível para a medição da vazão para os instrumentos utilizados na medição é de:
Para atender a uma comunidade com 500 famílias, a demanda global por água da comunidade é de:
Dados
Demanda por lote = 𝑞. 𝑝. 𝑘1. 𝑘2, onde:
𝑞 = 150 litros a cada 24 horas (consumo individual de água por individuo).
𝑝 = 6 (média de pessoas por família).
𝑘1 = 1,0 (coeficiente do dia de maior consumo).
𝑘2 = 1,5 (coeficiente da hora de maior consumo).
Conforme os métodos de ensaio para medidores velocímetros de água potável fria até 15 m3/h, o erro máximo admissível para a medição da vazão para os instrumentos utilizados na medição é de:
De acordo com os regulamentação técnica para sistemas prediais de água fria, no que tange a tubos e conexões de PVC 6,3 (PN - 750 kPa), os tubos de PVC com junta soldável devem trazer marcado, ao longo de sua extensão, de forma indelével, no mínimo, as seguintes informações, exceto:
Referente aos tipos de vazão de um hidrômetro, como é denominada a maior vazão nas condições normais de utilização, nas quais o hidrômetro é exigido para funcionar de maneira satisfatória dentro dos erros máximos admissíveis?