Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de guaraciaba do norte - ce
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Analise a imagem a seguir:

Considerando os sentidos negociados no texto/imagem, em que consta um isqueiro com a imagem da cantora/compositora Adriana Calcanhotto, acompanhada da frase “Devolva-me”, assinale a alternativa com a análise CORRETA.
Observe o meme a seguir:

- NÃO É PRA DEIXAR A TOALHA MOLHADA NA CAMA
- NI I PR DIXIR I TOILHI MILHIDI NI CIMI
Considerando a variedade linguística e os conceitos fonéticos relacionados à produção vocálica, analise as sentenças a seguir relativas ao enunciado “NI I PR DIXIR I TOILHI MILHIDI NI CIMI” (Não é pra deixar a toalha molhada na cama), presente na imagem, e assinale a alternativa CORRETA:
I- A vogal “i”, em todas as suas ocorrências na frase, corresponde ao fonema /i/, caracterizado por ser uma vogal alta, anterior e fechada.
II- Na palavra “DIXIR” (dizer), a vogal “i” faz parte de um ditongo oral decrescente, em que o fonema /i/ é seguido da semivogal /y/.
III- A vogal “i”, na palavra “MILHIDI” (molhada), representa um hiato, ou seja, o encontro de duas vogais em sílabas diferentes.
IV- Em todas as suas ocorrências na frase, a vogal “i” é articulada na região palatal, com a língua alta e os lábios retraídos.
Analise a imagem a seguir:

Fonte: https://m.folha.uol.com.br/
Ainda sobre a imagem da placa de rua em Macau,
com a inscrição bilíngue
AVENIDA
DA AMIZADE”, considerando a teoria saussureana
do signo linguístico e a relação entre significante e
significado, assinale a alternativa CORRETA.
Analise a imagem a seguir:

Fonte: https://m.folha.uol.com.br/
A placa bilíngue da imagem, com a indicação “Avenida da Amizade” em português e seu equivalente em mandarim, exemplifica a coexistência de sistemas linguísticos em Macau. Considerando os conceitos de signo, ícone, índice e símbolo na semiótica peirceana, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
O ensino da língua portuguesa encontra-se em vertiginosa expansão em universidades chinesas, e o governo de Pequim não tem medido esforços nem investimentos para liderar os estudos sobre a língua de Camões e Machado de Assis na Ásia. O vetor dessa expansão está em Macau - cidade chinesa que foi domínio português entre 1557 e 1999. Segundo o coordenador do Centro da Língua Portuguesa do Instituto Politécnico de Macau, professor Carlos Ascenso André, a crescente presença da língua em universidades chinesas é fruto de uma estratégia clara de difusão e expansão do português na China. Nos últimos dez anos, o número de universidades chinesas que ensinam português praticamente quadruplicou, passando de seis para 23 instituições.
Segundo ele, há atualmente centenas de bolsas para estudantes do interior da China virem a Macau aprender a língua, além de ações promovidas pela equipe do Instituto Politécnico para desenvolver centros de estudos em outras universidades do país. Segundo Caio César Christiano, professor brasileiro contratado há um ano pelo Instituto Politécnico, "Macau assumiu a incumbência de ser o centro difusor da língua portuguesa na China. É um desejo claro de a China formar muitos professores e tradutores de língua portuguesa".
Macau sempre teve importância estratégica singular. Tornada domínio do Império Português em 1557, a reboque da expansão colonial lusitana na Ásia, a cidade converteu-se rapidamente em entreposto comercial e porto seguro para incursões portuguesas na região do Pacífico. Após um motim liderado por grupos pró-Pequim nos anos 1960, foram postas em andamento negociações com as autoridades portuguesas sobre o futuro do território. Formalmente devolvida à República Popular da China em 1999, Macau é gerida atualmente por uma junta administrativa autônoma, que governará até 2049, quando a região será definitivamente integrada ao sistema administrativo chinês.
A grande maioria da população (94%) é composta por cantoneses, grupo da etnia han do sul da China, mas a presença portuguesa se faz sentir no nome de inúmeras ruas e na boca de setores da sociedade macauense que ainda falam o português, o que, segundo o censo de 2006, equivale a 2,4% da população. A administração da cidade é oficialmente bilíngue e todos os sinais e placas públicas são grafados em cantonês e português.
É justamente esse caráter híbrido e cosmopolita que faz de Macau uma área estratégica para o projeto de expansão dos estudos da língua portuguesa em território chinês. Tal expansão tem uma clara dimensão econômica e geopolítica, ligada a interesses estratégicos chineses na América Latina e, sobretudo, na África lusófona. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional -41022424.
No trecho “É um desejo claro de a China formar muitos professores e tradutores de língua portuguesa”, a preposição “de” aparece separada do artigo “a” que antecede o substantivo “China”.
Considerando as relações sintáticas e semânticas estabelecidas por essa construção, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
O ensino da língua portuguesa encontra-se em vertiginosa expansão em universidades chinesas, e o governo de Pequim não tem medido esforços nem investimentos para liderar os estudos sobre a língua de Camões e Machado de Assis na Ásia. O vetor dessa expansão está em Macau - cidade chinesa que foi domínio português entre 1557 e 1999. Segundo o coordenador do Centro da Língua Portuguesa do Instituto Politécnico de Macau, professor Carlos Ascenso André, a crescente presença da língua em universidades chinesas é fruto de uma estratégia clara de difusão e expansão do português na China. Nos últimos dez anos, o número de universidades chinesas que ensinam português praticamente quadruplicou, passando de seis para 23 instituições.
Segundo ele, há atualmente centenas de bolsas para estudantes do interior da China virem a Macau aprender a língua, além de ações promovidas pela equipe do Instituto Politécnico para desenvolver centros de estudos em outras universidades do país. Segundo Caio César Christiano, professor brasileiro contratado há um ano pelo Instituto Politécnico, "Macau assumiu a incumbência de ser o centro difusor da língua portuguesa na China. É um desejo claro de a China formar muitos professores e tradutores de língua portuguesa".
Macau sempre teve importância estratégica singular. Tornada domínio do Império Português em 1557, a reboque da expansão colonial lusitana na Ásia, a cidade converteu-se rapidamente em entreposto comercial e porto seguro para incursões portuguesas na região do Pacífico. Após um motim liderado por grupos pró-Pequim nos anos 1960, foram postas em andamento negociações com as autoridades portuguesas sobre o futuro do território. Formalmente devolvida à República Popular da China em 1999, Macau é gerida atualmente por uma junta administrativa autônoma, que governará até 2049, quando a região será definitivamente integrada ao sistema administrativo chinês.
A grande maioria da população (94%) é composta por cantoneses, grupo da etnia han do sul da China, mas a presença portuguesa se faz sentir no nome de inúmeras ruas e na boca de setores da sociedade macauense que ainda falam o português, o que, segundo o censo de 2006, equivale a 2,4% da população. A administração da cidade é oficialmente bilíngue e todos os sinais e placas públicas são grafados em cantonês e português.
É justamente esse caráter híbrido e cosmopolita que faz de Macau uma área estratégica para o projeto de expansão dos estudos da língua portuguesa em território chinês. Tal expansão tem uma clara dimensão econômica e geopolítica, ligada a interesses estratégicos chineses na América Latina e, sobretudo, na África lusófona. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional -41022424.
Leia o texto a seguir e responda a questão.
O ensino da língua portuguesa encontra-se em vertiginosa expansão em universidades chinesas, e o governo de Pequim não tem medido esforços nem investimentos para liderar os estudos sobre a língua de Camões e Machado de Assis na Ásia. O vetor dessa expansão está em Macau - cidade chinesa que foi domínio português entre 1557 e 1999. Segundo o coordenador do Centro da Língua Portuguesa do Instituto Politécnico de Macau, professor Carlos Ascenso André, a crescente presença da língua em universidades chinesas é fruto de uma estratégia clara de difusão e expansão do português na China. Nos últimos dez anos, o número de universidades chinesas que ensinam português praticamente quadruplicou, passando de seis para 23 instituições.
Segundo ele, há atualmente centenas de bolsas para estudantes do interior da China virem a Macau aprender a língua, além de ações promovidas pela equipe do Instituto Politécnico para desenvolver centros de estudos em outras universidades do país. Segundo Caio César Christiano, professor brasileiro contratado há um ano pelo Instituto Politécnico, "Macau assumiu a incumbência de ser o centro difusor da língua portuguesa na China. É um desejo claro de a China formar muitos professores e tradutores de língua portuguesa".
Macau sempre teve importância estratégica singular. Tornada domínio do Império Português em 1557, a reboque da expansão colonial lusitana na Ásia, a cidade converteu-se rapidamente em entreposto comercial e porto seguro para incursões portuguesas na região do Pacífico. Após um motim liderado por grupos pró-Pequim nos anos 1960, foram postas em andamento negociações com as autoridades portuguesas sobre o futuro do território. Formalmente devolvida à República Popular da China em 1999, Macau é gerida atualmente por uma junta administrativa autônoma, que governará até 2049, quando a região será definitivamente integrada ao sistema administrativo chinês.
A grande maioria da população (94%) é composta por cantoneses, grupo da etnia han do sul da China, mas a presença portuguesa se faz sentir no nome de inúmeras ruas e na boca de setores da sociedade macauense que ainda falam o português, o que, segundo o censo de 2006, equivale a 2,4% da população. A administração da cidade é oficialmente bilíngue e todos os sinais e placas públicas são grafados em cantonês e português.
É justamente esse caráter híbrido e cosmopolita que faz de Macau uma área estratégica para o projeto de expansão dos estudos da língua portuguesa em território chinês. Tal expansão tem uma clara dimensão econômica e geopolítica, ligada a interesses estratégicos chineses na América Latina e, sobretudo, na África lusófona. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional -41022424.
Assinale a alternativa que contém somente exemplos de sinais icônicos na Libras:
Assinale a alternativa CORRETA quanto à principal diferença entre sinais icônicos e sinais arbitrários em Libras.
Julgue os itens a seguir em V para verdadeiro e F para falso, e assinale a alternativa CORRETA.
(__) Uma das atribuições inerentes ao professor bilingue é conduzir o processo de elaboração dos conceitos científicos que compõem os conteúdos curriculares das diversas disciplinas, por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e da Língua Portuguesa na modalidade escrita.
(__) O professor intérprete de Libras, professor ouvinte, com fluência em Libras, comprovada por meio de exame de proficiência, com capacitação em tradução e interpretação, Libras/Português/Libras, é responsável pela interpretação de todas as atividades e eventos de caráter educacional, nas turmas mistas das séries finais do ensino fundamental e ensino médio, bem como nas modalidades da EJA, educação profissional e educação indígena.
(__) O Instrutor de Libras, devendo obrigatoriamente ser ouvinte, com fluência em Libras, comprovada por meio de exame de proficiência, preferencialmente com formação de nível superior na área da educação, que atua com o ensino da Libras, tem por função possibilitar à comunidade escolar a aquisição e a aprendizagem da Libras.
(__) O Professor guia-intérprete deve ser preferencialmente habilitado em educação especial, com domínio em Libras, em sistema Braille e em outros sistemas de comunicação, que atendam às necessidades dos alunos com surdocegueira.
A sequência CORRETA é:
Analise a situação a seguir:
Durante uma aula, o professor usou uma metáfora complexa para explicar um conceito filosófico. O intérprete de Libras, Carlos, percebeu que a metáfora poderia não ser clara para o aluno surdo. Assinale a alternativa CORRETA quanto à ação que deveria ser tomada por Carlos.
Analise a situação a seguir:
Marcos, um intérprete de Libras, está acompanhando um aluno surdo em uma aula de história. O professor fez uma referência a um evento cultural que o aluno desconhece. Assinale a alternativa CORRETA de como Marcos deveria proceder para que o aluno compreenda o contexto da aula.
Analise a situação a seguir:
Maria é uma intérprete de Libras que começou a atuar em uma escola pública após a implementação da Lei n.º 12.319/2010. Durante uma aula de ciências, a professora utilizou termos técnicos que não têm sinais específicos em Libras. Assinale a alternativa CORRETA de como Maria deveria proceder para garantir que o aluno surdo compreenda o conteúdo.
Analise as sentenças abaixo quanto à história dos intérpretes educacionais.
I- O intérprete que adquiriu conhecimentos em Libras no contexto religioso, ao atuar na educação, deve estar ciente de que assumirá um papel profissional, com responsabilidades específicas. Nesse contexto, sua função é intermediar a transmissão dos conhecimentos dos professores para os alunos surdos por meio da língua de sinais, e vice-versa.
II- A atuação de intérpretes no espaço religioso começou por volta dos anos 80. Naquela época, muitos intérpretes que migraram desse ambiente para a educação compartilhavam o mesmo propósito de “ajudar” os surdos, o que revelava um desconhecimento sobre o verdadeiro papel do intérprete. Essa abordagem dificultava a compreensão de que o surdo é um cliente que recebe um serviço profissional.
III- A presença do intérprete no ambiente educacional se consolidou à medida que os surdos passaram a frequentar as salas de aula, um movimento impulsionado pela Lei n.º 12.319/2010.
Assinale o que for CORRETO.
Analise as sentenças abaixo sobre o Intérprete de Libras:
I- O intérprete deve manter uma postura imparcial ao longo da interpretação, evitando inserir interferências e opiniões pessoais, nem mesmo quando solicitado pelo grupo.
II- O intérprete deve realizar a interpretação de maneira fiel e com a melhor habilidade possível, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o espírito do palestrante, devendo estar consciente dos limites de sua função e evitar ultrapassar suas responsabilidades.
III- O intérprete deve reconhecer seu próprio nível de competência ao aceitar tarefas, não devendo buscar ajuda de outros intérpretes e/ou profissionais, pois isso o prejudicaria enquanto profissional.
IV- O intérprete deve adotar uma vestimenta adequada, sem adereços chamativos, preservando a dignidade da profissão e evitando chamar atenção indevida para si mesmo durante o exercício da função.
Quanto aos princípios fundamentais inerentes à profissão de Tradutor, Intérprete de Libras, estão CORRETOS os itens: