Questões de Concurso Comentadas para emae-sp

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Q1025899 Eletricidade
O alicate amperímetro é um aparelho muito prático de se utilizar em serviço de manutenção elétrica, em monitoramento de energia ou até mesmo para uso no dia a dia do eletricista. Sobre o uso desse aparelho é correto afirmar que,
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Q1025896 Eletricidade

As cargas indutivas necessitam de um campo magnético para funcionar, assim parte da energia elétrica que recebem é destinada à formação do campo magnético, e outra parte destina-se à realização de trabalho. Nas cargas indutivas, a potência

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Q1025894 Eletricidade
Uma resistência ôhmica de R = 80 Ω, encontra-se associada em série com um indutor de reatância XL em módulo igual a 60 Ω. O resultado dessa associação é chamado de impedância, sendo comumente representada pelas letras Z. O valor do módulo dessa impedância Z, em ohms, é igual a
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Q1025893 Eletricidade
Supondo que uma placa eletrônica tenha entre os seus componentes cinco circuitos integrados, cada um deles com um capacitor instalado entre os terminais de alimentação, todos com 12 nF. O valor total da capacitância relativa a esse conjunto de capacitores, em nanofarads, é igual a
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Q1025892 Eletricidade
Quando estão operando em corrente alternada, os capacitores apresentam uma oposição à passagem da corrente elétrica chamada de reatância capacitiva, comumente representada em módulo por XC . Sobre a reatância capacitiva de um capacitor de 26μF, operando na frequência de 60 HZ, o valor do módulo, em ohm, é, aproximadamente,
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Q1025891 Eletricidade

Um teatro possui, na parte superior do palco, uma fileira com 20 lâmpadas em paralelo que compõem uma “gambiarra”. Cada lâmpada apresenta resistência interna de 300 Ω e todas são alimentadas com tensão de 120 V.


A corrente, em ampères, gerada no conjunto, é igual a

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Q1025889 Eletricidade
Os componentes responsáveis pelo registro das informações das medições de um sistema de vazão de fluído, após a passagem da água pelas turbinas, classificam-se em primário e secundário e têm suas funções desenvolvidas por meio de dispositivos denominados, respectivamente, de
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Q1025888 Mecânica
As válvulas possuem funções específicas em uma usina de geração de energia desenvolvendo cada qual o seu objetivo e mantidas sob rigoroso monitoramento operacional nas centrais. Algumas são montadas na saída de condutos para controlar as descargas sob cargas extremamente altas, tendo sido projetadas para descarregar no ar gases e vapores, eliminando, desse modo, a possibilidade de cavitação dentro do conduto. As características apresentadas correspondem às válvulas
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Q1025887 Mecânica
Na conexão entre dois sistemas de geração de movimentos de uma máquina deve ocorrer a união de dois eixos, de tal forma que iniba a ocorrência de vibrações, absorva choques, e transmita torques, com a possibilidade de proceder a manutenção no eixo motriz ou no eixo movido, de forma individual. Para essa aplicação, a solução correta é
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Q1025886 Mecânica
Um profissional lotado na área operacional de uma hidrelétrica ficou encarregado de selecionar o rolamento mais adequado para utilização em um equipamento que apresenta deslocamentos angulares que precisam ser compensados e alinhados, além de ter de suportar cargas radiais de alta intensidade, assim como, de permitir a desmontagem para limpeza, instalação e lubrificação. Diante de tais condições, o profissional recomendou a utilização do rolamento
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Q1025883 Eletrotécnica
João, profissional que trabalha no setor de manutenção de uma empresa, verificou que, ao deslocar o altímetro sobre a mesa de traçagem uma resistência impedia que o altímetro deslizasse sobre a superfície. Ao aplicar uma camada de óleo lubrificante sobre essa superfície, o movimento de deslocamento do instrumento se tornou mais suave. João constatou ainda que, enquanto havia camada de lubrificante na superfície da mesa, a suavidade de movimento se mantinha. Com isso, concluiu que para que a formação da película lubrificante se mantenha aderida à superfície de arraste durante o movimento, sem que haja o seu rompimento, duas propriedades físicas precisam estar presentes:
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Q1025875 Noções de Informática
Um usuário criou uma senha segura para sua conta bancária, seguindo recomendações de órgãos oficiais e boas práticas. Desta forma, ele criou uma senha
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Q1025874 Noções de Informática
A usuária Katia abriu o Explorador de Arquivos do Windows 10, em português, e selecionou um arquivo gravado em um drive de rede compartilhado, cujo endereço de acesso deveria ser enviado, via e-mail, a outros usuários para que eles pudessem acessá-lo. Para obter o endereço, Katia escolheu a opção Copiar
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Q1025873 Noções de Informática
Um usuário do Internet Explorer 11, versão 11.165.17134.0, em português, deseja executar duas operações: (1) bloquear os menus Pop-up e (2) visualizar a impressão da página antes de imprimi-la. Supondo que esteja habilitada a Barra de menus, ele deve utilizar, respectivamente, os menus
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Q1025872 Noções de Informática
Ao analisar uma planilha, criada no Microsoft Excel 2010, em português, contendo os valores médios e o desvio padrão da taxa de bombeamento de diversos tipos de poluentes do Reservatório Billings em operações de controle de cheia, um usuário pretende destacar, com uma determinada cor, as células cujos valores do desvio padrão estejam dentro de certo intervalo. Para tanto, o caminho que deverá usar no Excel, a partir da guia Página Inicial, é:
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Q1025871 Noções de Informática
Um texto foi digitado no Microsoft Word 2010, em português, pelo usuário João. Após a revisão da usuária Carla, utilizando os recursos de Controlar Alterações, o texto foi modificado e ficou marcado nos pontos alterados. Ao fazer a revisão, Carla optou por exibir, no texto modificado, somente as inserções e exclusões feitas, mas não os comentários e nem as mudanças de formatação. Ela conseguiu isso a partir de um clique na guia Revisão, e na opção
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Q1025870 Português
Encontram-se respeitadas as normas de concordância em:
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Q1025869 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual.


Uma redação alternativa para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido original, encontra-se em:

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Q1025868 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

A flexão do verbo em destaque deve-se ao elemento sublinhado em:
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Q1025867 Português

      Batizada Arlette e sublimada como Fernanda, a atriz carioca moldou − e continua moldando − cada personagem vivida no rádio, no teatro, no cinema e na televisão por 75 anos. Leia abaixo um trecho da entrevista de Fernanda Montenegro à Revistae.


Por viver tantos personagens, o ator não se torna um ser diferente?

− Nós somos estranhos. Porque, o que é que nós somos? Esquizofrênicos? Só não estamos num hospício porque nos aceitamos e nos aceitam quando acertamos. É uma vida dupla. Você tem um espetáculo à noite e faz toda sua vida durante o dia, seja ela qual for, uma vida calma, incontestada, desassossegada, e à noite, você tem que dar conta de outra esfera. Ninguém te obriga a ir [trabalhar]. Nem quando você passa pela perda de um amor. A gente até acha que aquele amor teria gostado se você fosse lá fazer seu espetáculo. Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite. Estou contando um caso extremo, mas isso acontece.


Em casos como esse dá para guardar as emoções?

− A gente não guarda emoção. A gente vai [trabalhar] com o que acontece, com o que bate na hora. Cada plateia provoca outro estágio no espetáculo. Tem sempre alguma coisa [que muda] porque é tudo muito sutil, embora você faça sempre o “mesmo” gestual. É algo imponderável e inexplicável. Porque é o seguinte, não é só uma pessoa, um elenco e a plateia. Ali tem que haver uma comunhão. Porque às vezes um ator está de um lado do palco, outro ator está do outro lado, eles se olham e dizem: “Hoje não vai sair como a gente quer”. É uma energia cósmica. Mas nunca é exatamente a mesma coisa. Não é. Tanto que às vezes uma pessoa vai ver o espetáculo e se apaixona, mas um amigo vai ver e não gosta, não entrosou, não comungou, entendeu? Não deveria haver uma luta para conquistar a plateia, mas provocar fascínio e buscar uma comunhão.


O que significa esse ofício de atriz?

– É como se fosse um ato religioso: você entra no teatro e espera começar. Já estão todos sentados? Já está na hora? Aí, faz-se alguma coisa: toca-se uma campainha, uma luz muda, os atores entram mesmo com a luz... Ou seja, tem um início. Aí você fica diante de um ser humano. É como uma missa. O que é o padre? Um ator. Ele está ali paramentado, num cerimonial religioso. Se é Páscoa, é uma cor, se é Semana Santa ou Natal, são outras cores. Se fala um texto, não deixa de ser um auto medieval, e as pessoas ficam ali. Acho que, no fundo, tudo na vida é um teatro. Já falava o Velho Bardo [William Shakespeare]: para cada pessoa, você se apresenta, mesmo que um pouquinho, de maneira diferente. Às vezes até a cada hora do dia, até para você mesmo. Quem é a gente?

                                                  (Adaptado de: Revistae, São Paulo, Sesc, jul. 2018.) 

Mediante uso de subordinação, o período Ítalo Rossi perdeu um irmão num desastre e fez o espetáculo da noite (2° parágrafo) encontra-se reescrito corretamente, com sentido adequado ao contexto, em:
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Respostas
41: B
42: D
43: E
44: A
45: D
46: C
47: E
48: D
49: C
50: E
51: A
52: E
53: A
54: B
55: D
56: C
57: B
58: E
59: D
60: C