Foram encontradas 186 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2000318 Português

Texto I 


          A entrada em pauta, no Supremo Tribunal Federal (STF), do caso que discute a validade do foro por prerrogativa de função nos faz lembrar que está parada no Congresso a proposta de emenda à Constituição que pretende, justamente, acabar com esse instituto popularmente conhecido como foro privilegiado.


              Trata-se de uma demanda urgente e necessária. Afinal de contas, já se passaram 128 anos da proclamação da República e 32 anos do fim da ditadura militar. Não faz mais sentido mantermos no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras.


         É desejável e salutar que o Congresso retome a discussão porque, no processo legislativo, diferentemente do que ocorre no tribunal, é possível ampliar o foco e incluir no debate, por exemplo, o fato de o foro não ser o único instituto usado de forma distorcida em nosso arcabouço jurídico.


            A questão não deveria ser, pura e simplesmente, colocar abaixo o instrumento do foro por prerrogativa de função, que foi criado originalmente para proteger os cargos e as instituições — não os seus ocupantes. O alvo da investida deve ser todo o sistema de privilégios.


           Mudar o texto constitucional é um movimento muito sério, que deve servir ao aperfeiçoamento do sistema normativo.


              Por isso, precisa ser precedido de um debate igualmente sério e aprofundado — o que, infelizmente, é raramente feito no Brasil. Tanto é assim que, desde 1988, quando foi promulgada nossa atual Constituição, já foram feitas 96 emendas. Nos Estados Unidos, cuja Constituição data de 1787, foram feitas só 27 emendas — a última, de 1992, proibiu deputados e senadores de aumentarem o próprio salário.


            Mergulhado em profunda crise política e institucional, o país tem grande demanda por valores éticos mais rígidos, sobretudo com relação ao trato da coisa pública e à aplicação dos princípios da equidade perante a lei. Nesse sentido, o foro privilegiado não é a única afronta à igualdade de todos perante a lei. 


           É preciso inserir nesse debate a concessão indiscriminada de carros oficiais, de escoltas armadas, de viagens de avião, de auxílio-moradia, de jantares, de festas pagas com dinheiro público e diversos outros exemplos.


             (...)

             Para retomar os rumos definidos na Constituição, é preciso banir as regalias e definir quais são as pouquíssimas funções que realmente requerem atenção do Judiciário contra as oscilações de adversários políticos e do mercado. Isso é proteger as instituições, não seus ocupantes.


        A existência de milhares de detentores de foro e de outros privilégios, como ocorre hoje, é uma distorção cruel da lei.


LAMACHIA, Claudio. “Acabar com privilégios e proteger a República”. Disponível em:

<http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/11/1937454-acabar-com-privilegios-e-proteger-a-republica.shtml>Acesso em: 25/03/2018.

Considerando a leitura do terceiro parágrafo do texto, bem como as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2000317 Português

Texto I 


          A entrada em pauta, no Supremo Tribunal Federal (STF), do caso que discute a validade do foro por prerrogativa de função nos faz lembrar que está parada no Congresso a proposta de emenda à Constituição que pretende, justamente, acabar com esse instituto popularmente conhecido como foro privilegiado.


              Trata-se de uma demanda urgente e necessária. Afinal de contas, já se passaram 128 anos da proclamação da República e 32 anos do fim da ditadura militar. Não faz mais sentido mantermos no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras.


         É desejável e salutar que o Congresso retome a discussão porque, no processo legislativo, diferentemente do que ocorre no tribunal, é possível ampliar o foco e incluir no debate, por exemplo, o fato de o foro não ser o único instituto usado de forma distorcida em nosso arcabouço jurídico.


            A questão não deveria ser, pura e simplesmente, colocar abaixo o instrumento do foro por prerrogativa de função, que foi criado originalmente para proteger os cargos e as instituições — não os seus ocupantes. O alvo da investida deve ser todo o sistema de privilégios.


           Mudar o texto constitucional é um movimento muito sério, que deve servir ao aperfeiçoamento do sistema normativo.


              Por isso, precisa ser precedido de um debate igualmente sério e aprofundado — o que, infelizmente, é raramente feito no Brasil. Tanto é assim que, desde 1988, quando foi promulgada nossa atual Constituição, já foram feitas 96 emendas. Nos Estados Unidos, cuja Constituição data de 1787, foram feitas só 27 emendas — a última, de 1992, proibiu deputados e senadores de aumentarem o próprio salário.


            Mergulhado em profunda crise política e institucional, o país tem grande demanda por valores éticos mais rígidos, sobretudo com relação ao trato da coisa pública e à aplicação dos princípios da equidade perante a lei. Nesse sentido, o foro privilegiado não é a única afronta à igualdade de todos perante a lei. 


           É preciso inserir nesse debate a concessão indiscriminada de carros oficiais, de escoltas armadas, de viagens de avião, de auxílio-moradia, de jantares, de festas pagas com dinheiro público e diversos outros exemplos.


             (...)

             Para retomar os rumos definidos na Constituição, é preciso banir as regalias e definir quais são as pouquíssimas funções que realmente requerem atenção do Judiciário contra as oscilações de adversários políticos e do mercado. Isso é proteger as instituições, não seus ocupantes.


        A existência de milhares de detentores de foro e de outros privilégios, como ocorre hoje, é uma distorção cruel da lei.


LAMACHIA, Claudio. “Acabar com privilégios e proteger a República”. Disponível em:

<http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/11/1937454-acabar-com-privilegios-e-proteger-a-republica.shtml>Acesso em: 25/03/2018.

No início do último período do segundo parágrafo, caberia o uso, para explicitação da progressão das ideias no texto, do conectivo 
Alternativas
Q2000316 Português

Texto I 


          A entrada em pauta, no Supremo Tribunal Federal (STF), do caso que discute a validade do foro por prerrogativa de função nos faz lembrar que está parada no Congresso a proposta de emenda à Constituição que pretende, justamente, acabar com esse instituto popularmente conhecido como foro privilegiado.


              Trata-se de uma demanda urgente e necessária. Afinal de contas, já se passaram 128 anos da proclamação da República e 32 anos do fim da ditadura militar. Não faz mais sentido mantermos no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras.


         É desejável e salutar que o Congresso retome a discussão porque, no processo legislativo, diferentemente do que ocorre no tribunal, é possível ampliar o foco e incluir no debate, por exemplo, o fato de o foro não ser o único instituto usado de forma distorcida em nosso arcabouço jurídico.


            A questão não deveria ser, pura e simplesmente, colocar abaixo o instrumento do foro por prerrogativa de função, que foi criado originalmente para proteger os cargos e as instituições — não os seus ocupantes. O alvo da investida deve ser todo o sistema de privilégios.


           Mudar o texto constitucional é um movimento muito sério, que deve servir ao aperfeiçoamento do sistema normativo.


              Por isso, precisa ser precedido de um debate igualmente sério e aprofundado — o que, infelizmente, é raramente feito no Brasil. Tanto é assim que, desde 1988, quando foi promulgada nossa atual Constituição, já foram feitas 96 emendas. Nos Estados Unidos, cuja Constituição data de 1787, foram feitas só 27 emendas — a última, de 1992, proibiu deputados e senadores de aumentarem o próprio salário.


            Mergulhado em profunda crise política e institucional, o país tem grande demanda por valores éticos mais rígidos, sobretudo com relação ao trato da coisa pública e à aplicação dos princípios da equidade perante a lei. Nesse sentido, o foro privilegiado não é a única afronta à igualdade de todos perante a lei. 


           É preciso inserir nesse debate a concessão indiscriminada de carros oficiais, de escoltas armadas, de viagens de avião, de auxílio-moradia, de jantares, de festas pagas com dinheiro público e diversos outros exemplos.


             (...)

             Para retomar os rumos definidos na Constituição, é preciso banir as regalias e definir quais são as pouquíssimas funções que realmente requerem atenção do Judiciário contra as oscilações de adversários políticos e do mercado. Isso é proteger as instituições, não seus ocupantes.


        A existência de milhares de detentores de foro e de outros privilégios, como ocorre hoje, é uma distorção cruel da lei.


LAMACHIA, Claudio. “Acabar com privilégios e proteger a República”. Disponível em:

<http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/11/1937454-acabar-com-privilegios-e-proteger-a-republica.shtml>Acesso em: 25/03/2018.

Analise as seguintes alterações realizadas em algumas construções do segundo parágrafo:


I. Tratam-se de demandas urgentes e necessárias. I


I. Já fazem 128 anos da proclamação da República.


III. Não faz mais sentido que se mantenham no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras.


Atende(m) às orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, a(s) construção(ões) presente(s) em

Alternativas
Q2000315 Português

Texto I 


          A entrada em pauta, no Supremo Tribunal Federal (STF), do caso que discute a validade do foro por prerrogativa de função nos faz lembrar que está parada no Congresso a proposta de emenda à Constituição que pretende, justamente, acabar com esse instituto popularmente conhecido como foro privilegiado.


              Trata-se de uma demanda urgente e necessária. Afinal de contas, já se passaram 128 anos da proclamação da República e 32 anos do fim da ditadura militar. Não faz mais sentido mantermos no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras.


         É desejável e salutar que o Congresso retome a discussão porque, no processo legislativo, diferentemente do que ocorre no tribunal, é possível ampliar o foco e incluir no debate, por exemplo, o fato de o foro não ser o único instituto usado de forma distorcida em nosso arcabouço jurídico.


            A questão não deveria ser, pura e simplesmente, colocar abaixo o instrumento do foro por prerrogativa de função, que foi criado originalmente para proteger os cargos e as instituições — não os seus ocupantes. O alvo da investida deve ser todo o sistema de privilégios.


           Mudar o texto constitucional é um movimento muito sério, que deve servir ao aperfeiçoamento do sistema normativo.


              Por isso, precisa ser precedido de um debate igualmente sério e aprofundado — o que, infelizmente, é raramente feito no Brasil. Tanto é assim que, desde 1988, quando foi promulgada nossa atual Constituição, já foram feitas 96 emendas. Nos Estados Unidos, cuja Constituição data de 1787, foram feitas só 27 emendas — a última, de 1992, proibiu deputados e senadores de aumentarem o próprio salário.


            Mergulhado em profunda crise política e institucional, o país tem grande demanda por valores éticos mais rígidos, sobretudo com relação ao trato da coisa pública e à aplicação dos princípios da equidade perante a lei. Nesse sentido, o foro privilegiado não é a única afronta à igualdade de todos perante a lei. 


           É preciso inserir nesse debate a concessão indiscriminada de carros oficiais, de escoltas armadas, de viagens de avião, de auxílio-moradia, de jantares, de festas pagas com dinheiro público e diversos outros exemplos.


             (...)

             Para retomar os rumos definidos na Constituição, é preciso banir as regalias e definir quais são as pouquíssimas funções que realmente requerem atenção do Judiciário contra as oscilações de adversários políticos e do mercado. Isso é proteger as instituições, não seus ocupantes.


        A existência de milhares de detentores de foro e de outros privilégios, como ocorre hoje, é uma distorção cruel da lei.


LAMACHIA, Claudio. “Acabar com privilégios e proteger a República”. Disponível em:

<http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/11/1937454-acabar-com-privilegios-e-proteger-a-republica.shtml>Acesso em: 25/03/2018.

Assinale a alternativa que contenha uma leitura adequada das ideias do primeiro parágrafo. 
Alternativas
Q2000314 Áudio e Vídeo
Tipicamente ocorrem três tipos de ruídos gerados pela voz: a sibilância, que é a captação dos "esses" com nível muito alto; os puffs que aparecem na emissão de consoantes como "p" ou "b"; e ruídos ocasionados pelo movimento dos lábios, da boca ou da mandíbula, aparecendo como pequenos estalos, principalmente, quando o orador abre a boca para começar uma frase. Para os puffs, o procedimento mais adequado é colocar uma tela (pop filter) na frente do microfone, para diminuir a velocidade do ar que chega à cápsula. Para os ruídos, se não for possível afastar o orador, só mesmo limpando o canal de voz com uma ferramenta do tipo Pro Tools. Assinale o nome do compressor utilizado para reduzir a intensidade de frequências geradas por sibilância .
Alternativas
Q2000313 Áudio e Vídeo
Os circuitos internos de segurança se baseiam no posicionamento estratégico de câmeras e observação privada de imagens em monitores. Para que esse processo aconteça, o transporte do sinal de vídeo até o monitor e os equipamentos responsáveis pelo armazenamento das cenas é feito , em alguns casos, por um link de comunicação sem fio – próprio para este sistema – e , na maioria das instalações, por um cabo específico. Assinale nas opções abaixo o nome deste cabo.
Alternativas
Q2000312 Áudio e Vídeo
Com o compressor em estéreo e os dois canais “linkados”, assinale a alternativa com o ajuste básico de compressores para PA ou side .
Alternativas
Q2000311 Áudio e Vídeo
Quando falamos em transições e efeitos de áudio, um específico, disponível para clipes 5.1, estéreo ou mono, fornece um conjunto de controles que podem ser combinados ou usados independentemente para a realização do ajuste desejado. Assinale a alternativa que apresenta o nome deste efeito.
Alternativas
Q2000310 Áudio e Vídeo
Nos eventos em auditórios ou plenários, os ambientes não possuem características acústicas iguais e o público também não se comporta da mesma maneira diante de um mesmo som. Para complicar ainda mais, cada tipo de programa sonoro possui características próprias que exigem a reprodução de uma forma diferente. Assinale, nas opções abaixo, o equipamento que permite ajustar as frequências de forma que torne o som mais agradável ao público, diminuindo as deficiências sonoras do ambiente. 
Alternativas
Q2000309 Áudio e Vídeo
Uma função presente em muitas câmeras controla automaticamente o ganho obtido no volume do som transmitido pelo microfone. Isto significa que o controle tenta manter um nível médio adequado no volume do som gravado, como se ali existisse um operador virtual controlando o botão do volume. Para evitar tais oscilações e trabalhar com mais segurança, assinale qual opção desabilitaria.
Alternativas
Q2000308 Áudio e Vídeo
Durante um evento, é possível utilizar uma das saídas da mesa de som para fazer uma audição à parte, evitando, com isso, que o áudio se misture com as masters, ficando restrito a um fone de ouvido ou um monitor no gabinete de som. Assinale o nome desta opção.
Alternativas
Q2000307 Áudio e Vídeo
Uma gravação já realizada pode receber novos sons graças a um recurso muito utilizado em estúdios de música. Assinale, nas opções abaixo, o nome desta técnica.
Alternativas
Q2000306 Áudio e Vídeo
Um compressor de áudio nada mais é que um controle automático de volume (intensidade, amplitude, pressão sonora), ou seja, ele atua diminuindo o volume das partes mais fortes da faixa de áudio, deixando o som com intensidade mais constante. Assinale qual o parâmetro que define a velocidade da taxa de compressão do sinal, à medida que este se aproxima do ponto threshold.
Alternativas
Q2000305 Áudio e Vídeo
Um arquivo de áudio no disco rígido, no formato WAV (Wave), pode ocupar, em média, até 10MB por minuto. Tomando como base 44.100 amostras por segundo e 16 bits por amostra, assinale, dentre as alternativas abaixo, qual é o tempo de transferência por minuto que um arquivo mono exige no processo de digitalização
Alternativas
Q2000304 Áudio e Vídeo
As imagens gravadas pelo sistema de segurança seguem, em sua maioria, o mesmo formato de gravação: AVI, WMV, MKV, MP4 ou 3GP. Numa situação de emergência, é solicitado ao operador a liberação de espaço e a conversão dos arquivos dos últimos meses para o formato DVD. Tomando por base que essas imagens poderão ser solicitadas para visualização em outros aparelhos, assinale qual a opção que permite converter os arquivos num formato compatível com a maioria dos leitores de DVD.
Alternativas
Q2000303 Áudio e Vídeo
Nos sistemas de monitoramento e segurança eletrônica, são encontradas várias câmeras nos padrões digital e analógico, bem como, diversos modelos de equipamentos que gerenciam e armazenam os dados. Os mais comuns centralizam as imagens recebidas pelas diversas câmeras, disponibilizando para os monitores e outros dispositivos de acesso, todo material captado, além de realizar a gravação das informações para uma eventual consulta futura e backup. No caso de sistemas analógicos, o aparelho utilizado é o DVR (Digital Vídeo Recorder), que, por padrão, trabalha apenas com imagens enviadas por câmeras analógicas. Já o NVR (Network Vídeo Recorder) é utilizado em sistemas digitais, com imagens via IP. Porém existe um meio termo, um equipamento com capacidade de trabalhar com os dois tipos de câmera. Assinale a alternativa que indica a sigla e o nome do aparelho que permite este tipo de operação.
Alternativas
Q2000302 Áudio e Vídeo
Projetado para medir visualmente a potência de um sinal de áudio, um instrumento com escala calibrada em decibel (dB), criado no final dos anos 1930, se tornou uma ferramenta de medição padrão em toda a indústria de áudio. Entre as alternativas abaixo, assinale a que apresenta a sigla relacionada a este instrumento. 
Alternativas
Q2000301 Áudio e Vídeo
Existe um determinado circuito de áudio cuja variação de tensão ou intensidade de corrente em sua saída age de forma contínua, proporcionalmente equivalente ao sinal presente em sua entrada. Assinale a alternativa com o nome desse circuito
Alternativas
Q2000300 Áudio e Vídeo
Na montagem dos equipamentos de som para um evento, durante o período de testes, o som captado pelo microfone amplificado e transmitido ao alto-falante provoca uma realimentação positiva quando o operador circula pelo ambiente. Assinale o nome que se dá a essa ocorrência.
Alternativas
Q2000299 Áudio e Vídeo
As ondas sonoras podem sofrer quatro fenômenos ondulatórios: reflexão, refração, difração e interferência. Considerando as regras de acústica, correlacione, no quadro abaixo, as características inerentes a cada fenômeno e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a correta correspondência.
a. Eco b. Miragem c. Contorno de obstáculos d. Encontro de ondas e. Reverberação
1. Interferência 2. Reflexão 3. Retração 4. Difração 
Alternativas
Respostas
101: A
102: A
103: D
104: D
105: E
106: D
107: A
108: E
109: D
110: D
111: C
112: E
113: B
114: B
115: A
116: C
117: C
118: D
119: C
120: E