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Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743508 Auditoria
A revisão das atas de reuniões dos responsáveis pela governança e correspondência entre a entidade e os seus consultores jurídicos externos é aplicável no caso de procedimento de auditoria, segundo as normas brasileiras de contabilidade – NBCTA 501, para
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743507 Auditoria

“Trata-se do processo planejado, implementado e mantido pelos responsáveis pela governança, administração e outros empregados para fornecer segurança razoável quanto à realização dos objetivos da entidade no que se refere à confiabilidade dos relatórios financeiros, efetividade e eficiência das operações e conformidade com leis e regulamentos aplicáveis”.


Esse texto se refere ao seguinte conceito:

Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743506 Auditoria
O auditor, na impossibilidade, de fato, de se obter evidência de auditoria apropriada e suficiente em seus trabalhos de exame de demonstrações financeiras, emitirá um relatório
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743505 Auditoria

No trabalho de ____________ , o auditor independente reduz o risco do trabalho para um nível que é aceitável nas circunstâncias do trabalho, mas que ainda é maior do que para um trabalho de asseguração razoável.


Assinale a alternativa que completa o texto corretamente.

Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743504 Auditoria
Assinale a alternativa correta, relacionada aos conceitos de auditoria interna.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743503 Análise de Balanços

Com base nas informações a seguir, responda à questão. Essas hipotéticas informações foram extraídas da contabilidade da Empresa Plutão em Mercúrio Ltda. nas respectivas datas informadas.


                                                            31/12/2019    31/12/2018

                                                                Reais             Reais

•  Ativo total                                          1.559.950     1.392.813

•  Imobilizado e intangível, líquidos         427.000        381.250

•  Ativo circulante                                  1.090.950        974.063

•  Passivo circulante                                 648.900        579.375

•  Patrimônio líquido                                 540.050        482.188

•  Vendas brutas                                    2.911.300                     

 •  Impostos sobre vendas e deduções     486.500                      

   •  Lucro antes do IR/CSLL                        100.100                        

•  IR/CSLL                                                   19.950                     


Informação adicional: para cálculos e respostas, utilizar apenas a segunda casa decimal e não aplicar o critério de arredondamento.

Assinale a alternativa que apresenta o índice de rentabilidade do patrimônio líquido (final não médio de 2019) da empresa em 31/12/2019.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743502 Análise de Balanços

Com base nas informações a seguir, responda à questão. Essas hipotéticas informações foram extraídas da contabilidade da Empresa Plutão em Mercúrio Ltda. nas respectivas datas informadas.


                                                            31/12/2019    31/12/2018

                                                                Reais             Reais

•  Ativo total                                          1.559.950     1.392.813

•  Imobilizado e intangível, líquidos         427.000        381.250

•  Ativo circulante                                  1.090.950        974.063

•  Passivo circulante                                 648.900        579.375

•  Patrimônio líquido                                 540.050        482.188

•  Vendas brutas                                    2.911.300                     

 •  Impostos sobre vendas e deduções     486.500                      

   •  Lucro antes do IR/CSLL                        100.100                        

•  IR/CSLL                                                   19.950                     


Informação adicional: para cálculos e respostas, utilizar apenas a segunda casa decimal e não aplicar o critério de arredondamento.

Indique índice do Giro do Ativo médio total, em 31/12/2019.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743501 Análise de Balanços

Com base nas informações a seguir, responda à questão. Essas hipotéticas informações foram extraídas da contabilidade da Empresa Plutão em Mercúrio Ltda. nas respectivas datas informadas.


                                                            31/12/2019    31/12/2018

                                                                Reais             Reais

•  Ativo total                                          1.559.950     1.392.813

•  Imobilizado e intangível, líquidos         427.000        381.250

•  Ativo circulante                                  1.090.950        974.063

•  Passivo circulante                                 648.900        579.375

•  Patrimônio líquido                                 540.050        482.188

•  Vendas brutas                                    2.911.300                     

 •  Impostos sobre vendas e deduções     486.500                      

   •  Lucro antes do IR/CSLL                        100.100                        

•  IR/CSLL                                                   19.950                     


Informação adicional: para cálculos e respostas, utilizar apenas a segunda casa decimal e não aplicar o critério de arredondamento.

Indique o índice de liquidez geral, em reais, em 31/12/2019.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743500 Análise de Balanços

Com base nas informações a seguir, responda à questão. Essas hipotéticas informações foram extraídas da contabilidade da Empresa Plutão em Mercúrio Ltda. nas respectivas datas informadas.


                                                            31/12/2019    31/12/2018

                                                                Reais             Reais

•  Ativo total                                          1.559.950     1.392.813

•  Imobilizado e intangível, líquidos         427.000        381.250

•  Ativo circulante                                  1.090.950        974.063

•  Passivo circulante                                 648.900        579.375

•  Patrimônio líquido                                 540.050        482.188

•  Vendas brutas                                    2.911.300                     

 •  Impostos sobre vendas e deduções     486.500                      

   •  Lucro antes do IR/CSLL                        100.100                        

•  IR/CSLL                                                   19.950                     


Informação adicional: para cálculos e respostas, utilizar apenas a segunda casa decimal e não aplicar o critério de arredondamento.

Assinale a alternativa que apresenta o valor, em reais, do capital circulante líquido, em 31/12/2019, da Plutão em Mercúrio.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743499 Contabilidade de Custos

A empresa Enterprise Ltda. necessita calcular o valor dos custos dos produtos vendidos em 2019 e, para tanto, dispõe das seguintes informações:


Imagem associada para resolução da questão


Baseando-se nessas informações, assinale a alternativa com o valor final, em reais, dos custos dos produtos vendidos para o exercício de 2019 da referida empresa.

Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Contador |
Q1743498 Contabilidade de Custos

Assinale a alternativa que apresenta o do ponto de equilíbrio contábil em quantidade unitária (unidades) de um determinado produto, tendo como base as seguintes informações:


•  custos e despesas fixas totais: R$ 80.000,00;

•  o preço líquido unitário de venda: R$ 200,00;

•  os custos e despesas variáveis somam R$ 72,00.

Alternativas
Q1743495 Noções de Informática

No Microsoft Excel 2010, em sua configuração padrão, um usuário digitou 10/3 na célula A1 e o Excel entendeu tratar-se da data de 10 de março de 2020, como demonstrado na imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que indica o resultado que será apresentado na célula B1, ao se digitar a função =NÚM.CARACT(A1).

Alternativas
Q1743493 Noções de Informática

Em uma pasta do Microsoft Windows 10, em sua configuração geral original, mas com uma configuração específica para que os arquivos ocultos sejam exibidos, existem 4 arquivos e 1 pasta, tal qual apresentado na imagem a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


O arquivo Arq1.txt está configurado como oculto. O arquivo Arquivo A.txt está configurado como apenas leitura. Os demais arquivos e a pasta Pasta 1 não possuem nenhuma configuração específica. Assinale a alternativa que indica qual(is) item(ns) será(ão) apagado(s) quando o usuário selecionar todos, pressionando as teclas CTRL+A e pressionando, em seguida, a tecla Delete.

Alternativas
Q1743491 Matemática

O quadro a seguir apresenta os salários de 16 funcionários de um dos departamentos de uma empresa.


Nº de funcionários Salário (R$)

4 1.500,00

6 2.500,00

4 4.000,00

2 10.000,00


Serão contratados mais 4 funcionários, todos com o mesmo salário, para esse departamento de modo que a média salarial dos 20 funcionários seja igual a R$ 3.500,00. Assim, o salário de cada um desses novos funcionários será de

Alternativas
Q1743489 Matemática

O segmento de reta da figura representa um trecho de uma estrada. Os pontos destacados dividem o segmento de reta em intervalos de medidas iguais. Esses pontos são os marcos quilométricos onde serão colocadas algumas placas. O ponto P representa o marco 5 e o ponto Q, o marco 89.


Imagem associada para resolução da questão


Nessa representação, o marco correspondente ao ponto X é

Alternativas
Q1743486 Matemática

O polígono AIBCD da figura representa um terreno. ABCD é um retângulo e BIA é um triângulo retângulo em I.


Imagem associada para resolução da questão


A área do terreno correspondente ao triângulo BIA é igual a 240 m2 e a medida do lado BI é 16 m. Se a medida do lado do terreno correspondente ao lado BC é igual a 50 metros, a área total do terreno AIBCD é igual a

Alternativas
Q1743482 Português

Leia o texto para responder à questão.


Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.

    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?

    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?

    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.

    Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.

    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.

    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.

    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática.

    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máquinas, são capazes de entender.

    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

Leia as frases reescritas com base nas ideias do texto.


•  Para rever a situação, foram feitas simulações pelo computador.

•  Não bastavam manuais de instruções para salvar o dia.

•  A primeira conclusão era de que existiam opções mais sensatas a serem tomadas pelo piloto.


De acordo com a concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão, as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:

Alternativas
Q1743480 Português

Leia o texto para responder à questão.


Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.

    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?

    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?

    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.

    Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.

    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.

    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.

    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática.

    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máquinas, são capazes de entender.

    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

O sinal indicativo de crase está corretamente empregado na alternativa:
Alternativas
Q1743479 Português

Leia o texto para responder à questão.


Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.

    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?

    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?

    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.

    Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.

    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.

    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.

    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática.

    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máquinas, são capazes de entender.

    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

Considere os trechos do texto.


•  Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas? (2º parágrafo)

•  ... mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano. (6º parágrafo)

•  ... contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. (último parágrafo)


As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, as circunstâncias adverbiais de

Alternativas
Q1743477 Português

Leia o texto para responder à questão.


Lições de vida

    Em 2009, um avião pousou de emergência no rio Hudson. O piloto era Sully Sullenberger e as 155 pessoas a bordo foram salvas por uma manobra impossível, perigosa, milagrosa. Sully virou herói e a lenda estava criada.

    Em 2016, no filme “Sully, o herói do rio Hudson”, Clint Eastwood revisitou a lenda para contar o que aconteceu depois do milagre: uma séria investigação às competências do capitão Sully Sullenberger. Ele salvara 155 pessoas, ninguém contestava. Mas foi mesmo necessário pousar no Hudson? Ou o gesto revelou uma imprudência criminosa, sobretudo quando existiam opções mais sensatas?

    Foram feitas simulações de computador. E a máquina deu o seu veredicto: era possível ter evitado as águas do rio e pousar em LaGuardia ou Teterboro. O próprio Sully começou a duvidar das suas competências. Todos falhamos. Será que ele falhou?

    Por causa desse filme, reli um dos ensaios de Michael Oakeshott, cujo título é “Rationalism in Politics”. Argumenta o autor que, a partir do Renascimento, o “racionalismo” tornou-se a mais influente moda intelectual da Europa. Por “racionalismo”, entenda-se: uma crença na razão dos homens como guia único, supremo, da conduta humana.

    Para o racionalista, o conhecimento que importa não vem da tradição, da experiência, da vida vivida. O conhecimento é sempre um conhecimento técnico, ou de uma técnica, que pode ser resumido ou aprendido em livros ou doutrinas.

    Oakeshott argumentava que o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano.

    Clint Eastwood revisita a mesma dicotomia de Oakeshott para contar a história de Sullenberger. O avião perde os seus motores na colisão com aves; o copiloto, sintomaticamente, procura a resposta no manual de instruções; mas é Sully quem, conhecendo o manual, entende que ele não basta para salvar o dia.

    E, se os computadores dizem que ele está errado, ele sabe que não está – uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática.

    As máquinas são ideais para lidar com situações ideais. Infelizmente, o mundo comum é perpetuamente devassado por contingências, ambiguidades, angústias, mas também súbitas iluminações que só os seres humanos, e não as máquinas, são capazes de entender.

    Quando li Oakeshott, encontrei um filósofo que, contra toda a arrogância da modernidade, mostrava como a nossa imperfeição pode ser, às vezes, uma forma de salvação. O ensaio era, paradoxalmente, uma lição de humildade e uma apologia da grandeza humana. Eastwood, aos 86 anos, traduziu essas imagens.

(João Pereira Coutinho. Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)

Considere os trechos do texto.


•  ... o conhecimento humano depende sempre de um conhecimento técnico e prático, mesmo que os ensinamentos da prática não possam ser apresentados com rigor cartesiano. (6º parágrafo)

•  ... uma sabedoria que não se encontra em nenhum livro já que a experiência humana não é uma equação matemática. (8º parágrafo)


As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, as ideias de

Alternativas
Respostas
281: C
282: E
283: B
284: D
285: B
286: C
287: D
288: E
289: B
290: A
291: C
292: D
293: E
294: D
295: B
296: E
297: E
298: D
299: E
300: A