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Leia as alternativas abaixo, marque V (verdadeiro) e F (falso) e, posteriormente, a resposta correta.
I – O trabalho de orientação vocacional é um dos campos clássicos de atuação do orientador, porém com o avanço da inteligência artificial sua importância tem sido reduzida.
II – Um ponto comum no trabalho de orientação vocacional é o fato de que todos os educadores, ainda que por meio de metodologias diferentes, apontam para a direção da empregabilidade.
III – Um aspecto que precisa ser analisado de forma crítica são as visões assumidas pelos orientadores educacionais que acabam quase que por introjetar a culpa pelo fracasso na própria vítima ou criar uma expectativa alienada, na medida em que o modelo social não é posto em questão.
IV - O orientador deve provocar o supervisor/coordenador, e ambos problematizarem a prática pedagógica da escola e dos professores.
V - Um aspecto importante do trabalho da orientação é a necessidade de ratificar o status científico em relação à ocorrência de quaisquer problemas relacionados com os alunos.
O final dos anos 1970 e ao longo dos anos 1980, observa-se o afloramento de discussões que visam transferir as teorias do campo da administração das empresas para as escolas, sinalizando pensamentos contrários às práticas autoritárias em âmbito escolar. Em 1990, há o surgimento de uma nova variável nesse cenário, a defesa da gestão democrática embasada pelos princípios do pensamento neoliberal.
Todo esse contexto marca a implantação das reformas educacionais que embasaria o modelo atual de orientação educacional. Dentro dessa sistemática, qual é a dimensão que passa a orientar a tomada de decisão marcada por propósitos decididos coletivamente e definidos por meio do Projeto Político-Pedagógico?
Leia o texto a seguir para responder à questão
Seu Afredo
Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Alfredo estava sozinho.
Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:
– Onde vais assim tão elegante?
Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Alfredo virou-se para ela e disse:
– Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.
De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Alfredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:
– Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:
– É, canto às vezes, de brincadeira…
Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador: –
Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática. Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:
– Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!
E, a seguir, ponderou:
– Agora, piano é diferente. Pianista ela é!
E acrescentou:
– Eximinista pianista!
MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.
Leia o texto a seguir para responder à questão
Seu Afredo
Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Alfredo estava sozinho.
Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:
– Onde vais assim tão elegante?
Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Alfredo virou-se para ela e disse:
– Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.
De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Alfredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:
– Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:
– É, canto às vezes, de brincadeira…
Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador: –
Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática. Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:
– Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!
E, a seguir, ponderou:
– Agora, piano é diferente. Pianista ela é!
E acrescentou:
– Eximinista pianista!
MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.
Consider the following statements about the phonological system of the English language and answer the question:
I. The distinction between the sounds /ʃ/ (as in "she") and /tʃ/ (as in "chair") is a contrast between a fricative and an affricate.
II. The English phoneme /ɪ/ (as in "sit") and /i:/ (as in "seat") differ in both length and quality, with the latter being a tense, long vowel.
III. In English, stress can affect both meaning and grammatical category, as seen in words like "record" (noun) and "record" (verb), where the noun is stressed on the second syllable, and the verb on the first.
Which of the following is correct?
Consider the following set of words:
unhappiness;
disagreement;
reclassification;
remotivation;
disloyalty.
Which of the following best describes the common morphological process observed in the formation of these words?
Consider the following pairs of words:
1 - 'photograph - pho'tographer
2 - 'politics - po'litical
3 - e'lectric - elec'tricity
4 - 'industry - in'dustrial
5 - 'diplomat - di'plomatic
Which of the following statements most accurately describes the phonological phenomenon illustrated by these word pairs?
What does the phrase “lungs of the Earth” refer to in the text?
Read the following text carefully.
Despite _______desire to explore new places, neither Clara nor Liam is willing to compromise on comfort.______ are both cautious, so______ choose destinations with well-established amenities. However, their differing tastes mean that one of _____often ends up conceding to the other’s preferences, even though _______have similar ideas of what makes a perfect vacation.
Choose the following option with five pronouns that complete the text correctly
Regarding verb tenses and verb forms, choose the option that completes the sentence correctly.
"Back when I______ in high school, I ________many friends and _____ involved in several activities. Now that we_____ older and have different lives, we still _____in touch regularly to catch up."
Observe the following examples:
● Rabbits are fast runners → Rabbits run fast
● Tigers are patient hunters → Tigers hunt patiently
I - Ants are hard workers →______________________ .
II - Bats are quiet but quick flyers →_________________________ .
Select the alternative that correctly structures the sentences I and II using adverbs:
Read the following life path and mark the alternative to which author it refers.
"An English novelist and poet, born on April 21, 1816, in Thornton, Yorkshire, is renowned for creating one of the most iconic works in English literature, “Jane Eyre.” This individual published under the pseudonym Currer Bell, a strategy used to avoid the prejudices of the time. Most popular books are "Jane Eyre", "Villette", "Shirley" and "The Professor". Raised in a family with literary inclinations, this writer faced numerous personal tragedies, including the loss of siblings at a young age. Educated at the Clergy Daughters’ School at Cowan Bridge, the experiences there later inspired the depiction of Lowood School in “Jane Eyre.” The writer’s career as a governess also provided material for the novels, reflecting the struggles and societal expectations of the time."
Select the sentence that correctly uses the conditional tense:
"If I _______________more time, I would have finished the project earlier."
Observe the following dialogue and select the option that correctly completes the sentence using the future perfect tense.
Person A: "By the time you arrive at the airport,__________________ our luggage."
Person B: "Great! That means we'll have more time to relax before the flight."