Questões de Concurso Comentadas para câmara de lagoa da prata - mg

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Q2493966 Administração Pública
“A _________________ desempenha um papel fundamental ao proporcionar um ambiente estável para investimentos e crescimento econômico. Serviços como assistência à saúde e cuidado com o meio ambiente são imprescindíveis para que a economia de qualquer país sobreviva e a sua população prospere”.

Escolha a alternativa que apresenta o complemento à assertiva acima, tornandoa CORRETA, de acordo com a temática do planejamento nas organizações:
Alternativas
Q2493965 Administração Geral
A administração, segundo as Teorias X e Y, caracteriza-se por alguns aspectos citados abaixo:

I. Para atender às necessidades das empresas, a administração é um processo de dirigir os esforços das pessoas, incentivá-las, controlar suas ações e modificar seu comportamento.
II. São fatores presentes nas pessoas a motivação, o potencial de desenvolvimento, a capacidade de assumir responsabilidade e de dirigir o comportamento para os objetivos da empresa.
III. Para esses fatores acima descritos, são de responsabilidade da administração proporcionar condições para que as pessoas os reconheçam e os desenvolvam por si mesmas, porém essas características não são criadas nas pessoas por ela.
IV. A administração, no interesse exclusivo de seus objetivos econômicos, deve promover a organização dos recursos da empresa (dinheiro, materiais, recursos e pessoas).

Dentre esses aspectos, quais se referem diretamente aos pressupostos da Teoria X?
Alternativas
Q2493964 Administração Geral
Analise as duas assertivas abaixo e, após, escolha a alternativa CORRETA:

I. Eficácia Administrativa diz respeito à utilização que os administradores fazem dos recursos da empresa a fim de atingir as metas desta. A Eficiência Administrativa é mais bem descrita como uma atitude contínua que varia da eficiência à ineficiência,
JÁ QUE
II. a primeira, eficácia administrativa, significa que uma parte muito pequena do total de recursos contribui para a produtividade durante o processo de fabricação; a segunda, eficiência administrativa, significa que uma grande parte desses recursos contribui para a produtividade.
Alternativas
Q2493963 Administração Geral
“O administrador dá direção e rumo às organizações, proporciona liderança às pessoas e decide como os recursos organizacionais devem ser arranjados e aplicados para o alcance dos objetivos da organização”.

Tendo por base este conceito, podemos afirmar que:
Alternativas
Q2493962 Administração Geral
As cinco principais etapas do processo de organização são, segundo Samuel C. Certo (2003):

I. Refletir sobre planos e objetivos. II. Estabelecer as tarefas principais. III. Dividir as tarefas principais em subtarefas. IV. Destinar recursos e instruções para as subtarefas. V. Avaliar os resultados da estratégia organizadora implementada.

Os gerentes devem repetir essas etapas constantemente para obter feedback que os ajudará a aperfeiçoar a organização. Tomando como exemplo a gerência de um restaurante, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2493961 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
São disposições preliminares ou gerais, que regem o Município de Lagoa da Prata, e que constam na sua Lei Orgânica, EXCETO:
Alternativas
Q2493960 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Dentre as vedações dispostas ao Município, têm-se as que se referem à cobrança de tributos. Nesse sentido, é VEDADO pela Lei Orgânica do Município de Lagoa da Prata:
Alternativas
Q2493959 Regimento Interno
Aos Vereadores, de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal de Lagoa da Prata, aplicam-se os seguintes deveres, EXCETO:
Alternativas
Q2493958 Regimento Interno
O Projeto de Lei, após aprovado, é enviado ao Prefeito Municipal para sanção, o qual poderá também vetá-lo. Em relação ao instituto do veto, aponte a alternativa CORRETA, conforme o Regimento Interno da Câmara Municipal de Lagoa da Prata:
Alternativas
Q2493957 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
A Câmara Municipal de Lagoa da Prata, órgão legislativo do município, possui diversas atribuições dispostas nas Constituições Federal e Estadual, bem assim na Lei Orgânica Municipal, dentre elas destacam-se as funções Organizacional, Institucional, Legislativa, Fiscalizadora, Julgadora, Administrativa, Auxiliadora, Integrativa, Cívica, Histórica e Representativa.

Analise as afirmativas a seguir elencadas, inerentes às funções da Câmara Municipal, julgando-as como falsas (F) ou verdadeiras (V):

( ) A Função Administrativa é restrita à sua organização interna, à regulamentação de seu funcionalismo e à estrutura e direção de seus serviços auxiliares.
( ) A Função Fiscalizadora e de Controle é de caráter político-administrativo e abrange apenas agentes políticos do Município, respeitadas as reservas constitucionais.
( ) A Função Cívica consiste em participação nos fatos formadores do espírito nativista e nas manifestações de civismo.
( ) A Função Auxiliadora ou de Assessoramento consiste em participar com a comunidade na solução dos problemas locais, catalisando as forças e potencialidades existentes no Município.

Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Q2493956 Noções de Informática
Adilson é estagiário e usa o Google Chrome como seu navegador padrão. Ele gosta de personalizar o Chrome com temas, extensões e outras opções. Um dia percebeu que o Chrome estava demorando muito para abrir e carregar as páginas. Então decidiu verificar se havia alguma atualização disponível para o navegador. Qual dos passos abaixo ele deveria seguir para verificar e instalar as atualizações do Chrome?
Alternativas
Q2493955 Noções de Informática
No mundo atual, o navegador da web tornou-se uma ferramenta essencial para a maioria dos usuários da Internet. O Google Chrome, que está entre os navegadores mais usados, possui uma variedade de funcionalidades e recursos que fazem dele uma opção favorita para muitos usuários. Dentre as funcionalidades, destacase a navegação anônima. Uma vez que o usuário optar por uma nova janela anônima, ele tem a garantia de que, EXCETO:
Alternativas
Q2493954 Noções de Informática
Após uma bem sucedida apresentação dos resultados do ano, expondo as receitas e despesas, o presidente em exercício da Câmara pediu que a apresentação fosse transformada em um documento texto para ser arquivada e disponibilizada nos canais adequados. Ao produzir tal documento, Dirceu, o secretário, optou por colar a planilha com o sumário das despesas, de modo que, caso houvesse alguma alteração dos dados na planilha original, essa modificação fosse automaticamente refletida no documento texto. Para obter esse resultado qual das alternativas abaixo é indicada após a planilha ser copiada?
Alternativas
Q2493953 Noções de Informática
No intuito de apresentar os gastos anuais e manter a transparência das contas públicas, o secretário da câmara criou uma planilha usando o LibreOffice Calc com as principais despesas. Analisando a planilha apresentada, que contém a descrição e os valores das despesas de 2018, bem como o percentual que cada uma representa do total na coluna C, qual alternativa indica corretamente a fórmula aplicada na célula C6?
Q17.png (508×288)
Alternativas
Q2493952 Noções de Informática
Marina foi responsável por criar um manual com normas e padrões utilizados na confecção de documentos da Câmara. O manual focava principalmente na formatação de texto, tamanho da fonte, tipo e estilos. As alternativas abaixo apresentam opções de formatação de texto presentes no manual. Indique qual dessas opções NÃO existe no LibreOffice Writer acessando o Menu Formatar, opção Texto. 
Alternativas
Q2493947 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte figura abaixo que representa um retângulo uniformemente dividido em 4 linhas e 5 colunas, igualmente espaçadas.

Q11.png (278×237)


Com base nessas informações, o número de quadrados que existem na Figura 1 é
Alternativas
Q2493946 Português
Assinale a alternativa cujas palavras apresentam a mesma regra de acentuação ortográfica.
Alternativas
Q2493944 Português

Quem está perdido, a bala ou nós?


    A linguagem é perigosa. A primeira vez que uma criança foi abatida à bala em algum beco pululante de uma metrópole brasileira e nós decidimos arquivar sua morte na gaveta “bala perdida”, seguindo com o dia sem pensar mais no caso, perdemos parte da humanidade.

    Difícil precisar quando foi esse ato inaugural. “Bala perdida” é uma expressão antiga, talvez tão antiga quanto as armas de fogo. Projéteis sempre deram um jeito de se extraviar do alvo, indo traçar retas fatais no território do acaso.

    Menos antiga é a imensa probabilidade de que uma reta dessas, inapelável feito um deus indiferente, intercepte um menino jogando bola na rua ou uma menina debruçada na janela do quarto e sussurre em seu ouvido: acabou.

    Não que algo parecido não pudesse acontecer antes de nossas metrópoles começarem a inchar, latejar e apodrecer, mais de meio século atrás.

    Podia acontecer, mas era evento raríssimo enquanto não havia essa guerra sem fim entre polícia e bandidos, a fronteira entre os dois lados muitas vezes difusa — e um monte de gente no meio.

    Falta treinamento, perícia, profissionalismo? Bom, ainda que todos os atiradores fossem medalhistas olímpicos, nem assim deixaria de haver bala perdida. E olha que ainda não falamos das “balas perdidas” que são puro cinismo, eufemismo de chacina, disparadas pelas costas ou à queima-roupa.

    Mentirosa ou cândida, é estranha a preferência da tal bala por crianças. Seria por que estas são serelepes e teimam em se intrometer em assunto de gente grande, aonde não foram chamadas?

    Ou não, nada disso, pessoas de todas as idades morrem assim — e nós é que, viciados em sentimentalismos, só damos importância ao banal quando ele se abate sobre o futuro?

    Sim, a bala perdida nos desumaniza. Começa que não é perdida coisa nenhuma. É supercentrada, segura de si. Feita para matar, vai lá e mata. Perdida, a bala?

    Mesmo quando erra e não mata nem fere ninguém, e acaba encravada em alguma parede ou tronco de árvore aleatório, nem assim é o caso de dizer que se perdeu. Abriu um buraco, não abriu?

    Pois então. Negócio de bala é abrir buraco, mais até do que matar. Claro que abrir buraco é muito bom quando o objetivo é matar, mas também serve para outros propósitos. Digamos que a intenção do atirador seja, sei lá, pôr abaixo uma porta trancada; bala funciona para isso também.

    E pode acontecer, lógico, que alguém queira arrombar a porta para em seguida matar uma pessoa que está do outro lado; acontece, nada impede, desde que haja balas suficientes. Derrubar portas requer muitos cartuchos, razão pela qual tantos especialistas recomendam a pistola automática.

    A bala que se diz perdida está encontradíssima, zunindo por aí como foi projetada para fazer, esticando um fio que pode cortar destinos feito linha de pipa braba com cerol. Perdidos estão os outros; perdidos estamos nós. 

    Perdido, muito, está quem disparou a bala. É bem difícil que a pessoa esteja andando na rua e, ao esbarrar sem querer em seu revólver, veja balas saírem loucas pelo mundo. Mais comum é que meta o dedo no gatilho para onde o nariz aponta e seja o que Deus quiser — e assim o atirador se torna perdido.

    Claro que mais perdida ainda está a pessoa que a bala encontra, mas no fim do tiroteio perdidos estamos nós, todos nós, que deixamos que a história de tantas vidas estupidamente destruídas seja insultada por uma expressão covarde e imoral.



(RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo, São Paulo, 31 ago. 2023. Cotidiano, p. 3. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2023/08/quem-esta-perdido-a-bala-ou-nos.shtml. Com adaptações).

A bala que se diz perdida está encontradíssima, zunindo por aí...
A palavra encontradíssima tem
Alternativas
Q2493943 Português

Quem está perdido, a bala ou nós?


    A linguagem é perigosa. A primeira vez que uma criança foi abatida à bala em algum beco pululante de uma metrópole brasileira e nós decidimos arquivar sua morte na gaveta “bala perdida”, seguindo com o dia sem pensar mais no caso, perdemos parte da humanidade.

    Difícil precisar quando foi esse ato inaugural. “Bala perdida” é uma expressão antiga, talvez tão antiga quanto as armas de fogo. Projéteis sempre deram um jeito de se extraviar do alvo, indo traçar retas fatais no território do acaso.

    Menos antiga é a imensa probabilidade de que uma reta dessas, inapelável feito um deus indiferente, intercepte um menino jogando bola na rua ou uma menina debruçada na janela do quarto e sussurre em seu ouvido: acabou.

    Não que algo parecido não pudesse acontecer antes de nossas metrópoles começarem a inchar, latejar e apodrecer, mais de meio século atrás.

    Podia acontecer, mas era evento raríssimo enquanto não havia essa guerra sem fim entre polícia e bandidos, a fronteira entre os dois lados muitas vezes difusa — e um monte de gente no meio.

    Falta treinamento, perícia, profissionalismo? Bom, ainda que todos os atiradores fossem medalhistas olímpicos, nem assim deixaria de haver bala perdida. E olha que ainda não falamos das “balas perdidas” que são puro cinismo, eufemismo de chacina, disparadas pelas costas ou à queima-roupa.

    Mentirosa ou cândida, é estranha a preferência da tal bala por crianças. Seria por que estas são serelepes e teimam em se intrometer em assunto de gente grande, aonde não foram chamadas?

    Ou não, nada disso, pessoas de todas as idades morrem assim — e nós é que, viciados em sentimentalismos, só damos importância ao banal quando ele se abate sobre o futuro?

    Sim, a bala perdida nos desumaniza. Começa que não é perdida coisa nenhuma. É supercentrada, segura de si. Feita para matar, vai lá e mata. Perdida, a bala?

    Mesmo quando erra e não mata nem fere ninguém, e acaba encravada em alguma parede ou tronco de árvore aleatório, nem assim é o caso de dizer que se perdeu. Abriu um buraco, não abriu?

    Pois então. Negócio de bala é abrir buraco, mais até do que matar. Claro que abrir buraco é muito bom quando o objetivo é matar, mas também serve para outros propósitos. Digamos que a intenção do atirador seja, sei lá, pôr abaixo uma porta trancada; bala funciona para isso também.

    E pode acontecer, lógico, que alguém queira arrombar a porta para em seguida matar uma pessoa que está do outro lado; acontece, nada impede, desde que haja balas suficientes. Derrubar portas requer muitos cartuchos, razão pela qual tantos especialistas recomendam a pistola automática.

    A bala que se diz perdida está encontradíssima, zunindo por aí como foi projetada para fazer, esticando um fio que pode cortar destinos feito linha de pipa braba com cerol. Perdidos estão os outros; perdidos estamos nós. 

    Perdido, muito, está quem disparou a bala. É bem difícil que a pessoa esteja andando na rua e, ao esbarrar sem querer em seu revólver, veja balas saírem loucas pelo mundo. Mais comum é que meta o dedo no gatilho para onde o nariz aponta e seja o que Deus quiser — e assim o atirador se torna perdido.

    Claro que mais perdida ainda está a pessoa que a bala encontra, mas no fim do tiroteio perdidos estamos nós, todos nós, que deixamos que a história de tantas vidas estupidamente destruídas seja insultada por uma expressão covarde e imoral.



(RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo, São Paulo, 31 ago. 2023. Cotidiano, p. 3. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2023/08/quem-esta-perdido-a-bala-ou-nos.shtml. Com adaptações).

Assinale a alternativa em que a substituição do elemento grifado por pronome correspondente está CORRETA, de acordo com a gramática normativa.
Alternativas
Q2493942 Português

Quem está perdido, a bala ou nós?


    A linguagem é perigosa. A primeira vez que uma criança foi abatida à bala em algum beco pululante de uma metrópole brasileira e nós decidimos arquivar sua morte na gaveta “bala perdida”, seguindo com o dia sem pensar mais no caso, perdemos parte da humanidade.

    Difícil precisar quando foi esse ato inaugural. “Bala perdida” é uma expressão antiga, talvez tão antiga quanto as armas de fogo. Projéteis sempre deram um jeito de se extraviar do alvo, indo traçar retas fatais no território do acaso.

    Menos antiga é a imensa probabilidade de que uma reta dessas, inapelável feito um deus indiferente, intercepte um menino jogando bola na rua ou uma menina debruçada na janela do quarto e sussurre em seu ouvido: acabou.

    Não que algo parecido não pudesse acontecer antes de nossas metrópoles começarem a inchar, latejar e apodrecer, mais de meio século atrás.

    Podia acontecer, mas era evento raríssimo enquanto não havia essa guerra sem fim entre polícia e bandidos, a fronteira entre os dois lados muitas vezes difusa — e um monte de gente no meio.

    Falta treinamento, perícia, profissionalismo? Bom, ainda que todos os atiradores fossem medalhistas olímpicos, nem assim deixaria de haver bala perdida. E olha que ainda não falamos das “balas perdidas” que são puro cinismo, eufemismo de chacina, disparadas pelas costas ou à queima-roupa.

    Mentirosa ou cândida, é estranha a preferência da tal bala por crianças. Seria por que estas são serelepes e teimam em se intrometer em assunto de gente grande, aonde não foram chamadas?

    Ou não, nada disso, pessoas de todas as idades morrem assim — e nós é que, viciados em sentimentalismos, só damos importância ao banal quando ele se abate sobre o futuro?

    Sim, a bala perdida nos desumaniza. Começa que não é perdida coisa nenhuma. É supercentrada, segura de si. Feita para matar, vai lá e mata. Perdida, a bala?

    Mesmo quando erra e não mata nem fere ninguém, e acaba encravada em alguma parede ou tronco de árvore aleatório, nem assim é o caso de dizer que se perdeu. Abriu um buraco, não abriu?

    Pois então. Negócio de bala é abrir buraco, mais até do que matar. Claro que abrir buraco é muito bom quando o objetivo é matar, mas também serve para outros propósitos. Digamos que a intenção do atirador seja, sei lá, pôr abaixo uma porta trancada; bala funciona para isso também.

    E pode acontecer, lógico, que alguém queira arrombar a porta para em seguida matar uma pessoa que está do outro lado; acontece, nada impede, desde que haja balas suficientes. Derrubar portas requer muitos cartuchos, razão pela qual tantos especialistas recomendam a pistola automática.

    A bala que se diz perdida está encontradíssima, zunindo por aí como foi projetada para fazer, esticando um fio que pode cortar destinos feito linha de pipa braba com cerol. Perdidos estão os outros; perdidos estamos nós. 

    Perdido, muito, está quem disparou a bala. É bem difícil que a pessoa esteja andando na rua e, ao esbarrar sem querer em seu revólver, veja balas saírem loucas pelo mundo. Mais comum é que meta o dedo no gatilho para onde o nariz aponta e seja o que Deus quiser — e assim o atirador se torna perdido.

    Claro que mais perdida ainda está a pessoa que a bala encontra, mas no fim do tiroteio perdidos estamos nós, todos nós, que deixamos que a história de tantas vidas estupidamente destruídas seja insultada por uma expressão covarde e imoral.



(RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo, São Paulo, 31 ago. 2023. Cotidiano, p. 3. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2023/08/quem-esta-perdido-a-bala-ou-nos.shtml. Com adaptações).

A alternativa cujo verbo em negrito NÃO deve sua flexão ao termo sublinhado é
Alternativas
Respostas
61: A
62: B
63: A
64: C
65: B
66: C
67: D
68: B
69: B
70: A
71: A
72: D
73: A
74: C
75: A
76: D
77: B
78: B
79: B
80: A