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Q2560463 Medicina
Caso 2


Paciente feminina, 36 anos, procura atendimento por queixa de tontura iniciada há 5 dias. Refere que a tontura iniciou de forma leve e se tornou progressivamente pior ao longo dos dias, motivo pelo qual procurou atendimento. Na história médica pregressa, relata que já havia apresentado episódio de fraqueza nos membros inferiores por volta dos 30 anos com instalação gradual e resolução completa, além de borramento visual no olho direito aos 35 anos com instalação e resolução graduais. A ressonância nuclear magnética demonstrou alta carga lesional em substância branca, com focos de desmielinização no corpo caloso e nas regiões periventricular, justacortical, infratentorial e na medula espinal. Na ressonância magnética, algumas lesões apresentavam realce anelar incompleto ao gadolínio e outras não captavam contraste.
De acordo com o Caso 2, o diagnóstico mais provável da paciente, com base na história clínica e achados de exame de imagem, e um tratamento que pode ser realizado neste momento, respectivamente, são:
Alternativas
Q2560462 Medicina
Paciente masculino, 35 anos, procura atendimento por quadro de fraqueza de início na adolescência e dificuldade para assoprar balões e para tomar bebidas com canudos e pé caído à esquerda. Ao exame físico, observou-se diparesia facial, escápula alada bilateralmente, força grau 4 para flexão do cotovelo à esquerda e grau 2 à direita, força grau 3 para dorsiflexão plantar à esquerda e grau 2 à direita, sinal de Beevor. Não havia fraqueza no deltoide ou alteração sensitiva associada. Os achados de exames complementares foram: creatina fosfoquinase (CPK) 9.000 e eletroneuromiografia sugestiva de miopatia. Para o seguimento da investigação do paciente acima com o objetivo de obter uma confirmação etiológica, o exame mais adequado neste momento seria:
Alternativas
Q2560461 Medicina
Caso 1



Paciente masculino, 60 anos, vem à consulta em cadeira de rodas por queixa de desequilíbrio. Na história, refere queixa de parestesias progressivas nos membros inferiores e superiores há 12 semanas. Ao exame físico, observa-se força grau 4 proximal e distal nos membros superiores e grau 3 proximal e distal nos inferiores, hipopalestesia distal nos membros superiores e inferiores, ataxia sensitiva e abolição dos reflexos tendinosos profundos nos quatro membros. Não havia relato de queixas autonômicas e não foram observadas fasciculações ou atrofia ao exame clínico.
Conforme o Caso 1, a hipótese diagnóstica mais provável para o paciente é:
Alternativas
Q2560460 Medicina
Caso 1



Paciente masculino, 60 anos, vem à consulta em cadeira de rodas por queixa de desequilíbrio. Na história, refere queixa de parestesias progressivas nos membros inferiores e superiores há 12 semanas. Ao exame físico, observa-se força grau 4 proximal e distal nos membros superiores e grau 3 proximal e distal nos inferiores, hipopalestesia distal nos membros superiores e inferiores, ataxia sensitiva e abolição dos reflexos tendinosos profundos nos quatro membros. Não havia relato de queixas autonômicas e não foram observadas fasciculações ou atrofia ao exame clínico.
Os achados eletroneuromiográficos que ajudariam a corroborar a hipótese diagnóstica do Caso 1 são: 
Alternativas
Q2560459 Medicina
A síndrome serotoninérgica está associada à(ao):
Alternativas
Q2560458 Medicina
Considerando-se uma criança com fratura da ulna no terço proximal e luxação da cabeça do rádio, assinalar a alternativa que define esse tipo de fratura CORRETAMENTE:
Alternativas
Q2560457 Medicina
Um paciente de 30 anos é trazido ao pronto-socorro após um acidente de carro. Ele está consciente, mas confuso, com uma pontuação de 13 na Glasgow Coma Scale (GCS). Há evidências de trauma cranioencefálico e suspeita de lesão na coluna cervical. Assim, qual é a primeira abordagem mais apropriada para o manejo deste paciente?
Alternativas
Q2560456 Medicina
NÃO faz parte da síndrome clínica encontrada em pacientes com Doença de Parkinson:
Alternativas
Q2560455 Medicina
Mulher de 58 anos de idade, altura 1,57m, 52kg, divorciada, 2 filhos, procura atendimento ambulatorial por queixa de sangramento uterino anormal (SUA), persistente há dois meses. Nega ter realizado terapia hormonal ou uso de tamoxifeno. Foi realizada biópsia endometrial, que resultou em amostra insatisfatória. Em relação às alternativas de avaliação diagnóstica, considerando-se a idade, os fatores de risco para neoplasia maligna e o quadro clínico da paciente, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A ultrassonografia transvaginal pode ser realizada e, caso apresente espessura endometrial ≥ 5mm, realizar investigação adicional por biópsia aspirativa ou histeroscopia (HSC) com biópsia.

( ) A HSC permite uma biópsia direcionada por meio da visualização direta da cavidade. Alternativas incluem a citologia endometrial, que só deve ser valorizada no caso de negatividade para células malignas, e a dilatação seguida de curetagem uterina.

( ) O procedimento para amostragem de endométrio pode ser realizado no consultório por aspiração com cânulas pequenas e flexíveis, cateter de Pipelle ou cureta de Novak. Esse método tem baixo custo e riscos mínimos, além de obter amostra satisfatória de todo o endométrio.

( ) A ultrassonografia transvaginal pode ser realizada, ainda que apresente espessura endometrial < 5mm e investigação adicional com biópsia negativa; caso a paciente apresentar SUA persistente, realizar investigação adicional por biópsia aspirativa ou histeroscopia (HSC) com biópsia.
Alternativas
Q2560454 Medicina
A doença hemolítica perinatal (DHPN) é a formação de anticorpos maternos contra antígenos de hemácias fetais, podendo levar à significativa hemólise e à anemia no feto ou no recém-nascido (RN). Em relação à DHPN, analisar os itens abaixo:

I. A principal causa da DHPN é a incompatibilidade do grupo sanguíneo Rh- antígeno D (cerca de 95%), que é um dos 50 antígenos do grupo Rh.

II. Quando o resultado do laboratório aparecer como “D fraco (Du)”, deve-se considerar Rh+; já quando mostrar “D parcial” e “DEL”, considera-se Rh-.

III. Quanto ao sistema ABO, em mães do grupo O com fetos do grupo A ou B, pode ocorrer anemia fetal de maneira relativamente frequente, com repercussões clínicas maiores ou necessidade de intervenção durante a gestação.


Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2560453 Medicina
O abortamento é a complicação mais comum da primeira metade da gestação. Estima-se que seu diagnóstico clínico ocorra em 12 a 15% das gestações. Com base na classificação dos tipos de abortamento, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Abortamento retido.
(2) Gestação anembrionária.
(3) Abortamento inevitável.


( ) É definido pela presença de um saco gestacional com diâmetro médio de 25mm ou mais que não contém embrião.

( ) Costuma vir associado à diminuição ou ao desaparecimento completo dos sintomas habituais do início da gestação.

( ) É a ocorrência de sangramento vaginal e dor abdominal associada à dilatação cervical, podendo também ocorrer exteriorização de líquido amniótico.
Alternativas
Q2560450 Medicina
Vulvovaginite é a inflamação dos tecidos da vulva e da vagina, podendo ser secundária a uma ampla variedade de causas. Em relação às vulvovaginites, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2560448 Medicina
Gestante, 29 anos, gesta 2, cesárea 1, abortamento 0, histórico de mal passado obstétrico com feto morto (FM), gestação atual de 34 semanas, feto único, com diagnóstico de restrição de crescimento fetal (RCF) de início tardio. Encaminhada para realização de ultrassonografia com Doppler, apresenta os seguintes resultados: índice de pulsabilidade da Artéria Umbilical (IP — AUmb) 1,20, índice de pulsabilidade da Artéria Cerebral Média (IP — ACM) 1,31 e Relação Cerebroplacentária (RCP) 1,24. Com base nesses resultados, a paciente é encaminhada para internação hospitalar, devido à detecção de risco de efeitos adversos e deterioração da saúde fetal. Para justificar a conduta adotada, analisar os itens abaixo:

I. O IP — AUmb é a única medida que oferece informação quanto ao diagnóstico e ao prognóstico para o manejo da RCF de início tardio, pois precede outros indicadores.

II. O IP — ACM pode ser preditor de desfechos adversos nos fetos com restrição de crescimento de início tardio, independentemente da AUmb, que muitas vezes está normal.

III. O valor da RCP é importante no seguimento dos casos suspeitos de RCF tardia, nos quais pode dar informações adicionais sobre a deterioração do estado fetal.


Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2560447 Medicina
A puberdade tardia afeta 3% das adolescentes e segue critérios diagnósticos, clínicos e prognósticos bem estabelecidos. Em relação à etiologia, ao quadro clínico e ao tratamento da puberdade tardia, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2560446 Medicina
Restrição de crescimento fetal (RCF) é a situação do feto que não alcança o seu potencial de crescimento e desenvolvimento intrauterino. Em relação aos fatores associados à restrição de crescimento fetal de apresentação precoce ou tardia, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Restrição e crescimento precoce (< 32 semanas).
(2) Restrição e crescimento tardia (> 32 semanas).

( ) Incidência entre 3-5%, insuficiência placentária leve, idade recomendada para o parto > 37 semanas.

( ) Incidência entre 1-2%, insuficiência placentária grave, idade recomendada para o parto < 37 semanas.

( ) Hipoxemia fetal leve, tolerância à hipóxia baixa, morbidade neurológica em longo prazo.

( ) Hipoxemia fetal grave, tolerância à hipóxia alta, morbidade sistêmica em longo prazo.
Alternativas
Q2560445 Medicina
A gestação gemelar é sempre considerada uma gestação de alto risco, associada à ocorrência de mais complicações, à alta taxa de prematuridade e ao aumento da morbimortalidade materna, fetal e neonatal. Por isso, é fundamental o encaminhamento da paciente para pré-natal de alto risco, com profissionais acostumados com o manejo desse tipo de gestação. Em relação à ultrassonografia obstétrica na gestação gemelar, analisar os itens abaixo:

I. O diagnóstico de gestação múltipla deve, preferencialmente, ser realizado por ultrassonografia (US) de primeiro trimestre (entre 7-13 semanas), bem como pela determinação da idade gestacional (IG), da corionicidade e da amnionicidade.

II. A datação da gestação deve ser realizada pela medida do comprimento cabeça-nádega (CCN). Quando houver discordância, o maior dos dois CCNs deve ser utilizado, evitando-se, assim, o risco de estimar a IG por um feto com alteração precoce do crescimento.

III. A corionicidade deve ser determinada pelo número de massas placentárias, pelo sinal do lambda ou do T e/ou pela presença e espessura de membrana(s) amniótica(s).


Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2560444 Medicina
Considerar os seguintes achados ultrassonográficos do feto: braquicefalia, ventriculomegalia, comprimento do fêmur < percentil 2,5 e defeito de septo atrioventricular. Essa morfologia fetal está associada a qual patologia?
Alternativas
Q2560443 Medicina
São condições e padrões que devem ser seguidos na medida da transluscência nucal (TN), EXCETO:
Alternativas
Q2560442 Medicina
Gestante, 28 anos, tabagista, hipertensão arterial sistêmica controlada, em uso de metildopa, gesta 2, cesárea 1 (indicada por placenta prévia), encontra-se com 35 semanas de gestação, feto único do sexo masculino. Comparece ao serviço de emergência com queixa de sangramento de início súbito, intensidade leve, dor abdominal leve com sensibilidade uterina dolorosa, acompanhada por queixa de dor lombar. Relata contrações uterinas leves. Histórico de sangramento no primeiro trimestre da gestação e duas ultrassonografias obstétricas sem achados significativos. Ao exame apresenta sinais vitais estáveis. Qual das seguintes alternativas representa a conduta mais provável, diante do quadro?
Alternativas
Q2560426 Medicina
Sobre os sintomas da menopausa, analisar os itens abaixo:

I. Episódios súbitos de sensação de calor na face, no pescoço e na parte superior do tronco, geralmente acompanhados de rubor facial, suores, palpitações no coração, vertigens, cansaço muscular.

II. Redução dos níveis de hormônios femininos interfere na liberação de neurotransmissores essenciais para o funcionamento harmonioso do sistema nervoso central, fazendo com que aumentem as queixas de irritabilidade, instabilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia.

III. Alterações na pele, que perde vigor, nos cabelos e nas unhas, que ficam mais finos e quebradiços.


Estão CORRETOS:
Alternativas
Respostas
81: A
82: D
83: C
84: B
85: C
86: C
87: A
88: C
89: D
90: A
91: D
92: C
93: B
94: C
95: C
96: A
97: C
98: D
99: A
100: D