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Q3439030 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Em “A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto.” (9º§), o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição entre “A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde” e “toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto”. Assinale a reescrita do trecho que mantém o sentido inicial.
Alternativas
Q3439029 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
No título “Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios”, a palavra “prescindir” tem o significado de: 
Alternativas
Q3439028 Português
Por uma revolução na saúde sem prescindir de nossos princípios



           A quarta revolução industrial inicia-se impulsionada pela inteligência artificial (IA), pela análise de dados em larga escala e pela automação avançada. Essa nova era vem redesenhando a forma como produzimos, nos comunicamos e, cada vez mais, como cuidamos da saúde. Diagnósticos mais rápidos e precisos, terapias personalizadas, otimização de processos hospitalares, e a previsão de surtos com antecedência. Uma promessa tentadora de eficiência, precisão e vidas salvas.
        Entretanto, diante das sempre deslumbrantes promessas tecnológicas, surge uma pergunta urgente e necessária: como garantir que essas ferramentas, tão poderosas quanto pouco transparentes, realmente apresentam a eficácia prometida? E mais: que funcionam com segurança, ética e equidade?
       Se em muitas áreas o objetivo das decisões é maximizar o lucro, na saúde, cada decisão carrega o peso da vida de um ser humano, com laços afetivos e papéis sociais. Por isso, a incorporação de tecnologias de IA precisa ser pautada, antes de qualquer entusiasmo, por princípios éticos e científicos.
         Apesar dos inúmeros lançamentos de soluções baseadas em IA na saúde, a imensa maioria entra no mercado com evidências frágeis: sem estudos comprovando sua eficácia ou segurança, ausência de revisões independentes, sem demonstrar cumprir critérios mínimos para determinarem decisões clínicas. Não é raro encontrar algoritmos treinados em bases de dados limitadas, que funcionam bem em ambientes controlados, mas falham quando expostos à complexidade do mundo real – especialmente quando lidam com diferentes populações e dimensões de valor.
       Se, em todo o mundo, agências reguladoras estabelecem que nenhum novo teste diagnóstico ou tratamento é aprovado sem estudos bem estruturados e revisados por pares, por que aceitaríamos menos de uma ferramenta de IA que influencia diagnósticos e decisões terapêuticas?
        É preciso exigir que a IA na saúde siga, ao menos, os mesmos princípios da medicina baseada em evidências: estudos metodologicamente robustos, amostras representativas, reprodutibilidade dos resultados e avaliações independentes. O fascínio pela inovação e rapidez de resultados não pode obscurecer nossa responsabilidade com bem-estar social.
        Essa exigência é ainda mais crucial, porque a IA generativa, ao contrário de uma tecnologia passiva, aprende, se atualiza, se transforma. Um algoritmo aprovado hoje pode apresentar comportamentos diferentes amanhã. Isso impõe a necessidade de evidências e monitoramento contínuo, avaliando não apenas a performance técnica, mas também garantindo a ética e a equidade na assistência aos pacientes ao longo do tempo.
        A promessa da IA na saúde não está completa sem um compromisso com a inclusão e acessibilidade. É crucial que seus avanços beneficiem a todos, independentemente da localização geográfica ou condição socioeconômica.
      A inteligência artificial tem potencial para revolucionar a saúde. Mas toda revolução que ignora a ética e a ciência, cedo ou tarde, cobra um preço alto. Se quisermos que essa revolução realmente floresça em benefício das pessoas e da sociedade, precisamos agir agora, com responsabilidade. É urgente prevenir para que a IA, tão cheia de promessas, não repita a velha tragédia das revoluções que, cegas pela pressa, acabam prescindindo de seus princípios.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: junho de 2025. Fragmento.)
Assinale a alternativa que contradiz as informações apresentadas no texto. 
Alternativas
Q3438957 Noções de Primeiros Socorros
Durante o deslocamento para o trabalho, Ana presenciou um atropelamento em uma via urbana. Sabe-se que o pedestre está caído no chão, aparentemente inconsciente, e com a perna em posição anormal. Ana ligou imediatamente para o SAMU (192) e, enquanto aguardava, decidiu remover a vítima para o passeio, a fim de evitar novos acidentes com o tráfego. Com base nas orientações da cartilha de primeiros-socorros, qual a conduta mais adequada de Ana nessa situação? 
Alternativas
Q3438956 Noções de Primeiros Socorros
Durante um trajeto noturno, determinado condutor de ambulância presenciou um acidente no qual um motociclista colidiu com um poste e caiu desacordado. O profissional estacionou o veículo com segurança, acionou o serviço de emergência (SAMU 192) e se aproximou da vítima. Ao perceber que a vítima estava inconsciente, mas respirando, ele considerou movê-la para o acostamento com o objetivo de evitar novos acidentes. De acordo com as orientações do Ministério da Saúde e do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), qual deverá ser a conduta correta a ser adotada pelo condutor? 
Alternativas
Q3438955 Legislação de Trânsito
Considere que determinado condutor de ambulância recebeu uma notificação de autuação por excesso de velocidade, mas acredita que houve erro na aplicação da penalidade. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), qual é o procedimento legal adequado para apresentar defesa ou recurso da infração?
Alternativas
Q3438954 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), ao ser flagrado dirigindo um veículo sob a influência de álcool, o condutor estará sujeito a uma série de penalidades. Qual das alternativas a seguir relacionadas corresponde corretamente à penalidade prevista para esse tipo de infração, conforme o CTB?
Alternativas
Q3438953 Mecânica de Autos
Rafael, técnico automotivo, foi chamado para substituir o fusível queimado do farol baixo de um veículo. Ao abrir a caixa de fusíveis, observou que havia vestígios de oxidação nos terminais e optou por trocar o fusível imediatamente, sem desligar a ignição do veículo, para ganhar tempo, utilizando apenas uma chave de fenda metálica. Considerando as boas práticas de segurança em manutenção automotiva e os princípios da NR-10 adaptados à rotina automotiva, trata-se de uma conduta adequada que Rafael deverá adotar: 
Alternativas
Q3438951 Legislação de Trânsito
Júnior, condutor de ambulância, está em serviço transportando um paciente em estado grave. Durante o trajeto, ao se aproximar de um cruzamento com semáforo vermelho e tráfego intenso nas demais vias, ele aciona os dispositivos sonoros e luminosos do veículo de emergência. Mesmo assim, decide avançar o sinal sem reduzir a velocidade, colocando em risco pedestres e outros veículos. Considerando o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e os princípios de segurança viária, a conduta adequada e de acordo com a legislação que o condutor de ambulância deverá adotar nessa situação é:
Alternativas
Q3438950 Segurança e Transporte
A manutenção preventiva do sistema de freios é fundamental para garantir a segurança veicular. Qual das alternativas a seguir relacionadas representa uma consequência direta da negligência na manutenção dos freios?
Alternativas
Q3438948 Legislação de Trânsito
Durante um atendimento de urgência, José, condutor de ambulância, foi acionado para transportar um paciente em estado grave do interior até um hospital da capital. Ao longo do trajeto, ele utilizou a sirene e o giroflex, transitou por vias preferenciais, passou por alguns sinais vermelhos e precisou dirigir em alta velocidade em determinados momentos, sempre priorizando a segurança viária. Com base no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e nas normas que regem a condução de veículos de emergência, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3438777 Pedagogia
Determinado casal, V. e S.,se recusou, veementemente, a vacinar seus filhos, L., de 3 anos, e H., de 9 anos. Na escola em que as crianças frequentam, praticamente todas as crianças já foram vacinadas, pois trata-se de uma exigência do regulamento interno da escola. Contudo, o casal insiste em dizer que o direito à educação e à saúde de seus filhos é inalienável e pertence a eles, que são seus pais e tutores legais. Em relação ao caso hipotético descrito, fica evidente que:
Alternativas
Q3438776 Conhecimentos Gerais
Carlos, 38 anos, contador, especialista em questões tributárias, fica muito atribulado nos meses de abril e maio, especificamente, atendendo clientes para a entrega da Declaração do Imposto de Renda. Como contador e cidadão, ele precisa estar atento às regras sobre a declaração para orientar devidamente os seus clientes. Caso seja questionado a respeito das regras para isenção do Imposto de Renda, vigentes no ano de 2025, a resposta correta de Carlos deverá ser: 
Alternativas
Q3438775 Conhecimentos Gerais
Sobre a não proliferação, a restrição na transferência de armas nucleares, a redução dos arsenais e o uso pacífico da energia nuclear, é correto afirmar que a Rússia: 
Alternativas
Q3438774 Conhecimentos Gerais
Paulo, empresário do ramo das comunicações, no intuito de diversificar suas atividades econômicas, resolveu investir no setor ferroviário do Brasil. Ciente dos planos do governo, que já divulgou projetos, leilões e investimentos nesse nicho, resolveu também pesquisar acerca da situação brasileira em relação a esse modal. Sobre a malha ferroviária brasileira, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3438773 Conhecimentos Gerais
Vera, 55 anos, solteira, funcionária de empresa privada há vinte e oito anos. Sabe-se que ela começou a ter problemas profissionais em 1996, com sucessivas mudanças administrativas, sendo transferida duas vezes e obrigada a assumir, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando, assim, suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Passou a se sentir muito cansada fisicamente, ansiosa, tensa e insone. Além do cansaço físico, sentia-se exigida além do seu limite emocional. Pensar em trabalho deixava-a irritada e impaciente, ao contrário do que sempre foi. Ela foi diagnosticada com a Síndrome de Burnout. Sobre tal síndrome, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3438772 Conhecimentos Gerais
Belém do Pará: a capital Amazônica que receberá a COP30


Belém do Pará é uma porta de entrada para a Amazônia, onde tradição, fé e sabores únicos se unem em um cenário de rios e natureza exuberante. Em novembro de 2025, a capital do estado do Pará vai sediar a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), um evento de relevância global, presidido pelo Brasil, que coloca a cidade e o país em destaque no cenário internacional.

(Disponível em: https://agenciagov.ebc.com.br. Acesso em: junho de 2025.)

A escolha dessa cidade para sediar a COP30 se relaciona, também, ao fato de a Amazônia: 
Alternativas
Q3438771 Conhecimentos Gerais
José Augusto é funcionário em uma granja comercial, além de também manter, em sua propriedade particular, aves criadas para a subsistência de sua família. Recentemente, foram encontrados espécimes de aves infectadas pelo vírus Influenza Aviária de Alta Patogenicidade na granja comercial em que trabalha. O Ministério da Agricultura e Pecuária foi notificado e está investigando essas e outras suspeitas de gripe aviária. Tendo em vista as características de transmissão da gripe aviária, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3438770 Conhecimentos Gerais
Petrobras vai construir sua primeira planta para produção de hidrogênio renovável
Unidade, com investimento de R$ 90 milhões, tem previsão de operação para 2026.

A Petrobras vai construir sua primeira planta-piloto para geração de hidrogênio em Alto do Rodrigues, no Rio Grande do Norte. O projeto, com orçamento total de R$ 90 milhões, e realizado em cooperação com o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (Senai ISI-ER), terá as obras executadas pela WEG, empresa brasileira que é uma referência global. A previsão é que a planta para teste entre em operação no primeiro trimestre de 2026.

(Disponível em: https://agencia.petrobras.com.br. Acesso em: junho de 2025.)


O hidrogênio renovável é gerado pelo processo de:
Alternativas
Q3438769 Conhecimentos Gerais
ONG pede doação para inscrições do Enem de candidatos de baixa renda


Para apoiar estudantes de baixa renda e de periferias das grandes cidades que não conseguiram a isenção da taxa de inscrição, a Organização Não Governamental (ONG) “Movimento Amplia” promove, em suas redes sociais, a quinta edição da campanha “Amplia Enem”. A entidade conecta inscritos no Enem aos apoiadores do projeto com o objetivo de quitar a taxa de inscrição de quem não tem condições de arcar com o valor.

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: junho de 2025. Adaptado.)

Sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), criado em 1998, é correto afirmar que: 
Alternativas
Respostas
281: C
282: C
283: D
284: D
285: C
286: D
287: D
288: D
289: D
290: D
291: B
292: C
293: C
294: B
295: C
296: A
297: B
298: A
299: B
300: C