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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369912 Serviço Social
Promover a democratização do acesso à educação superior e à educação profissional técnica de nível médio, por meio da adoção de ações complementares de promoção do desempenho acadêmico, tal como reduzir a evasão estudantil, são objetivos do
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369910 Serviço Social
A inserção de profissionais Assistentes Sociais na política de educação é de extrema relevância na atualidade. Sobre o debate teórico e prático acerca dos processos de trabalho na educação, assinale o item correto.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369909 Serviço Social
Na Constituição Federal Brasileira de 1988 o termo Seguridade Social é utilizado pela 1ª vez, compreendendo um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade. Sobre o tema, devemos observar corretamente que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369908 Serviço Social
O tema das políticas sociais e públicas adquire centralidade na formação e no exercício profissional no Serviço Social. A política pública que compõe o tripé da seguridade social, direito do cidadão e dever do Estado, não contributiva e que provê os mínimos sociais, trata-se da política de 
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369907 Serviço Social
Constitui-se em tema bastante polêmico na produção da teoria e metodologia de pesquisa social a classificação dos tipos de estudo exclusivamente como qualitativos ou quantitativos, envolvendo métodos, técnicas e instrumentos. Uma técnica que objetiva abarcar a máxima amplitude na descrição, explicação e compreensão do foco em estudo e volta-se para determinar uma posição e o alcance de um ponto referencial, contemplando tipos diversos, fontes diversas, tempos diversos e diferentes bases de dados, refere-se à (ao)
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369906 Serviço Social
A pesquisa em Serviço Social evidencia aspectos da realidade concreta no sentido de subsidiar uma adequada intervenção profissional no contexto social. Sobre o tema da pesquisa e o Serviço Social, pressupõe-se corretamente que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369905 Serviço Social
Nos termos da Lei de Regulamentação da Profissão n.º 8.662/93, funcionar como Tribunal Superior de Ética Profissional e estabelecer os sistemas de registro dos profissionais habilitados compete ao(s)
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369904 Serviço Social
Nos termos da Lei de Regulamentação da Profissão n.º 8.662/93, vê-se que coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Serviço Social e planejar, organizar e administrar programas e projetos em Unidade de Serviço Social trata-se, respectivamente, de
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369903 Serviço Social
O redimensionamento da questão social a partir da conjuntura da crise até a contemporaneidade é um tema fundamental para o exercício e a formação profissional do Serviço Social. Sobre o tema, marque o item correto.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369902 Serviço Social
A questão social exige necessária compreensão no tocante à formação e ao exercício profissional. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369901 Serviço Social
Sobre o trabalho humano destinado à produção de mercadorias, aquele que possibilita o processo social pelo qual o capital implica a sua autovalorização trata-se do trabalho
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369900 Serviço Social
A categoria trabalho é um tema importante para o Serviço Social, pois a profissão lida diretamente com as condições e relações de trabalho dos indivíduos e suas implicações na vida social. Podemos observar corretamente que, aquele trabalho que cria valor de uso e responde a necessidades sócio-históricas, trata-se da(o)
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369899 Serviço Social
No tocante aos fundamentos sócio-históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social, sabe-se que a legitimação profissional da(o) Assistente Social se encontra na(o)
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369898 Serviço Social
O tema dos fundamentos sócio-históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social compõem a formação e o exercício profissional. No tocante ao assunto, podemos observar corretamente que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369893 Direito Constitucional
Na forma estrita da CFRB/88, temos que são crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369867 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
Analise a passagem a seguir, a fim de demarcar o item correto a partir da função desempenhada pelo vocábulo ressaltado.
Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.’
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369866 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
“E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal¹: a renda².
A relação coesiva, respectivamente, entre o termo 1 e o 2, no período entre aspas, é do tipo
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369865 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
“A China de hoje faria o mesmo?”
No contexto em que se insere, a estrutura verbal demarcada indica
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369864 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
O título do texto em voga, “Tecnofeudalismo”, apresenta um vocábulo composto etimologicamente por
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: UFSBA Prova: IDECAN - 2025 - UFSBA - Assistente Social |
Q3369862 Português
Texto para a questão.

TECNOFEUDALISMO

    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.

    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.

    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.

Tales M. de Sá Cavalcante
A oração destacada, na passagem a seguir, é tipificada como
“Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA.
Alternativas
Respostas
141: B
142: A
143: E
144: B
145: D
146: A
147: C
148: A
149: B
150: A
151: E
152: B
153: C
154: B
155: E
156: C
157: E
158: A
159: E
160: A