Questões de Concurso Comentadas para câmara municipal de taboão da serra - sp

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Q1938133 Português
Assinale a alternativa que apresenta um numeral: 
Alternativas
Q1938132 Português
Na frase “vou estudar, embora esteja com sono” a palavra em destaque trata-se de uma conjunção: 
Alternativas
Q1938131 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
Em: Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte (...), o uso das vírgulas:
Alternativas
Q1938130 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
Em: “(...) o canto importuno das empregadas do edifício”, a palavra em destaque apresente relação de sinonímia com qual das palavras abaixo?
Alternativas
Q1938129 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
Assinale a alternativa em que o trecho apresentado NÃO se encontra em sentido figurado: 
Alternativas
Q1938127 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
Qual o tipo de narrativa apresentada acima? 
Alternativas
Q1938126 Português
Laços de Família

Um pouco cansada, com as compras deformando o novo saco de tricô, Ana subiu no bonde. Depositou o volume no colo e o bonde começou a andar. Recostou-se então no banco procurando conforto, num suspiro de meia satisfação.

Os filhos de Ana eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho, exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas. E cresciam árvores. Crescia sua rápida conversa com o cobrador de luz, crescia a água enchendo o tanque, cresciam seus filhos, crescia a mesa com comidas, o marido chegando com os jornais e sorrindo de fome, o canto importuno das empregadas do edifício. Ana dava a tudo, tranquilamente, sua mão pequena e forte, sua corrente de vida.

Certa hora da tarde era mais perigosa. Certa hora da tarde as árvores que plantara riam dela. Quando nada mais precisava de sua força, inquietava-se. No entanto sentia-se mais sólida do que nunca, seu corpo engrossara um pouco e era de se ver o modo como cortava blusas para os meninos, a grande tesoura dando estalidos na fazenda. Todo o seu desejo vagamente artístico encaminhara-se há muito no sentido de tornar os dias realizados e belos; com o tempo, seu gosto pelo decorativo se desenvolvera e suplantara a íntima desordem. Parecia ter descoberto que tudo era passível de aperfeiçoamento, a cada coisa se emprestaria uma aparência harmoniosa; a vida podia ser feita pela mão do homem.


LISPECTOR, Clarice. Laços de Família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 19. Fragmento.
O que retrata a narrativa do texto acima? 
Alternativas
Q2708395 Segurança e Transporte

Sobre o comportamento dos vigias, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Deve o vigia tratar todos com respeito e honestidade.

II – O uso da força é recomendável apenas quando o vigia se encontra sozinho.

III – O vigia não está obrigado a tratar com cordialidade as pessoas por quem não nutre amizade.

Alternativas
Q2708392 Noções de Primeiros Socorros

Ao se iniciar as ações de primeiros socorros e detectar no indivíduo a ausência de sinais de resposta aos estímulos externos, respiração e circulação, o atendente deve suspeitar de:

Alternativas
Q2708390 Noções de Primeiros Socorros

Em se tratando de primeiros socorros, o critério mais importante no atendimento é:

Alternativas
Q2708388 Segurança Pública

Supondo-se que a equipe de segurança de uma repartição pública recebe a notícia de que uma bomba explodirá em 20 (vinte) minutos, qual é o procedimento adequado a ser seguido pelo vigia?

Alternativas
Q2708383 Segurança e Transporte

Analise a seguinte situação hipotética:


João Carlos, vigia, está encarregado de controlar o fluxo de entrada e saída de pessoas em uma determinada repartição pública. Próximo à hora do almoço, uma pessoa se apresenta relatando que perdeu seu crachá, mas que precisa entrar urgentemente no local para poder participar de uma reunião. O vigia João Carlos não consegue confirmar a reunião.


Diante dessa situação, o vigia deve:

Alternativas
Q2708376 Segurança e Transporte

O prédio de uma repartição pública deve estar sob vigilância:

Alternativas
Q2708371 Segurança e Transporte

Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma medida de segurança:

Alternativas
Q2708369 Segurança e Transporte

Sobre a “Segurança Patrimonial”, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados.

II – O uso da força é necessário e deve ser sempre empregado.

III – Tempo de resposta é o tempo que se leva para comunicar algum fato à autoridade policial.

Alternativas
Q2708368 Noções de Primeiros Socorros

Como se sabe, sinais vitais são aqueles que indicam a existência de vida. São reflexos ou indícios que permitem concluir sobre o estado geral de uma pessoa. Os sinais vitais do funcionamento do corpo humano incluem os fatores a seguir, EXCETO:

Alternativas
Q2708367 Segurança e Transporte

Sobre o tema “Segurança Patrimonial”, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Controlar a entrada e saída de pessoal e veículos.

II – Fornecer informações sobre a estrutura física do local de trabalho a quem se interessar.

III – Proteger com eficácia a empresa contra todos os riscos ao patrimônio físico.

Alternativas
Q2702735 Relações Humanas

No que se refere às boas condutas no ambiente de trabalho, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – Deve-se desenvolver as atividades com disciplina, isto é, abandoná-las sem concluilas.

II – Deve-se manter os equipamentos em condições de uso e em seus devidos lugares.

III – Deve-se deixar a mesa de trabalho com o máximo de material possível.

Alternativas
Q2702734 Arquivologia

No que se refere aos arquivos, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Têm a finalidade de classificar, organizar e preservar a documentação.

II – São divididos em duas categorias: públicos e privados.

III – São conjuntos organizados de documentos produzidos ou recebidos e preservados por instituições públicas ou privadas, ou ainda por pessoas.

Alternativas
Q2702732 Arquivologia

Como se sabe, o arquivo precisa ser organizado de forma que proporcione algumas condições. Sobre o tema, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:


I – Segurança.

II – Confusão.

III – Acesso.

Alternativas
Respostas
121: D
122: C
123: B
124: E
125: A
126: E
127: C
128: A
129: D
130: B
131: C
132: A
133: E
134: B
135: A
136: A
137: E
138: B
139: E
140: D