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Admita-se que as informações provenientes do mercado de feijão sejam amplamente conhecidas. Por isso, foi possível elaborar regressões econométricas passando a conhecer, portanto, as funções de demanda e oferta, sendo dadas, respectivamente, por:
• Oferta: p = 0,3x + 6;
• Demanda: p = 15 – 0,20x.
Desse modo, um economista/gestor responsável pelo acompanhamento do preço do feijão no mercado nacional, após análises, precisa tabelar o preço do feijão em R$ 9,00 por unidade. Por conta dessa decisão, ocorreria, no mercado,
O governo federal, cumprindo sua política econômica e agrícola, analisa as exportações de açúcar e constata ser necessário cobrar do produtor um imposto de R$ 1,00 para cada saca vendida ao exterior com o objetivo de inibir as exportações. Realizadas as regressões lineares econométricas pertinentes, constatou-se que a função linear de demanda da saca do açúcar é p = 100 – 2x, e existe apenas um produtor de açúcar no país, sendo a sua função custo dada por C = 500 + 3x. O preço a ser cobrado por este produtor para maximizar o lucro será
“No pós‐Guerra, a modernização da economia nacional subordinou a agricultura aos capitais industriais e financeiros. Esse processo de subordinação materializou‐se pela transformação dos antigos complexos rurais em complexos agroindustriais. Do ponto de vista geográfico, a transição realizou‐se mais veloz e amplamente no Centro‐Sul do país.”
(Demétrio Magnoli. Projeto de ensino de geografia: natureza, tecnologias, sociedades. São Paulo: Moderna, 2001. p. 211.)
Sobre os temas levantados por Magnoli no trecho anterior, é INCORRETO afirmar que
De acordo com Borges e Davis (s.d.), a modelagem do mundo real é uma atividade complexa porque envolve a discreti‐ zação do espaço geográfico para a sua devida representação. Inúmeros são os fatores envolvidos nesse processo de discretização do espaço, sendo que cada um possui uma justificativa para sua utilização. Diante do exposto, analise.
I. Transcrição da informação geográfica em unidades lógicas de dados: por maior que seja o nível de abstração utilizado, a realidade é modelada através de conceitos geométricos.
II. Forma como as pessoas percebem o espaço: essas percepções são fundamentais na definição de regras de integridade espacial, que especificam o comportamento geométrico dos objetos.
III. Existência de relações espaciais (topológicas, métricas, de ordem e fuzzy): um dos aspectos que faz com que a modelagem de dados geográficos seja diferente da modelagem tradicional.
IV. Coexistência de entidades essenciais ao processamento e entidades “cartográficas”: comum, principalmente, em aplicações geográficas de áreas urbanas, a presença de entidades geográficas com características apenas de exibição, não sendo usadas para processamento geográfico (embora sejam parte do mapa base).
V. Natureza diversificada dos dados geográficos: além dos dados geográficos possuírem geometria, localização no espaço, informações associadas e características temporais, eles ainda têm origens distintas.
Estão corretas apenas as afirmativas
“A partir do final da década de 60, a redução da fecundidade, que se iniciou nos grupos populacionais mais privilegiados e nas regiões mais desenvolvidas, generalizou‐se rapidamente e desencadeou o processo de transição da estrutura etária, que levará, provavelmente, a uma nova população quase estável, mas, desta vez, com um perfil envelhecido e ritmo de crescimento baixíssimo, talvez negativo.”
(CARVALHO, J. A. M.; WONG, L. L. R. A Transição da Estrutura Etária da População Brasileira na Primeira Metade do Século XXI. Cadernos de Saúde Pública (FIOCRUZ), v. 24, 2008. p. 597‐605.)
Sobre o processo de transição demográfica no Brasil, assinale a afirmativa INCORRETA.
“Um modelo de dados é um conjunto de conceitos que podem ser usados para descrever a estrutura e as operações em um banco de dados. O modelo busca sistematizar o entendimento que é desenvolvido a respeito de objetos e fenômenos que serão representados em um sistema informatizado.”
(BORGES, K. A. de V. Modelagem de Dados Geográficos: curso de especialização em geoprocessamento. UFMG, 2002.)
Sobre a modelagem de dados geográficos, assinale a afirmativa INCORRETA.
“O conceito de transição demográfica foi introduzido por Frank Notestein, em 1929, e é a contestação factual da lógica malthusiana. Foi elaborada a partir da interpretação das transformações demográficas sofridas pelos países que participaram da Revolução Industrial nos séculos 18 e 19, até os dias atuais. A partir da análise destas mudanças demográficas foi estabelecido um padrão que, segundo alguns demógrafos, pode ser aplicado aos demais países do mundo, embora em momentos históricos e contextos econômicos diferentes.”
(Cláudio Mendonça. Demografia: transição demográfica e crescimento populacional. UOL Educação. 2005. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/geografia/demografia‐transicao‐demografica‐e‐crescimento‐populacional.htm. Acesso em: março de 2014.)
Sobre a dinâmica de crescimento vegetativo da população brasileira com base no conceito de transição demográfica, deve‐se considerar os seguintes conceitos, EXCETO:
“O crescimento econômico obtido em partes do país aumentou a desigualdade entre os lugares, o que, consequentemente, levou à migração e urbanização acelerada, criando uma grande massa de ‘imóveis’ na cidade, para os quais ela é impalpável.”
(Milton Santos. O Espaço do Cidadão. São Paulo: Studio Nobel, 2002. p. 12.)
São consequências do processo de crescimento econômico brasileiro, EXCETO:
“Os deslocamentos de população no Brasil tiveram um período intenso, que foi marcado pelos anos 1960‐1980, quando grandes volumes de migrantes se deslocaram do campo para a cidade, delineando um processo de intensificação da urbanização e caracterizando áreas de expulsão ou emigração: Região Nordeste e os Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; e áreas de atração ou forte imigração populacional – núcleo industrial, formadas pelos Estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.”
(OLIVEIRA, L. A. Pinto de; OLIVEIRA, A. T. Ribeiro. Reflexões sobre o deslocamento populacional no Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, 2011. p. 29‐30.)
Com base no trecho anterior, são características dos deslocamentos inter‐regionais, EXCETO: