Questões de Concurso Comentadas para see-mg

Foram encontradas 1.678 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q896186 Português

Texto I


                                 Direito à fantasia

                                                                    Frei Betto 05/08/2017 - 06h00


      A fantasia é a matéria-prima da realidade. Tudo que é real, do computador ao jornal no qual você lê este texto, nasceu da fantasia de quem criou o artigo, concebeu o computador e editou a publicação.

      A cadeira na qual me sento teve seu desenho concebido previamente na mente de quem a criou. Daí a força da ficção. Ela molda a realidade.

      A infância é, por excelência, a idade da fantasia. A puberdade, o choque de realidade. Privar uma criança de sonhos é forçá-la a, precocemente, antecipar seu ingresso na idade adulta. E esse débito exige compensação. O risco é ele ser pago com as drogas, a via química ao universo onírico.

      As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos. O celular isola; a amizade entrosa. O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica. O risco é a tecnologia, tão rica em atrativos, "roubar" da criança o direito de sonhar.

      Agora, sonham por ela o filme, o desenho animado, os joguinhos, as imagens. A criança se torna mera espectadora da fantasia que lhe é oferecida nas redes sociais, sem que ela crie ou interaja.

      Na infância, eu escutava histórias contadas por meus pais, de dona Baratinha à Branca de Neve e os sete anões. Eu interferia nos enredos, com liberdade para recriá-los. Isso fez de mim, por toda a vida, um contador de histórias, reais e fictícias.

      Hoje, a indústria do entretenimento sonha pelas crianças. Não para diverti-las ou ativar nelas o potencial onírico, e sim para transformá-las em consumistas precoces. Porque toda a programação está ancorada na publicidade voltada ao segmento mais vulnerável do público consumidor.

      Embora a criança não disponha de dinheiro, ela tem o poder de seduzir os adultos que compram para agradá-la ou se livrar de tanta insistência. E ela não tem idade para discernir ou valorar os produtos, nem distinguir entre o necessário e o supérfluo.

      Fui criança logo após a Segunda Grande Guerra. O cinema e as revistas em quadrinhos, em geral originados nos EUA, exaltavam os feitos bélicos, do faroeste aos combates aéreos. No quintal de casa eu e meus amigos brincávamos de bandido e mocinho. Nossos cavalos eram cabos de vassoura.

      Um dia, o Celsinho ganhou do pai um cavalinho de madeira apoiado em uma tábua com quatro rodinhas. Ficamos todos fascinados diante daquela maravilha adquirida em uma loja de brinquedos.

      Durou pouco. Dois ou três dias depois voltamos aos nossos cabos de vassoura. Por quê? A resposta agora me parece óbvia: o cabo de vassoura "dialogava" com a nossa imaginação. Assim como o trapo que o bebê não larga nem na hora de dormir.

      O direito à fantasia deveria constar da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Disponível em: http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/direito-%C3%A0-fantasia-1.550900. Adaptado. Acesso em: 18 jan. 2018.

Atente para os dois excertos abaixo, sobre os quais se seguirão algumas assertivas referentes a escolhas morfossintáticas e semânticas feitas pelo autor. Anteponha-lhes V (verdadeiro) ou F (falso):


I - As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos. O celular isola; a amizade entrosa. O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica. O risco é a tecnologia, tão rica em atrativos, "roubar" da criança o direito de sonhar.

II - A infância é, por excelência, a idade da fantasia. A puberdade, o choque de realidade. Privar uma criança de sonhos é forçá-la a, precocemente, antecipar seu ingresso na idade adulta. E esse débito exige compensação. O risco é ele ser pago com as drogas, a via química ao universo onírico.


( ) Em “O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica.”, o uso da vírgula indicando elipse é crucial para a correta compreensão do enunciado. Da mesma forma, isso ocorre em “A puberdade, o choque de realidade.”

( ) Em ambos os fragmentos, veem-se situações em que se justifica o emprego da vírgula para separar termo(s) intercalado(s).

( ) No excerto II, temos o emprego da vírgula separando vocativo, que é termo discursivo de grande relevância para a construção do enunciado.

( ) As aspas, presentes no fragmento I, têm por função chamar a atenção para um uso inadequado do item lexical, no caso o verbo “roubar”.

( ) O uso da crase, no fragmento I, está adequado, pois permite identificar a elipse de um substantivo, evitando-lhe a repetição. É uso equivalente ao que ocorre em “tutu à mineira”, “bife à milanesa”, entre outras expressões afins, nas quais se identifica um substantivo elidido.


A sequência CORRETA, de cima para baixo é:

Alternativas
Q896185 Português

Texto I


                                 Direito à fantasia

                                                                    Frei Betto 05/08/2017 - 06h00


      A fantasia é a matéria-prima da realidade. Tudo que é real, do computador ao jornal no qual você lê este texto, nasceu da fantasia de quem criou o artigo, concebeu o computador e editou a publicação.

      A cadeira na qual me sento teve seu desenho concebido previamente na mente de quem a criou. Daí a força da ficção. Ela molda a realidade.

      A infância é, por excelência, a idade da fantasia. A puberdade, o choque de realidade. Privar uma criança de sonhos é forçá-la a, precocemente, antecipar seu ingresso na idade adulta. E esse débito exige compensação. O risco é ele ser pago com as drogas, a via química ao universo onírico.

      As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos. O celular isola; a amizade entrosa. O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica. O risco é a tecnologia, tão rica em atrativos, "roubar" da criança o direito de sonhar.

      Agora, sonham por ela o filme, o desenho animado, os joguinhos, as imagens. A criança se torna mera espectadora da fantasia que lhe é oferecida nas redes sociais, sem que ela crie ou interaja.

      Na infância, eu escutava histórias contadas por meus pais, de dona Baratinha à Branca de Neve e os sete anões. Eu interferia nos enredos, com liberdade para recriá-los. Isso fez de mim, por toda a vida, um contador de histórias, reais e fictícias.

      Hoje, a indústria do entretenimento sonha pelas crianças. Não para diverti-las ou ativar nelas o potencial onírico, e sim para transformá-las em consumistas precoces. Porque toda a programação está ancorada na publicidade voltada ao segmento mais vulnerável do público consumidor.

      Embora a criança não disponha de dinheiro, ela tem o poder de seduzir os adultos que compram para agradá-la ou se livrar de tanta insistência. E ela não tem idade para discernir ou valorar os produtos, nem distinguir entre o necessário e o supérfluo.

      Fui criança logo após a Segunda Grande Guerra. O cinema e as revistas em quadrinhos, em geral originados nos EUA, exaltavam os feitos bélicos, do faroeste aos combates aéreos. No quintal de casa eu e meus amigos brincávamos de bandido e mocinho. Nossos cavalos eram cabos de vassoura.

      Um dia, o Celsinho ganhou do pai um cavalinho de madeira apoiado em uma tábua com quatro rodinhas. Ficamos todos fascinados diante daquela maravilha adquirida em uma loja de brinquedos.

      Durou pouco. Dois ou três dias depois voltamos aos nossos cabos de vassoura. Por quê? A resposta agora me parece óbvia: o cabo de vassoura "dialogava" com a nossa imaginação. Assim como o trapo que o bebê não larga nem na hora de dormir.

      O direito à fantasia deveria constar da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Disponível em: http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/direito-%C3%A0-fantasia-1.550900. Adaptado. Acesso em: 18 jan. 2018.

A compreensão das formas de organização dos enunciados em textos orais e escritos é crucial ao(à) professor(a) de qualquer disciplina. Atente para o excerto:


“As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos.”


Com esse enunciado, o autor constrói sua argumentação por meio de alguns expedientes linguísticos:


I. Dá a entender que fala de “novas tecnologias” que são identificáveis pelos leitores, por isso utiliza artigo definido “as”.

II. Faz uma generalização: a de que todas as crianças preferem a companhia do celular à dos amigos.

III. Relativiza sua afirmação pela escolha do verbo “tender” (inclinar-se, pender) na locução “tendem a coibir”.

IV. Utiliza um verbo semanticamente forte – “coibir” –, o qual significa bridar, refrear, tolher, reprimir.


Estão CORRETAS as afirmações:

Alternativas
Q896184 Português

Texto I


                                 Direito à fantasia

                                                                    Frei Betto 05/08/2017 - 06h00


      A fantasia é a matéria-prima da realidade. Tudo que é real, do computador ao jornal no qual você lê este texto, nasceu da fantasia de quem criou o artigo, concebeu o computador e editou a publicação.

      A cadeira na qual me sento teve seu desenho concebido previamente na mente de quem a criou. Daí a força da ficção. Ela molda a realidade.

      A infância é, por excelência, a idade da fantasia. A puberdade, o choque de realidade. Privar uma criança de sonhos é forçá-la a, precocemente, antecipar seu ingresso na idade adulta. E esse débito exige compensação. O risco é ele ser pago com as drogas, a via química ao universo onírico.

      As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos. O celular isola; a amizade entrosa. O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica. O risco é a tecnologia, tão rica em atrativos, "roubar" da criança o direito de sonhar.

      Agora, sonham por ela o filme, o desenho animado, os joguinhos, as imagens. A criança se torna mera espectadora da fantasia que lhe é oferecida nas redes sociais, sem que ela crie ou interaja.

      Na infância, eu escutava histórias contadas por meus pais, de dona Baratinha à Branca de Neve e os sete anões. Eu interferia nos enredos, com liberdade para recriá-los. Isso fez de mim, por toda a vida, um contador de histórias, reais e fictícias.

      Hoje, a indústria do entretenimento sonha pelas crianças. Não para diverti-las ou ativar nelas o potencial onírico, e sim para transformá-las em consumistas precoces. Porque toda a programação está ancorada na publicidade voltada ao segmento mais vulnerável do público consumidor.

      Embora a criança não disponha de dinheiro, ela tem o poder de seduzir os adultos que compram para agradá-la ou se livrar de tanta insistência. E ela não tem idade para discernir ou valorar os produtos, nem distinguir entre o necessário e o supérfluo.

      Fui criança logo após a Segunda Grande Guerra. O cinema e as revistas em quadrinhos, em geral originados nos EUA, exaltavam os feitos bélicos, do faroeste aos combates aéreos. No quintal de casa eu e meus amigos brincávamos de bandido e mocinho. Nossos cavalos eram cabos de vassoura.

      Um dia, o Celsinho ganhou do pai um cavalinho de madeira apoiado em uma tábua com quatro rodinhas. Ficamos todos fascinados diante daquela maravilha adquirida em uma loja de brinquedos.

      Durou pouco. Dois ou três dias depois voltamos aos nossos cabos de vassoura. Por quê? A resposta agora me parece óbvia: o cabo de vassoura "dialogava" com a nossa imaginação. Assim como o trapo que o bebê não larga nem na hora de dormir.

      O direito à fantasia deveria constar da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Disponível em: http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/direito-%C3%A0-fantasia-1.550900. Adaptado. Acesso em: 18 jan. 2018.

Para responder a esta questão, além do texto I, considere o excerto da Base Nacional Comum Curricular, a qual estabelece competências gerais a serem trabalhadas ao longo da educação básica. Destacaram-se, a seguir, duas delas:


1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.

(BNCC. Conteúdo em discussão no CNE. Texto em Revisão. 2017, p. 7)


A tecnologia em rápido desenvolvimento traz desafios para o trabalho docente. Trata-se de assunto complexo e multifacetado. Considerando as leituras feitas, são corretas as afirmações, EXCETO:

Alternativas
Q896183 Português

Texto I


                                 Direito à fantasia

                                                                    Frei Betto 05/08/2017 - 06h00


      A fantasia é a matéria-prima da realidade. Tudo que é real, do computador ao jornal no qual você lê este texto, nasceu da fantasia de quem criou o artigo, concebeu o computador e editou a publicação.

      A cadeira na qual me sento teve seu desenho concebido previamente na mente de quem a criou. Daí a força da ficção. Ela molda a realidade.

      A infância é, por excelência, a idade da fantasia. A puberdade, o choque de realidade. Privar uma criança de sonhos é forçá-la a, precocemente, antecipar seu ingresso na idade adulta. E esse débito exige compensação. O risco é ele ser pago com as drogas, a via química ao universo onírico.

      As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos. O celular isola; a amizade entrosa. O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica. O risco é a tecnologia, tão rica em atrativos, "roubar" da criança o direito de sonhar.

      Agora, sonham por ela o filme, o desenho animado, os joguinhos, as imagens. A criança se torna mera espectadora da fantasia que lhe é oferecida nas redes sociais, sem que ela crie ou interaja.

      Na infância, eu escutava histórias contadas por meus pais, de dona Baratinha à Branca de Neve e os sete anões. Eu interferia nos enredos, com liberdade para recriá-los. Isso fez de mim, por toda a vida, um contador de histórias, reais e fictícias.

      Hoje, a indústria do entretenimento sonha pelas crianças. Não para diverti-las ou ativar nelas o potencial onírico, e sim para transformá-las em consumistas precoces. Porque toda a programação está ancorada na publicidade voltada ao segmento mais vulnerável do público consumidor.

      Embora a criança não disponha de dinheiro, ela tem o poder de seduzir os adultos que compram para agradá-la ou se livrar de tanta insistência. E ela não tem idade para discernir ou valorar os produtos, nem distinguir entre o necessário e o supérfluo.

      Fui criança logo após a Segunda Grande Guerra. O cinema e as revistas em quadrinhos, em geral originados nos EUA, exaltavam os feitos bélicos, do faroeste aos combates aéreos. No quintal de casa eu e meus amigos brincávamos de bandido e mocinho. Nossos cavalos eram cabos de vassoura.

      Um dia, o Celsinho ganhou do pai um cavalinho de madeira apoiado em uma tábua com quatro rodinhas. Ficamos todos fascinados diante daquela maravilha adquirida em uma loja de brinquedos.

      Durou pouco. Dois ou três dias depois voltamos aos nossos cabos de vassoura. Por quê? A resposta agora me parece óbvia: o cabo de vassoura "dialogava" com a nossa imaginação. Assim como o trapo que o bebê não larga nem na hora de dormir.

      O direito à fantasia deveria constar da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Disponível em: http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/direito-%C3%A0-fantasia-1.550900. Adaptado. Acesso em: 18 jan. 2018.

Atente para os sinônimos apresentados para vocábulos do texto. Assinale a opção em que a substituição do(s) vocábulo(s) destacado(s) esteja INCORRETA:
Alternativas
Q896182 Português

Texto I


                                 Direito à fantasia

                                                                    Frei Betto 05/08/2017 - 06h00


      A fantasia é a matéria-prima da realidade. Tudo que é real, do computador ao jornal no qual você lê este texto, nasceu da fantasia de quem criou o artigo, concebeu o computador e editou a publicação.

      A cadeira na qual me sento teve seu desenho concebido previamente na mente de quem a criou. Daí a força da ficção. Ela molda a realidade.

      A infância é, por excelência, a idade da fantasia. A puberdade, o choque de realidade. Privar uma criança de sonhos é forçá-la a, precocemente, antecipar seu ingresso na idade adulta. E esse débito exige compensação. O risco é ele ser pago com as drogas, a via química ao universo onírico.

      As novas tecnologias tendem a coibir a fantasia em crianças que preferem a companhia do celular à dos amigos. O celular isola; a amizade entrosa. O celular estabelece uma relação monológica com o real; a amizade, dialógica. O risco é a tecnologia, tão rica em atrativos, "roubar" da criança o direito de sonhar.

      Agora, sonham por ela o filme, o desenho animado, os joguinhos, as imagens. A criança se torna mera espectadora da fantasia que lhe é oferecida nas redes sociais, sem que ela crie ou interaja.

      Na infância, eu escutava histórias contadas por meus pais, de dona Baratinha à Branca de Neve e os sete anões. Eu interferia nos enredos, com liberdade para recriá-los. Isso fez de mim, por toda a vida, um contador de histórias, reais e fictícias.

      Hoje, a indústria do entretenimento sonha pelas crianças. Não para diverti-las ou ativar nelas o potencial onírico, e sim para transformá-las em consumistas precoces. Porque toda a programação está ancorada na publicidade voltada ao segmento mais vulnerável do público consumidor.

      Embora a criança não disponha de dinheiro, ela tem o poder de seduzir os adultos que compram para agradá-la ou se livrar de tanta insistência. E ela não tem idade para discernir ou valorar os produtos, nem distinguir entre o necessário e o supérfluo.

      Fui criança logo após a Segunda Grande Guerra. O cinema e as revistas em quadrinhos, em geral originados nos EUA, exaltavam os feitos bélicos, do faroeste aos combates aéreos. No quintal de casa eu e meus amigos brincávamos de bandido e mocinho. Nossos cavalos eram cabos de vassoura.

      Um dia, o Celsinho ganhou do pai um cavalinho de madeira apoiado em uma tábua com quatro rodinhas. Ficamos todos fascinados diante daquela maravilha adquirida em uma loja de brinquedos.

      Durou pouco. Dois ou três dias depois voltamos aos nossos cabos de vassoura. Por quê? A resposta agora me parece óbvia: o cabo de vassoura "dialogava" com a nossa imaginação. Assim como o trapo que o bebê não larga nem na hora de dormir.

      O direito à fantasia deveria constar da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Disponível em: http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/direito-%C3%A0-fantasia-1.550900. Adaptado. Acesso em: 18 jan. 2018.

Frei Betto, no artigo de opinião em análise, utiliza diversos expedientes para construir a argumentação. Estão corretas as afirmativas e exemplificações, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUMARC Órgão: SEE-MG
Q1225209 Pedagogia
Um órgão colegiado é composto pelos professores da classe, por representantes dos alunos e, em alguns casos, dos pais. É a instância que permite acompanhamento dos alunos, visando a um conhecimento mais minucioso da turma e de cada um e análise do desempenho do professor com base nos resultados alcançados. Tem a responsabilidade de formular propostas referentes à ação educativa, facilitar e ampliar as ações mútuas entre professores, pais e alunos, e incentivar projetos de investigação. (Fonte: LIBÂNEO, José C. Organização e Gestão da escola. Teoria e Prática. 5. ed. Revista e ampliada. Goiânia. Ed. Alternativa, 2004)
Com relação ao histórico do Conselho de Classe no Brasil, analise as seguintes afirmações:
I. O modelo francês de Conselho de Classe serviu de parâmetro para a maioria dos conselhos organizados e implementados nas escolas brasileiras.
II. O conselho de classe foi introduzido formalmente nas escolas brasileiras por meio dos Regimentos Escolares, a partir da Lei Federal nº 5.692/71. O processo de institucionalização dessa prática escolar, na década de 1970, foi se restringindo a uma avaliação classificatória na seleção de alunos aprovados e reprovados, configurando-se como mecanismo de exclusão social sob o aval da qualificação pedagógica.
III. A adequação do Conselho de Classe a contextos diferenciados ocorre na transição da LDB nº 5.692/71 para LDB nº 9.394/96. A mudança de paradigma ocorreu de forma dialética entre a vivência autoritária e a construção democrática, refletindo-se em suas práticas avaliativas e se convertendo em ambiente de maior participação.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q862184 Pedagogia

A dança tem muito a contribuir no entendimento sobre o corpo totalidade. O componente biológico do corpo que dança, ou se manifesta por meio de movimentos expressivos, pode ser facilmente identificado, pois este realiza um exercício físico, desenvolvendo capacidades e habilidades como flexibilidade, equilíbrio, resistência, ritmo, dentre outras. Mas, ao mesmo tempo, a dança fala de um determinado grupo social, _____________________________.


Assinale a alternativa que completa corretamente o texto acima:

Alternativas
Q862183 Pedagogia

O eixo temático de Dança e Movimentos Expressivos das Orientações Pedagógicas delimitam o trabalho com o espaço, sendo ele o plano onde a ação acontece. Dentro do espaço, o fator nível refere-se à altura em que os movimentos podem ser realizados e classificam-se em:


I. Alto.

II. Baixo.

III. Médio.

IV. Mínimo.

V. Relativo.


Estão corretos os itens:

Alternativas
Q862182 Pedagogia

No eixo temático Dança e Movimentos Expressivos das Orientações Pedagógicas aborda a avaliação dos alunos no que concernem à superação do preconceito afirmando que:


Analise as afirmativas abaixo, e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) A avaliação desse tópico, deve ser preferencialmente combinada com os alunos antes do início do mesmo;

( ) A avaliação pode levar em consideração a disponibilidade de alunos e alunas para criar coreografias, participar de aulas práticas de diferentes ritmos, demonstrando a tentativa de superar a limitação que o preconceito impõe àqueles que desejam dançar;

( ) Atitudes de inclusão também devem ser consideradas no processo de avaliação, uma vez que não apenas cada pessoa deve se esforçar para vencer seus próprios limites, mas também deve ser estimulada a apoiar os (as) colegas nessa superação. A avaliação desse tópico, deve ser preferencialmente combinada com os alunos antes do início do mesmo;

( ) A avaliação deve contemplar as danças femininas para que os meninos consigam refletir da melhor forma o preconceito de se dançar.


Corresponde a alternativa correta a opção:

Alternativas
Q862181 Pedagogia

Segundo as Orientações Pedagógicas que tratam o eixo temático de Dança e Movimentos Expressivos, a avaliação dos alunos no que concernem à superação do preconceito nessas aulas indica:


I. Que a avaliação deve ser preferencialmente combinada com os alunos antes do início desse tópico (preconceito na dança). (5)

II. Que a avaliação pode levar em consideração a disponibilidade de alunos e alunas para criar coreografias, demonstrando a tentativa de superar a limitação que o preconceito impõe àqueles que desejam dançar. (7)

III. Que a avaliação deve levar em conta as atitudes de inclusão, uma vez que não apenas cada pessoa deve se esforçar para vencer seus próprios limites. (10)

IV. Que a avaliação deve contemplar as danças femininas para que os meninos consigam refletir da melhor forma o preconceito de se dançar (20).


A somatória dos pontos das respostas corretas totalizam:

Alternativas
Q862180 Pedagogia

O eixo temático Esporte, das Orientações Pedagógicas, aborda o ensino da solidariedade nas aulas de Educação Física na escola, afirmando que ensinar solidariedade é mostrar ao aluno onde ela se faz necessária. Para isso, o professor tanto poderá aproveitar situações dentro da própria aula, como criar oportunidades para que os alunos adotem atitude de caráter benéfico para toda a turma. Na prática esportiva, o respeito às diferenças implica reconhecer que existem diferentes formas de jogar e que nem todos jogam da mesma maneira. Independentemente disso, no entanto, todos possuem o mesmo direito. Muitas vezes uma equipe, ou até mesmo o professor, terá que abrir mão do seu “sucesso” para possibilitar a inclusão de alunos considerados “menos aptos”, ou seja, menos “eficientes” dentro da lógica da competição. Nem todos os alunos jogam da mesma forma.


Assinale a alternativa que completa corretamente o parágrafo acima:

Alternativas
Q862179 Pedagogia

A Lei n. 9.615/98, batizada como “Lei Pelé” - comentada no texto presente no Eixo Temático Esporte das Orientações Curriculares - regulariza o esporte em nosso país, caracterizando-o nas seguintes manifestações: Analise as afirmativas abaixo, e atribua valores de Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) O Esporte Educacional.

( ) O Esporte de Participação.

( ) O Esporte de Rendimento.

( ) O Esporte Amador.

( ) O Esporte de Lazer.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q862178 Educação Física

Com relação às aulas de Educação Física, que tenham como objetivo a reflexão acerca da especialização precoce nos esportes, as orientações pedagógicas exemplificam algumas possibilidades, tais como:


I. Encenação do treinamento precoce, reproduzindo o clima (geralmente autoritário) das sessões, a exigência física e técnica, a repetição infindável das mesmas atividades e a desmotivante monotonia desse treinamento. (5)

II. Visita a clubes e academias para acompanhar o treinamento de adultos envolvidos com o alto rendimento ou com a prática intensiva de atividades físicas. (10)

III. realização de palestras e debates com especialistas no assunto, para que os jovens tenham a oportunidade de ouvir e de questionar estudiosos a partir de suas próprias dúvidas e curiosidades sobre essa questão. (4)

IV. mostra de filmes como, por exemplo, o vídeo veiculado na TV paga antes dos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, cujo tema central é o sofrimento e até a humilhação diária por que passa a equipe brasileira de ginástica artística, em sua maioria composta de adolescentes. (7).


A somatória dos pontos das respostas corretas totalizam:

Alternativas
Q862177 Educação Física

A especialização precoce pode ser motivada por vários fatores, dentre eles o desejo dos pais ou professores de sucesso no esporte desde cedo.


Escolha a alternativa que justifica a afirmação acima:

Alternativas
Q862176 Educação Física

O eixo temático Esportes, das Orientações Pedagógicas, considera como exemplos ruins, advindos do esporte de alto nível:


I. A atitude das federações esportivas que proíbem atletas de se manifestar publicamente sobre assuntos polêmicos.

II. Os inúmeros casos de doping na última olimpíada.

III. A imparcialidade das torcidas organizadas.

IV. O desrespeito dos jogadores profissionais aos árbitros.


Estão corretos apenas os itens: 

Alternativas
Q862175 Pedagogia

Ao brincar de diferentes formas, podemos fazer nossos alunos refletirem sobre o sentido do brincar e a possibilidade de ele ser incorporado ao nosso lazer, seja na escola, no clube, na família ou onde quer que nos sintamos dispostos a brincar. Essa pode se tornar uma excelente forma de educar para o lazer com as práticas corporais ___________.


Assinale a alternativa que completa essa frase:

Alternativas
Q862173 Atualidades

O belga Nicolas J. Cuperus, presidente dessa Federação Internacional de Ginástica, demonstrava mais interesse pelos festivais de ginástica do que pelas competições. Tal interesse foi importante para que, em 1953, se realizasse o Festival Internacional de Ginástica. Esse festival foi inspirado nas “Lingíadas” que acontecia na Suécia.


Identifique abaixo o nome atual desse festival:

Alternativas
Q862172 Pedagogia

Ao delimitar a compreensão da dança e da mídia, indicados nas Orientações Pedagógicas podemos afirmar que:


I. ao abordar a dança na escola, muitas vezes se reproduzem as danças veiculadas pela mídia sem análises e contextualizações;

II. É importante, no trabalho com esse tópico, que o professor e os alunos busquem identificar nas formas de dança mais valorizadas pela mídia os estereótipos e preconceitos veiculados;

III. Compreender o contexto em que surgiram as danças que o jovem pratica contribui para situá-lo em seu contexto social como um cidadão que somente reproduz e não percebe possibilidades de transformar aquilo que recebe da mídia ou de seus pares;

IV. Nas escolas em que estiver disponível uma filmadora, pode ser interessante gravar as apresentações para depois mostrá-las para a própria turma, uma vez que o movimento de se ver e se avaliar pode ser tão interessante quanto o der ver e avaliar o que a mídia produz e veicula com relação à dança;

V. A produção de letras e coreografia, bem como a apresentação dessa produção para a turma, não devem ser avaliadas, uma vez que não permitem apreciar a capacidade crítica e criativa dos alunos bem como a sua disponibilidade corporal para a dança.


Estão corretos os itens:

Alternativas
Q862171 Pedagogia

O trabalho com a dança nas aulas de Educação Física na escola propõe uma reflexão sobre o preconceito na dança a partir de conteúdos que ainda não estão rotulados como masculinos ou femininos.


Escolha a alternativa que exemplifica essa afirmação:

Alternativas
Q862170 Educação Física

Criticar o esporte não significa _________ a sua aprendizagem, ou mesmo desejar sua total _________, mas, sim, ______ a vivência de sua prática nas aulas, pois esta não se restringe ao domínio de suas ________.


Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.

Alternativas
Respostas
841: E
842: B
843: E
844: C
845: B
846: E
847: A
848: A
849: B
850: C
851: A
852: C
853: D
854: B
855: C
856: B
857: D
858: B
859: C
860: B