Foram encontradas 1.788 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q975705 Pedagogia
Tendo como base a teoria de aprendizagem behaviorista, utiliza-se estratégias de ensino que envolvam, por exemplo:
Alternativas
Q975704 Pedagogia
Segundo a teoria de Vygotsky, para que haja a conversão de relações sociais em desenvolvimento dos processos mentais superiores, é necessário:
Alternativas
Q975703 Pedagogia
De acordo com a teoria de Piaget, no processo de assimilação, a mente:
Alternativas
Q975701 Pedagogia
O projeto político pedagógico (PPP), discutido coletivamente, representa a identidade institucional da escola. No PPP, as referências e a missão da escola na sociedade são discutidas e definidas no(a):
Alternativas
Q975699 Pedagogia
Estimular a autonomia do aluno e seu protagonismo no processo de ensino aprendizagem, baseando as ações pedagógicas em atividades que envolvam novas tecnologias, projetos, problemas ou simulações de situações reais, corresponde à utilização de metodologias:
Alternativas
Q975698 Pedagogia
No processo de ensino, para garantir a aprendizagem do aluno de forma eficaz, é função da Didática investigar:
Alternativas
Q975696 Português

                               A VIOLÊNCIA INFANTIL


      Nos últimos tempos, a violência infantil vem crescendo de modo alarmante. Muitas razões têm sido apontadas como causa para um problema tão grave, entretanto acredita-se que a prática dos crimes infantis se deva ao modo como se vive nos dias atuais.

      Em primeiro lugar, pode-se constatar que as crianças passam durante muitas horas assistindo, pela televisão, a uma programação baseada na violência. Os desenhos, com personagens utilizando- se de espadas, armas de fogo etc., fazem, todo o tempo, apologia da força física, da coragem mediante o uso de uma arma. Os filmes apresentam lutas, brigas, disputas, homens fortes, como Schwarzenegger, com armas possantes, destruindo tudo à sua frente. As novelas, muitas vezes, mostram o lado negativo do ser humano, através de intrigas, vícios, maldades, enfim. Na verdade, podem ser contados nos dedos os programas que não incitem a criança e o próprio adulto a sair pelas ruas cometendo desatinos. Podem ser contados nos dedos os programas que acalmem o telespectador, que direcionem para as boas ações.

      Em segundo lugar, verifica-se que a maioria das mães não está dentro de casa para educar os filhos, o que tem sido, aliás, fator determinante para a sua desestruturação. Com as dificuldades financeiras por que passa grande parte das famílias, a mulher precisou sair para trabalhar e ajudar nas despesas do lar. Sua saída embora positiva por um lado, por outro foi desastrosa, pois os filhos ficaram a mercê das empregadas ou até sozinhos em grande parte dos casos. Isso significa que a educação ficou por conta de pessoas que não tem condições nem motivo para educar, ou ainda, por conta deles próprios. A criança passou a ter liberdade para fazer o que bem quer; os pais, por seu turno, com sentimento de culpa por se encontrarem somente à noite com os filhos, não lhes impõem limites, e tudo fica por isso mesmo.

      Por fim, outro dado que se destaca é a separação tão frequente dos casais hoje em dia. Marido e mulher já não estão tendo paciência para enfrentar os problemas, os desentendimentos, o dia-a-dia complicado que é viver em família; por qualquer coisa um pouco mais grave estão desfazendo o compromisso e indo cada um para o seu lado. Com isso, ficam os filhos normalmente com a mãe e vendo o pai apenas uma vez por semana. A mãe, como já se comentou, passa a maior parte do tempo trabalhando, o que faz com que a convivência seja mínima. Mais uma vez está a criança sozinha, agora encontrando somente um dos pais, no final do dia, a atenção, se for o caso.

      Em vista de tudo isso, pergunta-se o que pensa essa criança durante o dia inteiro, como ela encara a vida, que noção tem de certo e de errado, que sentimentos tem no coração. A mãe não está em casa; não pode, portanto, ensiná-la, orientá-la. O pai só a vê no fim de semana, o que o fará sentir-se culpado e o impedirá de ministrar qualquer ensinamento. Sobra-lhe a TV amiga das horas de solidão, a passar mensagens de violência e mais violência. Com essa vida, é difícil seguir outro caminho.

                                                                         (Lucia Helena Gouvêa, 2004)

“(...), entretanto acredita-SE que a prática dos crimes infantis se deva ao modo como se vive nos dias atuais”

A palavra SE em destaque classifica-se como:

Alternativas
Q975694 Português

                               A VIOLÊNCIA INFANTIL


      Nos últimos tempos, a violência infantil vem crescendo de modo alarmante. Muitas razões têm sido apontadas como causa para um problema tão grave, entretanto acredita-se que a prática dos crimes infantis se deva ao modo como se vive nos dias atuais.

      Em primeiro lugar, pode-se constatar que as crianças passam durante muitas horas assistindo, pela televisão, a uma programação baseada na violência. Os desenhos, com personagens utilizando- se de espadas, armas de fogo etc., fazem, todo o tempo, apologia da força física, da coragem mediante o uso de uma arma. Os filmes apresentam lutas, brigas, disputas, homens fortes, como Schwarzenegger, com armas possantes, destruindo tudo à sua frente. As novelas, muitas vezes, mostram o lado negativo do ser humano, através de intrigas, vícios, maldades, enfim. Na verdade, podem ser contados nos dedos os programas que não incitem a criança e o próprio adulto a sair pelas ruas cometendo desatinos. Podem ser contados nos dedos os programas que acalmem o telespectador, que direcionem para as boas ações.

      Em segundo lugar, verifica-se que a maioria das mães não está dentro de casa para educar os filhos, o que tem sido, aliás, fator determinante para a sua desestruturação. Com as dificuldades financeiras por que passa grande parte das famílias, a mulher precisou sair para trabalhar e ajudar nas despesas do lar. Sua saída embora positiva por um lado, por outro foi desastrosa, pois os filhos ficaram a mercê das empregadas ou até sozinhos em grande parte dos casos. Isso significa que a educação ficou por conta de pessoas que não tem condições nem motivo para educar, ou ainda, por conta deles próprios. A criança passou a ter liberdade para fazer o que bem quer; os pais, por seu turno, com sentimento de culpa por se encontrarem somente à noite com os filhos, não lhes impõem limites, e tudo fica por isso mesmo.

      Por fim, outro dado que se destaca é a separação tão frequente dos casais hoje em dia. Marido e mulher já não estão tendo paciência para enfrentar os problemas, os desentendimentos, o dia-a-dia complicado que é viver em família; por qualquer coisa um pouco mais grave estão desfazendo o compromisso e indo cada um para o seu lado. Com isso, ficam os filhos normalmente com a mãe e vendo o pai apenas uma vez por semana. A mãe, como já se comentou, passa a maior parte do tempo trabalhando, o que faz com que a convivência seja mínima. Mais uma vez está a criança sozinha, agora encontrando somente um dos pais, no final do dia, a atenção, se for o caso.

      Em vista de tudo isso, pergunta-se o que pensa essa criança durante o dia inteiro, como ela encara a vida, que noção tem de certo e de errado, que sentimentos tem no coração. A mãe não está em casa; não pode, portanto, ensiná-la, orientá-la. O pai só a vê no fim de semana, o que o fará sentir-se culpado e o impedirá de ministrar qualquer ensinamento. Sobra-lhe a TV amiga das horas de solidão, a passar mensagens de violência e mais violência. Com essa vida, é difícil seguir outro caminho.

                                                                         (Lucia Helena Gouvêa, 2004)

“Isso significa que a educação ficou por conta de pessoas que não têm condições nem motivos para educar, ou ainda, por conta DELES PRÓPRIOS.”


O termo em destaque se refere:

Alternativas
Q975693 Português

                               A VIOLÊNCIA INFANTIL


      Nos últimos tempos, a violência infantil vem crescendo de modo alarmante. Muitas razões têm sido apontadas como causa para um problema tão grave, entretanto acredita-se que a prática dos crimes infantis se deva ao modo como se vive nos dias atuais.

      Em primeiro lugar, pode-se constatar que as crianças passam durante muitas horas assistindo, pela televisão, a uma programação baseada na violência. Os desenhos, com personagens utilizando- se de espadas, armas de fogo etc., fazem, todo o tempo, apologia da força física, da coragem mediante o uso de uma arma. Os filmes apresentam lutas, brigas, disputas, homens fortes, como Schwarzenegger, com armas possantes, destruindo tudo à sua frente. As novelas, muitas vezes, mostram o lado negativo do ser humano, através de intrigas, vícios, maldades, enfim. Na verdade, podem ser contados nos dedos os programas que não incitem a criança e o próprio adulto a sair pelas ruas cometendo desatinos. Podem ser contados nos dedos os programas que acalmem o telespectador, que direcionem para as boas ações.

      Em segundo lugar, verifica-se que a maioria das mães não está dentro de casa para educar os filhos, o que tem sido, aliás, fator determinante para a sua desestruturação. Com as dificuldades financeiras por que passa grande parte das famílias, a mulher precisou sair para trabalhar e ajudar nas despesas do lar. Sua saída embora positiva por um lado, por outro foi desastrosa, pois os filhos ficaram a mercê das empregadas ou até sozinhos em grande parte dos casos. Isso significa que a educação ficou por conta de pessoas que não tem condições nem motivo para educar, ou ainda, por conta deles próprios. A criança passou a ter liberdade para fazer o que bem quer; os pais, por seu turno, com sentimento de culpa por se encontrarem somente à noite com os filhos, não lhes impõem limites, e tudo fica por isso mesmo.

      Por fim, outro dado que se destaca é a separação tão frequente dos casais hoje em dia. Marido e mulher já não estão tendo paciência para enfrentar os problemas, os desentendimentos, o dia-a-dia complicado que é viver em família; por qualquer coisa um pouco mais grave estão desfazendo o compromisso e indo cada um para o seu lado. Com isso, ficam os filhos normalmente com a mãe e vendo o pai apenas uma vez por semana. A mãe, como já se comentou, passa a maior parte do tempo trabalhando, o que faz com que a convivência seja mínima. Mais uma vez está a criança sozinha, agora encontrando somente um dos pais, no final do dia, a atenção, se for o caso.

      Em vista de tudo isso, pergunta-se o que pensa essa criança durante o dia inteiro, como ela encara a vida, que noção tem de certo e de errado, que sentimentos tem no coração. A mãe não está em casa; não pode, portanto, ensiná-la, orientá-la. O pai só a vê no fim de semana, o que o fará sentir-se culpado e o impedirá de ministrar qualquer ensinamento. Sobra-lhe a TV amiga das horas de solidão, a passar mensagens de violência e mais violência. Com essa vida, é difícil seguir outro caminho.

                                                                         (Lucia Helena Gouvêa, 2004)

“ISSO significa que a educação ficou por conta de pessoas que não têm condições nem motivos para educar, ou ainda, por conta deles próprios.”


O léxico em destaque trata-se de um:

Alternativas
Q975688 Português

                               A VIOLÊNCIA INFANTIL


      Nos últimos tempos, a violência infantil vem crescendo de modo alarmante. Muitas razões têm sido apontadas como causa para um problema tão grave, entretanto acredita-se que a prática dos crimes infantis se deva ao modo como se vive nos dias atuais.

      Em primeiro lugar, pode-se constatar que as crianças passam durante muitas horas assistindo, pela televisão, a uma programação baseada na violência. Os desenhos, com personagens utilizando- se de espadas, armas de fogo etc., fazem, todo o tempo, apologia da força física, da coragem mediante o uso de uma arma. Os filmes apresentam lutas, brigas, disputas, homens fortes, como Schwarzenegger, com armas possantes, destruindo tudo à sua frente. As novelas, muitas vezes, mostram o lado negativo do ser humano, através de intrigas, vícios, maldades, enfim. Na verdade, podem ser contados nos dedos os programas que não incitem a criança e o próprio adulto a sair pelas ruas cometendo desatinos. Podem ser contados nos dedos os programas que acalmem o telespectador, que direcionem para as boas ações.

      Em segundo lugar, verifica-se que a maioria das mães não está dentro de casa para educar os filhos, o que tem sido, aliás, fator determinante para a sua desestruturação. Com as dificuldades financeiras por que passa grande parte das famílias, a mulher precisou sair para trabalhar e ajudar nas despesas do lar. Sua saída embora positiva por um lado, por outro foi desastrosa, pois os filhos ficaram a mercê das empregadas ou até sozinhos em grande parte dos casos. Isso significa que a educação ficou por conta de pessoas que não tem condições nem motivo para educar, ou ainda, por conta deles próprios. A criança passou a ter liberdade para fazer o que bem quer; os pais, por seu turno, com sentimento de culpa por se encontrarem somente à noite com os filhos, não lhes impõem limites, e tudo fica por isso mesmo.

      Por fim, outro dado que se destaca é a separação tão frequente dos casais hoje em dia. Marido e mulher já não estão tendo paciência para enfrentar os problemas, os desentendimentos, o dia-a-dia complicado que é viver em família; por qualquer coisa um pouco mais grave estão desfazendo o compromisso e indo cada um para o seu lado. Com isso, ficam os filhos normalmente com a mãe e vendo o pai apenas uma vez por semana. A mãe, como já se comentou, passa a maior parte do tempo trabalhando, o que faz com que a convivência seja mínima. Mais uma vez está a criança sozinha, agora encontrando somente um dos pais, no final do dia, a atenção, se for o caso.

      Em vista de tudo isso, pergunta-se o que pensa essa criança durante o dia inteiro, como ela encara a vida, que noção tem de certo e de errado, que sentimentos tem no coração. A mãe não está em casa; não pode, portanto, ensiná-la, orientá-la. O pai só a vê no fim de semana, o que o fará sentir-se culpado e o impedirá de ministrar qualquer ensinamento. Sobra-lhe a TV amiga das horas de solidão, a passar mensagens de violência e mais violência. Com essa vida, é difícil seguir outro caminho.

                                                                         (Lucia Helena Gouvêa, 2004)

A tese defendida pelo autor é a de que:
Alternativas
Q975685 Pedagogia
A Lei Federal n° 11.274/2006 altera a redação dos arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de:
Alternativas
Q975684 Pedagogia
Será considerada idade mínima para os cursos de EJA e para a realização de exames de conclusão de EJA do Ensino Fundamental, segundo a Resolução n°3/CNE 15/06/2010:
Alternativas
Q975683 Pedagogia
A Lei Federal n° 9.795/1999, que dispõe sobre a educação ambiental, indica em seu Art. 10, que a educação ambiental será desenvolvida como uma prática educativa:
Alternativas
Q975682 Pedagogia
A Lei Federal n° 11.645 altera a Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Em seu Art. 1°, essa lei, em seu § 2°, estabelece que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados:
Alternativas
Q975680 Pedagogia
A LDB, Lei n° 9.394/1996, indica em seu Art. 3° que o ensino será ministrado com base em determinados princípios. Foi incluído, neste artigo, pela Lei n° 12.796 de 2013, o seguinte princípio:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC
Q1235509 Francês
Texte
Catherine Millet, auteure d'« Une enfance de rêve » et directrice de la rédaction d'« Art Press », livre ici son regard sur l'œuvre de Michel Houellebecq alors que paraît « Sérotonine ».
Par Catherine Millet Publié le 03 janvier 2019
Le premier mérite de Michel Houellebecq est d'être un très bon auteur populaire. Lorsqu'on jette un œil à ce que sont devenues depuis quelques années les listes des meilleures ventes de livres publiées par les magazines, cela compense un peu et rassure. Les lecteurs se rendent compte qu'il est le seul à envisager de front les vraies questions qui se posent à notre société et, conséquemment, à eux-mêmes dans leur vie quotidienne. Des questions que beaucoup refusent absolument de voir par culpabilité postcoloniale, moraline devenue religion laïque, et par ce qu'il faut bien appeler « trouille », plutôt que « peur », de mettre au jour des pouvoirs qui, par les voies meurtrières du terrorisme ou par celles, insidieuses, de l'économie, mettent à mal la démocratie. On l'a vérifié lors des polémiques qui accueillirent la sortie de son précédent livre, Soumission (Flammarion, 2015), dont on sait pourtant de quels drames il fut prémonitoire et de quelles lâchetés il continue d'être un excellent outil d'analyse. Est-ce que Houellebecq n'a pas payé alors d'avoir fait le boulot qu'étaient incapables de faire universitaires, journalistes et autres politiciens?
LE MONDE. Par Catherine Millet Publié le 03 janvier 2019.
Dans l'extrait phrase “Les lecteurs se rendent compte qu'il est le seul à envisager de front les vraies questions qui se posent à notre société et, conséquemment, à eux-mêmes dans LEUR vie quotidienne.”, le pronom en gras et souligné a comme référant le mot:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC
Q1229454 Francês
“Si la violence y reste fictive, ele n'y est jamais gratuite puisqu'à tout acte violent correspond une réparation. Les contes mettent les enfants face à de dures réalités, à des violences [...] Ils évoquent AINSI  les vraies violences de la vie pour en transcender le sens.”, le terme en gras et souligné a le même sens de:
(Christine Buisine)
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC
Q1229240 Inglês
Read the text below and answer the question:
To exercise or not to exercise ...
Are more young people overweight than in the past and do they exercise enough? We decided to ask four young people what they thought about this problem.
1- HEATHEROHURUOGU, aged 14 from Leeds, tells us what she thinks about keeping fit.   “I know there have been a lot of stories in newspapers about how fat young people are getting, but we're not all sitting at home at a computer eating crisps and chocolate. Some of us do actually realise that keeping fit is quite important. If anybody should be blamed, I think schools and parents are the problem. At my school we have fewer hours of PE lessons than we used to have. The school has decided we need to spend more time preparing for our exams. My mum and dad trust me to take a bus home if I stay late at school for hockey training, but my friend Carly can't come because her parents work and they are worried about her travelling alone.”
2- OLIVER MCKENNA, aged 15, Edinburgh, sees things differently.
“I don't like organised sport or spending my time with guys skateboarding. I love computers – programming them, playing games on them, surfing the Internet and in my free time that's what I do. It's true that I do need to lose some weight, though. Next week, Mum's taking me to a doctor so we can ask about going on a diet. Dad wants me to join the gym he goes to, but I think it's a bit boring working out all the time. In fact, there's a computer game now called Wii. I'm thinking of getting it because you actually do the actions of the games – you know, things like swinging your arm to hit the ball in tennis. That'd be a good way to get some exercise!”
3- REECEWILKINS, aged 13, Swansea, has another view.
“I'm an active person and so are most of my friends. We all like to spend some time on our Nintendos, PlayStations or whatever – all young people enjoy computer games – but we also belong to football teams or some kind of sports club. We don't have to make an effort to be fit – young people like active games. No, our problem is that we eat too much rubbish. In fact, we drink a lot of bad things – sweet, fizzy drinks which are full of sugar and very unhealthy. Also, we all love fast food and often eat hamburgers and chips. If we ate better, I think most of us would lose the extra weight we have.”

4- HANK DARROW, aged 14, London, shares his opinions with us.
“I've spent the last four years trying to lose weight, and it hasn't been easy. My problem started when I was a baby – it wasn't really my fault. You see, I wasn't very interested in food, and so my mum made all kinds of delicious things to get me to eat. Of course, all those tasty foods were very fattening. My mum used to carry a bowl of food everywhere we went and would follow me around the house or playground trying to get me to eat just one more bite. Well, I got used to eating constantly and, by the time we all realised that I had gained too much weight, the damage had been done. Now I follow a special diet – it was hard at first, but once I got used to it, I actually like it.And I look and feel so much better – I don't want to go back to the way I was.”
Taken from: CHAPMAN, Joanne. Laser B1 +. Teacher's book. Macmillan, 2008.
The sentences below express the ages of the young people mentioned in the text.
Choose the correct sentence.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC
Q1225483 Inglês
Read the text below and answer the question:
To exercise or not to exercise ...
Are more young people overweight than in the past and do they exercise enough? We decided to ask four young people what they thought about this problem.
1- HEATHEROHURUOGU, aged 14 from Leeds, tells us what she thinks about keeping fit.   “I know there have been a lot of stories in newspapers about how fat young people are getting, but we're not all sitting at home at a computer eating crisps and chocolate. Some of us do actually realise that keeping fit is quite important. If anybody should be blamed, I think schools and parents are the problem. At my school we have fewer hours of PE lessons than we used to have. The school has decided we need to spend more time preparing for our exams. My mum and dad trust me to take a bus home if I stay late at school for hockey training, but my friend Carly can't come because her parents work and they are worried about her travelling alone.”
2- OLIVER MCKENNA, aged 15, Edinburgh, sees things differently.
“I don't like organised sport or spending my time with guys skateboarding. I love computers – programming them, playing games on them, surfing the Internet and in my free time that's what I do. It's true that I do need to lose some weight, though. Next week, Mum's taking me to a doctor so we can ask about going on a diet. Dad wants me to join the gym he goes to, but I think it's a bit boring working out all the time. In fact, there's a computer game now called Wii. I'm thinking of getting it because you actually do the actions of the games – you know, things like swinging your arm to hit the ball in tennis. That'd be a good way to get some exercise!”
3- REECEWILKINS, aged 13, Swansea, has another view.
“I'm an active person and so are most of my friends. We all like to spend some time on our Nintendos, PlayStations or whatever – all young people enjoy computer games – but we also belong to football teams or some kind of sports club. We don't have to make an effort to be fit – young people like active games. No, our problem is that we eat too much rubbish. In fact, we drink a lot of bad things – sweet, fizzy drinks which are full of sugar and very unhealthy. Also, we all love fast food and often eat hamburgers and chips. If we ate better, I think most of us would lose the extra weight we have.”

4- HANK DARROW, aged 14, London, shares his opinions with us.
“I've spent the last four years trying to lose weight, and it hasn't been easy. My problem started when I was a baby – it wasn't really my fault. You see, I wasn't very interested in food, and so my mum made all kinds of delicious things to get me to eat. Of course, all those tasty foods were very fattening. My mum used to carry a bowl of food everywhere we went and would follow me around the house or playground trying to get me to eat just one more bite. Well, I got used to eating constantly and, by the time we all realised that I had gained too much weight, the damage had been done. Now I follow a special diet – it was hard at first, but once I got used to it, I actually like it.And I look and feel so much better – I don't want to go back to the way I was.”
Taken from: CHAPMAN, Joanne. Laser B1 +. Teacher's book. Macmillan, 2008.
Two young people say that they take a lot of exercise. Who are they?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: SEE-AC
Q1220854 Francês
Lisez ce message e-mail:
Bonjour, Nous habitons faire une excursion à bicyclette, de Strasbourg à Nice. Pourriez-vous nous indiquer un itinéraire sans étape de montagne car nous ne sommes pas des cyclistes professionnels. Nos remerciements anticipés, Mara eAndreia Bastos
Le but de ce mél, c'est:
Alternativas
Respostas
1421: A
1422: D
1423: B
1424: B
1425: A
1426: A
1427: E
1428: D
1429: A
1430: C
1431: E
1432: C
1433: D
1434: E
1435: C
1436: C
1437: A
1438: C
1439: E
1440: D