Questões de Concurso
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CH3-COOH.
A função orgânica a que essa substância pertence, dado o seu grupo funcional -COO
I. A banalidade do mal, em Hannah Arendt, manifesta-se quando indivíduos deixam de refletir criticamente sobre suas ações, tornando-se cúmplices de sistemas opressivos e desumanizadores; em diálogo, Paulo Freire propõe a conscientização crítica como caminho para romper o ciclo de opressão e restituir a autonomia ética dos sujeitos.
II. Tanto Arendt quanto Freire compreendem o poder como instrumento essencialmente coercitivo, fundado na imposição da vontade de uns sobre outros, sendo inevitável que as relações sociais se sustentem por meio da violência e da dominação.
III. A reflexão arendtiana sobre o mal e a pedagogia freireana convergem na defesa da dignidade humana e da responsabilidade ética, mas divergem quanto ao papel do diálogo: enquanto Arendt o considera secundário, Freire o compreende como núcleo do processo de libertação e reconstrução social.
É correto o que se afirma em:
I. Para Santo Agostinho, a liberdade é a capacidade da vontade de escolher o bem; porém, o ser humano, ao afastar-se de Deus, torna-se escravo de suas paixões. A verdadeira liberdade só se realiza quando a vontade é iluminada pela graça divina.
II. Para Jean-Paul Sartre, a liberdade é uma condição ontológica do ser humano: "o homem está condenado a ser livre", ou seja, não há essência ou natureza pré-definida que determine suas ações, e cada indivíduo é responsável por suas escolhas.
III. Tanto em Santo Agostinho quanto em Sartre, a liberdade depende de uma força exterior que guia o homem: em Agostinho, essa força é a graça divina; em Sartre, é a influência social e cultural que condiciona as escolhas humanas.
É correto o que se afirma em:
I. Em Dos Canibais, Montaigne questiona a superioridade da civilização europeia, afirmando que os povos ditos "selvagens" vivem de modo mais conforme à natureza e à razão.
II. A obra de Montaigne inaugura uma postura de autocrítica cultural, em que o conhecimento de si passa pelo reconhecimento do outro como portador de humanidade.
III. Para Montaigne, os juízos morais e culturais são universais, sendo a razão suficiente para determinar o que é verdadeiro e justo em qualquer sociedade.
É correto o que se afirma em:
I. Para Ailton Krenak, a beleza não se limita a um valor estético formal, mas expressa a experiência de comunhão com a Terra e a continuidade da vida, sendo indissociável de uma ética do pertencimento.
II. A ludicidade, nas culturas indígenas, manifesta-se como um modo de conhecer e manter o equilíbrio entre os seres, articulando dimensão simbólica, espiritual e ecológica.
III. Na tradição filosófica moderna, a estética foi progressivamente desvinculada de sua dimensão ética e ontológica, reduzindo a beleza à esfera da subjetividade e do gosto individual.
É correto o que se afirma em:
I. Para Norberto Bobbio, os Direitos Humanos são conquistas históricas, resultantes de lutas sociais e transformações políticas, e não verdades naturais ou absolutas.
II. Em Immanuel Kant, os Direitos Humanos se fundamentam na dignidade e autonomia moral de cada ser racional, que deve ser sempre tratado como fim em si mesmo.
III. Na perspectiva de Paulo Freire, os Direitos Humanos se vinculam à prática libertadora e à superação das formas de opressão, expressando o processo de humanização e conscientização do ser humano.
É correto o que se afirma em: