Questões de Concurso Comentadas para if-rj

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Q3976239 Administração Geral
A departamentalização que envolve a diferenciação e o agrupamento das atividades com base no tipo de pessoa ou agência para quem é feito o trabalho é chamada de departamentalização:
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Q3976236 Direito Administrativo
O contrato administrativo, para estipular seu objeto, as obrigações, os direitos, as garantias e outras disposições necessárias, faz uso de dois tipos distintos de cláusulas:  
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Q3976235 Administração Pública
É um conjunto de mecanismos de liderança, estratégia e controle voltado para avaliar, direcionar e monitorar a gestão, com vistas a condução e geração de resultados nas políticas públicas e a prestação de serviços de interesse da sociedade:  
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Q3976229 Noções de Informática
Entre os periféricos empregados na configuração e operação de notebooks, existem dispositivos que podem ser empregados tanto na entrada como na saida de dados, dependendo do momento em que são utilizados. Um exemplo de dispositivo pertencente a essa categoria é indicado na seguinte opção: 
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Q3976226 Noções de Informática
Computação em nuvem é o fornecimento de serviços de computação, incluindo servidores de armazenamento, bancos de dados, rede, software, analise e inteligência pela internet para oferecer inovações mais rápidas, recursos flexíveis e economias de escala. Entre os tipos de serviços em nuvem, um representa a categoria mais básica, na qual o interessado aluga a infraestrutura de TI, incluindo servidores e máquinas virtuais, armazenamento (VMs), redes e sistemas operacionais, de um provedor de nuvem, com pagamento conforme o uso. Esse tipo de serviço é conhecido como: 
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Q3976225 Direito Constitucional

Civ é servidor público do munícipio OR. Desejando visitar os  municípios vizinhos, é surpreendido com a notícia de que existiria lei determinando que os servidores municipais deveriam obter autorização da chefia imediata para realizar qualquer saída de OR 


De acordo com a Constituição Federal, essa restrição deve ser considerada como: 

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Q3976223 Direito Constitucional
Ju é mãe de Lu, que esta matriculada em escola da rede municipal. Desejosa de manter contato mais próximo com os gestores do estabelecimento escolar, apresenta proposta de criar associação de pais e mães, cujo objetivo seria organizar atividades extracurriculares e, eventualmente, carrear recursos autônomos para a entidade. Após ampla divulgação, obtém a adesão de cerca de cinquenta por cento do público alvo. Nos termos da Constituição Federal, os pais e mães tém de: 
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Q3976222 Direito Constitucional
Med é estudante de Medicina e, nos anos iniciais do curso, integra o diretório acadêmico, participando de todos os eventos culturais organizados. Terminado o curso, após a formatura, estabelece vínculos com organização social cujos propósitos consistem em fiscalizar as atividades do Poder Público. Por força de evento ocorrido em Brasilia, a organização convoca seus membros para encontro na praga P, a mais conhecida do municipio TY. Nos termos da Constituição Federal, todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público desde que:
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Q3976221 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
LK é pai de JH, que se revela uma criança rebelde que costuma confrontar as orientações paternas e também maternas. Diante das atitudes do filho, busca aplicar sanções aos descumprimentos das orientações familiares. Num desses eventos, impõe que o filho vá a escola, onde esta matriculado, usando um chapéu de palhaço na cabeça, o que rende ao filho horas de humilhação. Nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, a criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo fisico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação, ou qualquer outro pretexto, pelos pais. No caso em pauta, se está diante de:
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Q3976220 Direito Constitucional
Lua é jornalista e publica série de reportagens sobre os bastidores da política. Seus relatos são verídicos e baseados em informações pesquisadas em depoimentos públicos, mas também em informes privados. Determinado indivíduo, entendendo que certo relato não condiz com o que efetivamente Ocorreu, requer a relação de pessoas que ajudaram a jornalista a construir o seu trabalho. Ocorre a recusa.
Nos termos da Constituição Federal, no caso acima ocorre a proteção ao denominado: 
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Q3976218 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

A palavra “a” é uma preposição exigida pela regência verbal em:
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Q3976217 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

“As marcas responséveis não querem relações negatlvas com outras marcas” (6° parágrafo). A expressão ‘relações negativas com outras marcas” está corretamente substituida por um pronome pessoal em: 
Alternativas
Q3976216 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

No 8º parágrafo, a organização das ideias centrais se eslrutura por meio do seguinte procedimento: 
Alternativas
Q3976215 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

No quarto parágrafo, a palavra “até” é equivalente semanticamente a: 
Alternativas
Q3976214 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

O emprego da virgula delimita uma sequência de enumeração de elementos em:
Alternativas
Q3976213 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

A expressão “colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal” (4° parágrafo) assume, no contexto da frase, o valor de: 
Alternativas
Q3976212 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

Na conclusão, o autor sintetiza um posicionamento acerca das guerras, sustentado na seguinte perspectiva: 
Alternativas
Q3976211 Português

Texto para responder à questão.


A guerra das marcas 


Há muito tempo que as guerras não se fazem apenas com armas, mas também com marcas. Esta a que agora assistimos é o exemplo deste novo tipo de combates. 


Os consumidores não gostam de marcas agnósticas e têm exigido saber o que defendem as marcas, qual o seu propósito, quais os valores que defendem, para além dos produtos que vendem. 


Neste contexto de pressão social das marcas, vimos marcas ativamente envolvidas na campanha Vidas Negras Importam, na preservação dos oceanos, na igualdade de gênero etc. 


Mas um cenário de guerra é um contexto muito diferente e, no caso das marcas, funciona até como agente do “bem”. A condenação coletiva gera um efeito desneutralizador, colocando as marcas na obrigação de se desvincularem de tudo o que as ligue ao lado do mal. 


Os consumidores, pelo seu lado, alistam-se num exército planetário contra o consumo dessas marcas e algumas delas irão ficar feridas de morte.


As marcas responsáveis não querem relações negativas com outras marcas que estejam desalinhadas do que defendem, no caso de uma guerra. Não há valores que paguem a contaminação negativa que um país pode vir ater.


Por todo o mundo estão a nascer marcas do bem, talvez num movimento colaborativo nunca antes visto. Em Portugal destaco, entre outras igualmente meritórias, aquela em que estou envolvido, que é a WeHelpUkrain.org. 


A reputação internacional da marca Rússia demorara décadas a recuperar, tal como demorou a marca Alemanha no caso de Hitler. A historia continuara, e no fundo todos queremos o melhor para o povo russo, tal como quisemos para o povo alemão. 


As marcas-pais são resilientes, ficam feridas, mas não morrem, nem com uma guerra. É talvez esta uma forma de mostrar opoder efetivo das marcas e a força que tém para criar ou para vencer guerras, acreditando que o lado do bem sera sempre mais forte. 


Carlos Coelho Adaptado de Diarios de Noticias (Lisboa), 03/03/2022

De acordo com o texto, uma caracterização atribuída aos consumidores atuais passa pela exigência de conhecimento acerca da associação entre as marcas e o seguinte aspecto: 
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Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2022 - IF-RJ - Assistente de Alunos |
Q3976080 Português
“Uma cultura de ódio gratuito cresce no ambiente virtual e fortalece a violência física pelas ruas.” [...] Temos pessoas cada vez mais integradas a dispositivos móveis, midias sociais e internet com dificuldade de saber lidar com o enorme conjunto de informações que chegam todos os dias.” CRUZ (2019)
Werbet da Cruz se posiciona diante do contexto sociopolítico do país refletindo sobre a educação e sugere que é urgente que a escola promova a analise crítica da realidade, estimule a construção de autonomia de pensamento dos alunos e que consiga criar estratégias para atrair o interesse dos jovens, possibilitando o aprimoramento de suas práticas sociais referentes a: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: IF-RJ Prova: SELECON - 2022 - IF-RJ - Assistente de Alunos |
Q3976079 Pedagogia
A democratização dos processos de gestão da escola, estabelecida na Constituição Nacional e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96) acentua a necessidade da ação coletiva compartilhada”. (LÜCK, 2017)
Heloisa Lück destaca a importancia da cultura da escola como um fator de consolidação de sua estrutura organizativa e salienta que, para que a escola se torne de fato uma unidade de processos democráticos, é importante que ela incentive uma relevante energia cultural da escola que é a: 
Alternativas
Respostas
221: C
222: D
223: A
224: D
225: A
226: C
227: B
228: C
229: C
230: D
231: A
232: D
233: B
234: C
235: B
236: D
237: C
238: D
239: C
240: B