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Ao se compararem os prognósticos de pacientes com câncer colorretal com mesmo estadiamento, o prognóstico pós-operatório de um paciente com câncer colorretal hereditário não relacionado com a polipose (HNPCC), ou síndrome de Lynch, é melhor que o de um paciente que não possua essa síndrome.
Os genes de supressão tumoral, os genes de reparo do não pareamento do DNA (ácido desoxirribonucleico) e os proto-oncogenes contribuem para o aparecimento da neoplasia colorretal de caráter hereditário, não estando relacionados com o câncer esporádico.
ambulatorial, relatou ter observado, há um mês, uma úlcera na
região pré-tibial esquerda, que vem aumentando progressivamente
de tamanho. Informou também fazer acompanhamento médico em
razão de miocardiopatia isquêmica grave e fibrilação atrial crônica
(em uso de amiodarona). A investigação possibilitou confirmar o
diagnóstico de leishmaniose tegumentar americana.
Considerando esse caso clínico, julgue o seguinte item.
ambulatorial, relatou ter observado, há um mês, uma úlcera na
região pré-tibial esquerda, que vem aumentando progressivamente
de tamanho. Informou também fazer acompanhamento médico em
razão de miocardiopatia isquêmica grave e fibrilação atrial crônica
(em uso de amiodarona). A investigação possibilitou confirmar o
diagnóstico de leishmaniose tegumentar americana.
Considerando esse caso clínico, julgue o seguinte item.
ambulatorial, relatou ter observado, há um mês, uma úlcera na
região pré-tibial esquerda, que vem aumentando progressivamente
de tamanho. Informou também fazer acompanhamento médico em
razão de miocardiopatia isquêmica grave e fibrilação atrial crônica
(em uso de amiodarona). A investigação possibilitou confirmar o
diagnóstico de leishmaniose tegumentar americana.
Considerando esse caso clínico, julgue o seguinte item.
emergência de um hospital terciário, com relato de cefaleia intensa
iniciada há cerca de 1 hora, negava febre e outras comorbidades.
No exame clínico, apresentou pressão arterial de
140 mmHg × 90 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência
respiratória de 20 irpm e presença de rigidez de nuca, com escore
de 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Uma tomografia
computadorizada do crânio definiu o diagnóstico de hemorragia
subaracnoide.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item abaixo.
emergência de um hospital terciário, com relato de cefaleia intensa
iniciada há cerca de 1 hora, negava febre e outras comorbidades.
No exame clínico, apresentou pressão arterial de
140 mmHg × 90 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência
respiratória de 20 irpm e presença de rigidez de nuca, com escore
de 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Uma tomografia
computadorizada do crânio definiu o diagnóstico de hemorragia
subaracnoide.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item abaixo.
emergência de um hospital terciário, com relato de cefaleia intensa
iniciada há cerca de 1 hora, negava febre e outras comorbidades.
No exame clínico, apresentou pressão arterial de
140 mmHg × 90 mmHg, frequência cardíaca de 90 bpm, frequência
respiratória de 20 irpm e presença de rigidez de nuca, com escore
de 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Uma tomografia
computadorizada do crânio definiu o diagnóstico de hemorragia
subaracnoide.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o item abaixo.
médico, relatando dispneia progressiva há três anos, associada à
tosse produtiva persistente ao longo desse período. Há quatro dias,
observou aumento da quantidade de secreção e alteração do seu
aspecto, tornando-se amarelada e espessa. Negou ter tido febre e
informou ser tabagista com carga tabágica de 50 maços/ano e ter
diagnóstico prévio de hiperplasia benigna de próstata. Ao exame
clínico, o paciente apresentava-se levemente dispneico, com
frequência respiratória de 20 irpm, frequência cardíaca de 90 bpm
e saturação de oxigênio de 94% (ar ambiente). Na ausculta
respiratória, foram constatados sibilos tele-expiratórios difusos,
esparsos, em toda a região dorsal. O hemograma era normal e não
se observaram alterações significativas na radiografia de tórax.
Considerando os dados clínicos e laboratoriais, o médico optou por
tratar esse paciente com amoxicilina (associado ao clavulanato), por
via oral, com inalações com brometo de ipratrópio e com
prednisona por via oral, por três dias, até nova reavaliação.
O paciente iniciou o tratamento prescrito e retornou ao hospital em
razão de dificuldades para urinar e retenção urinária.
Com base nas informações desse caso clínico, julgue o item
subsequente.
médico, relatando dispneia progressiva há três anos, associada à
tosse produtiva persistente ao longo desse período. Há quatro dias,
observou aumento da quantidade de secreção e alteração do seu
aspecto, tornando-se amarelada e espessa. Negou ter tido febre e
informou ser tabagista com carga tabágica de 50 maços/ano e ter
diagnóstico prévio de hiperplasia benigna de próstata. Ao exame
clínico, o paciente apresentava-se levemente dispneico, com
frequência respiratória de 20 irpm, frequência cardíaca de 90 bpm
e saturação de oxigênio de 94% (ar ambiente). Na ausculta
respiratória, foram constatados sibilos tele-expiratórios difusos,
esparsos, em toda a região dorsal. O hemograma era normal e não
se observaram alterações significativas na radiografia de tórax.
Considerando os dados clínicos e laboratoriais, o médico optou por
tratar esse paciente com amoxicilina (associado ao clavulanato), por
via oral, com inalações com brometo de ipratrópio e com
prednisona por via oral, por três dias, até nova reavaliação.
O paciente iniciou o tratamento prescrito e retornou ao hospital em
razão de dificuldades para urinar e retenção urinária.
Com base nas informações desse caso clínico, julgue o item
subsequente.
de pronto-atendimento com relato de disúria e polaciúria há
dois dias. Relatou três episódios pregressos de infecção urinária
baixa no último ano, vida sexual ativa e utilização de métodos de
barreira com espermicida para contracepção. Negou outros
problemas urinários e ginecológicos prévios. Informou não ter
outros problemas de saúde, entretanto nos últimos meses tem
apresentado azia e, frequentemente, usa antiácidos, como hidróxido
de alumínio, por conta própria.
Com base nesse caso clínico, julgue o item seguinte.
de pronto-atendimento com relato de disúria e polaciúria há
dois dias. Relatou três episódios pregressos de infecção urinária
baixa no último ano, vida sexual ativa e utilização de métodos de
barreira com espermicida para contracepção. Negou outros
problemas urinários e ginecológicos prévios. Informou não ter
outros problemas de saúde, entretanto nos últimos meses tem
apresentado azia e, frequentemente, usa antiácidos, como hidróxido
de alumínio, por conta própria.
Com base nesse caso clínico, julgue o item seguinte.
de pronto-atendimento com relato de disúria e polaciúria há
dois dias. Relatou três episódios pregressos de infecção urinária
baixa no último ano, vida sexual ativa e utilização de métodos de
barreira com espermicida para contracepção. Negou outros
problemas urinários e ginecológicos prévios. Informou não ter
outros problemas de saúde, entretanto nos últimos meses tem
apresentado azia e, frequentemente, usa antiácidos, como hidróxido
de alumínio, por conta própria.
Com base nesse caso clínico, julgue o item seguinte.
com 12 semanas de gestação, procurou atendimento no prontosocorro
com relato de tosse seca e dor torácica à direita há um dia.
Informou que, no dia da consulta, pela manhã, sentiu-se cansada
durante o banho, apresentando melhora após repouso. Relatou,
ainda, que a temperatura corporal de 37,8 ºC normalizou-se após o
banho. Ao exame clínico apresentou: frequência cardíaca de
95 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, pressão arterial de
100 mmHg × 60 mmHg. A ausculta pulmonar evidenciou murmúrio
vesicular discretamente reduzido em região infraescapular direita,
com crepitações teleinspiratórias no mesmo local. Não havia sinais
de trombose venosa profunda em membros inferiores.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
com 12 semanas de gestação, procurou atendimento no prontosocorro
com relato de tosse seca e dor torácica à direita há um dia.
Informou que, no dia da consulta, pela manhã, sentiu-se cansada
durante o banho, apresentando melhora após repouso. Relatou,
ainda, que a temperatura corporal de 37,8 ºC normalizou-se após o
banho. Ao exame clínico apresentou: frequência cardíaca de
95 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, pressão arterial de
100 mmHg × 60 mmHg. A ausculta pulmonar evidenciou murmúrio
vesicular discretamente reduzido em região infraescapular direita,
com crepitações teleinspiratórias no mesmo local. Não havia sinais
de trombose venosa profunda em membros inferiores.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
com 12 semanas de gestação, procurou atendimento no prontosocorro
com relato de tosse seca e dor torácica à direita há um dia.
Informou que, no dia da consulta, pela manhã, sentiu-se cansada
durante o banho, apresentando melhora após repouso. Relatou,
ainda, que a temperatura corporal de 37,8 ºC normalizou-se após o
banho. Ao exame clínico apresentou: frequência cardíaca de
95 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, pressão arterial de
100 mmHg × 60 mmHg. A ausculta pulmonar evidenciou murmúrio
vesicular discretamente reduzido em região infraescapular direita,
com crepitações teleinspiratórias no mesmo local. Não havia sinais
de trombose venosa profunda em membros inferiores.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
médico relatando artralgia, espessamento cutâneo, teleangectasias
faciais e fenômeno de Reynaud. Após a investigação clínica, foi
diagnosticado esclerodermia. Iniciou-se, então, o tratamento com
prednisona, 1 mg/kg ao dia e, decorridos 30 dias desse tratamento,
foi realizada pulsoterapia com ciclofosfamida e reduzida a dose da
prednisona. Três semanas após a primeira pulsoterapia, a paciente
foi atendida no pronto-socorro com queixa de cefaleia intensa, com
pressão arterial de 210 mmHg × 140 mmHg e alteração da função
renal (creatinina de 2,3 mg/dL e ureia de 110 mg/dL).
Com base nesse caso clínico, julgue o item subsequente.