Questões de Concurso
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A presença de fonte de infecção é condição suficiente para que ocorra a transmissão de infecções em ambiente hospitalar.
Manter abertas as portas e as janelas dos quartos de pacientes portadores de doenças transmitidas pelo ar, para favorecer a ventilação do ambiente, é uma das precauções a serem tomadas a fim de evitar infecções.
A integralidade da assistência, que compreende as ações e os serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, é exigida somente no nível básico de assistência.
O SUS deve executar ações de vigilância epidemiológica, de vigilância sanitária, de saúde do trabalhador e de assistência terapêutica integral, incluindo a farmacêutica.
Para pacientes com elevado risco nutricional, não sendo possível utilizar a via digestiva, adota-se a terapia nutricional parenteral, que deve ser mantida mesmo na vigência de instabilidade hemodinâmica.
São indicadores de risco nutricional tumores localizados no estômago, esôfago, pâncreas, faringe, laringe e pulmão.
Independentemente dos resultados da contagem de linfócitos T-CD4, pacientes infectados pelo HIV que estejam sintomáticos devem receber a TARV, ainda que essa terapia provoque alterações no metabolismo de glicose e de lipídeos.
A síndrome de lipodistrofia é caracterizada por alterações na distribuição da gordura corporal, lipoatrofia na face e nos membros, acompanhada de acúmulo de gordura no abdome, mamas e giba. O controle nutricional realizado por meio de exames periódicos e as indicações das melhores formas de alimentação auxiliam no controle das perdas de massas de gordura e na formação de massa muscular.
Para que o emagrecimento ocorra, é necessário promover um balanço energético negativo, o qual gera reduções proporcionais dos compartimentos corpóreos, independentemente de as reduções resultarem de tratamentos alternativos ou tradicionais.
Considerando-se o método científico, um tratamento de obesidade é considerado satisfatório se mais da metade da população estudada apresentar perda de peso maior que 5% e ausência de efeitos colaterais.
O efeito sanfona ou reganho de peso, comum em indivíduos obesos que emagrecem, está relacionado aos mecanismos hormonais compensatórios de insulina, leptina e grelina, que interferem no controle da fome, saciedade e taxa metabólica. Tais mecanismos nem sempre são modulados pelo tipo de dieta.
Indivíduos obesos que percam de 5% a 10% do peso corporal, mesmo que continuem com algum grau de excesso de peso ao final do tratamento, devem apresentar melhora dos parâmetros metabólicos, como pressão arterial, colesterol sérico e glicemia, devido à redução de gordura visceral abdominal.
Não se recomenda a administração de dose de glicose parenteral superior a 5 mg/kg A min a pacientes críticos, com falência respiratória, visto que isso provoca o aumento do consumo de oxigênio, da produção de CO2 — com elevação do quociente respiratório — e da lipogênese.
A restrição de proteína da dieta por via oral ou enteral, ainda que temporária, não traz benefícios para o tratamento de pacientes com encefalopatia hepática e pode até mesmo contribuir para a piora de seu estado.
Se esse paciente utilizar anti-hipertensivo inibidor da enzima conversora de angiotensina, haverá aumento do risco de hiperpotassemia, justificando-se, assim, o consumo de, no máximo, 50 mEq de potássio por dia como medida preventiva contra arritmia cardíaca.
Caso a taxa de filtração glomerular desse paciente esteja acima de 70 mL/min, será considerado adequado o consumo médio de 60 g de proteína por dia, o que corresponde à recomendação para indivíduos saudáveis.
Para evitar desnutrição, o valor energético da dieta desse paciente deve ser de, no mínimo, 2.450 kcal por dia.
Caso esse paciente não faça uso de eritropoietina humana recombinante e de ferro endovenoso para prevenir ou tratar anemia, o que é comum nesses casos, a recomendação de ferro dietético deve ser o dobro da quantidade indicada para indivíduos saudáveis.
A padronização de fórmulas pediátricas e de produtos disponibilizados pelo serviço médico-hospitalar impede a prescrição de dieta individualizada para o paciente, em situações especiais, como em casos de anorexia e de baixa aceitação da dieta hospitalar.
No resfriamento de fórmulas infantis, após preparo e autoclavagem, deve-se reduzir a temperatura do alimento a 21 ºC em 2 horas e, posteriormente, a 4 ºC em até 6 horas. Já no reaquecimento, as fórmulas devem atingir a temperatura de 74 ºC em 2 horas.