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próximos itens.
de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.
de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.
de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.
de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.
de Platão, nas palavras de Glauco.
Vamos provar que a justiça só é praticada contra a própria
vontade dos indivíduos e devido à incapacidade de se fazer a
injustiça. Ao que parece não encontraremos ninguém
suficientemente dotado de força de vontade para permanecer justo
e resistir à tentação de tomar o que pertence a outro, já que poderia
impunemente tomar o que quisesse no mercado, invadir as casas e
ter relações sexuais com quem quisesse, matar e quebrar as armas
dos outros. Nada o distinguiria do injusto, ambos tenderiam a fazer
o mesmo e veríamos nisso a prova de que ninguém é justo porque
deseja, mas por imposição.
Platão, H. (1980). A República. Ed. Tempos Modernos.
Tendo como referência o texto acima, julgue os itens que se
seguem.

Tendo como referência o exemplo de texto acima e considerando as normas de redação de expedientes, julgue os próximos itens.

Tendo como referência o exemplo de texto acima e considerando as normas de redação de expedientes, julgue os próximos itens.
Um novo levantamento do IBGE mostra que, no Brasil, o
número de casamentos em que pelo menos um dos cônjuges está na
faixa dos 60 anos cresce, desde 2003, a um ritmo 60% maior que o
observado na população brasileira como um todo, e um fator
determinante é que cada vez mais pessoas nessa idade estão no
mercado de trabalho, o que lhes garante a independência financeira
necessária para o matrimônio. Segundo o IBGE e a OIT, entre 2003
e 2008, o aumento no número de casamentos em que pelo menos
um dos cônjuges tinha idade acima de 60 anos foi de 44%,
enquanto, na população brasileira, houve um aumento de 28%; a
população com mais de 60 anos de idade e que continua no
mercado de trabalho passou de 31%, em 2003, para 38%, em 2008.
Demografia. In: Veja, 21/4/2010, p. 112-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
Um novo levantamento do IBGE mostra que, no Brasil, o
número de casamentos em que pelo menos um dos cônjuges está na
faixa dos 60 anos cresce, desde 2003, a um ritmo 60% maior que o
observado na população brasileira como um todo, e um fator
determinante é que cada vez mais pessoas nessa idade estão no
mercado de trabalho, o que lhes garante a independência financeira
necessária para o matrimônio. Segundo o IBGE e a OIT, entre 2003
e 2008, o aumento no número de casamentos em que pelo menos
um dos cônjuges tinha idade acima de 60 anos foi de 44%,
enquanto, na população brasileira, houve um aumento de 28%; a
população com mais de 60 anos de idade e que continua no
mercado de trabalho passou de 31%, em 2003, para 38%, em 2008.
Demografia. In: Veja, 21/4/2010, p. 112-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue os itens subsequentes.
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