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Em relação à comunicação pública, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada afirmativa a seguir.
( ) O modelo de emissoras públicas está previsto na Constituição Federal de 1988, conforme descrito em seu Art. 223.
( ) Comunicação pública é uma expressão que não se relaciona a profissões, estruturas ou a um conjunto de conhecimentos, mas a uma postura de perceber a comunicação como instrumento de interesse coletivo para fortalecimento da cidadania.
( ) Sua proposição é exclusiva para órgãos públicos governamentais dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
“Na imprensa o termo ombudsman é utilizado para denominar o representante dos leitores dentro de um jornal. A função na imprensa foi criada nos Estados Unidos nos anos 60”.
(http://www1.folha.uol.com.br/ombudsman/2014/09/1520973-o-que-e-o-cargo-de-ombudsman.shtml).
No Brasil quais jornais têm a função de ombudsman? Marque a opção correta.
“Com a evolução das tecnologias digitais, principalmente a expansão da internet, ocorreram importantes mudanças nos processos comunicacionais em que os receptores passaram a ser, também, emissores das mensagens. Surge a comunicação hipermidiática que é caracterizada por processos descentralizados de mediação social, da qual o jornalismo colaborativo é exemplo”.
(BALDESSAR, M.J. et al. Jornalismo colaborativo: produção de notícias do cidadão repórter no iReport.com da CNN. http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-1658-2.pdf).
Sobre jornalismo colaborativo é correto afirmar:
“Ao longo do século 20, a imprensa consolidou uma hegemonia na tarefa de documentar sua época. Tornou-se a principal, às vezes a única, versão sobre os acontecimentos. Definiu o que era um acontecimento que merecia ser contado e o que não era e poderia ser apagado, na medida em que não virava narrativa. É importante sublinhar que, para a maioria dos homens e das mulheres que constroem o país, o mundo ou a aldeia em sua existência cotidiana, não ser reconhecido na narrativa da História tinha – e tem – um efeito brutal. A invisibilidade é, talvez, a violência que inaugura todas as outras”.
(BRUM, E. Heróis e vilões não cabem na reportagem. (http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/eliane-brum/noticia/2013/08/bheroisb-e-bviloesb-nao-cabem-na-reportagem.html).
Sobre o controle social da mídia é correto afirmar:
“O Dia Internacional dos Direitos Humanos (...) também é um dia de luta por mudanças no sistema de comunicação do país. Isso porque, mais que um serviço ou técnica, compreendemos que a comunicação é um direito humano fundamental”.
(MARTINS, H. Comunicação também é direito humano fundamental. https://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/comunicacao-tambem-e-direito-humano-fundamental7938.html).
Sobre comunicação e direitos humanos é correto afirmar:
“A Internet é óptima para nos exprimirmos, mas expressão não é informação, é algo muito mais fácil. Separar os dois é função do jornalista. Ele deve olhar para a Internet como um novo meio de expressão e ter consciência de que, enquanto canal de informação, exige um trabalho de verificação. A última coisa de que os jornalistas se podem esquecer é que a informação é algo de valioso e difícil, que deve ser feito por profissionais. (WOLTON, D. "O jornalismo trocou a grandeza da oferta pela tirania da procura". https://www.publico.pt/2016/11/01/culturaipsilon/noticia/o-jornalismo-trocou-a-grandeza-da-oferta-pela-tirania-da-procura-1749526).
Considerando o enunciado, no contexto contemporâneo o jornalista deve atuar como:
(...) “a mídia coloca a agenda de discussão. Isto significa que ao redor de 80% dos temas e assuntos que são falados no trânsito, no trabalho, em casa, nos encontros sociais etc., são colocados à discussão pela mídia” (GUARESCHI, P.A. O direito humano à comunicação: pela democratização da mídia. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013).
O trecho acima refere-se a uma das teorias de comunicação mais conhecida como:
