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Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760561 Noções de Informática

As questões de número 13, 14, 15 referem-se ao Microsoft Office versão 2007, em português, com instalação padrão, ou seja, sem a adição de complementos.


Um recurso muito interessando no Microsoft Word é a possibilidade de se referir a um item (título, nota de rodapé, legendas, figuras, tabelas) que esteja = 1 em outro lugar do documento (por exemplo, se estiver digitando o texto "de acordo com o Quadro X" na página 10 e o Quadro X estiver na página 5, gerar um vínculo entre estes pontos). Isso melhora a qualidade do documento por ,o permitir ao leitor "navegar" dentro do documento, sem ficar procurando o trecho referenciado. Marque a alternativa que se refere a o recurso citado acima:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760560 Noções de Informática

O sistema operacional "Windows 7" permite que possamos abrir arquivos ou executar programas de diferentes formas, agilizando o acesso a estes programas. Algumas destas opções estão disponíveis no Menu Iniciar, enquanto outras, só podem ser acessíveis através do pressionamento de teclas especiais. Marque a opção correta:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760559 Noções de Informática

No Microsoft Windows 7 © , o usuário tem a possibilidade de realizar diversas configurações e ajustes, permitindo a personalização de cores, fontes entre outros itens. As principais configurações deste sistema operacional podem ser feitas através do "Painel de Controle". Sobre o "Painel de Controle", marque a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760558 Português

Considerando os sinais de pontuação no poema não é correto afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760556 Português

Se fosse dor tudo na vida,

Seria a morte o grande bem.

Libertadora, apetecida,

A alma dir-lhe-ia, ansiosa: — "Vem!


Nessa estrofe do poema A VIDA ASSIM NOS AFEIÇOA, de Manuel Bandeira o pronome lhe no último verso substitui:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760554 Português

A metáfora é uma figura de linguagem que se caracteriza pelo uso de uma palavra ou expressão em um sentido diferente do usual, numa espécie de comparação implícita. Todas as frases abaixo exemplificam o uso metafórico, exceto.

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760550 Português

A ORIGEM DA TRAGÉDIA

OS PROBLEMAS E OS DADOS HISTÓRICOS



Desde Nietzsche, que em seu Nascimento da Tragédia e do Espírito da Música (1871) conseguiu enunciar o problema em termos acessíveis aos não iniciados na complexa metodologia das ciências da Antiguidade Clássica, a origem da tragédia é ponto de história da literatura grega que atrai vivamente a curiosidade de psicólogos, etnólogos, filósofos e, em geral, de todas as pessoas interessadas na história e na fenomenologia do teatro. A solução de Nietzsche comprometia os dados históricos e filológicos com teoremas de Schopenhauer e ideias de Wagner acerca do drama musical; constituía, digamos, um momento dos mais genuinamente românticos, na tragédia do próprio pensamento do filósofo que provara o saboroso fruto da filologia novecentista. O manifesto antinietzschiano de Wilamowitz-Moellendorff, Zukunpftsphilologie!, era-o, sobretudo, da curta vista de uma ciência que, não querendo ser mais que "ciência", nem chegava cientificamente a aperceber-se de que, em verdade, não fora a origem histórica da tragédia grega, pura e simples, a questão que mais poderosamente solicitara o seu ex-colega de Schuhlpforta; ou melhor, não entendeu Wilamowitz que, naquelas páginas, pela primeira vez em sua geração se cruzavam forças tendentes a resolver dois problemas muitíssimo diversos. Com efeito, desde o Nascimento da Tragédia, quase toda a bibliografia concernente a este capítulo da literatura grega nos mostra como naturalmente se encontram entretecidos os enunciados e soluções de um problema filológico com as premissas e conclusões de um problema fenomenológico.

Para a Filologia, a questão é achar formas literárias, testemunhadas ou hipotéticas, que, uma vez justapostas no tempo, figurem a trajetória historiável da tragédia grega. A este aspecto do problema corresponde o método filológico, de exclusivo recurso à análise dos textos, à crítica das fontes, à exegese e à hermenêutica, exercidas mediante as várias ciências e técnicas subsidiárias. Para a fenomenologia, o problema consiste em descobrir o gradual desenvolvimento do próprio fenômeno trágico, da mesma tragicidade, cujos primórdios se nos deparam, na psicologia e na etnologia, emersos da penumbra da subconsciência e da pré-história do homem e dos povos gregos. Método mais adequado à natureza do problema não há, que não seja o filosófico, na genuína acepção da palavra.

Quanto aos dados utilizáveis no propósito de resolvê-los, além dos poemas completos de Esquilo, Sófocles e Eurípedes, e dos fragmentos destes e dos demais tragediógrafos, cuja recensão prossegue desde o passado século; além da famosa teoria de Aristóteles que atribui a origem da tragédia a um "improviso dos solistas do ditirambo", e o desenvolvimento, a um processo de gradual "protagonização do lógos (diálogo) ... uma vez passado o momento satírico", só dispomos de escassas e obscuras informações de antigos escritores, incidentalmente ministradas em trechos de obras que, no essencial, nada tem a ver com a problemática em questão.

Sobre os textos dos dramas tradicionais, incidem predominantemente os esforços N indagadores da Filologia, com o especial intento de explicar a síntese de ritmos diversos, visto que a composição de heterogêneas formas, líricas e épicas, constitui o problema fundamental da morfologia histórica do poema trágico. Importa deixar assinalado, desde já, que os resultados de semelhante pesquisa parecem desdizer as notícias históricas de Aristóteles, embora confirmem a sua teoria estética: pela forma e pelo conteúdo, os primeiros dramas de Ésquilo satisfazem à definição de essência, segundo a qual, a "tragédia é imitação de ação austera", mas, por isso mesmo, parece encontrar-se refutada a hipótese genética do E stagirita, quando, baldamente, se quer isolar ou adivinhar nos poemas trágicos o elemento grotesco, herança do "satírico" primordial. (Poética, Tradução, Prefácio.... de Eudoro de S ousa. Porto Alegre, Editora Globo, 1966, p. 29-30. Reformatado com omissões.).

Todas as afirmações a seguir estão corretas, exceto:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760546 Português

A ORIGEM DA TRAGÉDIA

OS PROBLEMAS E OS DADOS HISTÓRICOS



Desde Nietzsche, que em seu Nascimento da Tragédia e do Espírito da Música (1871) conseguiu enunciar o problema em termos acessíveis aos não iniciados na complexa metodologia das ciências da Antiguidade Clássica, a origem da tragédia é ponto de história da literatura grega que atrai vivamente a curiosidade de psicólogos, etnólogos, filósofos e, em geral, de todas as pessoas interessadas na história e na fenomenologia do teatro. A solução de Nietzsche comprometia os dados históricos e filológicos com teoremas de Schopenhauer e ideias de Wagner acerca do drama musical; constituía, digamos, um momento dos mais genuinamente românticos, na tragédia do próprio pensamento do filósofo que provara o saboroso fruto da filologia novecentista. O manifesto antinietzschiano de Wilamowitz-Moellendorff, Zukunpftsphilologie!, era-o, sobretudo, da curta vista de uma ciência que, não querendo ser mais que "ciência", nem chegava cientificamente a aperceber-se de que, em verdade, não fora a origem histórica da tragédia grega, pura e simples, a questão que mais poderosamente solicitara o seu ex-colega de Schuhlpforta; ou melhor, não entendeu Wilamowitz que, naquelas páginas, pela primeira vez em sua geração se cruzavam forças tendentes a resolver dois problemas muitíssimo diversos. Com efeito, desde o Nascimento da Tragédia, quase toda a bibliografia concernente a este capítulo da literatura grega nos mostra como naturalmente se encontram entretecidos os enunciados e soluções de um problema filológico com as premissas e conclusões de um problema fenomenológico.

Para a Filologia, a questão é achar formas literárias, testemunhadas ou hipotéticas, que, uma vez justapostas no tempo, figurem a trajetória historiável da tragédia grega. A este aspecto do problema corresponde o método filológico, de exclusivo recurso à análise dos textos, à crítica das fontes, à exegese e à hermenêutica, exercidas mediante as várias ciências e técnicas subsidiárias. Para a fenomenologia, o problema consiste em descobrir o gradual desenvolvimento do próprio fenômeno trágico, da mesma tragicidade, cujos primórdios se nos deparam, na psicologia e na etnologia, emersos da penumbra da subconsciência e da pré-história do homem e dos povos gregos. Método mais adequado à natureza do problema não há, que não seja o filosófico, na genuína acepção da palavra.

Quanto aos dados utilizáveis no propósito de resolvê-los, além dos poemas completos de Esquilo, Sófocles e Eurípedes, e dos fragmentos destes e dos demais tragediógrafos, cuja recensão prossegue desde o passado século; além da famosa teoria de Aristóteles que atribui a origem da tragédia a um "improviso dos solistas do ditirambo", e o desenvolvimento, a um processo de gradual "protagonização do lógos (diálogo) ... uma vez passado o momento satírico", só dispomos de escassas e obscuras informações de antigos escritores, incidentalmente ministradas em trechos de obras que, no essencial, nada tem a ver com a problemática em questão.

Sobre os textos dos dramas tradicionais, incidem predominantemente os esforços N indagadores da Filologia, com o especial intento de explicar a síntese de ritmos diversos, visto que a composição de heterogêneas formas, líricas e épicas, constitui o problema fundamental da morfologia histórica do poema trágico. Importa deixar assinalado, desde já, que os resultados de semelhante pesquisa parecem desdizer as notícias históricas de Aristóteles, embora confirmem a sua teoria estética: pela forma e pelo conteúdo, os primeiros dramas de Ésquilo satisfazem à definição de essência, segundo a qual, a "tragédia é imitação de ação austera", mas, por isso mesmo, parece encontrar-se refutada a hipótese genética do E stagirita, quando, baldamente, se quer isolar ou adivinhar nos poemas trágicos o elemento grotesco, herança do "satírico" primordial. (Poética, Tradução, Prefácio.... de Eudoro de S ousa. Porto Alegre, Editora Globo, 1966, p. 29-30. Reformatado com omissões.).

Ainda com referência ao Nascimento da Tragédia do Espírito da Música (1871) é correto afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760545 Português

A ORIGEM DA TRAGÉDIA

OS PROBLEMAS E OS DADOS HISTÓRICOS



Desde Nietzsche, que em seu Nascimento da Tragédia e do Espírito da Música (1871) conseguiu enunciar o problema em termos acessíveis aos não iniciados na complexa metodologia das ciências da Antiguidade Clássica, a origem da tragédia é ponto de história da literatura grega que atrai vivamente a curiosidade de psicólogos, etnólogos, filósofos e, em geral, de todas as pessoas interessadas na história e na fenomenologia do teatro. A solução de Nietzsche comprometia os dados históricos e filológicos com teoremas de Schopenhauer e ideias de Wagner acerca do drama musical; constituía, digamos, um momento dos mais genuinamente românticos, na tragédia do próprio pensamento do filósofo que provara o saboroso fruto da filologia novecentista. O manifesto antinietzschiano de Wilamowitz-Moellendorff, Zukunpftsphilologie!, era-o, sobretudo, da curta vista de uma ciência que, não querendo ser mais que "ciência", nem chegava cientificamente a aperceber-se de que, em verdade, não fora a origem histórica da tragédia grega, pura e simples, a questão que mais poderosamente solicitara o seu ex-colega de Schuhlpforta; ou melhor, não entendeu Wilamowitz que, naquelas páginas, pela primeira vez em sua geração se cruzavam forças tendentes a resolver dois problemas muitíssimo diversos. Com efeito, desde o Nascimento da Tragédia, quase toda a bibliografia concernente a este capítulo da literatura grega nos mostra como naturalmente se encontram entretecidos os enunciados e soluções de um problema filológico com as premissas e conclusões de um problema fenomenológico.

Para a Filologia, a questão é achar formas literárias, testemunhadas ou hipotéticas, que, uma vez justapostas no tempo, figurem a trajetória historiável da tragédia grega. A este aspecto do problema corresponde o método filológico, de exclusivo recurso à análise dos textos, à crítica das fontes, à exegese e à hermenêutica, exercidas mediante as várias ciências e técnicas subsidiárias. Para a fenomenologia, o problema consiste em descobrir o gradual desenvolvimento do próprio fenômeno trágico, da mesma tragicidade, cujos primórdios se nos deparam, na psicologia e na etnologia, emersos da penumbra da subconsciência e da pré-história do homem e dos povos gregos. Método mais adequado à natureza do problema não há, que não seja o filosófico, na genuína acepção da palavra.

Quanto aos dados utilizáveis no propósito de resolvê-los, além dos poemas completos de Esquilo, Sófocles e Eurípedes, e dos fragmentos destes e dos demais tragediógrafos, cuja recensão prossegue desde o passado século; além da famosa teoria de Aristóteles que atribui a origem da tragédia a um "improviso dos solistas do ditirambo", e o desenvolvimento, a um processo de gradual "protagonização do lógos (diálogo) ... uma vez passado o momento satírico", só dispomos de escassas e obscuras informações de antigos escritores, incidentalmente ministradas em trechos de obras que, no essencial, nada tem a ver com a problemática em questão.

Sobre os textos dos dramas tradicionais, incidem predominantemente os esforços N indagadores da Filologia, com o especial intento de explicar a síntese de ritmos diversos, visto que a composição de heterogêneas formas, líricas e épicas, constitui o problema fundamental da morfologia histórica do poema trágico. Importa deixar assinalado, desde já, que os resultados de semelhante pesquisa parecem desdizer as notícias históricas de Aristóteles, embora confirmem a sua teoria estética: pela forma e pelo conteúdo, os primeiros dramas de Ésquilo satisfazem à definição de essência, segundo a qual, a "tragédia é imitação de ação austera", mas, por isso mesmo, parece encontrar-se refutada a hipótese genética do E stagirita, quando, baldamente, se quer isolar ou adivinhar nos poemas trágicos o elemento grotesco, herança do "satírico" primordial. (Poética, Tradução, Prefácio.... de Eudoro de S ousa. Porto Alegre, Editora Globo, 1966, p. 29-30. Reformatado com omissões.).

Com referência ao Nascimento da Tragédia do Espírito da Música (1871) não se pode afirmar que:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760544 Português

As estratégias de retextualização, como apresentadas, pressupõem nove operações complexas que se dividem entre atividades de idealização (eliminação, completude e regularização) e reformulação (acréscimo, substituição e reordenação), que dentro da ideia de contínuo fazem com que a primeira seja mais diretamente relacionada com a fala, e a segunda, com a escrita. Utilizadas independentemente ou sequencialmente, a depender dos objetivos de retextualização que se tenha em mente, as operações pressupõem os seguintes passos, aqui sumarizados a partir das páginas 77 e 86 do livro:

1ª: Operação: Eliminação de marcas estritamente interacionais, hesitações e partes de palavras (estratégias de eliminação baseada na idealização linguística).

2ª: Operação: Introdução da pontuação com base na intuição fornecida pela entoação das falas (estratégia de inserção em que a primeira tentativa segue a sugestão da prosódia).

3ª: Operação: Retirada de repetições, reduplicações, redundâncias, paráfrases e pronomes egóticos (estratégia de eliminação para uma condensação linguística).

4ª: Operação: Introdução da paragrafação e pontuação detalhada sem modificação da ordem dos tópicos discursivos (estratégia de inserção).

5ª: Operação: Introdução de marcas metalinguísticas para referenciação de ações e verbalização de contextos expressos por dêitico (estratégia de reformulação objetivando explicitude).

6ª: Operação: Reconstrução de estruturas truncadas, concordâncias, reordenação sintática, encadeamentos (estratégia de reconstrução em função da norma escrita).

7ª: Operação: Tratamento estilístico com seleção de novas estruturas sintáticas e novas opções léxicas (estratégia de substituição visando a uma maior formalidade).

8ª: Operação: Reordenação tópica do texto e reorganização da sequência argumentativa (estratégia de estruturação argumentativa).

9ª: Operação: Agrupamento de argumentos condensando as ideias (estratégia de condensação).

(R ev. ANPOLL, N.15,223-229, jul/dez, 2003. Disponível em: https://anpoll.emnuvens.com.br/revista/article/view/431/440: Acesso em : 27.08.2016: reformato)

Esse é um trecho de uma resenha de um livro que trata da relação entre fala e escrita. As operações de retextualização, nesse caso, tratam de processos que podem ser utilizados para produzir texto escrito a partir de um texto falado. As operações evidenciam certas características do texto falado espontâneo apresentadas abaixo, exceto:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760543 Português

POEMA E NCONTRADO POR THIAGO DE MELLO

NO ITINERÁRIO DE PASÁRGADA

Vênus luzia sobre nós tão grande,

Tão intensa, tão bela, que chegava

A parecer escandalosa, e dava

Vontade de morrer.

No texto do poema, observa-se o uso a língua direcionado para pôr em relevo a função poética, conforme denominação de Roman Jakobson. Ao par dessa, sobressai uma outra que é a função:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDAPE Órgão: UFAC Prova: FUNDAPE - 2016 - UFAC - Contador |
Q2760542 Português

SAMBA DO ARNESTO

Adoniran Barbosa


O Arnesto nos convidou pra um samba, ele mora no Brás

Nós fumos, não encontremos ninguém

Nós voltermos com uma baita de uma reiva

Da outra vez, nós num vai mais


No outro dia encontremo com o Arnesto

Que pediu desculpas, mas nós nã o aceitemos

Isso nã o se faz, Arnesto, nós não se importa

Mas você devia ter ponhado um recado na porta


O Arnesto nos convidou pra um samba, ele mora no Brás

Nós fumos, não encontremos ninguém

Nós voltermos com uma baita de uma relva

Da outra vez, nós num vai mais


No outro dia encontremo com o Arnesto

Que pediu desculpas, mas nós não aceitemos

Isso não se faz, Arnesto, nós não se importa

Mas você devia ter ponhado um recado na porta


Disponível em: https://www.letras.mus.briadoniran-barbosa/43968/ Acesso em: 26.09.2016 (Reformato, com omissões)

O artista utilizou recursos fonéticos, morfológicos, lexicais e sintáticos para marcar características específicas do falar de uma dada comunidade de fala que tem marcas diferentes daquelas usadas pela comunidade de fala que utiliza o dialeto culto, pois queria demonstrar que:

Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959039 Psicologia

Analise as proposições e assinale a alternativa correta.

I – No dia a dia estamos conscientes dos processos que determinam nossa percepção.

II – Qualquer um de nós pode olhar para um objeto, ouvir uma voz ou saborear um alimento e receber essas sensações sem projetar nelas algumas facetas de experiências anteriores.

III – Casos de sensação pura nas ciências humanas são muito frequentes.

IV – Embora os mecanismos ou a fisiologia de recepção dos estímulos sejam diferentes de um indivíduo para outro, nossa interpretação destes estímulos dificilmente diverge.

V – Em nossas percepções temos a propensão a organizar os estímulos ao longo de linhas de certas tendências naturais, as quais podem estar relacionadas a funções organizadoras e estruturadoras do cérebro.

Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959038 Psicologia
Qual das alternativas abaixo é incorreta em relação á Esquizofrenia?
Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959037 Psicologia
Qual das alternativas é incorreta quanto ao desenvolvimento da criança?
Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959036 Psicologia
Analise as seguintes colocações sobre escolas de psicologia e assinale a alternativa que compreende somente afirmativas corretas: I – O tópico principal da escola estruturalista são as sensações e o método é a observação. II – O método da escola funcionalista são a introspecção e a observação e o seu líder foi Wertheimer. III – A escola da Gestalt teve em seus lideres Kohler e Kofka e seu principal tópico é a percepção. IV – A escola Behaviorista tem como lideres Pavlov, Watson e Dashiell e trabalha com a observação e o experimento.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959035 Psicologia
A Psicometria utiliza escalas para a testagem psicológica. Numa delas além da identidade, existe a propriedade da classificação, o que significa que os elementos de um conjunto podem ser organizados em uma série – do mais baixo ao mais alto ou vice-versa –, a partir de uma única variável, como por exemplo desempenho acadêmico numa determinada turma. A que escala o texto se refere?
Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959034 Psicologia

Identifique a que ou a quem se referem às seguintes afirmativas assinale a alternativa correta e respectivamente.

I – A linguagem que empregamos influencia e determina nosso pensamento.

II – Primeiro ocorre o desenvolvimento do pensamento e ele é, em si, uma condição necessária ao desenvolvimento da linguagem.

III – A linguagem e o pensamento tem raízes independentes.

Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959033 Psicologia

Considere as afirmativas a seguir sobre conceitos da Psicologia Social e assinale a alternativa correta.

I – Pela teoria da contingência, os líderes pouco aceitos pelo grupo são mais eficazes em situações em que as tarefas a serem realizadas pelo grupo são muito favoráveis ou muito desfavoráveis.

II – A liderança é um processo interacional, com características emergentistas, o que torna possível estabelecer-se a priori e com segurança qual a pessoa mais indicada para liderar um determinado grupo.

III – Os líderes, embora não nasçam feitos, são iguais na maioria das pessoas.

Alternativas
Ano: 2014 Banca: MSConcursos Órgão: UFAC Prova: MS CONCURSOS - 2014 - UFAC - Psicólogo |
Q959032 Psicologia
Analise as afirmativas e assinale a alternativa incorreta.  
Alternativas
Respostas
781: A
782: C
783: B
784: C
785: C
786: E
787: E
788: E
789: C
790: B
791: D
792: C
793: B
794: B
795: B
796: E
797: B
798: C
799: E
800: B