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A previsão do quantum de recursos que serão utilizados na melhoria dos processos organizacionais é feita paralelamente à identificação das necessidades e ao levantamento dos processos existentes, para que haja convergência na metodologia de intervenção.
Os padrões internacionais de qualidade têm mostrado preferência por sistemas integrados de controle financeiro em vez da gestão de processos organizacionais.
A gestão da qualidade procura infundir qualidade em todos os processos organizacionais, integrando, desse modo, o trabalho em equipe, com vistas à geração de resultados, como a melhoria contínua desses processos e a satisfação do cliente.
De acordo com o modelo do GESPUBLICA, os indicadores de desempenho organizacional constituem as principais técnicas de acompanhamento e monitoramento da qualidade.
Altos níveis de qualidade e custos em baixos níveis são o objetivo principal dos círculos de qualidade.
Altas expectativas de gerentes e diretores comumente contribuem para o fracasso de programas de qualidade nas organizações.
A motivação para o trabalho depende, em primeiro lugar, das compensações financeiras e sociais que as organizações oferecem, isto é, do quanto essas compensações são importantes, escassas e de difícil substituição.
A gestão de pessoas configura-se como campo de atuação, área de conhecimento científico e como conjunto de processos e práticas organizacionais que visam, principalmente, a compreensão da relação entre pessoas e demais variáveis organizacionais.
Segundo a teoria do reforço, os esquemas de reforço e os princípios comportamentais estabelecem o valor de alguma coisa para um conjunto de pessoas.
Os estudos de liderança têm maior validade científica quando correlacionam características de personalidade com comportamentos exemplares exibidos por líderes empresariais.
A maturidade dos processos de gestão de pessoas contribui para que as organizações alcancem vantagem competitiva e capacidades de mudança e inovação contínuas
Funções administrativas são tarefas especializadas executadas por uma pessoa ou por um grupo de pessoas, em cumprimento dos objetivos organizacionais. As funções administrativas comuns a todos os tipos de organização são classicamente definidas como marketing, produção, finanças e recursos humanos.
Se uma empresa trabalha com vários produtos que apresentam diferenças significativas entre si e opta por administrar cada um dos produtos individualmente, a estrutura organizacional dessa empresa será denominada departamentalização por projetos.
O modelo de departamentalização funcional é indicado para grandes empresas, que apresentam pequena diversificação tecnológica ou de produtos, vendas ou distribuição pelos mesmos tipos de canais, execução de operações em uma área geográfica bem delimitada e ambiente externo estável.
A definição do tipo de estrutura organizacional é dependente do tipo de tecnologia empregada na organização, portanto, para o modelo de produção por processo, a estrutura organizacional mais adequada é a orgânica.
O número de pessoas subordinadas a um gerente define a amplitude de controle ou de comando. A amplitude de controle é maior quando o número de escalões subordinados é menor. Quando há muitos chefes e poucos subordinados, a amplitude de controle é reduzida.
De acordo com a abordagem burocrática, proposta por Max Weber, as principais características do tipo ideal de burocracia são a formalidade, a impessoalidade e o profissionalismo.
Ainda que a administração burocrática seja autorreferente, ela possibilita a identificação e a resolução de problemas, a melhoria contínua dos processos, a aplicação de normas e a definição de indicadores de desempenho, devido ao seu caráter multifuncional.
De acordo com a administração pública gerencial, a estratégia de gerência deve ser praticada em uma estrutura administrativa reformada, apoiada na noção geral de interesse público, na garantia do cumprimento de responsabilidade e na definição de procedimentos para a contratação de pessoal e para compras de bens e serviços.
São postulados da nova administração pública: o setor privado é mais eficiente e, portanto, superior ao setor público na proposição de soluções administrativas; as técnicas e práticas da administração de empresas podem e devem ser aplicadas ao setor público.