Uma criança de 10 meses de vida foi levada ao
pronto-socorro com história de febre alta há dois dias, sem
outros sintomas. O diagnóstico inicial foi febre sem sinais de
localização, provavelmente por um quadro viral inespecífico.
Recebeu alta sintomático, e os pais foram orientados a
aguardar a resolução espontânea do quadro. No quinto dia de
febre, retornou ao pronto atendimento para reavaliação.
Além da febre, observaram-se hiperemia de conjuntivas sem
secreção, exantema em tronco e região perineal, além de
ressecamento e fissuras nos lábios. Ao exame físico, foram
verificados linfonodo cervical direito palpável, medindo
cerca de 1,5 cm, discreto edema em dorso das mãos e dos
pés, sem descamação e orofaringe difusamente hiperemiada,
sem placas de pus ou lesões aftosas. Realizou testes rápidos
para Sars-CoV-2 e influenza, com resultados negativos.
Nesse caso, a conduta mais adequada é