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Uma paciente de 23 anos de idade, está gestante de 28 semanas, iniciou o pré-natal no primeiro trimestre com resultado de teste rápido para sífilis negativo. Compareceu à consulta de rotina de pré-natal e seu teste rápido veio positivo. Realizou VDRL com resultado 1/16. Em seu prontuário, consta alergia à amoxicilina que evoluiu para choque anafilático.
Nesse caso, como se deve proceder ao tratamento?
Uma paciente de 21 anos de idade, gestante de 28 semanas, iniciou o pré-natal no primeiro trimestre e teve resultado de teste rápido para sífilis com resultado negativo. Compareceu à consulta de rotina de pré-natal e seu teste rápido veio positivo. Realizou VDRL com resultado 1/8.
Qual a melhor conduta no momento para essa paciente?
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente 13 anos de idade, com quadro de lesão ulcerada em região vulvar de início súbito associado à dor local e presença de secreção de aspecto violáceo. A paciente negou sexarca, sem linfonodomegalia associada.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente de 16 anos de idade procura o serviço de ginecologia, acompanhada pela mãe, por não haver ainda apresentado a primeira menstruação. Nega qualquer comorbidade diagnosticada, nega uso crônico de medicações ou antecedentes cirúrgicos e dor pélvica cíclica. Ainda não apresentou sexarca. Apresenta desenvolvimento mamário discreto (Tanner M3), e pelos axilares e pubianos escassos (Tanner P2). Ao exame físico, apresenta vulva sem alterações, com hímen íntegro exibindo perfuração fisiológica.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente de 52 anos de idade compareceu à consulta ginecológica com queixa principal de fogachos, sudorese noturna, irritabilidade e ressecamento vaginal. Refere menopausa aos 48 anos de idade sem nunca ter realizado terapia hormonal ou não hormonal para os sintomas apresentados. Informa antecedente de hipertensão arterial sistêmica bem controlada, em uso de losartana 50 mg/dia. Trouxe exames já realizados no último mês, com mamografia como: resultado BIRADS-2 (às custas de calcificações benignas esparsas); ultrassonografia transvaginal sem alterações; colpocitologia oncótica revelando células glandulares atípicas (AGC); exames laboratoriais revelando glicemia de jejum = 85 mg/dL, HBA1C = 5,4%, HDL = 40 mmol/L, LDL = 135 mmol/L,TGL = 98 mg/dL.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente
de 30 anos de idade foi levada ao
pronto-socorro de ginecologia, com quadro de dor abdominal intensa de início súbito em
fossa ilíaca direita, sem náuseas ou vômitos associados, sem alterações
intestinais nem sintomas urinários. Paciente referiu ainda leucorreia sem odor,
em pequena quantidade. Ao exame físico, bom estado geral, corada,
hidratada, acianótica, anictérica e afebril, FC =
90 bpm, FR = 17 irpm, SatO2 =
94%, PA = 110 mmHg x 70 mmHg, Tax = 37 °C; abdome doloroso à palpação
em fossa ilíaca direita com massa palpável, descompressão brusca presente com
defesa associada; especular secreção esbranquiçada em fundo de saco posterior;
ao toque colo doloroso à mobilização com anexo esquerdo palpável e desviado à
direita de aproximadamente 8 cm; membros inferiores sem edemas, boa perfusão
periférica. Apresentou exame de ultrassonografia transvaginal com imagem
anexial esquerda com imagem sugestiva de vidro fosco de aproximadamente 8 cm,
sem fluxo ao Doppler, com pequena quantidade de líquido livre em fundo de saco
posterior.
Caso clínico para responder a questão
Uma paciente de 60 anos de idade, compareceu a uma consulta de
ginecologia referindo sangramento pós- menopausa de início há dois meses. A
menopausa ocorreu aos 52 anos de
idade sem uso de terapia de reposição hormonal. Realizou uma ultrassonografia
pélvica transvaginal que evidenciou
endométrio de 0,8 cm, sem alterações miometriais, lesões uterinas ou anexiais.
Caso clínico para responder à questão
Caso clínico para responder à questão