Questões de Concurso
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Leia o caso clinico a seguir.
Paciente de 57 anos, do sexo feminino, procura o serviço com queixa de fadiga. Conta que há 8 meses apresentou cansaço aos esforços e que agora tem dificuldade para subir escadas, para estender roupas no arame, lavar e pentear os cabelos, mas percebe períodos de melhora após repouso. Nega perda de peso e desconhece outras doenças. Seu exame físico geral é normal e a perda de força só se torna perceptível nas provas do exame neurológico que provocam fadiga muscular. O restante do exame neurológico é normal. Ela realizou exame de eletroneuromiografia (ENMG), que demonstrou condução sensitiva normal e condução motora alterada, com potenciais musculares compostos de baixa amplitude, os quais aumentaram sua amplitude em mais de 100% após estimulação repetitiva de alta frequência (30 Hz) em todos os músculos avaliados.
Nesse caso, o anticorpo a ser dosado e que confirma a hipótese diagnóstica é o anticorpo
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Paciente de 35 anos, do sexo feminino, procura o serviço médico relatando cerca de quatro episódios semanais de cefaleia pulsátil, de forte intensidade que duram até um dia, predominando do lado direito da cabeça, melhorando com repouso em ambiente escuro e silencioso, as vezes necessitando do uso de dipirona. As crises de dor são acompanhadas de náuseas, já tendo ocorrido vômitos. Conta que esses episódios se iniciaram na adolescência durante o período menstrual, mas há dois meses se tornaram muito frequentes, após o inicio de dieta para o controle de peso. Relata ter asma desde a infância, com uso de salbutamol inalatório só quando tem falta de ar. No exame físico, a paciente apresenta altura de 1,6 m, peso de 92 Kg e sibilos ocasionais na ausculta pulmonar e extrassístoles na ausculta cardíaca. No restante, os exames físico e neurológico não apresentavam outras alterações. Um eletrocardiograma realizado apresentou um aumento no intervalo QT e a radiografia de tórax foi normal.
Nesse caso, além das medidas para tratamento da dor durante os episódios de cefaleia, essa paciente necessita de tratamento profilático com
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Uma paciente de 39 anos, primigesta e sem comorbidades, com 26 semanas de gestação, foi diagnosticada com câncer de mama localmente avançado. O estadiamento foi T4dN1MO e a imunoistoquímica revelou fenótipo triplo negativo.
Diante do quadro descrito, a conduta terapêutica recomendada é
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Paciente de 65 anos apresenta fluxo espontâneo, hemático, uniductal e unilateral na mama esquerda. Ao exame clínico, possui ponto do gatilho às 3 horas. Apresenta mamografias e ultrassonografia das mamas normais.
Diante do quadro descrito, a conduta recomendada é
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Paciente de 60 anos, com antecedente de lesão medular em T12, evoluindo com paraplegia. Apresenta lesão por pressão em região sacral com exposição de tecido subcutâneo, músculo e tendão e em região calcânea direita com formação de bolha local.
Considerando a descrição, a lesão poderá ser classificada como
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Paciente feminina, 14 anos, foi internada apresentando história de icterícia há 1 mês e desconforto em hipocôndrio direito. Possui antecedente pessoal de diabetes mellitus tipo 1. Ao exame físico apresentava ictérica ++/4, com hepatomegalia, sem sinais de ascite. Exames laboratoriais: TGO 700, TGP 850, FA 315, gamaGT 400, bilirrubinas totais = 7,0. Anti HCV negativo, HBsAg negativo, anti-HBc negativo, Anti-HBs positivo, anti LKM1 positivo 1/160, FAN negativo, eletroforese de proteínas com elevação de gamaglobulinas. Realizada biópsia hepática, identificando-se infiltrado linfoplasmocitário intenso invadindo a placa limitante do espaço porta (Hepatite de interface), além de septos de fibrose esboçando nódulos de regeneração.
A principal hipótese diagnóstica é
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Paciente de 37 anos deu entrada no pronto-socorro devido a quadro de traumatismo cranioencefálico após acidente automobilístico. Tomografia computadorizada de crânio, sem evidência de hemorragia ou qualquer lesão relacionada ao trauma, porém com presença de lesão de 5mm em região selar, compatível com adenoma hipofisário.
Considerando as diretrizes da Endocrine Society, a condução do paciente, diante de um incidentaloma hipofisário, deve ser a avaliação
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Paciente do sexo masculino, 57 anos, hipertenso de longa data, com quadro clínico de poliúria e polidipsia há vários meses. Procurou serviço de clínica médica para avaliação. Apresentava glicemia de jejum de 201 mg/dl, hemoglobina glicada de 7,9%, clearence de creatinina calculado (ckd-epi) de 41 ml/min/1,73 m2 e albuminúria de 251mg/g de creatinina.
De acordo com as diretrizes da Associação Americana de Diabetes, qual classe de medicamento hipoglicemiante seria indicado como terapia inicial preferencial, isolado ou em associação?
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Paciente de 34 anos, acompanhada no serviço de endocrinologia devido a quadro de hipotireoidismo primário, em uso de levotiroxina, na dose de 75 microgramas/dia, uso regular. Há 3 meses com queixa de falta de apetite, perda de peso e adinamia. Solicitados exames de função tireoidiana, com resultados normais, porém com hipercalemia, que gerou a necessidade da avaliação do eixo adrenocorticotrófico, com dosagem de cortisol matinal de 1,8 mcg/dL associado a níveis elevados de ACTH, confirmando insuficiência adrenal primária e síndrome poliglandular autoimune tipo 2.
Na insuficiência adrenal primária, a monitorização da adequacidade do tratamento deve ser feita principalmente pelo(a)
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O tratamento oncológico (principalmente a cirurgia oncológica, a quimioterapia e a radioterapia) depende do apoio de uma estrutura hospitalar de alta complexidade, com maior densidade tecnológica, especialmente preparada para confirmar o diagnóstico, realizar o estadiamento e promover o tratamento, a reabilitação e os cuidados paliativos, que podem ser organizados, na rede de serviços de saúde, de forma integrada com a Atenção Primária e a Média Complexidade.
BRASIL, Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer. 6. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: INCA, 2020.
Esse tipo de manejo refere-se ao tema de
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Para o Brasil, a estimativa para o triênio de 2023 a 2025 aponta que ocorrerão 704 mil casos novos de câncer, 483 mil se excluídos os casos de câncer de pele não melanoma. Este é estimado como o mais incidente, com 220 mil casos novos (31,3%), seguido pelos cânceres de mama, com 74 mil (10,5%); próstata, com 72 mil (10,2%); cólon e reto, com 46 mil (6,5%); pulmão, com 32 mil (4,6%); e estômago, com 21 mil (3,1%) casos novos.
BRASIL, Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022.
O fator de risco mais importante para o câncer de mama é
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O risco de câncer individual é influenciado não somente pela genética, mas também pela contribuição de fatores ambientais e patogênicos. O mecanismo da indução do câncer por estes fatores é complexo e o desenvolvimento primário do câncer depois da exposição a toxinas ambientais é o desenvolvimento de mutações no genoma, algumas das quais são favoráveis para progressão tumoral. Algumas patologias hereditárias apresentam fatores de risco significativos para o desenvolvimento de câncer, devendo ser acompanhadas regularmente.
A patologia hereditária que já configura um diagnóstico de câncer é