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Nos estudos em teoria da comunicação, no que diz respeito ao comportamento da massa, existe uma relação necessária entre a quantidade de informação disponível na mídia, sobre um assunto de interesse geral, e a mobilização da sociedade para se engajar com o tema em evidência.
A articulação das partes constitutivas da sociedade em face de eventual ameaça e a vigilância sobre o meio social são funções que a comunicação social desempenha dentro da ótica funcionalista dos estudos em teoria da comunicação.
Dada a influência exercida pela mídia sobre as pessoas, os meios de comunicação são capazes, por si só, de determinar o comportamento da massa, interferindo na intenção de voto e nas escolhas de gosto, entre outros fatores.
Na transmissão de uma mensagem entre emissor e receptor, dada a possibilidade de ruído no canal, certo grau de redundância é fundamental para garantir a recuperação do sentido pela audiência, conforme a teoria matemática da comunicação.
De acordo com a hipótese do agendamento, ou agenda setting, os meios de comunicação, ao selecionarem e enfatizarem determinados assuntos, impõem a forma de pensar do seu público.
Para os estudos culturais, a situação em que o destinatário de uma mensagem a entende de modo muito diverso do que era a intenção do emissor ao produzi-la é denominada decodificação aberrante.
A formulação do paradigma da comunicação social — Quem diz o quê a quem, por qual canal, com quais efeitos? — estabelece cinco linhas de pesquisa, que são, respectivamente, análise de controle, de conteúdo, de audiência, de mídia e de efeitos.
A missão do SERPRO é tornar-se líder na criação de soluções em tecnologia da informação e comunicação para a formulação de políticas públicas no país.
O Conselho Diretor do SERPRO é composto pelo presidente do conselho, seu substituto direto e três diretores-conselheiros, sendo todos eles indicados pelo ministro da Fazenda.
Os servidores das autarquias sujeitam-se ao regime jurídico único da entidade-matriz.
Violará o princípio da legalidade o ato infralegal que extrapolar o poder regulamentar, alargando o conteúdo de lei ou criando obrigações e deveres não previstos anteriormente em lei, ausente a autorização legal para tanto.
O documento abaixo constitui exemplo de um tipo de comunicação oficial que, salvo algumas adaptações, segue o padrão ofício.
__n.° 0014/2013-CC-PR
Brasília, 26 de fevereiro de 2013.
Senhora Presidenta da República,
Submeto à consideração de Vossa Excelência a proposta anexa de Código de Conduta da
Administração Federal, elaborado com a importante contribuição da Comissão de Ética Pública, criada pelo Decreto n.° 32, de 26 de maio de 2003.
A linguagem do Código é simples e acessível, com o objetivo de assegurar a clareza das regras de conduta do administrador, de modo que a sociedade possa sobre elas exercer o controle inerente ao regime democrático.
Além de o administrador ter de comportar-se de acordo com as normas estipuladas, o Código exige que ele observe o decoro inerente ao cargo.
A medida proposta visa à melhoria qualitativa dos padrões de conduta da administração pública, de maneira que este documento, uma vez aprovado, juntamente com o anexo Código de Conduta da Administração Federal, poderá informar a atuação das autoridades federais, permitindo-me sugerir a publicação de ambos os textos, para imediato conhecimento e aplicação.
Essas, Senhora Presidenta da República, são as razões que fundamentam a proposta que ora submeto à consideração de Vossa Excelência.
Atenciosamente,
Fulana de Tal
Ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República
Na correspondência oficial apresentada, o emprego da primeira pessoa do singular, por meio das formas verbais “Submeto” e “permitindo-me sugerir”, embora não represente uma postura de modéstia, possibilitou que o assunto fosse comunicado de modo claro e impessoal, o que se verifica pela ausência, no corpo do texto, de impressões individuais e parciais do remetente.
Na linha 5, o vocábulo “porquanto”, que liga orações coordenadas, pode ser substituído por conquanto, sem prejuízo para a correção gramatical ou para a ocorrência textual
A correção gramatical do texto seria mantida, caso a mesma forma de colocação do pronome “se” no segmento “que se fazer esforço” (l.7-8) — anteposição à forma verbal — fosse empregada em “aumenta-se” (l.6), “notam-se” (l.16) e “Destacam-se” (l.20).
Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto se, na oração “aumenta-se o grau de indefinições e incertezas” (l.6-7), a forma verbal estivesse flexionada no plural, desde que suprimida a partícula “-se”.
