Questões de Concurso Comentadas para inca

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Q468041 Português
O Livro da Solidão

Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: “Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta...?"

Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: “Uma história de Napoleão.” Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...

Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo... E lembram-se das “Vidas” de Plutarco, dos “Ensaios” de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas “Mil e uma noites”.

Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro - poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.

Não sei se muita gente haverá reparado nisso - mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo

Logo que uma noção humana toma forma de palavra - que é o que dá existência às noções - vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém...

O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.

O Dicionár io r esponde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas,acomodadas na sua semelhança, - e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, - mas obedecendo à lei das letras, cabalística como a dos números..

O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.
E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...

Tudo isto num dicionário barato - porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores...

A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino - umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.

E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.

Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.

Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E, sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.

(MEIRELES, Cecília. O Livro da Solidão.Folha da Manhã , Caderno Único. São Paulo: 11 jul.1948, p. 6.

“... as noções novas vão chegando, com suas PETULÂNCIAS, seus ARREBIQUES, às vezes, sua RUSTICIDADE, sua GROSSERIA.” (§ 6).

As palavras destacadas no trecho transcrito acima podem ser substituídas, sem prejuízo para o sentido, respectivamente, por:
Alternativas
Q468040 Português
O Livro da Solidão

Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: “Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta...?"

Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: “Uma história de Napoleão.” Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...

Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo... E lembram-se das “Vidas” de Plutarco, dos “Ensaios” de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas “Mil e uma noites”.

Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro - poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.

Não sei se muita gente haverá reparado nisso - mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo

Logo que uma noção humana toma forma de palavra - que é o que dá existência às noções - vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém...

O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.

O Dicionár io r esponde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas,acomodadas na sua semelhança, - e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, - mas obedecendo à lei das letras, cabalística como a dos números..

O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.
E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...

Tudo isto num dicionário barato - porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores...

A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino - umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.

E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.

Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.

Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E, sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.

(MEIRELES, Cecília. O Livro da Solidão.Folha da Manhã , Caderno Único. São Paulo: 11 jul.1948, p. 6.

Quanto à tipologia textual, o texto pode ser definido como:
Alternativas
Q468039 Português
O Livro da Solidão

Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: “Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta...?"

Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: “Uma história de Napoleão.” Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...

Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo... E lembram-se das “Vidas” de Plutarco, dos “Ensaios” de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas “Mil e uma noites”.

Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro - poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.

Não sei se muita gente haverá reparado nisso - mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo

Logo que uma noção humana toma forma de palavra - que é o que dá existência às noções - vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém...

O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.

O Dicionár io r esponde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas,acomodadas na sua semelhança, - e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, - mas obedecendo à lei das letras, cabalística como a dos números..

O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.
E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...

Tudo isto num dicionário barato - porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores...

A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino - umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.

E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.

Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.

Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E, sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.

(MEIRELES, Cecília. O Livro da Solidão.Folha da Manhã , Caderno Único. São Paulo: 11 jul.1948, p. 6.

Das modificações feitas na redação de cada fragmento abaixo transcrito do texto, alterou-se substancialmente o sentido original em:
Alternativas
Q468038 Português
O Livro da Solidão

Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: “Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta...?"

Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: “Uma história de Napoleão.” Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...

Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo... E lembram-se das “Vidas” de Plutarco, dos “Ensaios” de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas “Mil e uma noites”.

Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro - poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.

Não sei se muita gente haverá reparado nisso - mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo

Logo que uma noção humana toma forma de palavra - que é o que dá existência às noções - vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém...

O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.

O Dicionár io r esponde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas,acomodadas na sua semelhança, - e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, - mas obedecendo à lei das letras, cabalística como a dos números..

O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.
E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...

Tudo isto num dicionário barato - porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores...

A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino - umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro.

E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.

Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.

Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E, sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.

(MEIRELES, Cecília. O Livro da Solidão.Folha da Manhã , Caderno Único. São Paulo: 11 jul.1948, p. 6.

Acerca da compreensão do texto, são feitas as afirmativas que se seguem.

I. O Dicionário, sem embargo de ser o mais poético dos livros, é o mais completo, pois contém em si o Universo.

II. Tomando uma noção humana forma de palavra, passa a habitar o Dicionário, pois a palavra dá existência às noções.

III. Pelo fato de ser governado pela disciplina das letras, o Dicionário é o mais democrático dos livros, sendo, portanto, muito recomendável na atualidade.

IV. O Dicionário, além de ter caminhos para todas as filosofias, também responde a todas as curiosidades.

V. A despeito de o Dicionário conter todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu encanto e sua história, é uma pena que não ensinem as crianças a amar o Dicionário.

VI. Conhecer o sentido de cada palavra é conduzir-se entre claridades, em razão de o bom uso das palavras coincidir com o bom uso do pensamento.

Das afirmativas acima, estão de acordo com o texto apenas:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1239098 Biblioteconomia
Acerca de princípios de classificação,  julgue o próximo item.
 Ranganathan baseou-se na árvore de Porfírio como princípio norteador de sua classificação de dois pontos que, apesar da característica hierárquica entre as categorias fundamentais, é mais flexível e hospitaleira que os demais sistemas de classificação.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1239067 Biblioteconomia
Quanto à Classificação Decimal de Dewey (CDD), julgue o próximo item.
 Na CDD, a regra do zero implica escolha de notações com menos zeros no início da notação e é válida para a classificação de qualquer obra.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1239010 Biblioteconomia
Quanto à Classificação Decimal de Dewey (CDD), julgue o próximo item.
Os classificadores não devem nunca reduzir a notação a menos de três dígitos, tampouco finalizar a notação reduzida com zero à direita do ponto decimal; porém, no intuito de reduzir notações muito extensas, pode-se utilizar a segmentação proposta pela Library of Congress.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238758 Biblioteconomia
Acerca de princípios de classificação,  julgue o próximo item.
Os sistemas de classificação bibliográfica podem partir tanto de conceitos filosóficos como base de sua organização interna, quanto serem representativos das necessidades próprias da biblioteca, entre outros fundamentos para estabelecimento de classes e subdivisões.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238749 Biblioteconomia
Quanto à Classificação Decimal de Dewey (CDD), julgue o próximo item.
Na CDD, a regra de aplicação tem precedência sobre as outras, isto é, quando uma obra tem mais de um assunto na mesma disciplina e estes são inter-relacionados, ela deve ser classificada naquele assunto que sofre influência do outro. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238727 Biblioteconomia
Quanto à Classificação Decimal de Dewey (CDD), julgue o próximo item.
As notas de escopo são geralmente fornecidas uma única vez no mais alto nível de aplicação, devido ao conceito de força hierárquica.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238683 Jornalismo
Com relação aos fundamentos da comunicação, julgue o item a seguir.
 O jornalismo adota os paradigmas da objetividade, da neutralidade e da imparcialidade, mas, epistemologicamente, não está afeto às ciências exatas. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238646 Medicina
Julgue o item a seguir, acerca de dor na cabeça.
 Os processos patológicos da cabeça e do pescoço podem provocar cefaleias secundárias e desencadear cefaleias primárias, como a enxaqueca, por isso a importância de descartar um processo orgânico associado. Se houver suspeita de tumor, a ressonância magnética com contraste magnético gadolíneo deve ser considerada, pois há melhoria da qualidade da RNM e aumento da intensidade do sinal.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238631 Medicina
Julgue o item a seguir, acerca de dor na cabeça.
 A neuralgia trigeminal idiopática pode ser resultado de uma desmielinização da região de entrada da raiz, devido à compressão na fossa posterior, normalmente por pequenas veias ou artérias tortuosas. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1238479 Medicina
Julgue o item subsequente, relativos à dor e ao seu tratamento em crianças e idosos.
Na prescrição de analgesia para o idoso, deve-se observar que ele apresenta aumento do volume de distribuição para droga hidrofílica e diminuição para droga lipofílica, que a ligação proteica pode estar alterada, que a capacidade de metabolização está diminuída, reduzindo o clearance da droga, alterando a farmacocinética e a concentração do fármaco e dos metabólitos. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1230765 Medicina
No que se refere aos tumores ósseos malignos e benignos, julgue o item a seguir.
Além das formas primárias, os osteossarcomas podem ser secundários à doença de Paget, irradiação, osteogênese imperfeita, infarto ósseo, osteomielite crônica e displasia fibrosa.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1230716 Medicina
Com base no sarcoma de partes moles e nos tumores ósseos malignos e benignos, julgue o próximo item.
Calcificações intratumorais são verificadas na maioria dos cordomas da coluna vertebral.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1230694 Medicina
Com base no sarcoma de partes moles e nos tumores ósseos malignos e benignos, julgue o próximo item.
 No cordoma, após o tratamento cirúrgico, deve-se indicar radioterapia e quimioterapia.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1230218 Radiologia
Com relação a fracionamentos de tratamento e radiobiologia, julgue o item que se segue.
O fracionamento convencional para radioterapia curativa está compreendido entre 1,7 Gy e 2,2 Gy/fração, 5 dias/semana e é considerado conveniente, eficiente e efetivo.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1230157 Radiologia
Com relação a fracionamentos de tratamento e radiobiologia, julgue o item que se segue.
 O fracionamento em radioterapia é determinado pelos cinco erres da radiobiologia: capacidade de reparo do dano subletal, repopulação, recrutamento, redistribuição no ciclo celular e reoxigenação em células tumorais hipóxicas. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: INCA
Q1230153 Radiologia
A utilização de esquemas de fracionamento alterados, o uso de modificadores de resposta tumoral e a associação da quimioterapia à radioterapia têm como objetivo aumentar as taxas de resposta ao tratamento. Com relação a esse assunto, julgue o próximo item.
Um curso hiperfracionado de radioterapia é aquele em que mais de uma fração diária é deliberada para o paciente, com doses geralmente entre 1,2 Gy e 1,3 Gy/fração, com redução do número de dias total de tratamento e aumento de até 10% da dose total para compensar o reparo celular tumoral devido a dose baixa por fração.
Alternativas
Respostas
341: B
342: D
343: C
344: A
345: E
346: E
347: C
348: C
349: C
350: C
351: C
352: E
353: C
354: E
355: C
356: C
357: E
358: C
359: C
360: E