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São medidas apropriadas em caso de extravasamento: retirar o acesso venoso atual, realizar compressas frias e comunicar ao enfermeiro imediatamente.
Os fatores passíveis de controle quanto à extensão da lesão por extravasamento incluem: potencial vesicante da droga, volume extravasado, sítio de infiltração e tempo de exposição à droga.
São fatores de risco para extravasamento: enfermidades vasculares; diabetes; histórico de fragilidade vascular; local de venopunção irradiado; quimioterapia prévia por um longo tempo.
No caso de autoaplicação, o paciente deve fazer antissepsia com álcool no local de aplicação, que deve ser uma prega cutânea; em seguida, lavar as mãos e aplicar a medicação no local higienizado, com agulha hipodérmica em angulação de 45o .
Infusão lenta é a administração intravenosa realizada entre 30 e 60 minutos, de forma ininterrupta.
Infusão rápida é a administração intravenosa realizada entre 1 e 30 minutos. Algumas infusões rápidas podem ser realizadas com seringa, porém, para infusões em tempo superior a 10 minutos, recomenda-se a utilização de equipo do tipo bureta.
A administração em bolus é a administração intravenosa realizada em tempo menor ou igual a um minuto, geralmente com seringa.
Os elementos da prescrição de enfermagem ao paciente com CIVD incluem: verificação dos sinais vitais a cada 15 minutos; balanço hídrico rigoroso; registro do aspecto de excreções e secreções.
São cuidados de enfermagem ao paciente com diagnóstico de CIVD: mudar o decúbito do paciente a cada duas horas; inspecionar a pele do paciente a cada duas horas à procura de sinais de sangramentos; evitar o uso de adesivos de pele para fixar acessos venosos.
São sinais e sintomas de CIVD: púrpura, petéquias, equimoses, hematomas, sangramento gastrintestinal e hemorragia intracraniana.
Somente a prescrição de enfermagem poderá oferecer a certeza de que há um hemocomponente prescrito.
Na realização de transfusão sanguínea, deve-se explicar ao paciente o procedimento que será realizado e, em seguida, instalar o hemocomponente.
Em caso de reação transfusional aguda ou tardia, deve-se: retirar o acesso venoso imediatamente, interrompendo a infusão do hemocomponente; verificar sinais vitais; comunicar o fato ao enfermeiro responsável.
Em caso de reação transfusional hemolítica aguda, os sinais e sintomas costumam aparecer em até trinta minutos após o início da infusão do hemocomponente. A reação hemolítica aguda é uma reação transfusional severa e com alto índice de letalidade.
Nos casos de sangramento no aparelho gastrintestinal, apenas os de natureza grave devem ser reportados imediatamente, podendo ser identificados pelos seguintes sinais: hematêmese, hemoptise, melena, taquicardia, tontura e palidez cutânea.
São sinais de pequenos sangramentos: petéquias e equimoses, que, por serem de regressão espontânea, não necessitam de maiores cuidados.
Deve-se evitar a venopunção; entretanto, se esta for indispensável, deve-se optar por agulhas de menor gauge.
deve-se orientar o paciente a observar rigorosa higiene pessoal e controle adequado da dieta, que poderá incluir a ingesta de alimentos crus, desde que corretamente higienizados.
o paciente deve ser orientado não manter contato com indivíduos que receberam vacinas com vírus vivo atenuado há poucos dias.
o paciente deve ser mantido em isolamento reverso.