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A avaliação por competências no formato 360 graus é pouco utilizada como suporte no desenvolvimento de pessoal e carreira, visto que a efetividade desse tipo de avaliação demanda alto grau de maturidade das equipes.
Apesar da disseminação da tendência que preconiza o trabalho em equipe e a autorresponsabilização, a avaliação de desempenho nas organizações, na maior parte das vezes, ainda é realizada pelo superior hierárquico, mantendo-se o foco no desempenho individual.
Os dois grandes eixos que orientam o conteúdo das ferramentas de avaliação de desempenho são as chamadas avaliações por objetivos e as avaliações por competências.
Diferentemente dos métodos de avaliação tradicionais, a avaliação participativa por objetivos começa pela focalização do que se almeja para o futuro, sendo o seu emprego recomendado nos casos em que se objetiva agregar valor à instituição.
A avaliação de desempenho dos funcionários, quando realizada pelo gestor, resulta em maior liberdade e flexibilidade, pois o gestor é o profissional detentor de conhecimento especializado para elaborar e desenvolver um plano sistemático de avaliação do pessoal a ele subordinado.
O instrumento de avaliação denominado método de escalas gráficas foi criado com o objetivo de se evitarem a subjetividade e a generalização características do método conhecido como escolha forçada.
Ante o sentimento de injustiça organizacional manifestado pelos funcionários, a organização deve descartar a criação de uma comissão de avaliação de desempenho, pelo fato de as pessoas sentirem-se julgadas e inferiorizadas com esse método.
Testes que medem dimensões específicas da inteligência, a exemplo de habilidades verbal, numérica e de percepção, costumam ser bons preditores do desempenho futuro do candidato no cargo.
O novo enfoque que orienta os processos seletivos recai sobre a busca de pessoas flexíveis, que se ajustem às mudanças contínuas que ocorrem no mundo organizacional, em detrimento daquelas adequadas a uma tarefa específica.
Ao preparar os procedimentos de seleção, o psicólogo deve considerar medidas que avaliem características dos candidatos ponderadas na análise da função e que sejam potenciais preditores do desempenho futuro.
A adequação de um teste para avaliar perfil comportamental evita ocorrências de exclusão e discriminação de candidatos, mas as dificuldades de aplicação e avaliação aumentam o custo e o tempo de elaboração.
A validação preditiva é vital quando se trata de desenvolver testes para um processo seletivo, especialmente pela rapidez com que é possível verificar a relevância para as características que se deseja observar.
A validade preditiva de critério e de conteúdo avalia se o teste pode ser utilizado para alcançar o objetivo a que se destina e mede a qualidade e a confiabilidade do instrumento.
Inventários biográficos são bons preditores de aspectos comportamentais do candidato, como flexibilidade e motivação.
O objetivo da utilização de jogos em seleção de pessoal é simular situações que guardem semelhanças com o dia a dia do trabalho e que favoreçam a observação do comportamento dos candidatos.
Testes psicológicos em seleção de pessoal visam avaliar características do candidato no momento em que ele concorre à vaga e, a partir dessas características, predizer o desempenho que ele teria nas atividades do cargo pretendido.
O modelo de colocação propõe-se a posicionar candidatos nos cargos mais adequados às suas características pessoais, a reduzir custos operacionais com o processo seletivo e a alcançar maior eficiência.
Ao utilizar uma entrevista semiestruturada, o avaliador pode introduzir questões fora de pauta, visando extrair informações mais detalhadas do entrevistado para conhecê-lo melhor; contudo, na grande maioria das vezes, essas informações não servem como parâmetro de comparação entre dois candidatos.
As decisões de provimento interno de pessoal determinam a maneira pela qual os empregados se movem pelos diversos papéis funcionais dentro da organização.
As fontes de recrutamento externo incluem jornais e publicações profissionais, redes sociais, agências de empregos e instituições de ensino.