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Os autores do documento “Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Visual” (2007) afirmam que a escassez de informações restringe o conhecimento em relação ao ambiente pelo aluno com deficiência visual.
Por isso, segundo tais autores, faz-se necessário
A presença de uma aluna recém-chegada, Júlia, de 15 anos, que tem diagnóstico de surdo-cegueira, retomou em sua escola a reflexão de que o ambiente deve ser planejado e organizado adequadamente para a inserção da pessoa com surdo-cegueira, favorecendo a interação com pessoas e objetos.
Tais posturas inclusivas, de acordo com Bosco (2010),
Tais momentos são estes:
Alguns alunos presenciam comportamentos de pares ou profissionais da escola que acabam por impedir ou prejudicar sua participação em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas.
De acordo com a Lei nº 13.146 (2015), tal postura pode ser considerada um(a)
Segundo o documento “Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental” (2007), embora possam existir diferenças no desenvolvimento dos alunos, é importante ter consciência de que eles podem se beneficiar de diferentes experiências no contexto familiar e escolar.
Tal compreensão por parte do educador possibilita uma
A aluna Maitê, de 14 anos, com Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresenta prejuízos importantes na comunicação, no compartilhamento social e na flexibilidade mental.
De acordo com Belisário Júnior (2010), em casos como esse, é preciso, entre outras medidas, que as intervenções pedagógicas
O aluno João Paulo, de 12 anos, foi recentemente diagnosticado com superdotação/altas habilidades.
Nesse caso hipotético, de acordo com o Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, deve-se
Mendes, Almeida e Toyoda (2011) apresentam um modelo de prestação de serviço no qual um educador comum e um educador especial dividem a responsabilidade de planejar, instruir e avaliar a instrução de um grupo heterogêneo de estudantes, como uma alternativa aos modelos de sala de recursos, classes especiais ou escolas especiais, de modo a apoiar a escolarização de estudantes com deficiência em classes comuns.
Trata-se do(a)
Roberta, 15 anos, aluna com paralisia cerebral, utiliza prancha de comunicação enquanto recurso de comunicação alternativa e aumentativa (CAA).
Em relação à CAA na escola, Sartoretto (2010) aponta que
Jannuzzi (2004) discorre que, a partir dos anos 1930, surge o termo “ensino emendativo”, que tinha como objetivo suprir falhas decorrentes da anormalidade, buscando adaptar o educando ao nível social dos considerados normais.
Tal conceito remete, na visão da autora, a uma vertente da educação da pessoa com deficiência denominada