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No uso de correio eletrônico, usando o Microsoft Outlook 2010, em sua configuração padrão, Artur recebeu uma mensagem com as seguintes características:
De: Leonardo
Para: Artur, Herberto, Euclides
C/C: Moacir, Gilberto
Artur clicou em Responder. Assinale a alternativa que
apresenta corretamente o resultado dessa ação.
No Microsoft Excel 2010, em sua configuração padrão, um usuário criou uma planilha como apresentado a seguir.

Se o usuário selecionar as células de B2 até B4, clicar em
Pincel de Formatação para copiar a formatação e aplicar
sobre a seleção de células de D2 até D4, o resultado nessas
células será
Assinale a alternativa que informa corretamente a ação do ícone abc com um traço no meio, existente na guia Página Inicial, grupo Fonte, no Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, como destacado na imagem a seguir.

No Microsoft Windows 7, em sua configuração padrão, um usuário executou 3 atividades sequenciais conforme descrito:
I. abriu a calculadora, efetuou uma operação que resultou no valor 1000 e copiou esse valor para a Área de Transferência;
II. abriu o bloco de notas, digitou um texto e copiou o trecho “atividades para a próxima semana” para a Área de Transferência;
III. abriu o Windows Explorer, selecionou o arquivo controle e pressionou a tecla F2 para renomeá-lo. Mas, em vez disso, pressionou CTRL+C e depois ENTER.
Em seguida, o usuário abriu o Wordpad e pressionou CTRL+V.
O conteúdo a ser colado para o documento no Wordpad
será
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou nesta sexta-feira (05.02) a detecção do vírus ativo na saliva e na urina. A presença de vírus vivo levanta a hipótese de transmissão por via oral.
Em entrevista, o infectologista David Uip, Secretário da Saúde do Estado de São Paulo, afirma não haver motivo para pânico. “Não devemos mudar a forma de combater a epidemia: o importante é combater o mosquito.”
Os Estados Unidos confirmaram na terça-feira a transmissão do vírus por via sexual em uma pessoa que teve relações com outra, que havia sido infectada pelo vírus em viagem fora do país.
(Época. http://goo.gl/9cEkCM, 05.02.2016. Adaptado)
Trata-se do vírus
A Assembleia Nacional rejeitou ontem o decreto de Emergência Econômica com o qual o presidente Nicolás Maduro requisitava poderes especiais para lidar com a grave crise que afeta o país. O líder chavista disse que, com a decisão, a oposição, que tem maioria no Legislativo, “dá as costas ao país”.
(Estadão. http://goo.gl/Bc9Fjq, 22.01.2016. Adaptado)
O país a que se refere a notícia é
Os EUA e a União Europeia anunciaram neste sábado (16.01) a revogação de sanções econômicas em vigor há anos contra o Irã, abrindo caminho para o país persa se integrar à economia mundial.
(Folha-Uol. http://goo.gl/iTTy3b, 16.01.2016. Adaptado)
Essa decisão foi tomada porque
A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota do Brasil e tirou o grau de investimento – selo de bom pagador – do país nesta quarta-feira (24.02).
A primeira a tirar o selo de bom pagador do Brasil foi a Standard and Poor’s, em setembro do ano passado. Há uma semana, a agência voltou a rebaixar a nota brasileira. Em dezembro, foi a vez da Fitch.
(G1. http://goo.gl/9Q2mev, 24.02.2016. Adaptado)
Esse rebaixamento da nota do Brasil decorreu
Em uma caixa, a razão entre o número de envelopes com etiquetas e o número de envelopes sem etiquetas é 2/7.
Após colocar etiquetas em 40 envelopes que estavam sem etiqueta, a razão entre o número de envelopes com etiquetas e o número de envelopes sem etiquetas dessa caixa passou a ser 4/5. Sabendo que cada envelope possui uma só etiqueta, o número total de envelopes dessa caixa é
Leia o texto a seguir.
Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”. Nunca estivemos “tão mal” ou numa crise “tão grande”.
Em primeiro lugar, é preciso perguntar: estes colunistas não viveram os anos 90?! Mas, mesmo que não tenham vivido e realmente acreditem que “crise” é o que o Brasil enfrenta hoje, outra indagação se faz necessária: não leem as informações que seus próprios jornais publicam, mesmo que escondidas em pequenas notas no meio dos cadernos?
Vejamos: a safra agrícola é recordista, o setor automobilístico tem imensas filas de espera por produtos, e os aeroportos estão lotados. Passe diante dos melhores bares e restaurantes de sua cidade no fim de semana e perceberá que seguem lotados.
Aliás, isso é sintomático: quando um país se encontra realmente em crise econômica, as primeiras indústrias que sofrem são as de entretenimento. Sempre. Famílias com o bolso vazio não gastam com o que é supérfluo – e o entretenimento não consegue competir com a necessidade de economizar para gastos em supermercado, escola, saúde, água, luz etc. Portanto, é revelador notar, por exemplo, como os cinemas brasileiros estão tendo seu melhor ano desde 2011. Público recorde. “Apesar da crise”. A venda de livros aumentou 7% no primeiro semestre. “Apesar da crise”.
Se banissem a expressão “apesar da crise” do jornalismo brasileiro, a mídia não teria mais o que publicar. Faça uma rápida pesquisa no Google pela expressão “apesar da crise”: quase 400 mil resultados.
“Apesar da crise, produção de batatas atrai investimentos em Minas”
“Apesar da crise, brasileiros pretendem fazer mais viagens internacionais.”
“Apesar da crise, Piauí registra crescimento na abertura de empresas.”
Apesar da crise. Apesar da crise. Apesar da crise.
Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver “em crise”. E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população – o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.
(Apesar da crise. Disponível em: www.pragmatismopolítico. Adaptado)
Leia o texto a seguir.
Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”. Nunca estivemos “tão mal” ou numa crise “tão grande”.
Em primeiro lugar, é preciso perguntar: estes colunistas não viveram os anos 90?! Mas, mesmo que não tenham vivido e realmente acreditem que “crise” é o que o Brasil enfrenta hoje, outra indagação se faz necessária: não leem as informações que seus próprios jornais publicam, mesmo que escondidas em pequenas notas no meio dos cadernos?
Vejamos: a safra agrícola é recordista, o setor automobilístico tem imensas filas de espera por produtos, e os aeroportos estão lotados. Passe diante dos melhores bares e restaurantes de sua cidade no fim de semana e perceberá que seguem lotados.
Aliás, isso é sintomático: quando um país se encontra realmente em crise econômica, as primeiras indústrias que sofrem são as de entretenimento. Sempre. Famílias com o bolso vazio não gastam com o que é supérfluo – e o entretenimento não consegue competir com a necessidade de economizar para gastos em supermercado, escola, saúde, água, luz etc. Portanto, é revelador notar, por exemplo, como os cinemas brasileiros estão tendo seu melhor ano desde 2011. Público recorde. “Apesar da crise”. A venda de livros aumentou 7% no primeiro semestre. “Apesar da crise”.
Se banissem a expressão “apesar da crise” do jornalismo brasileiro, a mídia não teria mais o que publicar. Faça uma rápida pesquisa no Google pela expressão “apesar da crise”: quase 400 mil resultados.
“Apesar da crise, produção de batatas atrai investimentos em Minas”
“Apesar da crise, brasileiros pretendem fazer mais viagens internacionais.”
“Apesar da crise, Piauí registra crescimento na abertura de empresas.”
Apesar da crise. Apesar da crise. Apesar da crise.
Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver “em crise”. E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população – o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.
(Apesar da crise. Disponível em: www.pragmatismopolítico. Adaptado)
Leia o texto a seguir.
Eu fico realmente impressionado ao perceber como os colunistas políticos da grande mídia sentem prazer em pintar o país em cores sombrias: tudo está sempre “terrível”, “desesperador”. Nunca estivemos “tão mal” ou numa crise “tão grande”.
Em primeiro lugar, é preciso perguntar: estes colunistas não viveram os anos 90?! Mas, mesmo que não tenham vivido e realmente acreditem que “crise” é o que o Brasil enfrenta hoje, outra indagação se faz necessária: não leem as informações que seus próprios jornais publicam, mesmo que escondidas em pequenas notas no meio dos cadernos?
Vejamos: a safra agrícola é recordista, o setor automobilístico tem imensas filas de espera por produtos, e os aeroportos estão lotados. Passe diante dos melhores bares e restaurantes de sua cidade no fim de semana e perceberá que seguem lotados.
Aliás, isso é sintomático: quando um país se encontra realmente em crise econômica, as primeiras indústrias que sofrem são as de entretenimento. Sempre. Famílias com o bolso vazio não gastam com o que é supérfluo – e o entretenimento não consegue competir com a necessidade de economizar para gastos em supermercado, escola, saúde, água, luz etc. Portanto, é revelador notar, por exemplo, como os cinemas brasileiros estão tendo seu melhor ano desde 2011. Público recorde. “Apesar da crise”. A venda de livros aumentou 7% no primeiro semestre. “Apesar da crise”.
Se banissem a expressão “apesar da crise” do jornalismo brasileiro, a mídia não teria mais o que publicar. Faça uma rápida pesquisa no Google pela expressão “apesar da crise”: quase 400 mil resultados.
“Apesar da crise, produção de batatas atrai investimentos em Minas”
“Apesar da crise, brasileiros pretendem fazer mais viagens internacionais.”
“Apesar da crise, Piauí registra crescimento na abertura de empresas.”
Apesar da crise. Apesar da crise. Apesar da crise.
Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver “em crise”. E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população – o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.
(Apesar da crise. Disponível em: www.pragmatismopolítico. Adaptado)