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Q2344299 História
“O grande passo dado nos últimos anos para o conhecimento da América lusa dos séculos XVII e XVIII foi o de reconhecer a nossa ignorância sobre os mesmos séculos. Afinal, foi com muito custo e depois de bastante tempo que percebemos que a América não era um simples canavial, habitado por prepostos do capital mercantil e semoventes (escravos), conectado à humanidade apenas por rotas comerciais.”
(FRAGOSO, João; GUEDES, Roberto; KRAUSE, Thiago. América portuguesa e os sistemas atlânticos na Época moderna: monarquia pluricontinental e Antigo Regime. Rio de Janeiro: FGV, 2013).

O autor faz um balanço da produção historiográfica sobre a História colonial da América portuguesa. A hipótese central da antiga produção historiográfica sobre a América lusa, contestada pelas investigações mais recentes, é explicitada na ideia de 

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Q2344298 Pedagogia
“Não se manda uma criança à escola para que lá se repitam exatamente os valores familiares e religiosos. É certo que aqui temos um terreno de enfrentamentos, mas vale lembrar que a tarefa da escola é dupla: alfabetização científica e sociabilidade do espaço público. As razões de ordem científica - por exemplo, aquelas ligadas à saúde sexual e reprodutiva – podem não coincidir com valores familiares e religiosos sobre o mesmo tema. A sociabilidade no espaço público – que contempla igualdade de tratamento entre homens e mulheres – pode colidir com crenças e moralidade religiosa, que, muitas vezes, naturalizam uma ‘posição inferior’ das mulheres. Mas, repetimos, é para isso que se vai à escola, para a ampliação de horizontes, e não para a simples confirmação de expectativas trazidas da família ou outros ambientes.”
(SEFFNER, Fernando. Três territórios a compreender, um bem precioso a defender: estratégias escolares e Ensino de História em tempos turbulentos. In: MONTEIRO, Ana Maria; RALEJO, Adriana. Cartografias da Pesquisa em ensino de História. Rio de Janeiro: Mauad X, 2019. p. 23)


Tendo como referência a reflexão do autor sobre o lugar da escola na educação dos jovens, é correto dizer que a melhor maneira do ensino de o História contribuir para a construção de uma escola que leve à “ampliação de horizonte” dos estudantes é promovendo

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Q2344297 Pedagogia
Historiadores, interessados em analisar a trajetória política de João Goulart, encontraram no documentário Jango, de Silvio Tendler, um registro de época pleno de imagens e depoimentos sobre a conjuntura política que culminou no golpe civil militar de 1964.
(Adaptado de: DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Jango: cinema, história, memória e reconhecimento. In: DELGADO, Lucília de Almeida Neves; FERREIRA, Marieta de Moraes (orgs). História do tempo Presente. Rio de Janeiro: FGV, 2014)

Ao ler o trecho acima, o/a professor/a de História de ensino fundamental se interessou em usar o filme Jango em sala de aula. Para justificar o uso do filme perante a coordenação pedagógica, argumentou que o filme é adequado aos objetivos do ensino de História, pois 

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Q2344296 História
Elizabeth 2ª: a memória do passado colonial que gera críticas ao legado da rainha Elizabeth 2ª na África
A morte da rainha Elizabeth 2ª gerou uma onda de pesar e de homenagens tocantes por parte de líderes mundiais e também do público em geral.

Muitos nas antigas colônias britânicas saudaram abertamente a memória da rainha, enquanto outros compartilharam fotos da monarca durante visitas aos seus respectivos países.
Mas a admiração não é unânime. Para alguns, sua morte reacendeu memórias da muitas vezes sangrenta história colonial britânica - atrocidades contra populações indígenas, roubo de estátuas e artefatos de nações do oeste da África, ouro e diamantes da África do Sul e da Índia, escravidão e opressão.
Enquanto o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu a rainha como uma figura pública extraordinária que deveria ser lembrada com carinho por muitos ao redor do mundo, o opositor partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF, na sigla em inglês) disse que não estaria entre aqueles lamentando a morte.
“Durante seus 70 anos de reinado como rainha, ela nunca reconheceu crimes que o Reino Unido e sua família perpetraram pelo mundo, e era na verdade uma porta-bandeira orgulhosa dessas atrocidades", disse o partido, o terceiro maior do país, em um comunicado. "Para nós, sua morte é uma lembrança de um período muito trágico neste país e na história da África”, diz o comunicado. Nas redes sociais, as críticas foram muito além. 
Artigo de Nomsa Maseko https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62871616

A partir da leitura do artigo jornalístico, podemos afirmar que o caso noticiado é representativo
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Q2344295 História
“No decorrer dos séculos, tanto na literatura quanto em registos históricos, as narrativas generalizam a participação do originário como “índio”, colaborando para afirmar a sua nãocontemporaneidade, como se fossem um todo homogêneo, iguais entre si e fazendo parte apenas do passado. As abordagens, feitas a partir desses materiais, levaram a concluir que os Povos Originários não fazem parte da sociedade e que essas relações só se efetivaram na época da chegada dos colonizadores ao Brasil. Diante dessas realidades, atualmente, a voz originária ecoa forte e lúcida. E sua escrita torna-se a possibilidade de legitimação de sua narrativa ancestral.”
(Boacé Uchô: a História está na trilha. Narrativas e memórias do povo Puri da Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Pachamama, 2020, p. 23) 

Tendo como referência o texto acima, é correto afirmar que a escrita sobre os povos originários foi pautada por uma narrativa de

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Q2344294 História
“A escrita da história implica, portanto, a produção de um discurso no qual um narrador oculto ou explicito, o historiador, recompõe, recria, produz fatos e processos a partir das fontes – documentos definidos e classificados institucionalmente ou não -, de forma a atribuir sentido aos processos objetos de análise, buscando compreendê-los e explicá-los na perspectiva da sociedade ou dos grupos que os vivenciaram. Mas a compreensão e a explicação são aquelas de uma pessoa de seu tempo, com suas referências culturais e também teóricas. O pensamento histórico que realiza análise histórica, é do historiador que é um homem ou mulher de uma comunidade profissional de seu tempo. Nesse contexto, o anacronismo é inevitável?”
(MONTEIRO, Ana Maria. Tempo presente no ensino de História: o anacronismo em questão. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 194)

A pesquisa e a escrita historiográfica são plenas de questões que desafiam o historiador no exercício de seu ofício. A partir da interpretação do texto, é correto afirmar que

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Q2344293 História
“Embora não ocupe em sua obra um maior destaque, uma vez que as suas preocupações principais estavam em outros domínios, como o da metafísica e da epistemologia, a moral e a estética, ou mesmo da ciência e da matemática, Immanuel Kant (1724-1804) publicou, em 1784, um ensaio com o curioso título de A Ideia de Uma História Universal de Um Ponto de Vista Cosmopolita. Obra cujas ideias vieram a influenciar outros pensadores, como o do princípio teleológico que atraiu a Hegel, mas que também ganharam adversários mordazes, como foi o caso de Herder.”
(ABREU, Gilberto. A deserção da História: pós-modernidade e neoliberalismo como armas ideológicas do capitalismo global. Curitiba: Appris, 2017. p. 81).

Na obra A Ideia de Uma História Universal de Um Ponto de Vista Cosmopolita, Immanuel Kant acompanha a tendência do pensamento europeu do século XVIII que se fundamentava em

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Q2344292 História
“A história, que por muito tempo foi considerada um gênero literário, uma arte, embora devesse ter compromisso com a verdade – nas palavras de Tucídides (em História da Guerra do Peloponeso) ‘devesse ter a preocupação em contar como as coisas se passaram, extraindo delas lições’ –, vai ser designada uma ciência ainda no século XVIII, com os pensadores iluministas. Mas será no início do século XIX que, em grande medida, a prática historiográfica passa a obedecer a regras distintas daquelas as que presidiram a escrita da história desde a Antiguidade Clássica, com o deslizamento e alteração de sentido do topos da historia magistra vitae”.
(Albuquerque Júnior, Durval Muniz de. Forma de escrever e ensinar a história hoje. In: GONÇALVES. Marcia de Almeida; ROCHA, Helenice; REZNIK, Luis; MONTEIRO, Ana Maria. Qual o valor da História Hoje? Rio de Janeiro: FGV, 2012. p. 23).


Considerando as novas regras que presidiram a escrita da história no século XIX, pode-se afirmar que os historiadores propuseram

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Q2344226 Geografia
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https://bahiapravoce.com.br/uberizacao-do-trabalho/

Os cartuns apresentam uma mudança recente nas relações de trabalho que assolam milhões de brasileiros. Com base nestas transformações, julgue os itens a seguir.
I. Cansados e movidos pela adrenalina de uma carga horária que não é regida pela legislação trabalhista, os integrantes da chamada uberização do trabalho passam pelo processo de precarização e informalização das garantias e proteções necessárias para qualquer trabalhador no devido exercício de sua cidadania.
II. Se chover, é mais difícil conseguir trabalho, e quando isso ocorre, as demandas ficam mais arriscadas e, caso haja um sinistro de trânsito que envolva morte ou ferimentos graves, a administradora dos aplicativos indeniza as famílias.
III. Em 2017, durante o governo Temer, foi aprovada a Lei nº 13.467/2017, conhecida como Reforma Trabalhista, alterou normas dispostas em 1943, época da criação da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.

Está correto o que se afirma em
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Q2344225 Geografia

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https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/ 


Assinale a opção que apresenta uma explicação para a ocorrência do fenômeno apresentado e uma ação do poder público capaz de atenuá-lo.

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Q2344224 Geografia
A área técnica do Ministério de Minas e Energia avalia não ser necessário retomar em 2023 o horário de verão – suspenso por decreto desde 2019. A avaliação é que a situação dos reservatórios e a oferta de fontes renováveis são suficientes para garantir o fornecimento de energia.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/09/21/horario-de-verao-area-tecnicade-minas-e-energia-nao-ve-necessidade-de-retomar-medida-em-2023.


Avalie se uma possível adoção da estratégia astronômica para economia de energia descartada no texto, tecnicamente é possível pelos seguintes motivos:

I. Entre meados da primavera até próximo ao fim do verão, nas médias e altas latitudes, em virtude da posição do planeta e da inclinação de seu eixo em relação ao sol, os dias são mais longos que as noites num percentual que permite o adiantamento dos relógios para economia de energia.
II. Durante todo o verão, nas médias e elevadas longitudes, a iluminação solar supera as 12 horas, e o fotoperíodo excede o período lunar, podendo se adequar o horário as necessidades de uma sociedade atrasando o relógio em um hora.
III. Existe um interesse do mercado comercial e turístico em se atrasar os relógios, fazendo com que o dia em todos os lugares dure mais tempo e estimule as pessoas a ficarem fora de casa, aumentando o consumo.

Está correto o que se afirma em 
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Q2344223 Geografia

Leia o trecho da canção de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira:


Quando olhei a terra ardendo

Qual fogueira de São João

Eu perguntei a Deus do céu, ai

Por que tamanha judiação?

Que braseiro, que fornalha

Nem um pé de plantação

Por falta d'água, perdi meu gado

Morreu de sede meu alazão

Por falta d'água, perdi meu gado

Morreu de sede meu alazão (...)

Hoje longe, muitas léguas

Numa triste solidão

Espero a chuva cair de novo

Pra mim voltar pro meu sertão

Espero a chuva cair de novo

Pra mim voltar pro meu sertão


No contexto do desenvolvimento econômico nacional na época em que os versos desta canção foram criados, o personagem realizou o seguinte tipo de migração interna:

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Q2344222 Geografia
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https://pt.climate-data.org/america-do-sul/brasil/5069/#climate-graph

A análise do gráfico que conjuga linhas e barras, caracterizando a dinâmica anual das médias de chuvas e temperaturas, neste tipo climático do Brasil, é resultado da influência direta da
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Q2344221 Geografia
Compare a imagens: 

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https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca- catalogo?view=detalhes&id=2101627

O sistema de coordenadas geográficas é fundamental para a localização precisa de qualquer ponto sobre a superfície da Terra.
Com base na imagem, avalie as seguintes afirmativas:
I. As coordenadas geográficas localizam, de forma direta, qualquer ponto sobre a superfície terrestre, bastando colocar junto ao valor de cada coordenada, o hemisfério correspondente: N ou S, para a coordenada Norte ou Sul, e, E ou L e W ou O, para a coordenada Leste ou Oeste.
II. Latitude e longitude representam, respectivamente, a distância de qualquer lugar da Terra em relação à linha do Equador e ao Meridiano de Greenwich, representando um ângulo medido entre dois pontos: a linha do Equador e um paralelo qualquer, e Greenwich e um meridiano qualquer.
III. Pode-se utilizar, igualmente, os sinais + ou - para a indicação das coordenadas: N e L sinal positivo, e S e O sinal negativo, ou seja, quando o ponto estiver localizado ao sul do Equador, a leitura da latitude será negativa, e ao norte, positiva. Em relação à longitude, quando o ponto estiver a oeste de Greenwich, seu valor será negativo, e a leste, positivo. 

Está correto o que se afirma em
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Q2344220 Geografia

O mapa a seguir aborda um tipo de divisão regional brasileira. 



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http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/8911/1/Regi%C3%A3o%20e%20regionaliza%C3%A7%C3%A3o.pdf


As formas de regionalização dependem dos critérios de classificação escolhidos para dividir o espaço geográfico. No mapa, o critério utilizado baseou-se na seguinte metodologia:

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Q2344219 Geografia
Queixada não se sentia bem, e não era apenas por causa do desespero da fome (...) Começou a desfilar pelos bailes com tênis de marca e a ter dinheiro para fazer compras para a mãe (...) Até uma semana atrás, era da facção da Dona Peituda, que dominava nosso lado da linha do trem. Nunca mandava, só obedecia, mas cumpria muito bem as obrigações. Vigiava as fronteiras, fazia algumas cobranças e, de vez em quando, ajudava a punir alguém. 
SENRA, Álvaro. Éden. Rio de Janeiro: Letras, 2022. p.15

A partir da análise da situação urbana exposta no texto, numa aula de geografia o professor explicou que as ações dos personagens remetem ao conceito geográfico de

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Q2344218 Geografia
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Fonte: youtube.com. Acesso: 17 set.2023. (Adaptado)

Durante uma aula de Geografia, o professor explicou para seus alunos, por meio da interpretação do infográfico, uma causa e uma consequência da duração do fotoperíodo no planeta, corretamente apresentadas na seguinte opção: 
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Q2344217 Geografia
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A imagem acima evidencia um erro na informação diária fornecida para muitos usuários desse sistema operacional de multitarefas para computadores.
Esse equívoco consiste em
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Q2344216 Geografia
O Brasil é um país de dimensões continentais, muito extenso de leste a oeste, com grande amplitude longitudinal que, associada ao movimento de rotação da Terra, lhe confere fusos horários diferentes.

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http://www.distanciaentreascidades.com.br/mapa-trajeto-de-rio-branco-acre-brazil-ate-joao-pessoa-pb-brazil

Uma professora de Geografia resolveu fazer uma viagem de carro, de João Pessoa, na Paraíba, até Rio Branco, no Acre, escolhendo uma rota que passa por quatro regiões brasileiras, percorrendo vários estados por 5.401 km, durante 76 horas. A saída ocorreu às 20:00 do dia 07 de setembro, do Centro de João Pessoa.

A chegada ao itinerário final ocorreu 
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Q2344215 Geografia
Um geógrafo que trabalha no departamento de trânsito de São José dos Campos auxilia engenheiros de tráfego na sincronização de semáforos de trânsito, com o objetivo de melhorar o fluxo de veículos, na hora do rush. Eles estão usando uma base cartográfica de escala 1:25.000; entretanto, é necessário ampliar esta escala cinco vezes, para uma melhor visualização das ruas e cruzamentos.

A nova escala ampliada, que possibilita que o trabalho possa ser realizado, é de
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Respostas
1381: C
1382: A
1383: E
1384: D
1385: A
1386: B
1387: E
1388: C
1389: E
1390: B
1391: A
1392: A
1393: D
1394: D
1395: C
1396: C
1397: C
1398: E
1399: C
1400: D