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Q1130569 Serviço Social
Em se tratando das políticas sociais no Brasil, sua configuração histórica tem se caracterizado pela predominância de um perfil discriminatório e restritivo em termos de direitos sociais. Desde as primeiras medidas significativas no campo da legislação social e trabalhista, pode-se constatar que tem se sobreposto aos interesses e às aspirações igualitárias dos trabalhadores
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Q1130568 Serviço Social
Conforme preconizado na V Conferência Nacional de Assistência Social, o direito à convivência familiar, comunitária e social, como um dos Dez Direitos Socioassistenciais, é a garantia ao usuário e à usuária, em todas as etapas do ciclo da vida, de ter valorizada a possibilidade de se manter sob convívio familiar, quer seja na família biológica ou construída, e da precedência do convívio social e comunitário às soluções
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Q1130567 Serviço Social
O termo vulnerabilidade, de utilização recorrente no âmbito das políticas de proteção social, é acolhido por várias áreas e aponta para diversos significados. Na Assistência Social, a referência à vulnerabilidade pela Política Nacional denota sua multideterminação, atrelada não somente à precariedade no acesso à renda, mas também aos vínculos que fragilizam os sujeitos no exercício de sua cidadania. Para a Assistência Social, vulnerabilidade está associada a situações e contextos individuais e, sobretudo, coletivos, caracterizando situações de fragilidade relacional ou social, conectadas às condições de pobreza, privação ou vínculos afetivo-relacionais e de
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Q1130566 Serviço Social
No Brasil, o debate em torno da concepção de vulnerabilidade, mais do que uma questão técnica, busca trazer elementos de reflexão teórica que contribuam com o desvelamento dos rumos da seguridade social. Nesse sentido, discutir as concepções de vulnerabilidade presentes na política pública de assistência social influencia práticas que trazem resultados para a proteção social dos cidadãos. Nessa perspectiva, o conceito de vulnerabilidade presente no modelo de proteção social estatal brasileiro está vinculado às ideias de
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Q1130565 Serviço Social
Nos primórdios da industrialização, a questão social ganhou evidência, momento no qual a responsabilidade de proteção social dos indivíduos ficava a cargo das famílias, ordens religiosas e comunidades. O desenvolvimento do assalariamento e da urbanização e as lutas por direitos forjaram o avanço de democracias liberais, levando o Estado a envolver-se progressivamente com a questão social, institucionalizando mecanismos complementares ou substitutos ao aparato familiar, religioso e comunitário, por meio das políticas sociais e de
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Q1130562 Noções de Informática
Apresentam-se a seguir alguns exemplos de resultados de uma pesquisa feita, usando o website Google. Assinale a alternativa que indica o termo de pesquisa utilizado.
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Q1130560 Noções de Informática
No Microsoft Excel 2010, em sua configuração padrão, o texto [email protected] é o conteúdo da célula A1. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o resultado da seguinte fórmula, inserida na célula B1
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Q1130559 Noções de Informática
Um usuário recebeu por e-mail o seguinte documento, criado no Microsoft Word 2010, em sua configuração padrão.
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Ao começar a editá-lo, também usando o Microsoft Word 2010, em sua configuração padrão, e apagar o trecho “dia 25 (vinte e cinco)” e digitar em seu lugar “último dia útil”, o resultado foi:

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Assinale a alternativa que indica o recurso que foi utilizado.
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Q1130558 Noções de Informática
Em uma pasta do Microsoft Windows 7, em sua configuração original, tem-se os seguintes arquivos:
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Um usuário selecionou todos os arquivos pressionando as teclas CTRL+A. Em seguida, pressionou a tecla F2 para renomeá-los e apenas o primeiro arquivo ficou habilitado para alteração.
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O usuário digitou então a palavra arquivo e pressionou ENTER. Assinale a alternativa que indica o resultado correto.
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Q1130557 Atualidades
O presidente Michel Temer anunciou a edição de um decreto determinando o emprego das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem em Roraima, de 29 de agosto a 12 de setembro. (Valor, 28.08.2018. Disponível em . Adaptado)
Esse decreto
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Q1130556 Atualidades
A ONU estabeleceu que existem elementos de “genocídio intencional” na operação militar realizada há um ano no estado de Rakain, contra a minoria muçulmana rohingya, e que os responsáveis das Forças Armadas devem ser investigados e julgados por um tribunal internacional, além de criticar a líder de fato do país, Aung San Suu Kyi, por sua passividade.
Os especialistas da Missão Internacional de Investigação da ONU pedem ao Conselho de Segurança para levar o caso à Corte Penal Internacional (CPI) ou para criar um tribunal internacional penal “ad hoc” para julgar os crimes cometidos pelas Forças Armadas. (Exame, 27.08.2018. Disponível em <https://abr.ai/2ozOOwO>. Adaptado)
A missão da ONU pediu a investigação e o julgamento de oficiais das Forças Armadas
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Q1130555 Atualidades
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 1,26% em junho, registrando alta em relação aos 0,4% de maio, segundo divulgou nesta sexta-feira [06.07] o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
É a maior taxa para o mês de junho desde 1995, quando ficou em 2,26%. E é a primeira vez, desde janeiro de 2016, que o índice fica acima de 1%. (G1, 06.07.2018. Disponível em <https://glo.bo/2zmBP9M>)
Esse aumento do IPCA é justificado, principalmente,
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Q1130554 Atualidades
Leia os excertos a seguir.
I.
Deixou de ser uma doença que aparece em surtos periódicos e veio para ficar, avalia o coordenador de doenças da Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo. Os pacientes eram infectados principalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste do país. Desde o ano 2000, porém, a doença avança em direção ao litoral, até ser detectada em 2017, em áreas de mata da capital paulista. Diante do atual cenário, o estado de São Paulo decidiu vacinar toda a população. (Folha de S.Paulo, 05.03.2018. Disponível em <https://bit.ly/2MGKMB6>. Adaptado)
II.
O Brasil tem 677 casos confirmados. Os dados sobre a doença foram atualizados nesta quarta-feira, 18.07, pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o país enfrenta dois surtos: um em Roraima e outro no Amazonas – regiões mais atingidas pelo vírus. Há confirmações ainda em outros estados. Segundo o Ministério da Saúde, os surtos no Brasil estão relacionados à importação da doença. (O Estado de S.Paulo, 18.07.2018. Disponível em <https://bit.ly/2Lt2fIG>. Adaptado)
As notícias referem-se, respectivamente,
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Q1130553 Atualidades
Milhares de pessoas se concentraram neste sábado [30.06] em frente à Casa Branca, em Washington, para exigir do governo dos Estados Unidos que acabe com a política de “tolerância zero”. Outras 750 cidades no território americano organizaram manifestações similares. (EBC, 30.06.2018. Disponível em <https://bit.ly/2KyHoDc>. Adaptado)
A polêmica provocada pela aplicação dessa política relacionou-se
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Q1130546 Português
Leia o texto para responder à questão.

Por que a injeção benzetacil dói mais?

    São três razões principais, que ocorrem em todas as vacinas intramusculares. A primeira é que a agulha é mais grossa para atravessar o músculo. A segunda é o espaço reduzido para o líquido passar entre as fibras musculares. A terceira: as doses são maiores. Ao ser injetada, a solução tensiona as fibras e causa dor. No caso da penicilina benzatina – “nome completo” da benzetacil –, há um agravante: ela vem em forma de pó para ser diluído em água no momento da aplicação. Se o pó não dissolve direito, os cristais que sobram na dose agridem a fibra e aumentam a dor. Outra má notícia: a aplicação demora 10 torturantes segundos. Para reduzir o estrago, ela deve ser administrada em um músculo grande, que tenha espaço de absorção: o glúteo.
(Superinteressante. Maio de 2018. Adaptado)
Em Moderna Gramática Portuguesa, Evanildo Bechara observa que “muitos adjetivos, permanecendo imóveis na sua flexão de gênero e número, podem passar a funcionar como advérbio”. Essa explicação é comprovada com a passagem do texto:
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Q1130544 Português
Leia o texto para responder à questão.

Violência na fronteira

    As agressões contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima (RR), no sábado [18.08.2018], envergonham o país.
    Por mais que se compreendam as tensões sociais exacerbadas pelo influxo contínuo de refugiados, não há como relevar o recurso à violência para expulsar famílias que deixaram tudo para trás, empurradas pelo desespero.
    É impossível minimizar o desastre social, econômico e político que se abate sobre a nação vizinha, sob a autoridade do ditador Nicolás Maduro.
    Fome, desabastecimento, repressão e criminalidade urbana impulsionam a busca por uma vida melhor, ou pela simples sobrevivência. Nada diverso dos motivos que levaram pioneiros de outras regiões brasileiras a povoar Roraima, poucas décadas atrás, se bem que não sob ameaça de uma guerra civil.
    Um estado não pode arcar sozinho com o inegável ônus representado pela onda de venezuelanos. Os sistemas de saúde e segurança pública, numa região pobre, são despreparados para lhe fazer frente. O governo federal deve agir, com mais decisão.
    O Brasil tem larga tradição de receber imigrantes. Há que mantê-la, o que não se separa da responsabilidade de organizar o fluxo, sem atenção para considerações miúdas quanto a interesses de política provinciana em ano eleitoral.
    Atribuir a violência aos recém-chegados não se sustenta em fatos, ainda que episódios isolados possam ocorrer. Roraima já enfrentava guerra sangrenta entre facções nacionais do tráfico.
    A primeira preocupação deve ser evitar que a escalada de tensão degenere em uma voga xenófoba, mesmo porque nada indica que os venezuelanos encontrem, em breve, incentivos para deixar de fugir.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 23.08.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
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Q1130543 Português
Leia o texto para responder à questão.

Violência na fronteira

    As agressões contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima (RR), no sábado [18.08.2018], envergonham o país.
    Por mais que se compreendam as tensões sociais exacerbadas pelo influxo contínuo de refugiados, não há como relevar o recurso à violência para expulsar famílias que deixaram tudo para trás, empurradas pelo desespero.
    É impossível minimizar o desastre social, econômico e político que se abate sobre a nação vizinha, sob a autoridade do ditador Nicolás Maduro.
    Fome, desabastecimento, repressão e criminalidade urbana impulsionam a busca por uma vida melhor, ou pela simples sobrevivência. Nada diverso dos motivos que levaram pioneiros de outras regiões brasileiras a povoar Roraima, poucas décadas atrás, se bem que não sob ameaça de uma guerra civil.
    Um estado não pode arcar sozinho com o inegável ônus representado pela onda de venezuelanos. Os sistemas de saúde e segurança pública, numa região pobre, são despreparados para lhe fazer frente. O governo federal deve agir, com mais decisão.
    O Brasil tem larga tradição de receber imigrantes. Há que mantê-la, o que não se separa da responsabilidade de organizar o fluxo, sem atenção para considerações miúdas quanto a interesses de política provinciana em ano eleitoral.
    Atribuir a violência aos recém-chegados não se sustenta em fatos, ainda que episódios isolados possam ocorrer. Roraima já enfrentava guerra sangrenta entre facções nacionais do tráfico.
    A primeira preocupação deve ser evitar que a escalada de tensão degenere em uma voga xenófoba, mesmo porque nada indica que os venezuelanos encontrem, em breve, incentivos para deixar de fugir.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 23.08.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q1130542 Português
Leia o texto para responder à questão.

Violência na fronteira

    As agressões contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima (RR), no sábado [18.08.2018], envergonham o país.
    Por mais que se compreendam as tensões sociais exacerbadas pelo influxo contínuo de refugiados, não há como relevar o recurso à violência para expulsar famílias que deixaram tudo para trás, empurradas pelo desespero.
    É impossível minimizar o desastre social, econômico e político que se abate sobre a nação vizinha, sob a autoridade do ditador Nicolás Maduro.
    Fome, desabastecimento, repressão e criminalidade urbana impulsionam a busca por uma vida melhor, ou pela simples sobrevivência. Nada diverso dos motivos que levaram pioneiros de outras regiões brasileiras a povoar Roraima, poucas décadas atrás, se bem que não sob ameaça de uma guerra civil.
    Um estado não pode arcar sozinho com o inegável ônus representado pela onda de venezuelanos. Os sistemas de saúde e segurança pública, numa região pobre, são despreparados para lhe fazer frente. O governo federal deve agir, com mais decisão.
    O Brasil tem larga tradição de receber imigrantes. Há que mantê-la, o que não se separa da responsabilidade de organizar o fluxo, sem atenção para considerações miúdas quanto a interesses de política provinciana em ano eleitoral.
    Atribuir a violência aos recém-chegados não se sustenta em fatos, ainda que episódios isolados possam ocorrer. Roraima já enfrentava guerra sangrenta entre facções nacionais do tráfico.
    A primeira preocupação deve ser evitar que a escalada de tensão degenere em uma voga xenófoba, mesmo porque nada indica que os venezuelanos encontrem, em breve, incentivos para deixar de fugir.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 23.08.2018. Adaptado)
Os imigrantes venezuelanos vão ___ Roraima, pois aspiram ___ uma vida melhor, sem problemas que cheguem ___ níveis extremos que lhes comprometam a sobrevivência, como acontece com seu país, ___ mercê de uma política devastadora.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q1130541 Português
Leia o texto para responder à questão.

Violência na fronteira

    As agressões contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima (RR), no sábado [18.08.2018], envergonham o país.
    Por mais que se compreendam as tensões sociais exacerbadas pelo influxo contínuo de refugiados, não há como relevar o recurso à violência para expulsar famílias que deixaram tudo para trás, empurradas pelo desespero.
    É impossível minimizar o desastre social, econômico e político que se abate sobre a nação vizinha, sob a autoridade do ditador Nicolás Maduro.
    Fome, desabastecimento, repressão e criminalidade urbana impulsionam a busca por uma vida melhor, ou pela simples sobrevivência. Nada diverso dos motivos que levaram pioneiros de outras regiões brasileiras a povoar Roraima, poucas décadas atrás, se bem que não sob ameaça de uma guerra civil.
    Um estado não pode arcar sozinho com o inegável ônus representado pela onda de venezuelanos. Os sistemas de saúde e segurança pública, numa região pobre, são despreparados para lhe fazer frente. O governo federal deve agir, com mais decisão.
    O Brasil tem larga tradição de receber imigrantes. Há que mantê-la, o que não se separa da responsabilidade de organizar o fluxo, sem atenção para considerações miúdas quanto a interesses de política provinciana em ano eleitoral.
    Atribuir a violência aos recém-chegados não se sustenta em fatos, ainda que episódios isolados possam ocorrer. Roraima já enfrentava guerra sangrenta entre facções nacionais do tráfico.
    A primeira preocupação deve ser evitar que a escalada de tensão degenere em uma voga xenófoba, mesmo porque nada indica que os venezuelanos encontrem, em breve, incentivos para deixar de fugir.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 23.08.2018. Adaptado)
Há termo empregado em linguagem figurada na passagem:
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Q1130540 Português
Leia o texto para responder à questão.

Violência na fronteira

    As agressões contra imigrantes venezuelanos em Pacaraima (RR), no sábado [18.08.2018], envergonham o país.
    Por mais que se compreendam as tensões sociais exacerbadas pelo influxo contínuo de refugiados, não há como relevar o recurso à violência para expulsar famílias que deixaram tudo para trás, empurradas pelo desespero.
    É impossível minimizar o desastre social, econômico e político que se abate sobre a nação vizinha, sob a autoridade do ditador Nicolás Maduro.
    Fome, desabastecimento, repressão e criminalidade urbana impulsionam a busca por uma vida melhor, ou pela simples sobrevivência. Nada diverso dos motivos que levaram pioneiros de outras regiões brasileiras a povoar Roraima, poucas décadas atrás, se bem que não sob ameaça de uma guerra civil.
    Um estado não pode arcar sozinho com o inegável ônus representado pela onda de venezuelanos. Os sistemas de saúde e segurança pública, numa região pobre, são despreparados para lhe fazer frente. O governo federal deve agir, com mais decisão.
    O Brasil tem larga tradição de receber imigrantes. Há que mantê-la, o que não se separa da responsabilidade de organizar o fluxo, sem atenção para considerações miúdas quanto a interesses de política provinciana em ano eleitoral.
    Atribuir a violência aos recém-chegados não se sustenta em fatos, ainda que episódios isolados possam ocorrer. Roraima já enfrentava guerra sangrenta entre facções nacionais do tráfico.
    A primeira preocupação deve ser evitar que a escalada de tensão degenere em uma voga xenófoba, mesmo porque nada indica que os venezuelanos encontrem, em breve, incentivos para deixar de fugir.
(Editorial. Folha de S.Paulo. 23.08.2018. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
•  Por mais que se compreendam as tensões sociais exacerbadas pelo influxo contínuo de refugiados, não há como relevar o recurso à violência... (2o parágrafo); •  Um estado não pode arcar sozinho com o inegável ônus representado pela onda de venezuelanos. (5o parágrafo); •  A primeira preocupação deve ser evitar que a escalada de tensão degenere em uma voga xenófoba... (8o parágrafo).
No contexto em que estão empregadas, as expressões em destaque significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Respostas
681: E
682: A
683: C
684: B
685: D
686: B
687: E
688: D
689: A
690: E
691: A
692: D
693: C
694: B
695: D
696: D
697: C
698: E
699: B
700: A