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Q760670 Arquivologia
Como patrimônio documental, considera-se o acervo __________, __________ e __________ pela municipalidade”. As palavras que preenchem, correta e respectivamente, as lacunas acima, de acordo com o Conselho Nacional de Arquivos – CONARQ, estão expostas na alternativa:
Alternativas
Q760669 Arquivologia
Para que um arquivo municipal seja criado, é preciso que sejam assegurados aos servidores encarregados dessa tarefa alguns conhecimentos. Para tanto, deve-se proceder um levantamento de dados sobre os seguintes itens, EXCETO:
Alternativas
Q760668 Ética na Administração Pública
De acordo com o Decreto Nº 1.171, de 22 de Junho de 1994, a cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço:
Alternativas
Q760667 Arquivologia
Para melhor funcionalidade e segurança das instalações dos arquivos municipais, recomenda-se que sejam destinadas áreas específicas
Alternativas
Q760666 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A transferência de cargos, de acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Piracicaba, poderá ser feita APENAS:
Alternativas
Q760665 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Analise as afirmativas abaixo referentes aos períodos de afastamento, porém, considerados de exercício efetivo, segundo o Estatuto dos Funcionários Públicos de Piracicaba.
I Férias-prêmio. II Convocação para obrigações decorrentes do serviço militar ou encargos oficiais relativos à segurança nacional. III Luto, até 15 dias, por falecimento de cônjuge, pais, filhos. IV Casamento, até dez dias. V Luto, até sete dias, por falecimento de irmãos e sogros.
Está INCORRETO apenas o que se afirma em: 
Alternativas
Q760664 Ética na Administração Pública
Segundo o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal: “Em todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, indireta autárquica e fundacional, ou em qualquer órgão ou entidade que exerça atribuições delegadas pelo poder público, deverá ser criada uma Comissão de Ética, encarregada de ____________ e ___________ sobre a ética profissional do servidor, (...)”
Alternativas
Q760663 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A vacância do cargo, segundo o Estatuto dos Funcionários Públicos de Piracicaba, decorrerá de qualquer das circunstâncias abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q760662 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Piracicaba, a respeito das penalidades, pode-se afirmar que NÃO consiste em pena disciplinar:
Alternativas
Q760661 Direito Urbanístico
O Poder Público estabelece, no tocante à urbanização, áreas especiais, que são, EXCETO:
Alternativas
Q760660 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
De acordo com a Lei Orgânica de Piracicaba, serão órgãos da Câmara de Vereadores, EXCETO:
Alternativas
Q760659 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Com base na Lei Orgânica do Município de Piracicaba, assinale a alternativa cujo elemento apresentado NÃO é considerado como bem municipal:
Alternativas
Q760658 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Segundo a Lei Orgânica do Município de Piracicaba, ao Município competirá, concorrentemente com o Estado e a União, os dispostos abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q760657 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
São símbolos do Município de Piracicaba, de acordo com a sua Lei Orgânica:
Alternativas
Q760646 Português
Quanto à grafia, apresenta todos os vocábulos CORRETOS a alternativa:
Alternativas
Q760645 Português
Assinale única alternativa em que a oração está gramaticalmente CORRETA.
Alternativas
Q760643 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresente erro de ortografia.
Alternativas
Q760642 Português
Assinale a alternativa em que a crase NÃO está empregada corretamente.
Alternativas
Q760641 Português

Texto para a questão a seguir.

                                É de puxar os olhos

                                                                      (Ricardo Semler)

E o camarão se mexeu. O danado estava vivo! Posso parecer um pouco caipira, já tinha comido peixe cru em restaurante japonês, mas cru e vivo, nunca! Foi só pegar no bicho com os tais pauzinhos e vuupt, o camarão deu um salto de samurai de volta para o prato. E assim progredia a visita ao Japão...

Descer no aeroporto de Narita leva à reflexão sobre o que incentiva milhares de nisseis a abandonarem o Brasil à procura de uma oportunidade no Japão. Logicamente, ganhar dinheiro verdadeiro é uma razão. Em vez de trocarem o seu esforço por uma moeda-piada do tipo cruzeiro, cruzado ou cruz-credo, o conforto de botar alguns iens no banco e saber que ainda estará lá quando for verificar o extrato. Até aí tudo bem. Mas fico pensando se o desespero é parte vital da decisão e se os nossos nisseis sabem no que estão se metendo.

Esta semana foi interessante aqui. A primeira-ministra da França, Edith "menina-veneno" Cresson, disse que os japoneses não sabem viver, que mais parecem umas formigas. O pessoalzinho daqui ficou uma vara. Passados alguns dias, bomba em cima de bomba com casos magistrais de corrupção nos mais altos níveis (ao leitor distraído reafirmo que estou em Tóquio e não em Brasília). Começou com o Marubeni, acusado de desvios de propinas para políticos. Aí, foi a vez da Nomura, a maior corretora de bolsa de valores do mundo, que andou desviando dinheiro e dando propina para políticos. E, para finalizar a novela da semana, a Itoman vê os seus executivos saírem algemados por envolvimento em - pasmem! - desvio de fundos e propinas para políticos. E foram três casos totalmente independentes um do outro...

Rumar para o Japão à procura do pote de ouro do fim do arco-íris é uma ingenuidade. O Japão é moderno, mas as suas tradições milenares desafiam qualquer análise ou compreensão superficial. É a meca da inovação, mas é também o país que mais copiou produtos na história industrial. Tem ares de liberdade de mercado, mas é uma das nações mais protecionistas e paternais do globo. É líder em tecnologia em diversas áreas, mas só deixa japoneses legítimos assumirem qualquer cargo de importância nas empresas. Fã do capitalismo livre, é mestre inigualável de intervenção estatal e poupança forçada. É nação orgulhosa de sua raça, mas os seus ídolos de comerciais não têm nem mesmo os olhos puxados, a exemplo de um comercial muito popular por aqui com o nosso "acerera A-i-roton"! Aos nisseis que pensam em vir para cá, cabe a mesma reflexão que vale para Nova Jersey ou Lisboa. Todas as nações têm muito a ensinar, mas também muito a aprender. Nivelar as expectativas com os pés no chão fará com que nossos imigrantes voltem algum dia ao Brasil para ajudar a desatolar o nosso país com o que vivenciaram fora. É bom colocar tudo no prato para evitar, como no caso do meu camarão rebelde, que se acabe comendo cru...

SEMLER, Ricardo. “É de puxar os olhos”. In: Embrulhando o Peixe - Crônicas de um Empresário do Sanatório Brasil. 2ª ed. São Paulo: Best Seller, 1992. p. 58-59

[...] “já tinha comido peixe cru em restaurante japonês, mas cru e vivo, nunca!” O vocábulo grifado acima se trata de uma conjunção adversativa, com sentido de oposição. Portanto, pode ser substituído, sem perda de sentido, pelas conjunções abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q760640 Português

Texto para a questão a seguir.

                                É de puxar os olhos

                                                                      (Ricardo Semler)

E o camarão se mexeu. O danado estava vivo! Posso parecer um pouco caipira, já tinha comido peixe cru em restaurante japonês, mas cru e vivo, nunca! Foi só pegar no bicho com os tais pauzinhos e vuupt, o camarão deu um salto de samurai de volta para o prato. E assim progredia a visita ao Japão...

Descer no aeroporto de Narita leva à reflexão sobre o que incentiva milhares de nisseis a abandonarem o Brasil à procura de uma oportunidade no Japão. Logicamente, ganhar dinheiro verdadeiro é uma razão. Em vez de trocarem o seu esforço por uma moeda-piada do tipo cruzeiro, cruzado ou cruz-credo, o conforto de botar alguns iens no banco e saber que ainda estará lá quando for verificar o extrato. Até aí tudo bem. Mas fico pensando se o desespero é parte vital da decisão e se os nossos nisseis sabem no que estão se metendo.

Esta semana foi interessante aqui. A primeira-ministra da França, Edith "menina-veneno" Cresson, disse que os japoneses não sabem viver, que mais parecem umas formigas. O pessoalzinho daqui ficou uma vara. Passados alguns dias, bomba em cima de bomba com casos magistrais de corrupção nos mais altos níveis (ao leitor distraído reafirmo que estou em Tóquio e não em Brasília). Começou com o Marubeni, acusado de desvios de propinas para políticos. Aí, foi a vez da Nomura, a maior corretora de bolsa de valores do mundo, que andou desviando dinheiro e dando propina para políticos. E, para finalizar a novela da semana, a Itoman vê os seus executivos saírem algemados por envolvimento em - pasmem! - desvio de fundos e propinas para políticos. E foram três casos totalmente independentes um do outro...

Rumar para o Japão à procura do pote de ouro do fim do arco-íris é uma ingenuidade. O Japão é moderno, mas as suas tradições milenares desafiam qualquer análise ou compreensão superficial. É a meca da inovação, mas é também o país que mais copiou produtos na história industrial. Tem ares de liberdade de mercado, mas é uma das nações mais protecionistas e paternais do globo. É líder em tecnologia em diversas áreas, mas só deixa japoneses legítimos assumirem qualquer cargo de importância nas empresas. Fã do capitalismo livre, é mestre inigualável de intervenção estatal e poupança forçada. É nação orgulhosa de sua raça, mas os seus ídolos de comerciais não têm nem mesmo os olhos puxados, a exemplo de um comercial muito popular por aqui com o nosso "acerera A-i-roton"! Aos nisseis que pensam em vir para cá, cabe a mesma reflexão que vale para Nova Jersey ou Lisboa. Todas as nações têm muito a ensinar, mas também muito a aprender. Nivelar as expectativas com os pés no chão fará com que nossos imigrantes voltem algum dia ao Brasil para ajudar a desatolar o nosso país com o que vivenciaram fora. É bom colocar tudo no prato para evitar, como no caso do meu camarão rebelde, que se acabe comendo cru...

SEMLER, Ricardo. “É de puxar os olhos”. In: Embrulhando o Peixe - Crônicas de um Empresário do Sanatório Brasil. 2ª ed. São Paulo: Best Seller, 1992. p. 58-59

“É a meca da inovação, mas é também o país que mais copiou produtos na história industrial. Tem ares de liberdade de mercado, mas é uma das nações mais protecionistas e paternais do globo. É líder em tecnologia em diversas áreas, mas só deixa japoneses legítimos assumirem qualquer cargo de importância nas empresas. [...] É nação orgulhosa de sua raça, mas os seus ídolos de comerciais não têm nem mesmo os olhos puxados” [...]

A partir do excerto acima, pode-se entender que o Japão:

Alternativas
Respostas
921: B
922: C
923: C
924: C
925: D
926: E
927: B
928: C
929: E
930: A
931: B
932: E
933: C
934: D
935: A
936: A
937: C
938: A
939: C
940: B