Questões de Concurso
Comentadas para prefeitura de morungaba - sp
Foram encontradas 1.069 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A dança, como prática escolar, possibilita o desenvolvimento de diversas competências físicas e emocionais. Ao explorar movimentos espontâneos e criativos, as crianças aprendem a reconhecer e utilizar seu corpo como meio de expressão e comunicação. Essa atividade vai além da técnica, abrangendo aspectos como percepção corporal, noção de espaço, socialização e fluência rítmica. A dança também contribui para a criatividade e a expressão emocional, proporcionando uma experiência única de integração entre corpo, mente e espírito. Assinale a alternativa que apresenta corretamente um dos principais objetivos do trabalho com dança no contexto escolar:
Os carboidratos desempenham um papel essencial na nutrição de indivíduos fisicamente ativos, sendo a principal fonte de energia para esforços intensos e prolongados. Para atender às demandas energéticas, recomenda-se que atletas de modalidades de endurance tenham uma ingestão diária específica de carboidratos baseada em seu peso corporal e gasto calórico. Essa ingestão visa garantir o armazenamento adequado de glicogênio muscular, otimizando o desempenho durante os treinos e competições. A quantidade de carboidratos necessária pode variar de acordo com o tipo de exercício realizado e as calorias totais consumidas. Assinale a alternativa que exemplifica corretamente a relação entre a ingestão de carboidratos e as demandas energéticas de um atleta de endurance:
No futebol de campo, as funções táticas desempenhadas pelos jogadores são essenciais para o sucesso da equipe, sendo planejadas de acordo com as características de cada atleta e as estratégias para explorar os pontos fracos do adversário. A movimentação tática pode variar durante o jogo, como quando um jogador assume uma posição diferente para cobrir espaços deixados por companheiros, evitando contra-ataques. Além disso, o posicionamento em campo deve estar alinhado às habilidades dos jogadores, para que as ações táticas sejam eficazes. É importante que o profissional responsável compreenda as capacidades de cada atleta para definir suas funções e evitar posicionamentos inadequados, como atribuir tarefas que exijam habilidades que o jogador não possui. Assinale a alternativa que melhor exemplifica a aplicação correta de uma função tática no futebol de campo:
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o principal objetivo da educação física escolar ao lidar com a diversidade cultural presente entre os alunos:
• Ana: "Bruno quebrou o vaso."
• Bruno: "Ana está mentindo."
• Carla: "Bruno está dizendo a verdade."
Sabe-se que:
1. Apenas uma das três afirmações é verdadeira.
2. Quem quebrou o vaso está mentindo.
Com base nas informações fornecidas, indique quem quebrou o vaso e quem fala a verdade, respectivamente:
I. Sua atitude condisse com os seus princípios.
II. Os pais da menina interviram na situação.
III. Ele se conteve, para não ter um ataque de nervos.
Considerando-se o fato de que os verbos destacados são irregulares, verifica-se erro na conjugação do(s) verbo(s) em:
Charlatões
Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.
Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.
O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.
LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em
Charlatões
Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.
Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.
O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.
LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em
Charlatões
Um amigo meu diz que em todos nós existe o charlatão. Concordei. Sinto em mim a charlatã me espreitando. Só não vence, primeiro porque não é realmente verdade, segundo porque minha honestidade básica até me enjoa. Há outra coisa que me espreita e que me faz sorrir: o mau gosto. Ah, a vontade que tenho de ceder ao mau gosto. Em quê? Ora, o campo é ilimitado, simplesmente ilimitado. Vai desde o instante em que se pode dizer a palavra errada exatamente quando ela cairia pior – até o instante em que se diriam palavras de grande beleza e verdade quando o interlocutor está desprevenido e levaria um susto de constrangimento, e haveria o silêncio depois. Em que mais? Em se vestir, por exemplo. Não necessariamente o óbvio do equivalente a plumas. Não sei descrever, mas saberia usar um mau gosto perfeito. E em escrever? A tentação é grande, pois a linha divisória é quase invisível entre o mau gosto e a verdade. E mesmo porque, pior que o mau gosto em matéria de escrever, é um certo tipo horrível de bom gosto. Às vezes, de puro prazer, de pura pesquisa simples, ando sobre linha bamba.
Como é que eu seria charlatã? Eu fui, e com toda a sinceridade, pensando que acertava. Sou, por exemplo, formada em direito, e com isso enganei a mim e aos outros. Não, mais a mim que a todos. No entanto, como eu era sincera: fui estudar direito porque desejava reformar as penitenciárias no Brasil.
O charlatão é um contrabandista de si mesmo. Que é mesmo o que estou dizendo? Era uma coisa, mas já me escapou. O charlatão se prejudica? Não sei, mas sei que às vezes a charlatanice dói e muito. Imiscui-se nos momentos mais graves. Dá uma vontade de não ser, exatamente quando se é com toda a força. Não posso infelizmente me alongar mais nesse assunto.
LISPECTOR, C. Charlatões. Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1973. Disponível em