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Q3486952 Saúde Pública
No modelo de atenção em saúde fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, são consideradas atividades típicas do Agente Comunitário de Saúde, em sua área geográfica de atuação, exceto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3486951 Patologia
No contexto de sua prática diária como Agente Comunitário de Saúde, você se depara com o paciente Júlio que relata estar sentido calafrios, febre alta, suor excessivo, pele amarelada e dor de cabeça. Considerando esses sintomas, qual das seguintes opções representa a doença mais provável a ser investigada e abordada no contexto da atuação do Agente Comunitário de Saúde? 
Alternativas
Q3486950 Saúde Pública
À direção nacional do SUS compete, exceto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3486949 Saúde Pública
Leia o enunciado abaixo, e assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo do fenômeno da incubação intrínseca.

Quando o mosquito da Dengue pica uma pessoa, o Aedes aegypti entra na fase de incubação intrínseca. Este processo dura em média de _________ e torna o mosquito apto a transmitir o vírus causador da doença, permanecendo assim durante toda a sua vida. A partir daí o ciclo pode voltar a se repetir.
Alternativas
Q3486948 Saúde Pública
De acordo com o Ministério da Saúde, Microárea - Corresponde ao espaço geográfico delimitado onde residem até ____ pessoas e que corresponde à área de atuação de um Agente Comunitário de Saúde (ACS). 
Alternativas
Q3486947 Saúde Pública
Entre as diversas espécies de ferramentas utilizadas pelo ACS - Agente Comunitário de Saúde, podemos destacar com suas respectivas definições exceto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3486946 Saúde Pública
Leia o enunciado abaixo, e assinale a única alternativa que não pode ser usada para completar a lacuna, no que tange exclusivamente as Diretrizes do SUS - Sistema único de Saúde:

As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as diretrizes da _______________: 
Alternativas
Q3486945 Saúde Pública
Qual é o papel do Estado na promoção da saúde, considerando que a Constituição Federal estabelece a saúde como um direito de todos e um dever do Estado? 
Alternativas
Q3486926 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>
Considere as seguintes palavras do texto: I. ecossistema, II. costeiro, III. cíclico e IV. quantidade. Verifica-se sufixo formador de adjetivos apenas em: 
Alternativas
Q3486925 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o excerto a seguir para responder à questão.



“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”



Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto indicado, aquela que pertence à classe gramatical de advérbio é:

Alternativas
Q3486924 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o excerto a seguir para responder à questão.



“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”



A relação que se estabelece entre a primeira oração do período e as demais orações que nele ocorrem, no excerto indicado, é de: 

Alternativas
Q3486923 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o contexto a seguir para responder à questão.



““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”



No excerto apresentado, o emprego proclítico do pronome oblíquo átono de terceira pessoa decorre do uso:

Alternativas
Q3486922 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>

Considere o contexto a seguir para responder à questão.



““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”



No excerto apresentado, o emprego da expressão “essas tendências” é uma estratégia de coesão que retoma, textualmente:


Alternativas
Q3486921 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>
De acordo com o texto, as espécies não nativas da Antártica:
Alternativas
Q3486920 Português
Leia o texto a seguir para responder à questões de 1 a 7.


Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica


Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.

Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.

“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.

Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata-se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.

“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.


Revista Galileu. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/um-so-
planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-
global-especies-nao-nativas-podem-invadir-a-
antartica.ghtml>
De acordo com o texto, o possível aparecimento de espécies não nativas na Antártica estaria relacionado:
Alternativas
Q3418306 Noções de Primeiros Socorros
Analise os itens abaixo sobre queimaduras.

I - As queimaduras são classificadas em primeiro, segundo e terceiro grau, e o fator determinante para a classificação da queimadura em um desses graus é a extensão da área do corpo queimada.

II - As queimaduras de 3º grau atingem as camadas superficiais da pele. Apresentam vermelhidão, inchaço e dor local suportável, sem a formação de bolhas;

III - Em casos de queimadura de 2º grau, não fure as bolhas e não aplique qualquer produto no local, para evitar o risco de infecção;
Alternativas
Q3418305 Português
Leia atentamente o trecho a seguir:
A criança e o adolescente _______de todos os direitos fundamentais________ à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico,_______ , moral, _______e social, em condições de liberdade e de dignidade.
Agora, assinale a alternativa que não completa corretamente uma das lacunas.
Alternativas
Q3418304 Noções de Primeiros Socorros
Fratura é uma quebra na continuidade do osso, geralmente resultante de uma queda, impacto ou movimento brusco que excede a capacidade de resistência do osso. As fraturas podem ser Internas ou Externas.
Analise as afirmativas abaixo sobre fratura.

I – Se houver ferimento e hemorragia numa fratura exposta, coloque um pedaço de gaze ou pano limpo sobre o local.

II - Ao identificar o desalinhamento ósseo, com suspeita de fratura, é indicado imobilizar as articulações que estão acima e abaixo da área fraturada e verificar a capacidade motora, pedindo para movimentar, amplamente, o membro fraturado.
Alternativas
Q3418303 Pedagogia
Nenhum país alcança pleno desenvolvimento, se não garantir, a todos os cidadãos, em todas as etapas de sua existência, as condições para uma vida digna, de qualidade física, psicológica, social e econômica.
Em relação a educação inclusiva, qual das seguintes opções descreve corretamente suas características?
Alternativas
Q3418302 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Assinale a alternativa incorreta de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.
A garantia de prioridade compreende:
Alternativas
Respostas
361: C
362: A
363: E
364: B
365: D
366: E
367: B
368: C
369: D
370: E
371: D
372: C
373: A
374: C
375: B
376: C
377: E
378: C
379: D
380: E