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Q1042549 Pedagogia
Em Desenvolvimento Psicomotor e Aprendizagem, Vitor da Fonseca explica que o desenvolvimento da criança reconstrói e recombina dois aspectos de herança, uma biológica e outra social. Ao final do livro, o autor descreve 13 postulados da aprendizagem humana, em que ele explica como as crianças se desenvolvem e aprendem. De acordo com um desses postulados,
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Q1042548 Pedagogia
Marta Kohl de Oliveira, estudiosa do pensamento de Vygotsky, afirma que, comparada com a situação escolar, a situação de brincadeira parece pouco estruturada e sem uma função explícita na promoção de processos de desenvolvimento. No entanto, o brinquedo também cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança, tendo enorme influência em seu desenvolvimento. O comportamento das crianças pequenas é fortemente determinado pelas características das situações concretas em que elas se encontram. Vygotsky exemplifica a importância das situações concretas e a fusão que a criança pequena faz entre elementos percebidos e o significado: “quando se pede a uma criança de dois anos que repita a sentença ‘Tânia está em pé’ quando Tânia está sentada à sua frente, ela mudará a frase para ‘Tânia está sentada’”. Ela não é capaz de operar com um significado contraditório à informação perceptual presente. Em uma situação imaginária como a da brincadeira de “faz-de-conta”, ao contrário, a criança é levada a agir em um mundo imaginário (por exemplo, o ônibus que ela está dirigindo na brincadeira). Com base na autora e à luz do pensamento de Vygotsky, sobre a situação apresentada, é correto afirmar:
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Q1042547 Pedagogia
No livro Só Brincar? O papel do brincar na educação infantil, Janet Moyles mostra que há uma dicotomia para os professores sobre o papel da brincadeira dentro da escola. A autora afirma que, por um lado, a implicação é de que as crianças aprendem muito pouco sem a direção da professora; por outro, o brincar autoiniciado pela criança é defendido como propiciador de um melhor contexto de aprendizagem. Para Moyles, uma das principais posições de seu livro é que o brincar deve ser visto como
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Q1042546 Pedagogia
Zilma de Oliveira, em Educação Infantil: fundamento e métodos, escreve que “as crianças pequenas são um grupo etário vulnerável a vários riscos e doenças que podem ser prevenidos e controlados. Há que reconhecer que saúde e doença não são situações meramente biológicas e parte de uma natureza que se acreditaria inevitável. Cuidados adequados podem prevenir, em grande parte, doenças e riscos à integridade infantil”. Para a autora, as creches e pré-escolas precisam garantir o direito da criança a uma educação para a saúde, podendo as atividades de cuidado pessoal ser lúdicas e promover a construção de hábitos e aprendizagem de regras. Segundo a autora, as metas dessas atividades são
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Q1042545 Pedagogia
No documento Referencial curricular nacional para a educação infantil (volume 2), compreende-se que a autoestima a qual a criança aos poucos desenvolve é, em grande parte, interiorização da estima que se tem por ela e da confiança da qual é alvo. A colaboração entre pais e professores é fundamental no acompanhamento conjunto dos progressos que a criança realiza na construção de sua identidade e progressiva autonomia pessoal. Sobre o tema, o mencionado documento entende que
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Q1042544 Pedagogia
Em Pedagogia da infância: dialogando com o passado – construindo o futuro, Julia Formosinho mostra que, no âmbito de uma pedagogia transformativa, preconiza-se a instituição de um cotidiano educativo que conceitualiza a criança como uma pessoa com agência, não à espera de ser pessoa, que lê o mundo e o interpreta, que constrói saberes e cultura, que participa como pessoa e como cidadã na vida da família, da escola e da sociedade. Conforme a autora, os processos principais de uma pedagogia da participação são a observação, a escuta e a negociação. A respeito desses processos, é correto afirmar, segundo Formosinho, que
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Q1042543 Matemática
A média aritmética de notas dos 16 alunos em uma prova foi igual a 7,1. Se não considerarmos a maior e a menor nota, a média das notas das 14 provas restantes é igual a 7,3. Sabendo-se que a menor nota foi 1,6, então a maior nota foi
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Q1042542 Matemática

Um retângulo ABCD tem 52 cm de perímetro e foi dividido em um quadrado CDEF, cuja área é 121 cm2 , e um retângulo ABFE, conforme a figura.


Imagem associada para resolução da questão


O perímetro do retângulo ABFE, em cm, é igual a

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Q1042541 Matemática

Um losango ABCD e um triângulo retângulo AFD têm o lado AD em comum conforme a figura.


Imagem associada para resolução da questão


O perímetro do losango, em cm, é igual a

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Q1042537 Matemática
O celular de Patrícia tem 8118 músicas. A duração média das músicas desse celular é 3 minutos e 20 segundos. O tempo necessário para tocar todas essas músicas é
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Q1042533 Matemática
Três funcionários de uma oficina precisam de 10 minutos para transferir 24 pneus do depósito velho para o depósito novo. Vinte funcionários, todos com o mesmo rendimento de trabalho dos 3 iniciais, levaram 1 hora para transferir os pneus restantes do depósito velho para o depósito novo. O número de pneus que esses 20 funcionários transferiram foi
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Q1042532 Matemática
Daniel caminha 200 m para cada 9 km que anda de carro. Em certa semana, a diferença entre o total percorrido com carro e o total que ele caminhou foi igual a 308 km. Nessa semana, a soma do total percorrido de carro com o total caminhado foi
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Q1042531 Matemática
Uma escola tem 300 estudantes matriculados no período matutino e 350 no vespertino. O número de meninas matriculadas corresponde a 52% do total de estudantes. Se no período vespertino 44% dos estudantes são meninas, o número de meninas no período matutino é
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Q1042529 Matemática
Considere um certo dado de seis faces, cada face com um único número impresso, de tal forma que a soma dos números impressos em duas faces opostas quaisquer é sempre igual a 33. Dez desses dados foram lançados e a soma dos números das faces que ficaram para cima foi igual a 55. A soma dos números das faces que ficaram para baixo foi
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Q1042528 Português

Leia a tira para responder à questão.


                       

No primeiro quadrinho, o sentido da fala da personagem altera-se caso, no lugar de “severa”, seja empregado o termo
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Q1042527 Português

Leia a tira para responder à questão.


                       

Entre outros fatores, o efeito de humor na tira está associado ao uso de
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Q1042526 Português

Paulo Freire dizia que ninguém ensina nada __ ninguém, mas as pessoas também não aprendem sozinhas. “Os homens se educam entre si mediados pelo mundo”, escreveu. Isso implica um princípio fundamental para o autor: o de que o aluno, alfabetizado ou não, chega __ escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que __ do professor. Em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro – e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo ___ todos a possibilidade de se expressar.

(https://novaescola.org.br. Adaptado)


De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

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Q1042525 Português

                                  As palavras e as coisas


      Confesso que, de início, não acreditava que Moana, aos 9 anos, pudesse se interessar pela leitura da versão integral do clássico de J.R.R. Tolkien, O Hobbit. É verdade que se trata de uma aventura povoada por magos e repleta de objetos encantados. Mas é um romance longo, com descrições densas e vocabulário sofisticado. Para minha surpresa, no entanto, seu envolvimento com a obra crescia a cada noite que a líamos juntos.

      Ao terminarmos a leitura do décimo capítulo, Moana não me desejou boa-noite. Com olhos ainda despertos, me perguntou se não podíamos comentar aquilo que mais havia agradado até então. Pensei que o pedido não passasse de mais uma de suas estratégias para adiar a hora de dormir. Recusei, mas ela argumentou: “Não é assim que vocês fazem, você e a mamãe, quando leem Arendt e Paul Ricoeur em seus grupos de estudos?”. Jamais imaginara que, quando a levamos a esses encontros – premidos por alguma necessidade – ela pudesse prestar qualquer atenção ao que se passava. Sempre a via absorta em suas tarefas, desenhos e leituras. Mas, em seu silêncio, ela se dava conta do sentido de uma leitura partilhada.

      Falamos, então, das transformações que ocorreram no personagem central, que abandonara sua vida confortável e pacata de hobbit, para se tornar um aventureiro épico. Mas foi só no dia seguinte que percebi a profundidade contida em seu pedido para que partilhássemos as impressões de nossas leituras. Lembrei-me de uma bela passagem de Homens em tempos sombrios, na qual Hannah Arendt afirma que o “mundo não é humano simplesmente por ter sido feito por mãos humanas, nem se torna humano meramente porque a voz humana nele ressoa. Por mais afetados que sejamos pelas coisas do mundo [como um livro], por mais profundamente que elas possam nos instigar e estimular, essas coisas só se tornam humanas para nós quando podemos discuti-las com nossos companheiros”.

       É porque a fala humaniza as obras que gostamos tanto de comentar um filme, de compartilhar a interpretação de um livro ou fazer uma refeição com nossos amigos. São as expressões do discurso humano que transformam uma coisa – como um livro – em objeto de um legado simbólico que nos humaniza.

      Na escola, é por meio das trocas discursivas entre professores e alunos que um romance ou um programa computacional deixam de ser coisas inertes para se transformarem em objetos que desempenham uma função educativa e, assim, adquirem seu sentido humanizador. São as palavras – e não as coisas – que conferem sentido às experiências humanas.

(José Sérgio Fonseca de Camargo, “As palavras e as coisas”. Em: http://www.revistaeducacao.com.br. Adaptado)

Na passagem “… pela leitura da versão integral do clássico de J.R.R. Tolkien, O Hobbit.”, a vírgula é empregada porque a expressão “O Hobbit” especifica o sentido da informação anterior, que é mais amplo – clássico de J.R.R. Tolkien. Esse mesmo uso da vírgula está presente na passagem:
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Q1042524 Português

                                  As palavras e as coisas


      Confesso que, de início, não acreditava que Moana, aos 9 anos, pudesse se interessar pela leitura da versão integral do clássico de J.R.R. Tolkien, O Hobbit. É verdade que se trata de uma aventura povoada por magos e repleta de objetos encantados. Mas é um romance longo, com descrições densas e vocabulário sofisticado. Para minha surpresa, no entanto, seu envolvimento com a obra crescia a cada noite que a líamos juntos.

      Ao terminarmos a leitura do décimo capítulo, Moana não me desejou boa-noite. Com olhos ainda despertos, me perguntou se não podíamos comentar aquilo que mais havia agradado até então. Pensei que o pedido não passasse de mais uma de suas estratégias para adiar a hora de dormir. Recusei, mas ela argumentou: “Não é assim que vocês fazem, você e a mamãe, quando leem Arendt e Paul Ricoeur em seus grupos de estudos?”. Jamais imaginara que, quando a levamos a esses encontros – premidos por alguma necessidade – ela pudesse prestar qualquer atenção ao que se passava. Sempre a via absorta em suas tarefas, desenhos e leituras. Mas, em seu silêncio, ela se dava conta do sentido de uma leitura partilhada.

      Falamos, então, das transformações que ocorreram no personagem central, que abandonara sua vida confortável e pacata de hobbit, para se tornar um aventureiro épico. Mas foi só no dia seguinte que percebi a profundidade contida em seu pedido para que partilhássemos as impressões de nossas leituras. Lembrei-me de uma bela passagem de Homens em tempos sombrios, na qual Hannah Arendt afirma que o “mundo não é humano simplesmente por ter sido feito por mãos humanas, nem se torna humano meramente porque a voz humana nele ressoa. Por mais afetados que sejamos pelas coisas do mundo [como um livro], por mais profundamente que elas possam nos instigar e estimular, essas coisas só se tornam humanas para nós quando podemos discuti-las com nossos companheiros”.

       É porque a fala humaniza as obras que gostamos tanto de comentar um filme, de compartilhar a interpretação de um livro ou fazer uma refeição com nossos amigos. São as expressões do discurso humano que transformam uma coisa – como um livro – em objeto de um legado simbólico que nos humaniza.

      Na escola, é por meio das trocas discursivas entre professores e alunos que um romance ou um programa computacional deixam de ser coisas inertes para se transformarem em objetos que desempenham uma função educativa e, assim, adquirem seu sentido humanizador. São as palavras – e não as coisas – que conferem sentido às experiências humanas.

(José Sérgio Fonseca de Camargo, “As palavras e as coisas”. Em: http://www.revistaeducacao.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa cujo enunciado está em conformidade com a norma-padrão de regência.
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Q1042523 Português

                                  As palavras e as coisas


      Confesso que, de início, não acreditava que Moana, aos 9 anos, pudesse se interessar pela leitura da versão integral do clássico de J.R.R. Tolkien, O Hobbit. É verdade que se trata de uma aventura povoada por magos e repleta de objetos encantados. Mas é um romance longo, com descrições densas e vocabulário sofisticado. Para minha surpresa, no entanto, seu envolvimento com a obra crescia a cada noite que a líamos juntos.

      Ao terminarmos a leitura do décimo capítulo, Moana não me desejou boa-noite. Com olhos ainda despertos, me perguntou se não podíamos comentar aquilo que mais havia agradado até então. Pensei que o pedido não passasse de mais uma de suas estratégias para adiar a hora de dormir. Recusei, mas ela argumentou: “Não é assim que vocês fazem, você e a mamãe, quando leem Arendt e Paul Ricoeur em seus grupos de estudos?”. Jamais imaginara que, quando a levamos a esses encontros – premidos por alguma necessidade – ela pudesse prestar qualquer atenção ao que se passava. Sempre a via absorta em suas tarefas, desenhos e leituras. Mas, em seu silêncio, ela se dava conta do sentido de uma leitura partilhada.

      Falamos, então, das transformações que ocorreram no personagem central, que abandonara sua vida confortável e pacata de hobbit, para se tornar um aventureiro épico. Mas foi só no dia seguinte que percebi a profundidade contida em seu pedido para que partilhássemos as impressões de nossas leituras. Lembrei-me de uma bela passagem de Homens em tempos sombrios, na qual Hannah Arendt afirma que o “mundo não é humano simplesmente por ter sido feito por mãos humanas, nem se torna humano meramente porque a voz humana nele ressoa. Por mais afetados que sejamos pelas coisas do mundo [como um livro], por mais profundamente que elas possam nos instigar e estimular, essas coisas só se tornam humanas para nós quando podemos discuti-las com nossos companheiros”.

       É porque a fala humaniza as obras que gostamos tanto de comentar um filme, de compartilhar a interpretação de um livro ou fazer uma refeição com nossos amigos. São as expressões do discurso humano que transformam uma coisa – como um livro – em objeto de um legado simbólico que nos humaniza.

      Na escola, é por meio das trocas discursivas entre professores e alunos que um romance ou um programa computacional deixam de ser coisas inertes para se transformarem em objetos que desempenham uma função educativa e, assim, adquirem seu sentido humanizador. São as palavras – e não as coisas – que conferem sentido às experiências humanas.

(José Sérgio Fonseca de Camargo, “As palavras e as coisas”. Em: http://www.revistaeducacao.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
Alternativas
Respostas
1581: B
1582: C
1583: C
1584: E
1585: C
1586: D
1587: D
1588: D
1589: C
1590: A
1591: B
1592: E
1593: A
1594: E
1595: E
1596: A
1597: B
1598: C
1599: B
1600: C