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Q2065584 Pedagogia
Em “A Função Social da Escola”, Arêas defende que devemos trabalhar em defesa da educação pública, gratuita, democrática, inclusiva e de qualidade social para todos. Assim, Arêas afirma que é fundamental a
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Q2065583 Pedagogia
Durante uma conversa informal, uma professora confessou ter preferência em trabalhar em classes de Educação de Jovens e Adultos, pois ela afirma que, nessas turmas, a maioria dos alunos tem acima de 50 anos de idade e que são estudantes comportados e motivados. A docente ainda argumentou que os alunos adultos gostam de copiar a lição da lousa e ouvir as explicações do professor. De acordo com Brunel (2004), na Educação de Jovens e Adultos (EJA), 
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Q2065582 Matemática
Um bloco maciço de gesso tem a forma de um prisma reto de base quadrada e 12 cm de altura, conforme mostra a figura. Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que o perímetro da base é 24 cm, o volume desse bloco é
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Q2065581 Matemática
Um terreno retangular ABCD foi dividido em 3 lotes: I, II e III, conforme mostra a figura, cujas medidas estão em metros. Imagem associada para resolução da questão
Se o lote II é quadrado e a área do lote I é 200 m2 , o perímetro do lote III é
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Q2065580 Matemática
A tabela apresenta algumas informações sobre as notas obtidas por um aluno, em 3 das 4 provas de matemática que são feitas no trimestre. Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que a média trimestral nessa escola é 7,0, a menor nota que esse aluno irá precisar obter na 4a prova para atingir essa média será
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Q2065578 Matemática

A tabela apresenta algumas informações sobre a massa  corporal de 4 alunas. 

Imagem associada para resolução da questão

Ao analisar as massas corporais dessas alunas, a professora percebeu que a massa corporal de Carol correspondia a 2/3 da soma das massas corporais de Ana e Bete, e que a massa corporal de Denise era 8 kg a menos do que a de Carol. A massa corporal de Bete era igual a

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Q2065575 Matemática
Uma escola oferece 4 cursos extracurriculares: xadrez, R ascunho teatro, dança e artesanato. Esses cursos, juntos, tiveram 150 alunos participantes, sendo que cada aluno participou de apenas um dos cursos oferecidos. O gráfico mostra algumas informações sobre a porcentagem de alunos de cada curso em relação ao total de alunos participantes. Imagem associada para resolução da questão
Sabendo que o número de participantes do curso de teatro foi o triplo do número de participantes do curso de xadrez, então a diferença entre o número de participantes do curso de dança e do curso de xadrez foi 
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Q2065572 Português
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão quanto à concordância nominal e à pontuação.
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Q2065571 Português
Assinale a alternativa em que a expressão entre parênteses substitui a destacada, de acordo com a norma padrão de emprego e colocação de pronomes
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Q2065567 Português
O emprego da concordância verbal está de acordo com a norma-padrão em: 
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Q2065566 Português
Texto I

    Uma brasileira analfabeta tem, em média, cinco ou seis filhos. À medida que cresce a escolaridade da mãe, esse número vai diminuindo. Se a mulher tem nível secundário, a média desce para 2,5 filhos; com nível universitário, dois filhos. As razões são várias. Uma delas é óbvia: falta de conhecimentos elementares sobre como prevenir a gravidez.

     A tragédia estatística prossegue depois do parto. Bebês de mães analfabetas correm várias vezes mais risco de morrer antes de completar doze meses. É uma inversão. Quem menos dispõe de condições para criar filhos produz a família mais numerosa.
   
    O grande salto civilizatório que deveríamos dar ainda não foi dado: uma escola pública de qualidade, que equalize direitos e oportunidades. Dessa maneira, produz-se não um muro de lamentações do que foram esses mais de 500 anos da descoberta do Brasil, mas um farol do que poderemos ser se trocarmos a ignorância pela fertilidade do saber.

(CIPRO NETO, Pasquale e DIMENSTEIN, Gilberto. In: O Brasil na ponta da língua. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)

Texto II

  Este domingo (8/9/2019) marca a passagem do Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no século passado (em 1966), para incentivar o pleno letramento da população internacional. Apesar da melhoria do acesso às escolas, nos últimos 53 anos, em diversos países, ainda existem em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever.

    Nesse contingente populacional, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres.

   De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, havia 11,3 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Se todos residissem na mesma cidade, este lugar só seria menos populoso que São Paulo – a capital paulista tem população estimada de 12,2 milhões.“Existe uma desigualdade social que se espelha na própria desigualdade educacional. As oportunidades não são iguais para todos.

   Existe uma desvalorização da educação para pessoas de baixa renda”, lamenta Roberto Catelli Jr., coordenador Adjunto da ONG Ação Educativa, ao pensar sobre as dificuldades atuais do país acabar com o analfabetismo.

                                                 (https://www.portaldoholanda.com.br. Acesso em 18.01.2020. Adaptado)
No trecho ─ Nesse contingente populacional, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres ─, a palavra em destaque possui como sinônimo
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Q2065565 Português
Texto I

    Uma brasileira analfabeta tem, em média, cinco ou seis filhos. À medida que cresce a escolaridade da mãe, esse número vai diminuindo. Se a mulher tem nível secundário, a média desce para 2,5 filhos; com nível universitário, dois filhos. As razões são várias. Uma delas é óbvia: falta de conhecimentos elementares sobre como prevenir a gravidez.

     A tragédia estatística prossegue depois do parto. Bebês de mães analfabetas correm várias vezes mais risco de morrer antes de completar doze meses. É uma inversão. Quem menos dispõe de condições para criar filhos produz a família mais numerosa.
   
    O grande salto civilizatório que deveríamos dar ainda não foi dado: uma escola pública de qualidade, que equalize direitos e oportunidades. Dessa maneira, produz-se não um muro de lamentações do que foram esses mais de 500 anos da descoberta do Brasil, mas um farol do que poderemos ser se trocarmos a ignorância pela fertilidade do saber.

(CIPRO NETO, Pasquale e DIMENSTEIN, Gilberto. In: O Brasil na ponta da língua. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)

Texto II

  Este domingo (8/9/2019) marca a passagem do Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no século passado (em 1966), para incentivar o pleno letramento da população internacional. Apesar da melhoria do acesso às escolas, nos últimos 53 anos, em diversos países, ainda existem em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever.

    Nesse contingente populacional, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres.

   De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, havia 11,3 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Se todos residissem na mesma cidade, este lugar só seria menos populoso que São Paulo – a capital paulista tem população estimada de 12,2 milhões.“Existe uma desigualdade social que se espelha na própria desigualdade educacional. As oportunidades não são iguais para todos.

   Existe uma desvalorização da educação para pessoas de baixa renda”, lamenta Roberto Catelli Jr., coordenador Adjunto da ONG Ação Educativa, ao pensar sobre as dificuldades atuais do país acabar com o analfabetismo.

                                                 (https://www.portaldoholanda.com.br. Acesso em 18.01.2020. Adaptado)
Há expressão empregada em sentido figurado na seguinte passagem do texto:
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Q2065564 Português
Texto I

    Uma brasileira analfabeta tem, em média, cinco ou seis filhos. À medida que cresce a escolaridade da mãe, esse número vai diminuindo. Se a mulher tem nível secundário, a média desce para 2,5 filhos; com nível universitário, dois filhos. As razões são várias. Uma delas é óbvia: falta de conhecimentos elementares sobre como prevenir a gravidez.

     A tragédia estatística prossegue depois do parto. Bebês de mães analfabetas correm várias vezes mais risco de morrer antes de completar doze meses. É uma inversão. Quem menos dispõe de condições para criar filhos produz a família mais numerosa.
   
    O grande salto civilizatório que deveríamos dar ainda não foi dado: uma escola pública de qualidade, que equalize direitos e oportunidades. Dessa maneira, produz-se não um muro de lamentações do que foram esses mais de 500 anos da descoberta do Brasil, mas um farol do que poderemos ser se trocarmos a ignorância pela fertilidade do saber.

(CIPRO NETO, Pasquale e DIMENSTEIN, Gilberto. In: O Brasil na ponta da língua. São Paulo: Ática, 2003. Adaptado)

Texto II

  Este domingo (8/9/2019) marca a passagem do Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), no século passado (em 1966), para incentivar o pleno letramento da população internacional. Apesar da melhoria do acesso às escolas, nos últimos 53 anos, em diversos países, ainda existem em todo planeta 750 milhões de jovens e adultos que não sabem ler nem escrever.

    Nesse contingente populacional, duas de cada três pessoas que não sabem ler são mulheres.

   De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, havia 11,3 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais de idade. Se todos residissem na mesma cidade, este lugar só seria menos populoso que São Paulo – a capital paulista tem população estimada de 12,2 milhões.“Existe uma desigualdade social que se espelha na própria desigualdade educacional. As oportunidades não são iguais para todos.

   Existe uma desvalorização da educação para pessoas de baixa renda”, lamenta Roberto Catelli Jr., coordenador Adjunto da ONG Ação Educativa, ao pensar sobre as dificuldades atuais do país acabar com o analfabetismo.

                                                 (https://www.portaldoholanda.com.br. Acesso em 18.01.2020. Adaptado)
De acordo com os dois textos,
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Q2065563 Português
A falta de criatividade nunca é um problema quando crianças se põem ______ brincar. É notória a capacidade de interação entre os pequenos, mas certo tempo deve ser dado _____ eles, _____fim de que desenvolvam livremente seus interesses de entretenimento. Certamente a escola pode ajudar nesse processo, promovendo estímulos _____ brincadeiras tipicamente infantis, incentivando-as.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Q2065560 Português
Canção de torna-viagem

Uma carta encontrarei
Debaixo da minha porta.
Ordem da Filha do Rei?
Feitiço da Moira Torta*?
A carta não abrirei.
Talvez me seja fatal.
Mas sobre o leito há uma rosa,
Há uma rosa e um punhal.
Que fiz de bem e de mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
É o da Princesa e o do Rei?
Ai, tudo a carta diria,
A carta de sob a porta...
Se não houvera sumido
Por artes da Moira Torta*!

(Mario Quintana, Poesia fora da estante - volume 2, (Vera Aguiar Coord.)
Porto Alegre: Editora Projeto, 2002)

* Moira Torta ou Moura Torta: entidade lendária com poderes de
feitiços e de encantamentos malignos.

No penúltimo verso ─ Se não houvera sumido ─, a expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao trecho, por
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Q2065559 Português
Canção de torna-viagem

Uma carta encontrarei
Debaixo da minha porta.
Ordem da Filha do Rei?
Feitiço da Moira Torta*?
A carta não abrirei.
Talvez me seja fatal.
Mas sobre o leito há uma rosa,
Há uma rosa e um punhal.
Que fiz de bem e de mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
É o da Princesa e o do Rei?
Ai, tudo a carta diria,
A carta de sob a porta...
Se não houvera sumido
Por artes da Moira Torta*!

(Mario Quintana, Poesia fora da estante - volume 2, (Vera Aguiar Coord.)
Porto Alegre: Editora Projeto, 2002)

* Moira Torta ou Moura Torta: entidade lendária com poderes de
feitiços e de encantamentos malignos.

Assinale a alternativa em que a circunstância expressada pelo advérbio em destaque está corretamente indicada nos parênteses.
Alternativas
Q2065558 Português
Canção de torna-viagem

Uma carta encontrarei
Debaixo da minha porta.
Ordem da Filha do Rei?
Feitiço da Moira Torta*?
A carta não abrirei.
Talvez me seja fatal.
Mas sobre o leito há uma rosa,
Há uma rosa e um punhal.
Que fiz de bem e de mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
É o da Princesa e o do Rei?
Ai, tudo a carta diria,
A carta de sob a porta...
Se não houvera sumido
Por artes da Moira Torta*!

(Mario Quintana, Poesia fora da estante - volume 2, (Vera Aguiar Coord.)
Porto Alegre: Editora Projeto, 2002)

* Moira Torta ou Moura Torta: entidade lendária com poderes de
feitiços e de encantamentos malignos.

O verso que expressa elementos dos contos infantis trazidos pelo poema é
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Q2065557 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
No trecho ─ O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. ─ o advérbio em destaque indica que
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Q2065556 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
O pronome Esse, destacado no segundo parágrafo, refere-se
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Q2065555 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
O trecho do 2° parágrafo ─ Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? ─ é um questionamento que expressa
Alternativas
Respostas
1121: B
1122: D
1123: C
1124: B
1125: E
1126: A
1127: E
1128: E
1129: B
1130: B
1131: C
1132: B
1133: D
1134: A
1135: A
1136: D
1137: A
1138: E
1139: E
1140: C