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I – O psicopedagogo pode atuar dentro da escola como também com a família, mas não com a comunidade. II – A Psicopedagogia interessa-se pelo processo de aprendizagem e suas dificuldades. III – A Psicopedagogia tem apenas caráter preventivo.
I – Não tem mais relevância na atualidade. II – Envolve apenas a criança e sua família. III – É um processo de ação-reflexão-ação.
I – O organismo humano é um sistema aberto e sistêmico, e, como tal, a inteligência só pode ser concebida como um processo interacional, flexível, plástico, dinâmico e autorregulado. II – Alterar a perspectiva passiva e negativa da educação e reabilitação das pessoas com deficiência ajuda a vencer o problema da modificabilidade cognitiva. III – Aprender a aprender é a maior dificuldade nas pessoas com deficiência.
I – Respeito à liberdade a apreço à igualdade. II – Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. III – Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
I – O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas algumas condições. II – É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 (quatro) anos de idade. III – Comprovada a negligência da autoridade competente para garantir o oferecimento do ensino obrigatório, poderá ela ser imputada por crime de responsabilidade.
I – Jogos psicomotores estimulam a coordenação motora e desenvolvem a atenção do aluno. II – Motricidade pode ser considerada o conjunto de funções nervosas e musculares que permitem os movimentos involuntários e automáticos do corpo humano. III – Psicomotricidade é a relação entre o movimento, a afetividade e o pensamento.
I – Trata-se de um transtorno de linguagem específico da leitura e da escrita. II – Trata-se de um transtorno específico da área matemática. III – Não se trata de um distúrbio específico de aprendizagem.
I – Pessoas com TDAH são preguiçosas. II – Meninos são mais propícios ao TDAH. III – A hiperatividade nem sempre atrapalha o processo de aprendizagem.
I – Valorizar a diferença pela convivência, aproximando os alunos entre si. II – Fazer valer o que os alunos são capazes de aprender hoje. III – Desenvolver práticas de ensino diferenciadas em sala de aula para cada deficiência.
I – Não se confunde com o autismo, embora muitos autistas possam apresentar dificuldades para aprender. II – São o resultado de problemas emocionais ou falta de acompanhamento familiar. III – Não são resultado da falta de oportunidade educacional, como trocas frequentes de escola, faltas constantes à aula ou falhas no ensino.
I – Apresenta autoestima elevada; é persistente ao executar tarefas solicitadas pelos adultos; não se esquece dos deveres. II – Não apresenta dificuldade em receber orientação pelos adultos; não se aborrece facilmente. III – Não apresenta dificuldade em prestar atenção no professor; muitos têm boa relação com os colegas de turma.
I – Ampliar o vínculo com as famílias, assumindo-as como parceiras no cuidado.
II – Incentivar práticas de medicalização de situações comuns à vida cotidiana.
III – Apoiar a ESF (Estratégia Saúde da Família) na abordagem de casos com demandas em saúde mental.
I – A depressão é uma condição patológica incapacitante. O paciente tem sérios prejuízos durante o estado depressivo e a condição crônica da depressão predispõe o indivíduo a experimentar constante preocupação e expectativas ruins, podendo necessitar de tratamento em serviços de atenção terciária.
II – Estudos mostram que a depressão pode estar acompanhada frequentemente do transtorno distímico, o qual, em grande parte dos casos, tem início na meia-idade ou velhice, apresentando sintomas como, por exemplo, euforia, medo, isolamento social e antecipação.
III – É possível que a depressão surja associada a doenças crônicas e outros transtornos psiquiátricos. Em idosos, isso pode ser ainda mais proeminente, considerando-se que as doenças somáticas crônicas são mais frequentes e as queixas mais intensificadas, o que torna os sintomas depressivos menos aparentes.