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Q3103673 Pedagogia
Considerando as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Especial, a escola deve se organizar para oferecer uma educação inclusiva de qualidade. Sobre as principais adaptações curriculares necessárias para atender às necessidades dos alunos com deficiência, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103672 Pedagogia
Marcelo, um aluno com deficiência, está matriculado em uma escola pública regular. A escola precisa adaptar seu currículo e métodos de ensino para atender às necessidades de Marcelo. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)A escola deve garantir a João atendimento educacional especializado gratuito, preferencialmente na rede regular de ensino.
(__)A escola é obrigada a oferecer programas suplementares de material didático-escolar, transporte e alimentação para Marcelo, devendo os pais ficarem encarregados da assistência à saúde.
(__)A escola deve assegurar a João o acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo sua capacidade.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Q3103671 Pedagogia
De acordo com Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sobre os direitos fundamentais assegurados às crianças e adolescentes, e considerando como a lei garante a proteção integral desses direitos, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103670 Pedagogia
A educação especial é voltada para o atendimento de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades, visando a adaptação das práticas pedagógicas. Quais são as três categorias de alunos atendidos pela educação especial?
Alternativas
Q3103669 Pedagogia
Um aluno com déficit cognitivo que está sendo avaliado em geometria. Ele tem dificuldades com abstração e interpretação de textos. Assim, avalie as proposições:

I.A prova deve incluir ilustrações e objetos concretos.
II.O aluno deve ser avaliado apenas através de textos escritos.
III.A prova deve ser adaptada para diminuir o nível de abstração.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103668 Pedagogia
 A avaliação escolar é um processo contínuo e acumulativo, essencial para a análise do conhecimento individual dos alunos e da escola como um todo. Existem três tipos principais de avaliação: diagnóstica, formativa e somativa, cada uma com finalidades específicas que contribuem para a melhoria do sistema de ensino. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

1.(_)A avaliação diagnóstica deve ser realizada apenas no início do ano letivo.
2.(_)A avaliação formativa pode ser feita de maneira informal durante as aulas.
3.(_)A avaliação somativa visa oferecer um parecer sobre as habilidades desenvolvidas ao final de um processo de aprendizagem.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Alternativas
Q3103667 Pedagogia
Considerando as atribuições do Professor de Apoio Educacional Especializado (PAEE), descreva como deve ser elaborado o Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE) para um aluno com Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD), destacando os principais aspectos a serem considerados.
Alternativas
Q3103666 Pedagogia
A discalculia é um transtorno de aprendizagem que afeta a habilidade matemática. Identifique os tipos de discalculia e as práticas pedagógicas recomendadas para apoiar alunos com esse transtorno.
Alternativas
Q3103665 Pedagogia
Considerando como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) define a responsabilidade do poder público em relação ao atendimento à saúde de gestantes e crianças, e as obrigações específicas mencionadas na lei, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103664 Pedagogia
A Educação Inclusiva visa atender às necessidades especiais de todos os alunos, transformando a escola em um espaço para todos. Nesse contexto, analise as proposições abaixo:

I.A Educação Inclusiva deve ser aplicada apenas na Educação Infantil e Ensino Médio.
II.Alunos com deficiência têm direito a adaptações curriculares conforme suas necessidades.
III.A Sala de Recursos Multifuncionais deve ser utilizada no contraturno das aulas regulares.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103658 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere.
Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:
Alternativas
Q3103657 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
'Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes' de fazer isso.

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3103654 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 

Sonhar não custa nada.


Sintaticamente, é CORRETO afirmar que o:

Alternativas
Q3103653 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
O médico venezuelano Guillermo Acevedo passou a maior parte da vida acreditando que os sonhos eram metáforas porque nunca sonhou.
De acordo com o texto base, afantasia é uma condição:
Alternativas
Q3103650 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
Mas 'há' uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos é algo desconhecido.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3103649 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O homem biologicamente incapaz de sonhar

"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.

Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.

Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.

"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.

"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.

Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.

"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.

Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado. 
Acevedo compara seu cérebro a um computador sem tela ou incapaz de processar arquivos de imagens.
De acordo com o texto base, Guillermo Antonio Acevedo:
Alternativas
Q3103648 Português
Segundo a Base Nacional Comum Curricular, a leitura é objeto historicamente reconhecido de aprendizagem em Língua Portuguesa. Se, para os outros componentes curriculares, ela é instrumento, em Língua Portuguesa é tema central. O eixo Leitura compreende a aprendizagem da decodificação de palavras e textos (o domínio do sistema alfabético de escrita), o desenvolvimento de habilidades de compreensão e interpretação de textos verbais e multimodais e, ainda, a identificação de gêneros textuais, que esclarecem a contextualização dos textos na situação comunicativa, o que é essencial para compreendê-los.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.

São também constituintes essenciais desse eixo, por sua relevância para a compreensão e interpretação de textos:
Alternativas
Q3103647 Pedagogia
A Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos, destacando o currículo como um conjunto de experiências escolares centradas no conhecimento e permeadas pelas relações sociais. O currículo, conforme definido na resolução, busca articular as vivências e saberes dos alunos com os conhecimentos historicamente acumulados, contribuindo para a construção de suas identidades.

Segundo essa Resolução os conhecimentos escolares são aqueles que:
Alternativas
Q3103645 Pedagogia
A proposição pedagógica de Paulo Freire está baseada numa visão crítica e transformadora, nasce como uma forma de se contrapor à concepção alienadora e alienante de homem e de educação, propondo uma pedagogia dos homens, empenhando-se na luta por sua libertação. Pensou num método de educação construído em cima de ideia de um diálogo entre educador e educando, onde há sempre partes de cada um no outro. Não poderia começar com o educador trazendo pronto, do seu mundo, do seu saber, o seu método e o material da fala dele. "É um método que se constrói a cada vez que ele é coletivamente usado dentro de um círculo de cultura de educadores e educandos" (FREIRE, 1983, p. 25).
Psicologia da educação e da aprendizagem / Fernanda Germani de Oliveira. Indaial : Uniasselvi, 2014. Acesso em https://www.uniasselvi.com.br/extranet/layout /request/trilha/materiais/livro/livro.php?codigo=16436

Seguindo essa perspectiva teórica, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3103644 Pedagogia
A Escola Municipal José Silva, situada em uma área urbana diversificada, está revisando suas políticas educacionais para melhor atender às necessidades de seus alunos e respeitar a diversidade cultural e religiosa. Seguindo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a equipe gestora está considerando a implementação do ensino religioso como parte integrante da formação básica.

Conforme a referida lei, a escola devera observar a seguinte premissa legal:
Alternativas
Respostas
461: D
462: D
463: A
464: D
465: C
466: D
467: C
468: C
469: A
470: B
471: D
472: A
473: A
474: B
475: B
476: A
477: C
478: D
479: A
480: A